just one more about love Delena
115 Capitulo 115
No jardim...
Jenna: Car, o que há? Está preocupada, receosa... – Disse.
Caroline: Posso confiar em você, Jenna? – Perguntou, se virando.
Jenna: É claro. Qual o problema? – Perguntou, ansiosa.
Caroline: Estou sim, receosa. Ansiosa. – Ela respirou fundo – Pode se dizer apavorada.
Jenna: O que houve? – Insistiu;
Caroline: O garoto, Matt. – Lembrou. Jenna assentiu – Me deitei com ele. – Jenna arregalou os olhos – Quatro vezes. – falou, e Jenna parecia paralisada.
Jenna: CAROLINE! – Exclamou, escandalizada.
Caroline: Os olhos dele são tão azuis! – Repetiu, passando a mão no cabelo – É delicioso, posso garantir. – Ela piscou – Mas pode entender o que Klaus fará se descobrir o que eu fiz? – Perguntou, respirando fundo.
Parece que era a época de grandes casamentos ruírem. Enquanto isso, na torre, a porrada comia solta.
Por fim Elena perdeu. Estava no chão, e Rose conseguiu se erguer, dando dois chutes nela: Um na altura do útero e um nos seios, já altamente doloridos pelo ciclo pesado de amamentação. A dor venceu e Elena arqueou no chão, sem força. Abriu a boca e cuspiu sangue. Rose quis ficar e terminar, mas temeu que Madison estivesse vindo: Fugiu. Elena se arrastou pelo chão até onde o filho chorava. Por sorte não caíra de cabeça.
Elena: Chord... Chord. Shhh. – Ela tinha uma das mãos no ventre, e tocou o rostinho do filho com o outro. O menino a encarou, os olhinhos azuis confusos, cheios d’agua – Olha pra mamãe. – Ela estava rouca – Já acabou. – O menino foi parando de chorar, se acalmando – Isso. Mamãe ta aqui. Mamãe tá aqui, meu príncipe. – Disse, e tocou o nariz do menino com o dedo. Chord sorriu com a brincadeira, o rostinho molhado pelas lagrimas – Papai já vem. – Ela sabia que não tinha força pra levantar. – Ele já vem.
Mas sentia dor demais: Desmaiou. Chord não fez escândalo, ele já vira Rosalie dormir, então não estranhou que a mãe dormisse. Segurou o dedo dela, quietinho. Demorou em média meia hora, então Damon entrou no quarto.
Damon: Pequena, o almoço está servido, estamos esperando por voc... ELENA! – Gritou, alarmado. Ele foi até ela, apanhando seu rosto. Havia sangue em sua boca. O dedo alcançou a veia do pescoço dela, e ele suspirou aliviado ao sentir a pulsação forte do sangue. Chord olhava o pai quieto – O que houve? – Perguntou, apanhando o filho. Elena desmaiara com Chord no colo? Isso não explicava o sangue.
Damon olhou o menino, examinando. Achou um roxo no quadril dele (Onde havia batido no chão), e mais nada. Rosalie dormia. Ele foi até o chão, apanhando a esposa no colo, e se sentou com ela na cama.
Damon: Elena. Elena, acorde. Ei. – Ele tocou o rosto dela, erguendo-o. Os cachos dela caíam pelo braço dele, caindo no colchão – Elena! – Ele a sacudiu de leve. Após alguns minutos ela abriu os olhos, confusa, e gemeu. – O que houve?
Elena: Damon... Rose. – Ela gemeu de novo.
Damon: Rose fez isso com você? – Perguntou, exasperado.
Elena: Ela queria matar... – Ela tossiu – Matar Chord. – Damon rosnou – O veneno... O veneno da flor. – Balbuciou, olhando-o. Damon olhou pra cama e viu a outra “mamadeira” ali. – Ela é a espiã.
Damon: Shh. Descanse. Pode ficar só um instante? – Elena assentiu. Ele a pôs na cama com cuidado – Vou trancar a porta. Eu já volto. Descanse. – Ela havia fechado os olhos antes que ele saísse.
O silencio durou por um segundo na sala de estar. Então Madison, sentada, se virou em câmera lenta para olhar o marido, um olhar doentio no rosto.
Madison: O que foi que eu disse a você? – Perguntou, em um silvo.
Lorenzo: Tudo bem, você estava certa, meus parabéns. – Debochou.
Damon: Eu preciso ir cuidar de elena. Preciso que pelo menos dois de vocês liderem as tropas de busca, Rose não pode ter ido muito longe. – Pediu, urgente.
Alaric: Eu vou. – Se ofereceu.
Lorenzo: Vou com você. – Disse, e os dois saíram.
Madison: Com licença. – Grunhiu, saindo dali.
Damon: Eu vou ver Elena. Com licença. – E saiu.
Klaus: Vocês duas. – Disse, e Caroline e Jenna olharam – Vão pro meu quarto. Busquem Hope e Mary. Fiquem juntas, tranquem a porta até que eu volte. Vou dar uma batida pelo castelo. – As duas assentiram e saíram.
Klaus saiu em seguida. Revistou o castelo inteiro, e nada. Claro que não. Então um pensamento petulante passou por sua cabeça: Todos saíram, e iriam demorar. Caroline estava trancada. Lorenzo estava longe. Madison estava sozinha. Ela sorriu de canto. “Recordação”, ela dissera. Vamos ver.
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