como eu me tornei a maior heroína do mundo.

11 Limites Existem, mas os Conhece e os Aceita?


Após a consulta, e de eu falar para ele como foi a batalha de cavalaria, fomos indo ate a saída.

“ue, você não sabe com quem ira enfrentar?”

“conheço só por nome, não converso com quase ninguém.”

“e não deveria, já te falei isso mil vezes, mas sei que ele e da nossa turma.”

“pior que pode ser qualquer um.”

“não que faça diferença, você vai ganhar de todo o jeito.”

“você confia demais em mim, só ganho com ajudas externas.”

“somos um time, sem você em qualquer batalha eu iria perder, não se menospreze tanto, em um futuro acredito que você não irá precisar de mim o tempo todo.”

“acho que você...”

Antes de eu terminar de falar, meu nome foi chamado, anunciando o início da minha batalha.

“opa, sua vez, deia eu ir correndo para a arquibancada.”

“espera onde você...”

“não de contaria por surpresa, e vou ajudar de qualquer jeito, até daqui a pouco, vai lá e detona.” Ele falou correndo nos corredores, eu não o segui e ele falou com uma cara de satisfação muito grande, acho que ele confia demais em mim, ou será que sou eu que não penso direito, e meio confuso quando não se é normal.

No caminho até campo de batalha, eu fiquei muito nervosa como de costume, e ao subir no campo e visualizei o garoto de cabelos brancos, me perdi ainda mais dentro da minha mente, e ele perecia muito nervoso, mas mais de raiva, por algum motivo que eu não sei, mas não achava que isso seria coisa boa e tentei me preparar para o pior.

“competidores se cumprimentem no centro do campo.” Ambos se aproximamos e nos cumprimentamos. As regras foram ditas anteriormente, de não poder se matar, e de caso se eleve demais o nível, um dos heróis profissionais iria diminuir o ritmo.

Nos distanciamos, cada um na ponta. Ao começar a lugar, com ele já parecendo mais raivoso que o normal, ele manda uma onda de gelo gigantesca contra mim, eu não sabia o tamanho, mas sabia do perigo, poderia eu facilmente impedir com vento mais fortes, ou ate mesmo um calor para derreter o gelo na hora, mas por medo e covardia por não poder controlar as coisas como eu queria eu recuei, voando para atrás do que parecia ser um gigantesco iceberg, que qualquer um morreria congelado.

Parei nas costas do iceberg, com a cabeça a milhão.

“eu sou uma inútil, poderia fazer mil e uma coisas para impedir, mas fiquei só na retaguarda e fugindo, como posso ter ganhado 1° lugar e ser tão incompetente, acho que e melhor eu só descer e desistir logo...” após falar eu percebi tanto minha cara quanto minha voz nas telonas, e fiquei ainda mais vermelha e nervosa. Eu não deveria ter falado o que eu pensava, acabei me complicando ainda mais. Consegui ouvir alguns heróis me criticando, outros me menosprezando, só um ou outro que eu via que não achava essa situação ridícula.

“DESCULPE A DEMORA, E HEROIS, QUERO QUE REPITAM TUDO DEPOIS DISSO.” Era o Diogo, ele estava falando em uma espécie de megafone, e sua voz foi como água que apaga um incêndio gigantesco, e só pelos sons, eu sabia que ele iria começar a cantar.

Pelo começo ouvi ele cantando a música: rap do luffy, natsu e ichigo — é isso que me faz um herói. (OBS: https://www.youtube.com/watch?v=KjmEh-S2Rw0) Ele só começou e tudo que eu sentia de medo e falta de confiança, foi embora, ainda quero saber quanto que ele consegue me acalmar.

Minha primeira ação foi subir em cima do iceberg, usando plataformas de ar comprimido para me apoiar e ir subindo.

Quando cheguei no topo:
“DESCULPE ATE AGORA HEROIS, DEIXEM-ME MOSTRAR UM POUCO DO QUE EU REALMENTE SEI FAZER” e pulei lá de cima, em direção a base do iceberg, e lá eu vi o todoroki com uma cara de paisagem, frio como sempre

“ao menos, não foi congelada de uma vez.”

“você chama esta merda de frio.” Controlando um ponto de pressão de ar muito forte e socando o iceberg, ele se partir em varias partes menores. “acho que nunca conheceu algo próximo ao zero absoluto.”

Ele novamente tenta me congelar.
“acho que dessa fez não, CONTROLE: BARREIRA DE PRESSAO” o gelo simplesmente não chega ate mim, bom... uma barreira de vento não se vê ne

“vamos continuar, mas acho que dessa vez, e minha vez de fazer algo, CATALIZAÇAO ÚNICA: FOGO.’’ As pinturas são feitas em tons de laranja avermelhado, e o cabelo segue a tonalidade, soltando algumas labaredas junto. “conhece de história? DESCARGA CONTINUA: MURO DE BERLIN.” Uma gigantesca parede de chamas e erguida no meio da área, que começa a se aproximar do todoroki. Consegui sentir ele tentar congelar o muro de chamas.

“não adianta tentar congelar, essas chamas não se extinguem com queda de temperatura.” E foi aproximando até um ponto dele ficar muito próximo ao fim da arena.
“seria sem graça acabar assim, CATALIZAÇAO DUPLA: FOGO E FRIO” eu desativo a barreira de chamas e a atravesso já no estado duplo, começo a desferir diversos golpes nele, sem deixar tempo de reação, no final dou um soco na barriga dele, o desestabilizando.

“agora acabou todoroki.” Eu uso as chamas me impulsionar para o outro lado da arena. “DESGARGA TOTAL: ONDA POLAR DO SAARA” uma rachada de neve extremamente fria e um gelo extremamente quente o faz ser empurrado para a parede da arena e o deixando com algumas queimaduras e incapacitado.

“e a vencedora do primeiro round e RITOHI.” Após isso eu voltei ao estado de antes e dessa vez os mesmos heróis começaram a me aplaudir em vez de me vaiar, e... dessa vez eu não me senti com vergonha, pode ser pelo fato do meu braço ter sido queimado, levemente cortado e o outro braço ter sido moderadamente congelado, pode, mas aí não saberemos. Sei que minha visão começou a ficar ligeiramente embasada, mas só percebi quando estava voltando até a enfermaria e não vi completamente o Diogo ao longe.

“olá Ritohi, foi de arrasar lá no campo.”

“oi Diogo, eu fiquei muito nervosa e... acabei falando demais, alguns heróis devem me achar uma covarde.”

“calma lá, e isso importa por acaso? Que impressionar eles?”

“me sentiria melhor se eu saísse como uma boa heroína e bem confiante a sair como eu realmente sou.”

“meu deus... essas são as melhores palavras que poderia dizer, quer dizer que se importa com como os outros te veem, quer dizer que você que ser mais do que agora, e monstra que talvez esteja ficando com uma cabeça mais...” eu o interrompo com uma tosse bem rasgada e ate doeu minha garganta.

“opa, como sou incompetente, tem que ver logo a recorvery girl, a sua batalha não está muito longe de acontecer, vem comigo.” Ele me pegou na mão e foi me guiando até lá, comentando:

“tome mais cuidado, sei que não se controla quando esta calma, mas não se fira muito, se não, a recuperação será demorada, e você sabe o tanto que e ruim estar em camada.”

Eu sou um pequeno riso: “irônico pensar que nos ficamos amigos em uma enfermaria, com você me fazendo companhia.”

“nada mais o que eu faria, se eu soubesse teria feito com o pedido da escola ou não, mas achei você muito legal, só precisa de... pontos e estilos certos para não dizer estranhos.” Eu dou um tapinha na mão que ele estava me levando, ele ri um pouco e continua no caminho até a enfermaria.

Na enfermaria a recorvery girl conseguiu recuperar alguns danos, mas meu braço continuo um tanto bom de queimado, já o que congelou um pouco conseguiu se recuperar por completo. No caminho o Diogo, já havia se separado e me alertado que iria ajudar, mas ao chegar perto da saída eu consegui avistar o todoroki, que estava com uma cara bem fechada como sempre.

“o-o-o-o-oi todoroki, foi uma boa luta sua, me pegou bem de surpresa.” Eu tentei não soar babaca, afinal e muito fácil eu falar bem se eu ganhei a luta.

“não sei sua relação com o aluno novo, mas acho que sem ele, você não teria vencido, me parecia muito desequilibrada para fazer o que fez, mas não deixa de ter seus méritos.” Ele só falou isso e saiu dali, por mais que eu não o conhece-se, esse comentário foi que nem uma flecha em mim, eu não esperava que ele fosse o tipo de pessoa que gostasse de menosprezar o adversário. Mas a aquela altura do campeonato não faria diferença, eu estava indo lutar com o meu próximo adversário.

Eu não estava 100%, minhas vistas estavam levemente embaçadas, acho que são os óculos e meu braço não estava bem no total, além do desgaste que foi todo o torneio inteiro, mas eu tenho que ir, e ao subir com dificuldade para a próxima batalha eu vi a pessoa. Não sabia seu nome, mas no primeiro dia ele estava lá junto com o outro garoto de cabelo roxo, um garoto loiro, sabia que ele era arrogante, mas ao que eu ouvi dizer ele era bem inteligente, e sua individualidade também era um mistério.

“espero que não seja inútil e um completo fracasso como mostrou tanto na ultima batalha e na escola, se sujar sem ninguém fazer nada e muita maluquice e não olhar onde anda também.” Ele fala isso logo após me cumprimentar, isso foi como um tiro de 12 na minha mente, eu entendi que ele queria era jogo psicológico, mas não muda o fato de como absorvi tais palavras, de nervosa e insegura, eu não achava um absurdo de eu so entrar em um ataque bem agora.

“eu-eu-eu...” eu queria falar algo, mas nada me deixava falar, era como se eu quisesse sair na pior, e como tudo era filmado, eu vi que alguns heróis não foram muito com a cara dele, mas contra mim alguns comentaram de eu “levar desaforo e desrespeito sem falar nada”.

Após isso fomos aos cantos e fomos liberados para começar a luta.

Ele veio correndo feroz mente para cima de mim e eu percebi que no caminho ele estava tentando algo com as mãos e com os olhos, eu tentei me distanciar aos lados enquanto o observava, mas após ele não conseguir nada com aquilo ele parou e mudou de postura. Completamente do nada as suas mãos começaram a ficar muito grandes ao ponto de serem maiores do que eu e ele, e ele começou a me atacar, eu conseguia criar barreira de pressão, mas nada muito bom, minha cabeça não estava no lugar, tentei contra atacar com fogo, mas foram labaredas muito fracas, e além disso.

“como alguém como você, fraca, desequilibrada, fora de orbita, uma completo fracasso como ser humano, pode ter ganhado até agora? como alguém como você conseguiu salvar um profissional e vários alunos durante a invasão? Não acha que está pegando mérito de outra pessoa?”

E cada vez mais que ele ia me espancando no corpo e na mente eu ficava mais inconsciente, me via como na invasão, quando eu comecei a afundar no lago tendo desistido de tudo. Mas como na mesma vez, alguém veio para me ajudar da minha própria mente.

“O SEU CANALHA, NÃO SE FAZ ISSO COM ALGUEM COMO ELA O BABACA, AGORA QUERO VER REALMENTE DO QUE E CAPAZ.” Era o Diogo gritando da arquibancada, eu estava em um estado difícil, mas não acabada, eu me ajoelhei no meio da área, como ele começou a cantar novamente, ( musica: rap então eu me sacrifico, https://www.youtube.com/watch?v=sS6-eg2syb0 para quem quiser ouvir)
“eu... realmente precisava disso.” Eu me levanto, bem ferrada, mas de pé ainda, e ele ao tentar me atacar, me distancio dele com controle de ar.

“esse solo e muito avermelhado. CATALIZAÇAO ÚNICA DE CAMPO: FERRO” meu cabelo fica vermelho sangue, assim como os símbolos, o chão de fora da arena começa a tremer e uma grande poeira sai do chão, que ao juntar em minhas mãos e pês, formam luvas e botas de ferro puro. “mas ele e melhor fundido, CATALIZAÇAO ÚNICA SUPERIOR: FERRO AQUECIDO.” Todo o ferro fica avermelhado e até as cores anteriores ficaram em vermelho mais claro que antes e começa a sair fumaça das luvas.
Utilizando vento com impulso e controle, desferi uma chuva de ataque contra o garoto, como se fosse uma descarga de ataque, sem para durante um total de 1 minuto inteiro. Após isso ele parecia meio ferrado, usando as mãos para proteger ele conseguiu diminuir muito os danos.

“como uma fá de um chapéu de palha, DESCARGA CONTINUA: JET GATLING GUN.” Fazendo quase que igual a um conhecido que usa um chapéu de palha, uma avalanche de ataque que eu desfiro contra o mesmo garoto, ele e lançado para a parede a fazendo rachar bem consideravelmente, e segundos depois a luta.

“a vitoriosa dessa rodada e Ritohi, indo para a final.” Dessa vez eu acho ter ouvido mais gritos, mas não tenho certeza, pois estava com a visão muito turva, e muito cansada, sem comemorar só fui para a enfermaria, capengando e indo bem devagar, e só percebi o Diogo quando eu trombei com ele.

“o...oi Diogo.” Falei muito cansada e com um novo porem

“você acha que consegue aquentar mais, suas mãos e pes estão queimadas, quase que em carne viva, e está literalmente saindo sangue pela sua mão.”
Eu conferi se estava certo, e estava, minhas mãos estavam ardendo e sangrando, assim como meus pes, mesmo sem ferimentos nenhum, e na parede e chao eu vi o rastro de sangue também.

“eu...” quando eu ia falar algo ele me pegou pelas costas e foi me levando.
“não fale nada, só economize energia, esta muito cansada, seus ferimentos podem sarar, mas após a batalha você vai ter alguns problemas sérios.” Eu não disse nada, seguindo o que ele falava e me levou até a enfermaria.

A recorvery girl me afirmou que após a batalha eu teria que fazer alguns exames, por causa do meu estado.

O Diogo me levou até a entrada e árena, me carregando até lá e
“olha, essa eu devo demorar um pouco para fazer algo, tente não se esforçar, tente achar alguma forma de vencer, ou espere até eu chegar.”

Eu só confirmei com a cabeça e fui ate a arena, extremamente cansada, com a visão muito turva, e com muitas dores por todo o corpo, mas queria ganhar de qualquer jeito, e ao subir na arena eu tentei ver quem era, mas não consegui em primeira mão até chegar de frente com ele na hora de cumprimentar, e era o Bakugo, o meu adversário final, fomos ate os extremos e começou o combate.

Eu fui na direção dele com controle de vento, não era rápida, mas andava normalmente com o controle, ele estranhamente não fazia nada, ate chegar perto dele, quando ele fazia explodir nas suas mãos, e me lançava para longe na área. Fiz isso várias vezes, não sabia se estava querendo fazer isso ou se estava no automático, minha cabeça não raciocinava, meu corpo não respondia direito, e eu estava extremamente próximo da inconsciência, e ele via isso, e não acabava a luta de uma vez.

“CADE O VIADASSO DO SEU AMIGO, NÃO VAI USAR O MAXIMO CONTRA MIM?” minha mascara estava pingando sangue, meus olhos estavam vermelhos, era quase como se todo o corpo estivesse em modo auto destruição.

“RITOHI, VOCE NÃO ESTÁ EM CONDIÇOES, JÁ BASTA, DESISTA E SE RECUPERE.” Era o Diogo da arquibancada, novamente, ele nunca foi de me dessentivar, sempre me apoiava, mesmo eu me sabotando e agora ele queria que eu desistisse, eu juntei os poucos das minhas forças e disse “DIOGO... EU SEI..., MAS QUERO VENCER... E SEI COMO...PRECISO DE UMA MUSICA...EU NÃO PEDI NENHUMA... E A ESSA ALTURA NÃO IMPORTA... NÃO ME SOBRA ENERGIA... NÃO ME SOBRE NADA... ENTAO O QUE EU FAÇO?” eu falo olhando somente para o Bakugo, que me explode mais uma vez e me faz cair perto da queda, estando quase que inconsciente, mas eu via da arquibancada que mesmo hesitante e ate que chorando um pouco o Diogo esta a postos e começou a cantar ( musica: https://www.youtube.com/watch?v=3DRiyMVPEX8), fiquei feliz por ele ter entendido meu pedido.

“AGORA VAI LUTAR?” era o Bakugo, que estava me provocando mais e mais, mas não ia mudar nada.

“agora...você...não vai...vencer.” falando extremamente ofegante e com o corpo bem ensanguentado, e aquela altura movida apenas pela força de vontade.

Com a musica em veio uma ideia, “CONTROLE: ELETRONS.” Focando nos elétrons e em como armazena-los, comecei a “converter” a energia de combustão que ele me acertava em energia elétrica, armazenando no meu corpo, e utilizando vento para não sair voando. Ele não parava de tentar explodir e mesmo assim, toda vez que a poeira levantava e abaixava, eu estava de pé sem danos adicionais.

“não quero finalizar de um jeito besta, se e para eu desmaiar, que seja ao menos me mostrando aos heróis, isso me lembra... já sei, dressrosa.” Eu pensei, não sei se falei ou não, mas de qualquer jeito as explosões não deixariam ouvir.

Usando a energia térmica e o controle, moldei as luvas e botas de ferro em 3 lâminas, o cabo de terra já que não tem madeira. Ele ate utilizou um ataque nomeado, que não ouvi por causa das explosões, mas ouvi ele dizer algo.

Pegando as 3 lâminas, sendo uma delas com a boca por traz da máscara, eu o vi cansado e sem muitas defesas.

“fode-se, fode-se, foda-se, foda-se, foda-se...” fiquei martelando isso na cabeça para não desistir de fazer aquilo, ao baixar a poeira final, eu estava em uma posição idêntica ao zoro, de one piece.

“NOVE MOTANHAS...E OITO MARES... FAZEM UM MUNDO... COLOQUE TRES MIL ENFILERADOS...E NÃO A NADA... QUE EU NÃO POSSA CORTAR... DESCARGA FINAL: SANTORYU OGI: ICHIDAI SANZEN DAISEN SEKAI.” Imobilizando todo o ferro, o deixando rígido, o aquecendo e eletrificando com toda a energia armazenada, fazendo exatamente como o zoro, claro que controlando a espada e não a girando realmente, canalizando toda a explosão e mais meu resto de força mental que eu tenho, ataco com um corte gigantesco, não em corte, mas em efeito, todas as lâmpadas do local explodiram com a explosão de energia, e ate as paredes foram cortadas, não estava com a consciência plena para calcular os danos, por causa disso uma boa parte do ataque foi dispersado, pois um dos heróis profissionais, criou uma parede de concreto maciço de uma ponta a outra da arena, que era onde eu e o Bakugo estávamos, mas mesmo sendo maciça, ela foi cortada ao meio, me possibilitando ferir quase que mortalmente o Bakugo, mas o gasto foi severo demais. Eu me mantive em pé esperando o Bakugo cair primeiro. Depois de alguns segundos, ele finalmente caiu.

“E A VENCEDORA E RITO...” e não ouvi mais nada depois disso, pois desmaiei no processo, minha última visão foi a heroína nightmare falando que que venci, e o Diogo descendo da arquibancada, mas não o vi chegando.

Notas finais
obrigado por ter lido, e espero ter sido uma boa parte, digo que daqui a alguns capítulos as coisas vão começar a ficar ainda mais legais.