just one more about love Delena
41 Capitulo 41
Damon foi ao encontro de Elena pouco tempo depois. Ela havia tomado banho, tentando esfriar os ânimos, e estava com a roupa debaixo. Ele entrou no quarto, fechando a porta.
Damon: Está melhor? – Perguntou, preocupado.
Elena: Passou, foi só uma vertigem. – Disse, abraçando-o e afundando o rosto em seu ombro. Ele a abraçou, meio que ninando-a.
Damon: Anjo, se importa de voltar ao quarto que eu lhe dei? – Perguntou, beijando o cabelo dela – Esse é pequeno demais, úmido demais... Você merece algo melhor.
Elena: Não, não me importo. – Ela não se importava com nada agora.
Damon: Vamos sair daqui, então. – Disse, apanhando o roupão dela. Elena ia protestar, mas ele a calou com o olhar.
Os dois saíram dali de mãos dadas. Damon a levou pelos corredores, e com um toque do acaso ninguém os viu. Ele retirou a chave do quarto do bolso, abrindo a porta, e entrou com ela. A cama de casal, confortável, estava forrada com lençóis limpos, ele mandara limpar e organizar tudo.
Damon: Tua chave. – Disse, pondo a chave em cima da cômoda. – Se deite um pouco, vai ajudar. – Disse, abraçando-a por trás e dando-lhe um beijinho no ombro.
Elena: Eu sei de algo que vai me ajudar. – Disse, se virando pra ele, abraçando-o – Faça amor comigo, Damon. – Pediu, beijando-lhe o rosto.
Damon: O que? – Perguntou, meio confuso. Ela não estava doente?
Elena: Quero que faça amor comigo. – Repetiu, e ele trouxe o rosto dela pra si, encarando-a.
Damon: Não posso fazer isso, está doente, vai piorar. – Disse, acariciando o rosto dela.
Elena: Ao acaso tu me ouvistes quando eu disse o mesmo, na tua torre? – Perguntou, contra-atacando, e ele riu.
Damon: Era diferente. – Impôs.
Elena: É claro que era. – Ela o beijou. Dentre os muitos dons de Damon, rejeitá-la não se incluía.
Ele retribuiu, abraçando-a firmemente. Era estranho. Katherine nunca o procurava, era sempre reservada, até se esquivava. Nem nunca falava no assunto. Elena era completamente o oposto. Katherine nunca o tinha buscado; Elena já. O fazia como se fosse natural. Ele gostava disso. Ele sentiu ela fazer algum esforço, e após alguns instantes percebeu que ela tentava fazê-lo andar. Permitiu. Ele se bateu na cama, caindo sentado, se separando do beijo dela. Elena acariciou o rosto dele, que, encarando-a, beijou sua mão e pulso. Ela o soltou, ficando parada a sua frente, e desfez o nó do roupão, se revelando de roupa intima na frente dele.
Damon: Elena... – Repreendeu.
Elena: Shhh. – Disse, pondo um dedo na boca dele. Ele se calou.
E ele não disse mais nada. Apenas observou ela desamarrar o nó frontal do corpete, se libertando dele. A encarou o tempo todo. Quando ela por fim o retirou, largando-o no chão junto ao roupão, ele não conseguiu evitar desviar o olhar, vendo o cabelo agora escuro dela caindo junto a pele pálida, os seios fartos e barriga reta a sua frente. Não pôde mais brigar. Ele a queria e ela pedia por aquilo. A apanhou pelas coxas, abocanhando sua barriga em um beijo mordido. Elena sorriu, acariciando o cabelo dele. Assim se sentiria segura: Em seus braços, sendo sua mulher. Damon deixou uma trilha de marcas vermelhas subindo pela barriga dela até encontrar os seios, que estavam bem a sua frente. A encarou por um instante, mas logo se ocupara de beijá-los. Elena fechou os olhos, se permitindo sentir as caricias dele. Parecia faminto. A pele dela foi se esquentando sob as mãos dele, perante seus lábios, e ele sorriu ao sentir o mamilo dela se enrijecer em seus lábios. Então ela passou pro seu colo, as mãos buscando os botões do colete, soltando-os. A boca de Damon buscou a orelha dela, o rosto, de modo até agressivo, sedento. Elena removeu o colete dele e partiu imediatamente pra camisa, que logo foi eliminada.
Ele mordeu o queixo dela quando ela buscou seu cinto, abrindo-o sem nenhum pudor.
Damon: Me encanta, pequena. – Disse, com a boca próxima ao ouvido dela.
Elena sentiu as mãos dele apanhando sua cintura e erguendo-a, e logo ela estava por baixo na cama. Ele empurrou os sapatos e as meias com os pés, de qualquer jeito, e ela acolheu o peso dele sob si, lânguida. Não demorou mais de alguns minutos e os dois se moviam juntos, mas Damon ainda estava hesitante, achando realmente que ela estava doente.
Elena: Amor. – Sussurrou, no ouvido dele. A voz dela estava quebrada, rouca pelo desejo. Ela sentiu as mãos de Damon apertarem sua cintura, como que buscando controle para manter aquele ritmo lento, apaziguado, ao ouvir a voz dela. – Assim não. – Pediu, beijando-lhe a orelha.
Damon: Não faça... – Ele realmente estava usando cada fibra da sua resistência para não atacá-la como tinha vontade.
Elena: Por favor. – Disse, e ele sentiu ela enlaçar as pernas na cintura dele, pressionando-o contra si – Isso não é o que você quer... – Induziu, traçando uma linha pelas costas dele com a unha.
Damon: É o que eu posso fazer sem machucá-la. – Rebateu. Ela insistindo daquele modo não ajudava em nada.
Elena: Então eu quero que você me machuque. – Sussurrou, mordendo a orelha dele – Eu estou pedindo por isso. Eu quero a dor. – Concluiu, passando os lábios entreabertos de leve pela orelha dele.
Ela sentiu Damon morder seu ombro. Ele parecia estar buscando forças, tentando... E falhou miseravelmente.
Elena sentiu ele puxando-a mais pra si, fazendo-a quase deslizar na cama, e ele investiu nela com brutalidade, como ela havia pedido, fazendo-a gritar a inicio. Agora sim. O corpo de Elena oscilava com as estocadas que recebia dele, e ela tinha a cabeça inclinada para trás, os lábios entreabertos. Damon tinha o rosto no pescoço dela, mordendo-o, chupando-o. Tinha o cenho franzido pela força que usava. Elena cravou as unhas nas costas dele, deliciada com tudo aquilo. Era mais do que havia pedido, era mais do que ela precisava, era... Deus! Durou tempos. Ele não perdeu o ritmo, não se cansou, e a cada segundo que passava para ela era melhor. Até que...
Elena: Me beije. – Arfou, sentindo seu corpo quase que convulsionar. Ele atendeu, muito satisfeito, buscando os lábios dela.
Alguns instantes depois o gemido dela foi parar na boca dele, e Damon sentiu ela se suavizar debaixo de si. A buscou por mais alguns minutos e foi sua vez, vindo-se com o nome dela nos lábios. Os dois ficaram quietos por alguns minutos, ele largado em cima dela e ela acariciando os cabelos dele ternamente, enquanto ouvia a chuva caindo, batendo na janela fechada. Damon sentiu a mão dela procurar delicadamente o curativo em suas costas, tocando-o superficialmente, mas o curativo estava seco e limpo; Sem danos. Ele saiu de cima dela trazendo os dois para debaixo do edredom depois de se livrar das calças, e a trouxe pro seu peito, abraçando-a. Elena o abraçou ternamente, deixando sua cabeça repousar em seu ombro, aspirando teu perfume.
Damon: Eu não mereço você. – Disse, com os lábios no cabelo dela, acariciando seu ombro.
Elena: Merece em tudo o que tem. – Disse, dando-lhe um beijinho no pescoço, deixando o nariz amparado na maxilar dele – Nada se aproxima do que você me dá.
Damon abaixou o rosto, encarando-a. Elena se sentia bem quando ele a olhava assim. Ele tirou o cabelo dela do rosto, acariciando-lhe a pele.
Damon: Eu estou amando você. – Disse, e viu um sorriso de canto nascer no rosto dela.
Elena: Eu sempre te amei. – Respondeu, retribuindo seu olhar. Ele beijou o nariz dela, que riu, e a apertou em seu abraço.
E enquanto se mantivesse assim estaria tudo bem.
–--*
Fale com o autor