No jardim...

Jenna: Car, o que há? Está preocupada, receosa... – Disse.

Caroline: Posso confiar em você, Jenna? – Perguntou, se virando.

Jenna: É claro. Qual o problema? – Perguntou, ansiosa.

Caroline: Estou sim, receosa. Ansiosa. – Ela respirou fundo – Pode se dizer apavorada.

Jenna: O que houve? – Insistiu;

Caroline: O garoto, Matt. – Lembrou. Jenna assentiu – Me deitei com ele. – Jenna arregalou os olhos – Quatro vezes. – falou, e Jenna parecia paralisada.

Jenna: CAROLINE! – Exclamou, escandalizada.

Caroline: Os olhos dele são tão azuis! – Repetiu, passando a mão no cabelo – É delicioso, posso garantir. – Ela piscou – Mas pode entender o que Klaus fará se descobrir o que eu fiz? – Perguntou, respirando fundo.

Parece que era a época de grandes casamentos ruírem. Enquanto isso, na torre, a porrada comia solta.

Por fim Elena perdeu. Estava no chão, e Rose conseguiu se erguer, dando dois chutes nela: Um na altura do útero e um nos seios, já altamente doloridos pelo ciclo pesado de amamentação. A dor venceu e Elena arqueou no chão, sem força. Abriu a boca e cuspiu sangue. Rose quis ficar e terminar, mas temeu que Madison estivesse vindo: Fugiu. Elena se arrastou pelo chão até onde o filho chorava. Por sorte não caíra de cabeça.

Elena: Chord... Chord. Shhh. – Ela tinha uma das mãos no ventre, e tocou o rostinho do filho com o outro. O menino a encarou, os olhinhos azuis confusos, cheios d’agua – Olha pra mamãe. – Ela estava rouca – Já acabou. – O menino foi parando de chorar, se acalmando – Isso. Mamãe ta aqui. Mamãe tá aqui, meu príncipe. – Disse, e tocou o nariz do menino com o dedo. Chord sorriu com a brincadeira, o rostinho molhado pelas lagrimas – Papai já vem. – Ela sabia que não tinha força pra levantar. – Ele já vem.

Mas sentia dor demais: Desmaiou. Chord não fez escândalo, ele já vira Rosalie dormir, então não estranhou que a mãe dormisse. Segurou o dedo dela, quietinho. Demorou em média meia hora, então Damon entrou no quarto.

Damon: Pequena, o almoço está servido, estamos esperando por voc... ELENA! – Gritou, alarmado. Ele foi até ela, apanhando seu rosto. Havia sangue em sua boca. O dedo alcançou a veia do pescoço dela, e ele suspirou aliviado ao sentir a pulsação forte do sangue. Chord olhava o pai quieto – O que houve? – Perguntou, apanhando o filho. Elena desmaiara com Chord no colo? Isso não explicava o sangue.

Damon olhou o menino, examinando. Achou um roxo no quadril dele (Onde havia batido no chão), e mais nada. Rosalie dormia. Ele foi até o chão, apanhando a esposa no colo, e se sentou com ela na cama.

Damon: Elena. Elena, acorde. Ei. – Ele tocou o rosto dela, erguendo-o. Os cachos dela caíam pelo braço dele, caindo no colchão – Elena! – Ele a sacudiu de leve. Após alguns minutos ela abriu os olhos, confusa, e gemeu. – O que houve?

Elena: Damon... Rose. – Ela gemeu de novo.

Damon: Rose fez isso com você? – Perguntou, exasperado.

Elena: Ela queria matar... – Ela tossiu – Matar Chord. – Damon rosnou – O veneno... O veneno da flor. – Balbuciou, olhando-o. Damon olhou pra cama e viu a outra “mamadeira” ali. – Ela é a espiã.

Damon: Shh. Descanse. Pode ficar só um instante? – Elena assentiu. Ele a pôs na cama com cuidado – Vou trancar a porta. Eu já volto. Descanse. – Ela havia fechado os olhos antes que ele saísse.

O silencio durou por um segundo na sala de estar. Então Madison, sentada, se virou em câmera lenta para olhar o marido, um olhar doentio no rosto.

Madison: O que foi que eu disse a você? – Perguntou, em um silvo.

Lorenzo: Tudo bem, você estava certa, meus parabéns. – Debochou.

Damon: Eu preciso ir cuidar de elena. Preciso que pelo menos dois de vocês liderem as tropas de busca, Rose não pode ter ido muito longe. – Pediu, urgente.

Alaric: Eu vou. – Se ofereceu.

Lorenzo: Vou com você. – Disse, e os dois saíram.

Madison: Com licença. – Grunhiu, saindo dali.

Damon: Eu vou ver Elena. Com licença. – E saiu.

Klaus: Vocês duas. – Disse, e Caroline e Jenna olharam – Vão pro meu quarto. Busquem Hope e Mary. Fiquem juntas, tranquem a porta até que eu volte. Vou dar uma batida pelo castelo. – As duas assentiram e saíram.

Klaus saiu em seguida. Revistou o castelo inteiro, e nada. Claro que não. Então um pensamento petulante passou por sua cabeça: Todos saíram, e iriam demorar. Caroline estava trancada. Lorenzo estava longe. Madison estava sozinha. Ela sorriu de canto. “Recordação”, ela dissera. Vamos ver.

Notas finais
Gente estamos na reta final da fic ja,acho que domingo ja posto os ultimos capitulos :( Bom espero que gostem desses bjs e ate amanha