Quando ela fez o percurso de volta, ficando em ereta novamente, empurrou o peito dele com o pé, fazendo-o deitar com a cabeça no travesseiro. Ela passou por cima dele, ficando com um pé de cada lado dele, olhando-o, e passou o pé desde o ombro dele, descendo por seu peito, parando no cós da calça, beliscando-o. Quando ela começou a se abaixar, jogando com os ombros, Damon se sentou. Ela parou, deixando os seios na altura do rosto dele de novo, dando com os ombros. Damon não ergueu o rosto dessa vez, e as mãos dele apanharam a cintura dela. Ainda balançando o colo em frente a ele ela jogou o cabelo pro lado, os cachos caindo por seu colo, entrando na visão dele. Por fim ela parou de dançar, apanhando o queixo dele com uma mão, fazendo-o encará-la. Ambos ofegavam, os olhares carregados de tesão acumulado.

Damon: Cigana. – Acusou, em um murmúrio, fazendo-a sorrir, e apanhou o rosto dela, a mão entrando em seu cabelo, puxando-a para um beijo. Ele a lançou na cama ao seu lado, e ela riu, deixando que ele atacasse seu corpo.

Dessa vez não houve preliminares; Damon parecia furioso. Ele apenas matou a vontade que ficara nos seios dela. Puxou o sutiã com uma mão só, como uma criança que desembrulha um presente, e se banqueteou, mordendo, sugando, sentindo. Os vermelhos já estavam acesos, os seios dela sensíveis, quando ele rasgou a saia que ela usava, se desviando de sua calça, se afundando no corpo dela em seguida. Ele parou um instante, perdendo um gemido abafado e ela arfou audivelmente com a invasão, olhando o dorsel da cama, todo o ar dos pulmões tendo sido expulsos.

Elena: Tire isso. – Pediu, atordoada, puxando a camisa dele. Damon se ergueu um instante, puxando a camisa de qualquer jeito, beijando-a na volta.

O grito de Elena morreu na boca de Damon quando ele voltou a se mover contra ela, tamanha a força. As costas dele não tinham mais espaço pra arranhões, mas recebeu. Ela cravou as unhas na cintura dele, no ponto onde os músculos de moviam com suas investidas, deixando a marca viva ali. Toda a irritação, toda a preocupação, tudo se tornou pequeno diante aquilo. Ele estava ali, era seu marido, sempre seria dela. Em um ponto Damon se sentou, trazendo-a pro seu colo. Enquanto guiava os movimentos dele, durante um tempo ele ficou com os olhos abertos, observando a expressão facial dela. Tinha os olhos fechados, o cenho delicado franzido, mordia a parte inferior do lábio. Então, subitamente, franziu mais o cenho, com força, os lábios se entreabrindo, a respiração suspensa por um instante, as unhas apertando seu ombro, e um gemido alto escapou dela. Damon sorriu, satisfeito por ter assistido aquele momento, e deu um beijinho no queixo dela, que abraçou. Ele notou que ela tremia. Minutos depois foi a vez dele, que se correu com o nome dela nos lábios. Ele rolou de lado, caindo de costas na cama com ela em cima do seu peito, e ambos ficaram quietos. Ele arfava, de olhos fechados. Elena ofegava, as vezes perdendo pequenos gemidos baixos, meio tremula ainda. Demorou minutos pra que ele falasse.

Damon: Sua tia ainda é viva? – Perguntou, rouco, acariciando as costas dela. Elena franziu o cenho com a pergunta.

Elena: Eu acredito que sim. – Respondeu, amparando o rosto no peito dele de modo que pudesse olhá-lo. Ele ainda tinha os olhos fechados – Porque?

Damon: Quero lhe enviar flores, com um cartão de agradecimento. – Disse, um sorriso descarado nascendo em seu rosto, e ela riu – Com que idade ela te ensinou isso? – Perguntou, olhando-a.

Elena: Idade o suficiente. – Resumiu, e ele riu – Porque? Quer que eu já comece a ensinar a Hope?

Damon parecia ter levado uma bolacha. Ele fechou a cara, erguendo a sobrancelha pra ela, que riu alto.

Damon: Quero que você dance mais vezes. – Disse, tirando o cabelo dela de seu rosto.

Elena: Eu sei fazer mais coisas. – Disse, travessa. Ele ergueu as sobrancelhas.

Damon: O que? – Ela negou com a cabeça, sorrindo.

Elena: Segredo. Na hora você descobre. – Provocou, e ele a apanhou pelos pulsos, jogando-a na cama, e ela ria gostosamente, se encolhendo.

Damon: Fala pra mim. – Pediu e ela negou. Ele abaixou o rosto, mordendo a barriga dela, que gritou – Fala, pequena. – Ela negou novamente – Eu vou te morder inteira se você não falar. – Avisou. Ela negou novamente e levou outra mordida, na curva da cintura, o que a fez se encolher.

Aquela brincadeira durou vários minutos e inúmeras mordidas. Por fim ele tomou gosto pelas mordidas, e a brincadeira ficou séria, levando horas a frente. E no final, ela não falou.

Um mês e meio depois...

Notas finais
gente mil desculpas pela demora mais hoje eu compenso voces