como eu me tornei a maior heroína do mundo.
12 Um Convite Muito mal Passado
eu acordei, não conseguia sequer abrir meus olhos, mas eu havia acordado em algum lugar, menor ideia onde seja.
“on...de... es...tou?” nunca me senti tão fraca, parecia que eu queria usar todas as catalizações ao mesmo tempo só que eu estou só existindo.
“eu avisei não avisei?” uma voz muito chorosa vem de fundo, reconheço ser o próprio Diogo “estamos na enfermaria, no mesmo lugar onde nos encontramos a alguns dias atras, não mexa o corpo, seu estado e horrível.” Fala com uma voz muito rouca, mas parecia estar chorando de verdade.
Eu rio um pouco, “você...me... ajudou...muito, poderia...tirar...isso...dos meus...olhos.”
“não da, seus olhos estavam sangrando, aí tem um produto que estaca um pouco, por hora e a melhor escolha, você não tomou nenhum tratamento, faz nem 2 horas que a competição terminou, estou surpreso de estar acordada.”
“acho...que...foi...menos...dano...do que... na invasão.” Falo tossindo bastante, e logo depois disso ouço alguns passos.
“essa garota e poderosa, mas não cansa de se machucar.” Era a recorvery girl, falou em um tom mais de raiva.
“eu avisei varias vezes, mas ela não cansa de tentar algo grande.”
“e você também, você cantou muito para ela, então parte disso aqui a sua culpa.” Ela fala com mais raiva.
“me-me desculpe.” Ele fala em um tom mais melancólico.
“ele...só...fez...o que...pedi.” falo com dificuldade e depois tosso bastante
“ele sabia dos riscos, era obvio, ate eu falei do seu estado, você tem que agir mais em combate em vez de deixar o inimigo acertar, no final mostrou isso quando estava quase desmaiando, mas enfim, se prepara que agora e seu tratamento, e ira na sala hoje ainda, hoje e um dia importante, mas vai de cadeira de rodas.”
“eu a levo, ela não consegue nem se mover agora.”
Após o tratamento, me sinto extremamente exausta, mas melhor com relação a dor.
“coloque ela aqui.”
Ele me pegou no colo e me colocou em uma cadeira e tirou umas bandagens que estavam nos meus olhos, eu estava completamente enfaixada, e o Diogo ainda estava com uma cara de choro.
“e o... Bakugo?”
“ele saiu já, estava com um grande corte, mas a cicatrização e demorada, e ele pode se mover ainda.” Ela disse olhando diretamente para mim. “agora vai, seus colegas devem estar esperando ou algo do tipo.”
Ele foi me levando ate a sala dos heróis da turma A
“eu avisei que não deveria ter me pedido, eu não consigo negar ajudar algum, mas eu te ferrei no lugar.”
“me destruíram de corpo e mente no campeonato, minha cabeça ainda está processando e não está sendo legal.”
“as pessoas que conseguem ver que e assim, tentam usar isso a favor delas, vilões fazem e vão fazer isso, então e melhor ficar esperta e mais cabeça erguida.”
“você me conhece...um pouco para saber que...isso não vai dar ne?” depois de falar eu sinto uma leve dor de cabeça e começo e chorar um pouco de sangue. ele para de mover a cadeira e passa algo nos meus olhos e limpa a minha cara
“obrigada.”
“está sob meus cuidados, e o mínimo que posso fazer.” Não sei bem sua expressão agora, ele estava usando a máscara, mas até que parecia estar +- triste.
“não sei como choro sangue, acho que são danos além da conta.”
“acho que é seu corpo tentando se auto destruir depois disso tudo, mas eu to aqui para ajudar se necessário.” E muito estranho ele enfatizar isso toda hora, acho que só ele mesmo para fazer isso. No caminho algumas turmas estavam saindo e várias delas ficaram me vendo, e alguns e algumas fazendo quase que os mesmos comentários.
“se puderem fazer silencio, ela não e um prêmio ou competição para vocês ficarem ai falando metas e merdas.” Eu não sei porque ele faz isso, não sei nem os princípios, talvez ser legal. Mas fomos indo ate achegar na sala de aula.
“licença professor.” Nos dois falamos isso
“toda, estava esperando que nem viessem hoje.”
“ela recebeu alta só para vir aqui, segundo a recorvery girl e um assunto importante.”
“e não está errada, e importante sim, sentem-se então.”
Ele foi em levando ao meu lugar, no caminho vi o Bakugo com um grande corte no peito, e o todoroki com algumas queimaduras a mais.
“hoje será uma aula especial: primeiro, como já explicado esse e numero de ofertas, em outros anos foi mais distribuído, mas esse ano nem tanto.”
“Diogo, poderia colocar meus óculos, eu esqueci de pedir antes.”
“ok, deixa eu colocar aqui, e por isso que não...” antes dele completar
“QUE??!!!!!!” alguns alunos gritaram bastante, parecem estar surpresos
Depois que o Diogo colocou eu entendi, eu havia recebido mais de 6000 indicações, meio que vários locais me queriam, eu fiquei meio nervosa, chamei a atenção demais, acho que ate mais que eu queria.
“eu disse que você iria se destacar, fazendo pouco ou não, e nenhuma vez estava em seu melhor estado, você e foda Ritohi.”
“eu...não queria chamar tanta atenção assim.”
“bom...você se destacaria com ou sem ter ganho, mas acho que os danos foram um dos motivos de todas as agencias não a terem chamado.”
“enfim, isso podem ver depois, por hora devem escolher os seus nomes de heróis, esses são provisórios, mas se não levarem a sério agora...”
“vão se arrepender depois.” Diz uma voz feminina, a professora midmare entrou na sala, e obviamente quase todos os homens ficaram quase que babando por ela. Comentou sobre estarmos escolhendo algo que iria nos identificar tanto em jornais quando ao público, disse ser muito importante.
Os alunos foram indo alguns foram mais desleixados, outros foram mais legais, e uns foram mais criativos ou inusitados.
“agora o seu.” Ela diz apontando para o Diego.
“sem problema.” Ele vai todo feliz, como se realmente quisesse fazer isso. “bom... esse e simples mas acho que e o mais apropriado: music mind.”
“simples, incisivo e fácil de pegar mesmo em inglês, seu nome não está nada mal.”
“muito obrigado, deem um segundo por que minha amiga não pode andar.” Ele fala olhando para mim, por mais que pareça se preocupar eu preferia que não, mas sei que ele não faz o que eu quero mesmo.
“eu já havia pensado nisso a muito tempo então tem mais sentido: M.E.P, e uma sigla materialização exata de proteção, mas também e de uma companhia que e especializada em construção, pois o que eu quero e construir um futuro melhor, não que o atual mas ao menos melhor que o meu... passado, ao contrário fica P.E.M, pulso eletromagnético, uma espécie de arma especial, que destrói equipamentos eletrônicos em um piscar de olhos, sem deixar rastros a não ser o estrago, uma heroína que resolve problemas de forma rápida sem deixar rastros, e se quiser simplificar: mulher especializada em proteção.” Vi que algumas pessoas estavam tentando entender tudo que eu falei, mas algumas como a momo ficaram maravilhadas com o nome.
“são muito significados, acho que demorou um pouco para escolher tão expressivamente, mas a parte simplificada e excelente, as outras acho que só os fãs reais iriam saber.”
“não me preocupo com fãs, gostaria de ser como o Eraser head, sem ter que se preocupar na imprensa.”
“bom, acabamos por aqui vocês têm até o final de semana para escolher com quem vão, escolham de forma eficiente, dispensados.”
O Diogo foi me ajudando a quem escolher, não tinha nenhuma pretensão e não fazia ideia do que escolher, nem ele sabia muito de heróis, então ficamos em um impasse basicamente por falta de conhecimento. Muito estranho pois eu lia os nomes e não associava a nenhum heróis em si, e não conhecia nenhum, e eu disse a ele para escolhermos hoje a noite, poderíamos pesquisar e teríamos mais tempo, e ele concordou. Então esperamos chegar a noite para nos decidirmos o que iriamos fazer, lá pelas 21 horas, novamente na enfermaria.
“eu não conheço heróis, mas vamos olhar para ter certeza que não fara nenhuma escolha burra.”
“ok, mas pera aí, como só eu estou sendo chamada, você não vai?”
“caraca, você e extremamente inteligente, mas me surpreenda ter pensado nisso só agora, mas e verdade não vou junto.” Ele fala rindo um pouco.
“mas eu preciso de você.” De cabeça baixa e desanimada.
“fico muito honrado em ouvir isso de alguém tão próximo e querido, mas você não precisara de mim se tratar bem o que esta aqui dentro.” Ele coloca toda a palma da mão na minha cabeça. “você vai se encontrar algum dia, nesse dia eu não sou mais obrigatório, mas ainda seremos ótimos amigos, afinal tanto eu quanto você, meio que só temos um ao outro agora.” Mas após ouvir isso nos ouvimos tanto a porta se abrir quanto a janela, e duas pessoas vestidas de preto aparecem em cada local.
“finalmente, escola grande do caralho. Daqui eu assumo parceiro.” Uma voz feminina, e foi da porta que está vindo.
“beleza, só não faça nenhuma besteira.” E o homem pula da janela e some, já a mulher vai se aproximando.
“quem e você?”
“CATA...” eu tentei entrar no modo de vento, mas quase perdi a consciência e vomitei um pouco de sangue.
“nossa, seu estado e horrível, mas se acalmem crianças, só vim aqui para conversar.” Ela fala em um tom meigo.
“como eu posso acreditar?” o Diogo fala estando bem a minha frente.
“você não e um lutador, e sua namorada não está em condições nem de ficar de pé, a deite em uma maca, e sente-se, só vim conversar com os dois mesmo, Diogo e Ritohi.”
“primeiro, ela e uma amiga, segundo como sabe nossos nomes?” ele fala já ficando menos tencionado e me ajudando a sentar.
“eu sou uma mensageira, só vim aqui a pedido do meu chefe, só vim conversar e nada mais.” Ela fala em um tom mais fofo, mas estranho não ver nada só um corpo preto.
“não seria justo nós a vermos, você lembrara dos nossos rostos, mas se e tal próxima assim, ou se quer isso, e melhor que nos vemos cara a cara?”
“acho justo.” E ela tira o que parece ser uma espécie de mascara e se mostra para gente, e uma mulher de cabelos verdes limão e grandes, e um rosto bonito, mas não aparenta ser japonesa. “bom, agora por favor, a sente, ela não parece muito bem.”
“estou bem...na medida do possível.” O Diogo vai e me ajuda a deitar na maca, sentando do meu lado e a moça senta também, ela parece ter uns 20 e poucos anos.
“parece ter acabado de ser quebrada inteira, mas foi +- no evento esportivo, ao menos seu corpo parece em ordem, mas vamos ao que interessa, vim chama para uma organização de herói a qual eu participo, preferimos chama-la pessoalmente pela proximidade, e que nosso chefe tem grande interesse nos dois.” Ela fala ainda do mesmo jeito, mas parece ter um grande sorriso no rosto.
“ok, digamos que queiramos entrar, qual e seu chefe e por que ele não nos enviou uma solicitação?”
“nossa organização, não e publica, sequer conhecida, e isso se deve e esforços nossos, nosso chefe segue o codinome de crur, e mais que isso sou proibida de falar, mas digo com total certeza, para pessoas como vocês, não existe lugar melhor que a nossa organização.”
“o que seu chefe que tanto em nós?” eu comento olhando para ela.
“digamos que vocês têm as qualidades e defeitos esperados para entrar na organização, mas a escolha e de vocês, sei do seu estado Ritohi, e volto amanha para confirmar ou não a sua ida para a organização, tenham um boa noite e boa recuperação.” Ela fala, se levanta e vai ate a porta o Diogo tenta seguir ela, mas ao abrir e olhar ao redor ele não a vê mais.
Ficamos discutindo isso de talvez entrar ate a noite do dia seguinte, e depois de muito discutir concordamos em entrar como estagio, mas nada muito além disso. No dia todo fiz alguns exames com recorvery girl, e mais a noite já estando zerada recebemos a visita da mesma mulher.
“feliz em vê-la melhor, e então, o que decidiram?”
“nós iremos com você, por estagio, continuar lá ou não ira depender do que acontecer.”
“não esperava uma resposta diferente, bom...fico feliz em saber que irão, amanha aparecera um carro na frente da escola, estarei esperando por vocês 2.” Ela saiu novamente, eu e o Diogo nos olhamos e por alguns motivos rimos um pouco um para o outro, conversamos mais durante a noite, eu estava quase boa amanha de manhã era o ultimo tratamento e eu já poderia ir para o estagio sem problemas.
Passasse a noite e no amanhecer nos fomos ver se havia um carro na frente da escola, e de fato tinha, esperamos meu último exame que me confirmou alta e fomos ate o carro, levando alguns pertences e algumas coisas, mas nada muito grande, no carro nos vimos o mesmo cara que chegou a dois dias atrás, junto a aquela moça.
“ótimo, estávamos a espera, entrem por favor, temos que ir.” Ele falou em um tom normal, mas parecia feliz.
Diogo e eu entramos no carro e fomos indo, no caminho fizemos alguns comentários e devo dizer que a viagem foi longa mas pareceu alguns minutos com o Diogo para conversar e passar o tempo, ate que o carro parou e...
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