just one more about love Delena
98 Capitulo 98
Damon se levantou, indo pro banho. Elena ficou, abraçada ao filho. Estava tão feliz que nem podia calcular! Seu bebê era saudável, seu marido a amava... A vida fora doce com ela. Ela relaxou, ouvindo a água caindo no chuveiro, então se levantou, tirando a camisola (com dificuldade). Damon não viu quando ela entrou no Box. Estava de olhos fechados, a água caindo em seu rosto, descendo livremente por seu peito. Então ela o abraçou por trás, dando-lhe um beijinho no ombro.
Damon: Ei. – Disse, sorrindo, se virando pra ela – Vai acordá-lo com a água fria. – Repreendeu.
Elena: Continuará dormindo, não seja turrão. – Disse, abraçando-o. A barriga entre os dois era um lindo empecilho, mas ele a acolheu, beijando-lhe a testa. – O que vai fazer hoje?
Damon: Agüentar Klaus. – Brincou. Ela riu, beijando-lhe o queixo. Na verdade Klaus descobrira dezenas de piadas sobre abstinência sexual, mas ele não diria isso a ela.
Elena: Hum... – Disse, manhosa, se estreitando como podia – Sinto tanta falta. – Disse, dando-lhe um beijinho na maxilar.
Damon: Deus sabe que eu também. – Murmurou, beijando o ombro dela. Os dois não tinham mais relações até então. Nos dois primeiros meses tudo continuou normal. No terceiro começou a dificultar, até que no quarto ela estava grande o suficiente pra que os dois desistissem. Agora, no quinto, o bebê era grande e os seios dela doíam, pesados do leite que se acumulava. – Nunca pensei que seria capaz de dividir uma cama com você sem tocá-la. – Comentou, divertido.
Elena: E eu nunca pensei que concordaria com um absurdo desses. – Respondeu, fazendo-o sorrir.
Damon: Quatro meses. Cinco. – Lamentou o acréscimo. Ela riu. Ele desceu a mão, alcançando a barriga dela, tocando-a ternamente – Não vejo a hora de tê-lo em meus braços. – Disse, fazendo uma pocinha de água com a mão e deixando-a cair na barriga dele – O que será, menino ou menina? – Perguntou, intrigado.
Damon: Hope me pergunta se eu já sei todo santo dia. Não quer comprar bonecas de presente se for um menino. – Comentou e Elena sorriu. Ele se abaixou, beijando a barriga dela carinhosamente. Ele fazia isso sempre que ela se trocava: Acariciava o bebê, as vezes conversava, e lhe dava um beijinho. Ele encheu a barriga dela de beijinhos carinhosos. No começo ela sorriu, mas depois a respiração dele quente em sua pele... Ela apertou os ombros dele, respirando fundo. Damon olhou, confuso. Ela sempre deixou ele beijar o bebê.
Elena: Eu vou deixar você tomar banho. – Disse, acariciando-lhe o rosto. Damon franziu o cenho, vendo ela se afastar, os cabelos molhados grudados nas costas, andando com cuidado pra não escorregar.
Damon: Ei. – Ele a puxou de volta delicadamente, com firmeza mais cuidando pra ela não se esbarrar em nada – O que foi? Se sente mal? – Porque ele sempre achava que ela estava se sentindo mal?
Elena: Não. – Tranqüilizou – Eu só sinto sua falta. Não podemos. – Lembrou, tristonha, e ele entendeu. O corpo dela não estava muito normal com a gravidez: Uma hora ela estava feliz, e então irritada, ou histérica, ou com fome, ou com sono demais... E as vezes isso.
Damon: Shhh. – Disse, passando-a pro outro lado, de modo que a água só caía nas costas dele – Incomoda, verdade? – Ela assentiu. Ele colou a testa na dela, raspando o nariz dos dois, e ela prendeu a respiração quando sentiu uma das mãos dele delicadamente em seu seio. Ele sabia que qualquer toque, qualquer apertão, por mínimo que fosse, causaria dor nela. Ele não faria.
Elena: Damon... – Tentou, sabendo quantas vezes eles tentaram e falharam, antes de desistir, mas ele fez “Shhh” de novo. Isso quase a irritou. Ele passou o dedão em volta do seio dela, sentindo-o mais pesado que o normal, acariciando-o carinhosamente. O mamilo logo se enrijeceu na mão dele, que sorriu, desfazendo-o sutilmente com os dedos. Elena esperava, encostada na parede, quieta. Aquilo nunca parecera tão bom antes.
Ele baixou o rosto, dando beijos chupados pelo colo dela, se detendo ao chegar aos seios. Ali ele foi mais carinhoso, tocando-os com os lábios entre abertos, só por tocar. Elena suspirou, languida com o carinho. Ele subiu o rosto novamente, tomando-lhe a boca em um beijo apaixonado. Ela apanhou o rosto dele entre as mãos, usando do que tinha, beijando-o sedentamente, mas perdeu o passo quando a mão dele encontrou sua intimidade. Ele não deixou o beijo se perder, e tampouco a caricia que se iniciou. A mão dele brincava com a intimidade dela, percorrendo-a, forçando-a e retrocedendo. O rosto de Elena logo corou, ela adentrando as mãos no cabelo dele, apanhando-os pela raiz. Ele se desfez do beijo pouco tempo depois, sem dizer nada, beijando-lhe a maçã do rosto, onde o sangue se concentrara, e foi com frustração que ela pensou que a brincadeira havia acabado.
Após beijar-lhe o rosto ele se agachou, se ajoelhando, e antes que ela pudesse contestar, ele lhe alcançou a intimidade com a boca, logo após lhe dar um beijinho na barriga e um na coxa. Elena arfou, surpresa, mas ele não lhe deu tempo (tempo nunca ajudava em nada). Apanhou uma das pernas dela, mordendo-lhe a coxa sutilmente, e a fez colocar o pé em seu ombro, lhe dando acesso. A boca dele buscou a intimidade dela famintamente, e Elena franziu o cenho, o primeiro gemido se perdendo de seus lábios. Os outros se seguiram naturalmente, até que a respiração dela se suspendeu um por um instante, o cenho franzido, e seu gemido final, o mais intenso entre os outros, veio. Ele sentiu o corpo dela se amolecer logo depois que ela se veio, e pôs seu pé de volta no chão com cuidado, mantendo a esposa de pé.
Elena: E você? – Lamentou, vendo ele acariciar o bebê. Damon sorriu.
Damon: Eu vou ficar bem. – Disse, dando um selinho no bico dela.
Elena: Você é impossível. – Disse, abraçando-o pelo ombro. Ele sorriu, acolhendo-a.
Damon: Você precisa sair da água fria. – Advertiu.
Elena: E você precisa parar de me tratar como se eu fosse de quebrar. – Rebateu, fazendo-o rir.
Damon: Vamos, não seja teimosa. – Disse, se soltando dele. A cara que Elena fez o fez gargalhar, e ela o estapeou.
Os dois tomaram banho juntos, conversando. Ele ensaboou as costas dela, sentindo os ombros dela tensos, massageando-os (Elena sentia dores nas costas. Era sua primeira vez, e o bebê era grande, pesado). Depois ela ensaboou as costas dele, dando-lhe vários beijinhos, e os dois saíram do chuveiro juntos. Ele a ajudou a se vestir e a voltar pra cama, acolchoando-a, e ela observou, satisfeita, ele se vestir. Com um ultimo beijo nela (e outro no bebê), ele se foi. Ela fechou os olhos, relaxando, mas 5 minutos depois...
Jenna: Estamos pensando se há necessidade de fazer vestidos azuis pro bebê. – Anunciou, entrando no quarto.
Madison: Eu não agüento mais isso. – Disse, indo até os pés da cama de Elena e se jogando de cara na cama. Os cabelos ricochetearam frente, mostrando a pele acinzentada dela, revelada pelo decote das costas do vestido negro.
Caroline: Achamos que não, pois seria bem estranho uma menina usando azul, assim como um menino rosa, mas queremos sua opinião. – Completou. Jenna assentiu.
Elena: Vocês ficaram loucas?! É só um bebê, não precisa de um mundo de roupas! – Disse, exasperada.
Madison: Eu acho que eu disse isso. Uma vez. – Disse, a voz abafada – Duas. Durante os últimos cinco meses. – Completou.
Jenna: Não é “só um bebê”. É o príncipe herdeiro. – Assinalou.
Elena: Hope é a princesa. Façam um enxoval pra ela. – Disse, sorridente. Pensando bem, seria crueldade com a menina.
Caroline: Ela já tem um enxoval. – Disse, franzindo o cenho – Se bem que podemos aproveitar o impulso. – Pensou. Madison ergueu o rosto da cama, uma careta incrédula ali, e seu olhar se encontrou com o de Elena, que não podia estar mais exasperada.
Elena: Eu não mereço isso. – Disse, se afundando na cama.
Mas no final das contas era assim todos os dias. Até a paz tem seus lados controversos.
Dias depois...
Damon: Tem certeza que não quer que eu vá com você? – Perguntou, desgostoso, atrás dela. Elena usava um vestido claro, de um branco leitoso. O vestido dela era diferente, só haviam duas camadas de pano, uma seda mais grossa e mais solta, que começavam da caída dos seios. Ele veio por trás dela, tocando seus cabelos delicadamente, e prendeu a coroa dela ali.
Elena: Tenho. São só umas poucas compras. Eu estou bem. – Garantiu, vendo ele ajeitar a coroa. Há muito tempo não a usava. – Ninguém vai me fazer nada. Madison está comigo.
Damon: Me preocupo com o bebê. Ei, grandão. – Disse, se ajoelhando em frente a ela, dando-lhe um beijinho na barriga – Seus pés estão bem? – Perguntou, atencioso.
Elena: Bem melhor. – Tranqüilizou – Não vou me demorar. Não agüento mais ficar aqui sem fazer nada tampouco. Estou ficando aborrecida. – Ele sorriu – Posso levar Hope? – Damon a encarou – Quero dizer, ela não tem muita experiência fora do castelo, um passeio normal seria bom. – Explicou. Damon sorriu.
Damon: Não precisa me pedir permissão. Ela é sua filha agora, também. – Disse, dando-lhe um selinho – Ela vai adorar. – Observou. Elena assentiu – Eu estive pensando.
Elena: Sobre...?
Damon: Sobre o bebê. Eu acho que é um menino. – Ela sorriu, e ele a abraçou de novo, dando-lhe um beijinho na barriga.
Elena: Porque?
Damon: Porque ele é maior do que Hope era. – Ela acariciou o cabelo dele, que deu um beijinho em seu braço – Certo, eu não cheguei a ver ela na barriga sem o vestido por cima, mas ele é maior. Então é um menino. – Concluiu.
Elena: Você quer um menino? – Perguntou, e ele se ajeitou sobre os joelhos, encostando o ouvido na barriga dela. Os dois ficaram em silencio por um instante, como se ele fosse conseguir ouvir o filho.
Damon: Eu quero esse bebê. Não importa o que ele seja. – Respondeu, quieto, ainda com o ouvido na barriga dela. Houveram batidinhas na porta, avisando que as outras estavam prontas – Me prometa que não vai se esforçar. Não vai se cansar, não vai tomar sol, não vai ficar muito em pé. E que se sentir qualquer coisa, o que quer que seja, mandará me chamarem.
Elena: Só se você me prometer que não ficará se preocupando com isso. – Ele sorriu, dando outro beijinho na barriga dela – Tenho a impressão de que você dá mais beijos a esse bebê que a mim. Não é justo. – Reclamou. Damon riu da manha dela. Ele se levantou, se sentando ao lado dela e apanhou seu rosto entre as mãos.
Damon: Boba. – Ele selou os lábios com os dela – Boba. – Outra vez – Boba, boba, boba. – Mais três selinhos. No final do ultimo selinho ele se demorou, os lábios sentindo os dela, e Elena suspirou, satisfeita, quando os lábios dele tomaram espaço entre os seus, a língua dele provando a boca dela, indo de encontro a sua, acariciando-a. Ela tocou o rosto dele sutilmente, correspondendo, e logo os dois se beijavam apaixonadamente. Terminou como começou, de modo lento, carinhoso. – Melhor?
Elena: Consideravelmente. – Respondeu, sorrindo.
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