Notas iniciais
Sei que essa one era para ser SuFin, mas não resisti em colocar uma pequenina insinuação de DenNor e HongIce, não me matem por isso.
tem algumas frases em finlandês e em sueco, mas creio que o significado é meio obvio, enfim, vou colocar aqui o significado.
Tanska: Dinamarca em finlandês.
du är viktig för mig: você é importante para mim em sueco
Rakastan sinua, Ruotsi: eu te amo, Suécia
Jag älskar dig också, Finland: eu também te amo, Finlândia
boa leitura, moi moi ^^

\"\"

Um dia comum para os nórdicos, frio, estamos no inverno, a neve parou de cair, mas mesmo assim está muito frio, tão frio que nem mesmo um cobertor e duas blusas de frio são capazes de dissipar esse frio tremendo que faz nos países nórdicos.

Finlândia estava sentado no sofá encolhido abraçando as pernas para se esquentar, um cobertor enrolado no próprio corpo e uma lareira acessa em sua frente, mesmo com isso ele sentia frio.

Seu “marido” permanecia impassível e serio na porta da cozinha o observando, vestia apenas uma blusa de frio, mas da forma que estava parecia bem apenas com isso, Finlândia queria ser um pouco mais como o “Su-san”, queria poder ficar apenas com uma blusa de frio e permanecer como se não estivesse um frio congelante.

–V-você n-não e-está com f-frio, S-su-san? – perguntou o menor tremendo de frio, não recebeu resposta alguma então resolveu se virar para ver o maior, mas ele não estava mais na porta, “para onde o Su-san foi?” perguntou-se mentalmente o finlandês enquanto vasculhava a sala com os olhos.

“Ele realmente não quer falar comigo, será que estou sendo inconveniente? Por isso que ele foi embora e me deixou sozinho? Eu sou tão chato assim, a ponto do Su-san sair da sala por minha causa?” o finlandês repassou todo o dia que teve com o Suécia em sua mente, nada parecia diferente do habitual, Finlândia fazia um quase monologo enquanto Suécia apenas ouvia atentamente e dizia algo hora ou outra, o que era muito raro.

–Fin – o finlandês pulou no sofá ao ouvir a voz do outro, estava tão perdido em seus próprios pensamentos que mal notou o outro se aproximar com uma xicara fumegante em mãos – eu fiz esse ch’colate quente para v’cê.

–A-ah, o-obrigado, Su-san – o menor agradeceu e pegou a xicara, rapidamente a levou aos lábios sorvendo um pouco do liquido que acabou queimando sua língua, pois estava muito quente – ai, queimei minha língua – o menor afastou a xicara dos lábios e a colocou na mesinha de centro, começou a abanar a própria boca como se aquilo fosse resolver alguma coisa.

Suécia segurou o rosto do menor entre suas mãos e acariciou lentamente os lábios do menor para em seguida aproximar o próprio rosto e beijá-lo de forma calma, a língua acariciando a do menor entre as bocas tentando apaziguar a dor.

–Está melh’r assim, Fin?

–S-s-s-sim – respondeu o menor cobrindo o rosto, agora avermelhado, e puxando mais as pernas contra o peito, “Su-san me beijou, de verdade, foi inesperado, meu coração não para de bater rápido, vou ter um ataque cardíaco desse jeito” pensou Finlândia com o rosto se avermelhando mais.

–V’cê está bem, Fin? Está com febre? – perguntou o maior colocando a mão na testa do menor que se assustou com a ação e se afastou rapidamente, Suécia não disse nada e voltou a tentar medir a temperatura do menor, dessa vez com êxito.

–Eu estou bem, Su-san, não se preocupe – o menor sorriu e gentilmente afastou a mão do outro de sua testa – só estou com frio.

–Hum... – o maior passou os braços ao redor do corpo do finlandês e o abraçou puxando-o para seu colo – está melh’r assim?

–E-e-e-está – o menor se aconchegou nos braços do maior e deitou sua cabeça no peito deste ouvindo as batidas ritmadas – Su-san é tão quentinho – comentou fechando os olhos.

–Fin... – o maior segurou o queixo do finlandês entre o polegar e o indicador e com calma forçou o rosto deste para cima, com calma foi aproximando o rosto até seus lábios se tocarem, o que nenhum dos dois esperava era que a porta se abrisse com força e entrasse três nórdicos juntos de uma criança inglesa.

–Fin, Suécia, chegamos para passar o natal e o ano novo com vocês – comentou o mais alto e mais extravagante dos três nórdicos visitante.

Finlândia e Suécia se afastaram rapidamente, o finlandês foi o primeiro a se levantar e cumprimentar os visitantes sempre com um sorriso no rosto.

–Mama – o garotinho inglês abriu os braços e olhou para o finlandês que o abraçou e o ergueu do chão – hoje o tio Den disse que poderíamos fazer um boneco de neve maior que a nossa casa.

–Claro, mas antes coloque mais uma blusa de frio, certo? Depois você pode ir fazer quantos bonecos de neve quiser – o garoto nem esperou o pedido, já saiu correndo pela casa até o quarto para vestir mais uma blusa de frio.

–Fin, vocês não se importam que passemos o natal e o ano novo aqui, certo? – perguntou Noruega se mantendo impassível e olhando a casa, a lareira estava acessa, um pouco afastado estava uma arvore de natal que chegava a ser maior que o sueco e o finlandês juntos, debaixo dela alguns presentes e sobre a mesinha de centro a xicara de chocolate quente repousava.

–É claro que não, eu estava mesmo pensando em convidá-los para passar o natal conosco, vocês querem um chocolate quente ou vinho para esquentar? – o finlandês já ia entrar na cozinha quando uma mão o segurou pelo pulso o impedindo de andar – o-o-o que foi, Su-san?

–Fique aqui, Fin, eu farei o ch’colate quente – respondeu o sueco em tom serio, até dava para ver a sombra arroxeada sobre seus olhos.

–E-e-está b-bem, o-o-obrigado – o menor olhou para o chão e andou até o sofá – por que não se sentam? Devem estar cansados.

Os outros três nórdicos se sentaram no sofá, o garotinho inglês voltou para a sala vestindo a blusa de frio que o finlandês solicitara e um par de luvas vermelho, ele estava sorridente como sempre e correu para o sofá se jogando em cima do finlandês.

–Mama, vamos fazer um boneco de neve, vamos, Sea-kun quer fazer um boneco de neve, desu yo – comentou o menor agitadamente.

–Vamos, Sea-chan, eu farei um boneco de neve com você, tão grande que faria até o Rússia chorar – disse o dinamarquês alegremente e abrindo um sorriso que poderia rasgar seu rosto.

Ambos saíram da casa e foram para o quintal fazer um boneco de neve, o norueguês bufou em desdém e revirou os olhos, como Dinamarca podia ser tão idiota? É obvio que o Rússia não iria chorar por algo tão infantil quanto um boneco de neve.

–‘nde está o Sealand? – perguntou o sueco voltando para a sala com quatro xicaras de chocolate quente.

–Está lá fora com o Dinamarca – respondeu o islandês pegando a xicara que lhe era oferecida e levando aos lábios.

–Ice, pensei que fosse passar o natal com o Hong Kong – comentou o finlandês.

–D-de onde tirou essa ideia, Fin? Ele vai passar o natal com a família dele, é claro que eu não iria ficar lá.

–Mas a família dele gosta de você, qual o problema de passar o natal com o seu namorado?

–E-e-ele não é meu namorado – o islandês corou e olhou para o chão desviando o olhar – e aquele primo dele me assusta, o Coreia do Norte, ele parece me fuzilar com os olhos.

–Não se preocupe, ele é assim com todo mundo, principalmente com os europeus e os americanos, mas pelo menos ele não te odeia da forma que odeia o América.

–Mas mesmo assim ele é assustador, não pretendo entrar naquela casa com ele estando lá.

O finlandês riu levemente e pegou a xicara que estava sobre a mesa de centro, ainda continuava quente, mas não da forma que estivera antes, então não se queimaria novamente.

–Irei chamar o Sealand para t’mar o ch’colate quente – o sueco abriu a porta da casa e deixou a brisa gélida entrar – Sealand, venha t’mar seu ch’colate quente.

–Já estou indo, papa – o menor correu para dentro de casa e se jogou no sofá pegando uma xicara de chocolate quente – lá fora está tão frio, desu yo.

O sueco fechou a porta, mas esta foi novamente aberta pelo dinamarquês que entrou tremendo e coberto de neve em seu cabelo loiro.

–Por que fechou a porta, Suécia? Queria me deixar congelando lá fora sem chocolate quente? – perguntou o dinamarquês fingindo ficar ofendido e magoado com as atitudes do outro.

–Exat’ – foi à única coisa que o sueco disse antes de se sentar no sofá ao lado de sua esposa e pegar a xicara de chocolate quente.

–Você é um idiota, anko – comentou o norueguês pegando a ultima xicara de chocolate quente que havia sobre a mesa de centro.

–EEEH, por que está dizendo isso, Nor? Pensei que gostasse de mim.

–Pois pensou errado, agora cale a boca.

–Que cruel, Nor – o dinamarquês sorriu largamente e se sentou ao lado do norueguês que se afastou – por que não tem uma xicara para mim?

–Porque v’cê é um idi’ta – respondeu o sueco sorvendo parte do liquido que estava em sua xicara.

–S-Su-san, Tanska, não briguem, certo? Eu farei mais um xicara de chocolate quente – pediu o finlandês se levantando do sofá sorrindo.

–Obrigado, Fin, você é muito gentil – o dinamarquês sorriu e olhou para o sueco com ar vitorioso.

O finlandês sorriu e foi para a cozinha preparar uma xicara de chocolate quente para Dinamarca e para si, pois ainda estava com frio, mesmo após tomar sua xicara de chocolate quente.

Quando voltou entregou a xicara de chocolate quente para o dinamarquês, este por sua vez passou o braço pelo ombro do menor e o puxou para um meio abraço e afagou seus cabelos loiros.

–Obrigado, Fin, ainda bem que tenho você aqui – o dinamarquês sorriu largamente.

O norueguês bufou e se levantou do sofá passando pelos dois nórdicos sem olha-los, apenas seguiu para o quarto e bateu a porta com certa força, o sueco olhava para o dinamarquês com raiva, faíscas pareciam sair de seus olhos e uma aura assassina emanava dele.

–Tanska, acho melhor você ir falar com o Noruega – comentou o finlandês retirando o braço de Dinamarca de seus ombros gentilmente antes de sorrir e apontar com a cabeça a direção que o outro nórdico havia ido.

O dinamarquês sorriu apenas com o curvar dos lábios e seguiu para onde o norueguês havia ido, já o finlandês sorriu embaraçado com a situação que se encontrava, o sueco o fuzilava com o olhar de uma forma assustadora, já o islandês parecia perdido em pensamentos no outro sofá sem notar a atmosfera do ambiente.

–S-Su-san, não precisa ficar tão bravo, v-você sabe que o Tanska só fez isso para provoca-lo – comentou o finlandês tentando acalmar os ânimos do marido, que parecia que não cederia tão fácil – é época de natal, devíamos tentar perdoar aqueles que são nossos amigos.

–Aquele idi’ta não é meu amigo – disse o sueco sério mantendo a aura assustadora sobre si.

–A-ah b-bem, mas vocês não deviam ficar brigando no natal, é uma época de paz e esperança, onde todos deveriam estar de bem um com o outro – tentou o finlandês novamente e sorriu meio tremulo.

–Está bem, não falarei com Danmark até ano que vem, assim não brigarem’s – e dizendo isso a discussão foi encerrada, não porque o sueco tinha razão, mas porque o finlandês não queria contraria-lo, especialmente naquele momento em que ele estava mais assustador que o normal.

“Tanska foi realmente longe desta vez para tê-lo deixado tão nervoso” pensou o finlandês sentando no sofá com a cabeça baixa olhando para os próprios pés.

–Eu vou ir lá fora fazer bonecos de neve, desu yo – e dizendo isso o pequeno inglês saiu da casa e foi para o quintal.

–Que atmosfera estranha – comentou o islandês ao sair de seus devaneios – o que aconteceu? Danmark fez algo estupido de novo?

–Mais ou menos isso, acho que vou lavar a louça – o finlandês pegou as xicaras e levou para a pia para lavá-las.

De repente a campainha toca e o finlandês vai atender encontrando do outro lado um jovem moreno de sobrancelhas um pouco grossas e olhos dourados, um fone de ouvido vermelho caído em seu pescoço e uma roupa ocidental vermelha.

–Hong Kong – o islandês pulou do sofá e correu para a porta – o que está fazendo aqui?

–Estava chato lá em casa então resolvi passar um tempo aqui ou algo assim – respondeu o moreno adentrando na casa – aqui é mais frio que na minha casa.

–É claro que é, idiota, estamos no norte da Europa – respondeu o menor cruzando os braços em frente ao peito – ao menos trouxe uma blusa de frio?

–Não, não pensei que fosse fazer frio... Ou algo assim.

–Você é idiota? Vem, devo ter uma blusa que sirva em você – o islandês puxou o moreno pela mão até o próprio quarto e ambos entraram sem dizer mais nada.

–Isso foi um pouco inesperado – comentou o finlandês fechando a porta, o sueco não disse nada, mas o menor não esperava uma resposta de toda forma.

–Fin , sente-se aqui c’migo – pediu o sueco em tom sério dando espaço para o menor se sentar no sofá, sem pestanejar o menor obedeceu se sentando ao lado do sueco que passou o braço por seu ombro o puxando para um abraço um tanto estranho, mas o finlandês não reclamou.

–Su-san é tão quentinho – comentou o finlandês se ajeitando nos braços do maior e apoiando seu rosto no peito deste, inspirando o cheiro de sabonete do mesmo – Su-san tem um cheiro bom.

–Fin – o sueco segurou o queixo do finlandês entre o polegar e o dedo indicador o fazendo olhar para si, para em seguida beija-lo, apenas um roçar de lábios, depois se afastou e voltou a beijar o menor voluptuosamente, as línguas faziam um dança lenta e excitante entre as bocas, tentando vasculhar da melhor forma possível à boca alheia, quando se separaram o menor estava ofegante e com o rosto avermelhado — du är viktig för mig.

O menor corou fortemente com a declaração do outro e olhou para o chão, seu coração batia mais rápido do que normalmente, um sorriso tênue se formou em seu rosto avermelhado, seu corpo tremia levemente.

–Fin, quero ir para a cama com v’cê – sem deixar que o menor respondesse Suécia o puxou para seu colo e levantou do sofá o carregando para o quarto e o deitando gentilmente na cama.

–S-Su-san, os outros pode o-ouvir, não podemos esperar até que eles vão embora? – perguntou o finlandês sentando na cama e observando o maior trancar a porta.

–Não, quero agora, não me importo que eles escutem – respondeu o sueco subindo na cama com as feições serias e andando até o finlandês – apenas não faça muito barulho.

–Su-san, não... Ah... – o menor gemeu baixo quando a língua sueca entrou em contato com a pele do seu pescoço – para, Su-san.

–Hum... – o maior ignorou o pedido do finlandês e continuou a lambê-lo desejosamente e mordendo levemente para não deixar marcas no seu pequeno, já que este reclamara muitas vezes por ter que esconde-las quando ia as reuniões mundiais.

–Su... Ah... Su-san... P-para – pediu o menor com a voz manhosa enquanto empurrava levemente os ombros do maior para trás – eles vão ouvir.

–Estão muito ocupad’s para isso – respondeu o maior jogando seu peso sobre o finlandês e o fazendo se deitar na cama, depois o beijou avidamente, a língua invadindo a boca alheia sem pudor algum, as mãos cálidas procurando pela pele do abdômen do menor, os dedos subindo e descendo pelo abdômen do finlandês.

–Su-san – gemeu o menor entre o beijo e desistindo de vez de tentar resistir passou os braços pelo ombro do maior e o puxou para si aprofundando o contato.

O finlandês elevou o quadril roçando-se no maior e gemendo com o contato, mesmo através das duas camadas de roupa a sensação dos dois corpos se roçando era demasiadamente prazeroso.

O sueco tirou as duas blusas que estava vestindo e as do finlandês, depois tocou os lábios nos mamilos do menor mordendo, puxando e lambendo até ficarem rígidos, após isso começou a lamber toda a extensão do tórax e foi descendo até o umbigo onde enfiou a língua, depois seguiu até o cós da calça do menor, abriu o zíper e desabotoou sem tirar os olhos do finlandês.

–SU-SAN – o finlandês gritou ao sentir a boca do sueco envolver seu membro – A-ah... N-não faça isso, Su-san, Ah...

–Esse pedido não me parece muito c’nfiante, Fin – o sueco lambeu toda a extensão do membro do menor antes de abocanha-lo novamente e começar a chupar avidamente.

–Ah, Su-san, ah – o menor levou uma das mãos até o cabelo do sueco o incentivando a continuar.

O sueco começou a chupar o membro do menor, enfiando-o por inteiro em sua boca para depois passar a língua pela glande e dar leves mordidas por toda a extensão, uma das mãos do sueco seguiram para a boca do finlandês e este por sua vez começou a chupar os dedos do maior sabendo o que ele queria.

Ambos estavam concentrados em suas atividades, com a mão desocupada o sueco tirou as calças do finlandês e retirou seus dedos da boca alheia.

Os dedos úmidos de saliva do sueco percorreram o corpo do menor até chegar a suas nádegas e procurarem a entrada deste, massagearam ao redor da entrada antes de penetra-lo, o pequeno gemeu de desconforto, mas com os movimentos de vai e vem começou a gemer de prazer.

–Ohyaa! – o finlandês arquejou as costas ao ter sua próstata sendo tocada pelos dedos longos do sueco – S-Su-san.

–Fin... – o sueco o olhou como se esperasse uma confirmação para poder prosseguir, o finlandês acenou com a cabeça deixando algumas lagrimas descerem por seu rosto, o sueco retirou a própria calça e se ajeito na entrada do menor, segurou a cintura do finlandês e o penetrou lentamente.

Os gemidos de dor eram abafados pelo travesseiro que o menor apertava contra o rosto devido as lagrimas e a dor que estava sentindo, o sueco apenas esperou o menor se acostumar com o volume dentro de si, quando este pareceu ter se acostumado ele começou a se mover lentamente, dando estocadas precisas e que atingiam a próstata do menor o fazendo gemer e arquejar as costas toda vez que aquele ponto era tocado.

–Su-san, m-mais forte, ah, por favor – implorou o menor com o tom manhoso e as pernas envolvendo a cintura do maior, o finlandês movia o quadril contra o outro aumentando o contato.

O sueco apoiou uma das mãos na cama e a outra continuou segurando a cintura do menor, aumentou a força das estocadas, o suor escorria pela face e ele estava ofegante.

Ambos gemiam, mas diferente do finlandês o sueco era mais contido e gemia de forma quase inaudível, já o finlandês, se não estivesse com o travesseiro contra o rosto teria sido escutado por algum dos visitantes.

–Fin, quero te beijar – falou o sueco retirando o travesseiro do rosto do menor e aproximando os rostos até que seus lábios se colaram e recomeçaram aquela suave dança de línguas, tão excitante e sensual que fez os dois estremecerem.

O sueco prosseguiu com as estocadas aumentando gradativamente a força e a velocidade, o menor tinha saliva escorrendo pelo seu rosto assim como lagrimas trilhavam sua face adoravelmente avermelhada, a boca inchada e avermelhada estava entreaberta puxando o ar com força, ofegante, os corpos se chocavam e os gemidos escapavam da boca do finlandês.

–Su-san – o menor agarrou nas costas do maior o arranhando levemente para depois emaranhar seus dedos no cabelo curto do sueco e puxa-lo para outro beijo, um beijo cálido e cheio de desejo — Rakastan sinua, Ruotsi.

–Jag älskar dig också, Finland – o sueco continuou com as estocadas, forte e rápido, sempre precisas tocando a próstata do menor varias e varias vezes até que ambos chegaram ao ápice gemendo o nome alheio e caindo exaustos na cama.

O finlandês ofegava e tentava puxar o ar por entre os lábios inchados, a temperatura do quarto estava alta, assim como a dos dois corpos deitados sobre a cama, mas é claro que não continuaria daquela forma, estavam no inverno, o sueco pegou o cobertor e cobriu ambos antes de tirar os óculos e fechar os olhos.

E no final tudo começou com uma simples xicara de chocolate quente e terminou com um finlandês e um sueco exaustos deitados em uma cama, um inglês brincando no quintal de fazer bonecos de neve e os outros quatro visitantes, bom, quem sabe o que estarão fazendo.


Notas finais
Espero que tenham gostado dessa one.
Vocês tem algum casal que querem que eu escreva?
Vocês podem pedir (pq to ficando sem ideias) enfim, mandem o casal que quiserem, pode até ser repetido, ou um casal que contrarie outra one, tipo FrUK, sei la, mandem desafios também pq eu não sou tão criativa assim.
queria agradecer a legomes98 que pediu este casal.
Grazie a todos que leram essa one *-*
Mais uma coisa.
Não sei se alguém se interessa, mas alguém quer fazer um RP de hetalia? estarei abrindo uma sala na segunda no chat drrr para isso, caso alguém queira participar é só entrar, vai ser lá pelas 4, o site é esse aqui http://drrrchat.com/