just one more about love Delena
39 Capitulo 39
Damon abriu a gaveta da mesa de cabeceira e pousou o retrato lá cuidadosamente, fechando a gaveta. Elena logo voltaria. Ele não permitiria que ela dormisse ali com o retrato de Katherine ali; Seria a memória viva do que ele estava fazendo, sendo que Katherine morrera há apenas algumas torres de distancia. Ele se virou... E doeu. Rosnando Damon olhou o curativo. Não havia sangue, mas se ele se movesse podia sentir os pontos repuxando a pele. Ótimo. Ele nem sabia o que havia ocorrido com o homem que o atacara. Ele revirou os olhos, passando a mão no cabelo. Passou minutos ali, até que ouviu passos apressados. Olhou para a porta. Logo Elena entrou no quarto, correndo.
Damon: O que...? – Ele não terminou a pergunta.
Elena: Vai dar 3 da manhã. Esse castelo deserto dá medo. – Disse, fechando a porta. Damon riu gostosamente. Ela se amparou na porta, respirando fundo. Ele ainda ria quando reparou nos trajes dela. O roupão tinha se aberto na corrida desesperada dela. Por baixo ela usava um corpete e um short (a roupa intima daquela época). O rosto estava branco pela corrida. Os cabelos haviam crescido uma matiz mais escura do que costumavam ser .
Damon: Veio correndo de lá debaixo até aqui? – Perguntou, puxando conversa para poder observar.
Elena: Só dos pés da escada. Entrei em pânico. – Admitiu. Então ela viu o olhar dele. Seguindo-o... – Ei! – Ralhou, fechando o roupão.
Damon: Eu não fiz nada. – Ele viu ela dando um nó apertado no roupão, arrumando-o de modo que não se via nada – Tire isso.
Elena: Não, eu estou de roupa intima. – Disse, ultrajada. Ela ia subir na cama, mas ele não deixou, levando o pé até onde ela ia subir. – O que?
Damon: Tire. – Ordenou. Ela ergueu a sobrancelha – Por... Por favor? – Tentou e ela riu gostosamente, deixando a cabeça cair pra trás. Ele sorriu.
Elena: Uma hora tu ordenas, outra tu pedes por favor... É contraditório. – Disse, divertida.
Damon: Vamos lá. – Insistiu.
Elena: Não!
Damon: Eu estou sem camisa, qual o problema? – Impôs – pequena, não há nada em você que eu não tenha visto, se essa é a precaução. – Elena ergueu a sobrancelha.
Elena: Não é não. – Disse, cruzando os braços.
Damon: Certo. – Disse, se apoiando nos braços. Elena arregalou os olhos.
Elena: Pare! O que está fazendo? Se deite! – Disse, impedindo-o de levantar.
Damon: Me faça deitar. – Disse, apontando pro roupão dela.
Elena o encarou por instantes, ultrajada. Era impossível! Por fim ele ergueu a sobrancelha, dando-lhe um ultimato, e ela revirou os olhos, desamarrando o roupão. Ele sorriu. Ela deixou o roupão em uma poltrona do quarto e caminhou até a cama, agora conseguindo subir.
Elena: Está doendo? – Perguntou, passando por cima dele para olhar o curativo. Continuava limpo. Damon brincou com o feche do corpete dela. – Damon!
Damon: Não resisti. – Disse, como uma criança pega no flagra – Não, não está doendo, nada que eu não possa suportar. – Ele a apanhou nos braços, fazendo-a se deitar em seu peito. – Seu cabelo está mais escuro. – Comentou, beijando-lhe o rosto.
Elena: Eu sei. – Damon a censurou com o olhar – Não fui eu.
Damon: Não, imagina. – Disse, debochado – Mas deixemos isso pra lá. Sei de algo melhor...
Ele a beijou novamente. Aquilo durou bem meia hora. Ele alternava entre sua boca, o rosto e o pescoço, às vezes ousando o decote do corpete. As velas se gastaram enquanto os dois continuavam ali, entre carinhos.
Elena: Não seria melhor parar agora? – Perguntou, com a voz meio cortada, os lábios entreabertos, enquanto ele afastava a alça de seu corpete, distribuindo beijos chupados aqui e lá.
Damon: Não gosta? – Perguntou, e a voz dele, rouca e baixa, fez ela se arrepiar.
Elena: Gosto... Demais. – Disse, tentada – Esse é o problema.
Damon: Só é problema se você quiser que seja. – Propôs, a boca mordendo a orelha dela.
Elena: Ah... – Ela se encolheu, e ele beijou toda sua maxilar até o queixo de modo demorado – Você prometeu. – Impôs, antes que ele a fizesse esquecer disso.
Damon: Me faça quebrar a promessa. – Ofereceu, e a mão dele que estava em sua cintura desceu de modo pegado pelo quadril, até a coxa, que ele apertou com volúpia.
Elena: Não faça. – Disse, torturada.
Damon: Não estou fazendo nada. – Disse, descendo a boca pelo colo dela, só passando os lábios – Não vou fazer nada que você não queira.
Elena: Eu não quero que você me toque. – Ofereceu, na hora, e ele sorriu.
Damon: É? – Perguntou, subindo a mão da coxa dela até os seios. Ele desviou sutilmente do corpete, apanhando um dos seios dela, enchendo sua mão, e apertando-o. Elena não conseguiu conter um gemido abafado. Os dedos dele buscaram o mamilo dela, descobrindo túmido, rígido. Ele o apertou entre os dedos — Mentirosa. — Acusou, sorrindo, e mordeu os lábios dela.
Elena: É o inferno, eu deveria ter ido embora.
Damon: Eu iria buscá-la. — Disse, antes de calá-la com mais um dos beijos que a deixavam com a pulsação alterada. Enquanto a beijava Damon deixou a mão brincar com o corpo dela, atiçando-a, provocando-a. Elena emergiu do beijo, deixando os lábios dele, e quase ofegava.
Elena: Agora basta. — Disse, afastando a mão dele.
Damon: Eu conheço outra opção. — Disse, com a boca no ouvido dela. Ele beijou-lhe o ouvido superficialmente e ela estremeceu. Os lábios dele estavam quentes, úmidos... Damon a ergueu com os braços, fazendo-a se sentar em seu colo, com uma perna em cada lado. Elena cravou as unhas no braço dele ao se sentar bem em cima do membro dele, a essa altura pronto pra qualquer coisa — Bem melhor do que a que você me oferece. — Concluiu.
Elena: Você vai se... HUM! — Gemeu, languida, quando ele a apanhou pelo traseiro com as duas mãos, pressionando sua intimidade contra o membro dele ao mesmo tempo que erguia o quadril contra ela — Você vai se machucar. — Lamentou, vendo a batalha perdida. Damon se divertia mordiscando os seios dela por cima do corpete, como se a idéia da roupa estar no caminho fosse desafio. Ele a puxou contra seu quadril de novo e ela suspirou, enlaçando as mãos no pescoço dele, os dedos adentrando o cabelo enquanto dava um beijo mordido na curva do pescoço dele.
Damon: Deixe que eu faça o que quero, e não vou me machucar. — Disse, erguendo o rosto aos poucos — Eu quero você, pequena. Eu a quero tanto agora que nada vai me machucar mais que sua rejeição.
Elena o encarou por um instante, indecisa. Os olhos de Damon pareciam flamejar. Ela suspirou, desistindo. Já estava no inferno mesmo. Ele suspirou, com urgência, quando ela o beijou. As mãos dele agarraram o short dela como se quisessem rasgá-lo... E rasgou. A mão dele procurou a intimidade dela, testando-a, e ele sorriu ao ver que ela já estava mais que pronta pra ele. Elena, deliciada no beijo dele, só sentiu ele se remexer debaixo de si (afastando a calça), e as mãos dele a buscaram.
Damon: Aqui. — Disse, puxando o quadril dela. Com um movimento sutil ele possuiu o corpo dela. Elena mordeu o ombro dele, contendo o grito que veio até sua boca — Assim... — Disse, satisfeito. A voz dele já estava cortada.
Bom, havia um tanto de razão quando Damon disse que deixando-o fazer ele não se machucaria. Naquela posição o ferimento dele nem era tocado, funcionava a todos os efeitos. Ele ganhou ritmo aos poucos, guiando-a pela cintura. A pulsação de Elena estava tão forte que o coração dela ameaçava pular pra fora. Meu Deus! Damon a beijava, a tocava, ela não conseguia respirar! Sua memória não lhe fazia justiça, nunca fizera!
Elena: Ah. — Gemeu, ainda apertando os braços dele. Sentia os músculos dele se movendo, e isso era...
Damon: Hum? — Perguntou, mordendo o queixo dela. O quarto estava quase todo escuro agora, pela ausência das velas. Elena não conseguiu responder. Os corpos dos dois se friccionavam agora quase com violência. — Diga o meu nome, pequena. Preciso ouvir tua voz. — Pediu, passando os lábios pelo ombro dela.
Elena: Damon. — Chamou, atendendo o pedido dele. As mãos dela adentraram o cabelo dele enquanto ela distribuía vários chupões pelo pescoço dele, e algumas mordidas — Damon... Ah, meu Deus. — Gemeu, e ele subiu uma das mãos por suas costas até adentrar os cabelos. Ele ergueu o rosto dela, beijando-a.
Não demorou muito, tamanho desejo. Os dois se vieram quase juntos; Primeiro ela, e ele após senti-la. O silencio reinou. Elena estava desmontada no peito dele, sentindo o coração dele tamborilar. Instantes depois a mão dele passou pelo cabelo dela, acariciando-a.
Elena: Seu corte... — Disse, cansada, tentando olhar o curativo. O que ela conseguiu ver estava branco.
Damon: Eu estou no céu. — Brincou, beijando o cabelo dela. Ela ergueu os olhos, encarando-o. O silencio durou por minutos, os dois se encarando.
Elena: Amo você. — Disse, em um murmúrio. Damon sorriu de canto.
Damon: Eu também. — Respondeu, antes de beijá-la.
Logo os dois dormiram. E foi assim que aconteceu.
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