Livros e fanfics

Recomendado por Chan Giu

Chan Giu
Uma estreia memorável.Quando comecei a ler essa historia,eu fiquei pasma.Tudo ali me contagiou de uma forma estrondosa.A dedicação dessa escritora me faz lembrar momentos esquecidos na minha mente...é um sonho dedicado a cada leitor e escritor.Uma resposta para como é se apaixonar.Não sentir medo do amor. . Muitos iram dizer que não é verdade,mas amar é sofrer.Sfrer por amar e não ser correspondido,sofrer por ter medo do futuro...sofrer pelo simples sentimento de que você não descobriu ainda a força do amor... . Quando comecei a ler,quase não tinha comentário,mas eu não me importei,por que ela queria mostra aos outros seu talento.Bom,eu estou orgulhosa por ela ter conceguido um espaço no fanfiction,e no meu coração. . Parabéns!!! . Beijos,Giulia Vogel(eterna fã)
"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"

WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Ethereal Serenade

Ethereal Serenade
Sempre acreditei que boas histórias merecem ser reconhecidas por todos, e recomendar parece ser uma das melhores maneiras de convidar novos leitores a conhecerem obras de alguém que acreditamos ter enorme potencial. E eis que venho aqui recomendar esta fabulosa história. Há um certo preconceito com histórias curtas — afinal, nós, leitores, sempre vemos poucas palavras como um sinônimo de baixa qualidade, pelo menos em uma parcela significativa dos casos. O que eu digo é que aqui temos um caso que foge totalmente a regra. Dernière Danse é um exemplo de que bons autores se provam verdadeiros artistas natos quando necessitam de pouquíssimas palavras para transmitir uma boa história. Aliás, creio que classificar esta oneshot como boa é um eufemismo dos imensos, então vamos reformular isso: Dernière Danse é uma história magnifica, e com um número abaixo das quinhentas palavras nos conta um dos mais romantizados encontros personificados de maneira absolutamente linda. Se uma linguagem rica de poesia e lirismo for de seu agrado, a dica está mais do que dada; garanto que não irá se arrepender de maneira alguma. Não há mais nada em que eu possa me ater sobre o quão magnifica esta história é, portanto fico por aqui. Espero que minha recomendação mobilize mais e mais pessoas à leitura desta pequena — porém, incrível história. —. Pois, como disse antes, boas histórias merecem todo o reconhecimento do mundo. Cá estou fazendo meu papel como leitora, contribuindo para que isso aconteça para uma autora que se mostrou dona de um talento simplesmente sensacional, digna de reconhecimento e dos mais variados méritos!