just one more about love Delena
95 Capitulo 95
Ele saiu a galope atrás da bola, desviando o cavalo do rastro de fogo deixado. Aquilo daria trabalho. Klaus e Damon passavam como duas flechas pelo campo de batalha, que parecia literalmente o inferno. Homens se matavam, haviam flechas pegando fogo por tudo quanto era canto. Ao chegarem a catapulta, já preparavam uma segunda bola de fogo (o que provavelmente tiraria Alaric do sério).
Klaus atropelou o primeiro soldado que tentou pará-lo, sem nem se dar ao trabalho. Depois eram ele e Damon contra uns 30. Não foi fácil, e não havia nada bonito em matar, principalmente sabendo que aqueles homens tinham uma família, uma vida. Aquela situação era obvia: Fora colocada só para criar caos. Por fim eram eles dois e a catapulta. Os dois usaram as espadas (cobertas de sangue) para cortar as cordas que mantinham a catapulta em pé.
Klaus: Em pensar no que eu podia estar fazendo em casa. – Rosnou, baixando a espada em uma corda grossa, na intenção de torá-la. Damon teve vontade de chorar ouvindo aquilo, pensando em Elena em casa, esperando por ele.
Enquanto isso, em casa... Caroline e Jenna estavam com Elena, na torre. Madison sumira. Mary estava com Hope.
Caroline: Não deixe que isso estrague sua lua de mel. Imprevistos acontecem. – Disse, tranqüila.
Elena: Não foi um imprevisto, Stefan fez de propósito.
Jenna: Em poucas horas ele estará aqui novamente. – Consolou – Não há motivo para se...
A porta abriu com um estrondo, revelando uma Madison com uma aparência doentia de tanta raiva do lado de fora. Ela tinha uma garrafa de whisky na mão, a camisola de seda negra longa, os cabelos soltos.
Madison: BOM VER VOCÊS! – Disse, raivosa, fechando a porta com o pé.
Jenna:... Se irritar. – Completou, olhando Madison.
Madison: Não estou irritada. Estou FURIOSA! – Disse, os olhos negros quase opacos – Eu estava em lua de mel! – Disse, indignada. Elena ergueu as sobrancelhas.
Elena: Eu que o diga. – Disse, debochada.
Madison: Quer? – Ofereceu a garrafa. As outras negaram. Ela deu de ombros, virando a garrafa na boca.
Caroline: Porque você está bebendo mesmo?
Madison: Porque eu quero matar alguém e eu não posso. – Disse, se largando em uma poltrona – Estou com o DEMÔNIO no corpo, apenas isso!
Jenna: Porque não pode?
Madison: Porque Lorenzo me proibiu de sair do castelo. – Disse, olhando o whisky – Eu não sei porque eu insisto em tentar beber, nunca funciona. – Disse, revoltada, colocando a garrafa no chão – Qual era o assunto? – Perguntou, tirando o cabelo do rosto.
Jenna: Como Elena não deve se irritar por esse contratempo. – Informou.
Madison: Como não? É claro que ela deve se irritar, não sei se vocês perceberam, EU ESTOU IRRITADA! – Disse, sorrindo. Anahí riu da revolta de Madison. – Eu poderia estar rolando na cama nos braços do meu marido, que tem braços lindos por sinal, agora, MAS NÃO! Estou aqui, tentando me embebedar mesmo sabendo que não funciona! – Disse, debochada.
Elena: Não fica preocupada por ele estar lá? – Perguntou, receosa.
Madison: É isso? Elena, pelo amor de Deus. Lorenzo está lá, não há risco para nenhum deles. Estou FURIOSA pelas horas desperdiçadas, nada mais. Em relação a isso fique tranqüila.
Caroline: É realmente confortante conversar com ela. – Ironizou e Madison riu.
Os homens só voltaram no cair da noite, após encerrar a batalha em campo, apagar todo o fogo e dar uma busca rigorosa até declarar o castelo seguro novamente. Nem se despediram ao entrar em casa, cada um tomando seu rumo. Damon largou a armadura na sala de armas; algo o dizia que o humor de Elena não melhoraria ao ver o sangue ali. Ela se manteve calada quando ele entrou no quarto, e enquanto ele tomava banho. Arrumava algo em uma gaveta. Usava uma saia solta, preta, e um bustiê que deixava a barriga livre (um sutiã) também preto. Ele saiu do banho secando o cabelo e se sentou na cama, mais arrumada do que estivera no ultimo mês.
Damon: Está brava? – Elena ficou quieta – pequena, não foi porque eu quis, Deus viu que não.
Elena: Eu sei. Me irrita o fato de que Stefan sempre arruma um modo de arruinar tudo o que eu faço. – Disse, se virando pra ele.
Damon: Nossa lua de mel não está arruinada. Esqueça o dia de hoje. – Ela assentiu, quieta. Ele a observou por um instante, até que uma lembrança veio em sua cabeça – Dance pra mim. – Pediu. Ela ergueu o rosto.
Elena: Desculpe? – Perguntou, pondo o cabelo atrás da orelha.
Damon: Você me disse que sua tia havia lhe ensinado a dançar. – Lembrou – Na época não podíamos, porque Klaus faria o inferno, mas agora podemos. – Ele sorriu de canto – Dance para mim. – Insistiu. Elena respirou fundo, em seguida o encarando.
Ela não permitira que Stefan estragasse sua lua de mel desse modo. Ela dançaria pra ele.
Damon: Se te tranquiliza, não vai acontecer outra vez. Nós redobramos a guarnição, e Lorenzo assegurou que se alguém tentar novamente, ele solta Madison. – Elena riu de leve.
Damon tomou o silencio ela como algo positivo. O copo estava meio cheio, pelo menos ela não tinha dito não. Ela viu ele se levantar, indo até a porta e trancando-a, tirando a chave da fechadura e pondo-a de lado. Ele se virou, encarando-a, meio que sondando.
Damon: Dance pra mim. – Pediu novamente.
Damon viu Elena se desencostar da cômoda, caminhando até ele, encarando-o. Ela não parou de andar até que seu corpo colou no dele. Os dois se encararam por instantes, a respiração de um batendo no rosto do outro, até que ele sentiu as mãos dela em seu braço, não tocando, segurando. Elena o trouxe junto de si até a cama, onde o empurrou sentado. Ele nem reclamou, apenas observava. Ela apanhou a toalha dele, largada em cima da cama, e a cintura dela começou a se mover pros lados, primeiro lentamente, depois ganhando velocidade. Ela deu um passo pra trás, sem deixar de mover a cintura, e se pôs a girar. Ele sorria, encantado, observando tudo. Ele mal podia ver os pés dela, por causa da saia, mas podia ver a barriga reta, as curvas sumindo dentro da saia, os seios expostos pelo sutiã. De onde ela tirara aquilo? Ela parou de girar, ficando de frente pra ele, sorrindo de canto, e levou as mãos aos cabelos, fechando os olhos, como se aquilo lhe causasse prazer. O corpo de Damon começou a reagir a cena; ele segurou no lençol pra conter o impulso de agarrá-la. Elena passou por ele, indo pros pés da cama, lhe dando as costas. Ele deixou a cabeça cair pro lado, observando os quadris dela indo e vindo. Ela havia aberto os braços, o que presenteava a visão dele maravilhosamente com as curvas dela. A atenção dele foi chamada quando ela jogou a cabeça pros lados, os cabelos ricocheteando no ar. Ele sorriu.
Ela sabia o apelo que os cabelos tinham sobre ele. Ela tornou a fazer, agora pro outro lado, e girou pro outro lado da cama, voltando a encará-lo. Sorria. Continuou balançando a cintura freneticamente pros lados, e subiu as mãos lentamente pelas curvas do corpo, provocando-o, até que ficou com os braços pra cima. Ela se pôs a girar, rebolando pros lados, lentamente. Só deixou de encará-lo quando teve que dar a volta, os cachos se balançando pelos impulsos dela. Damon nem percebera, mas estava quase de 4 na cama, na direção dela. Ofegava brevemente, os olhos dilatados de vontade. Ela girou livremente, voltando pra frente da cama, e abriu os braços na frente dele, jogando o cabelo pro lado, encarando-o. O castanho dos olhos dela parecia hipnotizá-lo. A cintura ainda se movendo, ela subiu as mãos pela barriga, passando pelos seios e chegando nos cabelos, retirando-os do rosto, destacando os olhos em cima dele. Ela riu de leve e girou novamente, voltando pro ponto de onde começara. Damon se ajeitou na cama, como se girasse em torno dela. Elena apanhou a toalha desprezada no chão, como um lenço, e a abriu, passando em torno dos ombros e girou umas três vezes. Damon umedeceu os lábios ao ver ela se aproximar dele. Elena passou a toalha por trás do ombro dele, prendendo-o, e se aproximou dele, ficando entre suas pernas. Elena levou o colo até o rosto dele, deixando os seios em frente ao seu rosto enquanto balançava os ombros. Damon olhou os seios dela, tentado a encerrar aquilo, mas a encarou e sorriu. Ela o soltou, subindo na cama, dando as costas a ele, jogando os quadris pros lados enquanto tirava o cabelo do rosto. Ele olhou o movimento do traseiro dela e respirou fundo, mantendo o controle. Ela se virou pra ele, voltando a encará-lo, e após puxar a saia pra cima, colocou o pé no peito dele.
Damon pegou a perna dela sutilmente com uma mão, dando-lhe um beijinho no pé, ergueu a sobrancelha, mordendo o lábio, quando ela se inclinou pra trás, até onde dava, balançando os ombros.
Continua....
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