coletânea hetalia
9 PruAus no país das maravilhas
Notas iniciais
Essa fic foi baseada na história de Alice no país das maravilhas, não me matem se ficou um lixo, tive essa ideia ontem antes de dormir, enfim, é isso, espero que gostem e viva a rainha!
Vai ficar essa imagem do Roderich de maid, pois não achei uma dele vestido de Alice hahahaha e eu não se desenhar então, enfim é isso
Roderich Edelstein é um jovem nobre que perdeu os pais aos quatro anos, o motivo da morte não vem ao caso neste momento, apenas irei contar uma breve história sobre este austríaco e sua aventura no país das maravilhas.
O jovem estava deitado debaixo de uma arvore grande de seu quintal enquanto a governanta de sua casa, Elizabeta, cuidava dos preparativos para o grande jantar que ocorreria aquela noite, era uma noite especial onde a família Edelstein seria apresentada a outra família da nobreza para manterem negócios, Roderich não possuía poder para decidir se manteriam ou não os negócios com a outra família, mas precisava estar presente, pois sua opinião era importante para seu tio.
“Estou atrasado, estou atrasado, a rainha vai me matar” dizia um pequeno jovem de olhos verdes e sobrancelhas espessas com orelhas de coelho e um relógio de ouro em suas mãos, “não posso me atrasar, sou um cavalheiro, cavalheiros não se atrasam” repetia o pequeno ser enquanto corria e atravessava o grande quintal.
Curioso sobre a aparição do pequeno ser Roderich se levanta e começa a segui-lo com passos largos e sutis, ainda era um nobre, não seria muito educado correr atrás de um coelho como se fosse um louco.
O jovem se vê dentro de uma floresta e sem sinais de onde estaria o coelho, continua a andar pela floresta, olha para trás e consegue ver sua casa ao longe, pelo menos poderia voltar para casa, não estava ao todo perdido, quando estava dando meia volta seus pés falharam e ele caiu em um buraco que ficava perto de uma arvore.
Ele caia e o buraco não parecia ter fim, muitos objetos passaram ao seu redor, algumas partituras, livros, xicaras, estantes, castiçais, um violino, quadros e outros objetos que não precisam ser citados, o jovem nobre continuou a cair até aterrissar em um átrio, observou ao seu redor e viu o coelho em tamanho menor entrando por uma pequena porta, logo já estava agachado e vendo do outro lado da pequena porta na qual não tinha tamanho para passar.
“Como passarei por esta porta se sou tão grande?” o austríaco se levantou e começou a andar pelo local, era mais estranho agora que observava com cautela o recinto, tinha uma mesa no centro do átrio e em cima dela um pequeno frasco de vidro e um vestido preto de um tamanho diminuto, pegou o pequeno vestido e começou a imaginar quem o usaria, deixou-o no chão e pegou o frasco de vidro lendo um pequeno bilhete amarrado onde lia-se: “beba-me”, meio receoso o austríaco levou o frasco aos lábios, “é tudo ou nada” disse para si mesmo antes de sorver o liquido.
Deixou o frasco sobre a mesa novamente, começou a sentir uma leve tontura e seus músculos contraíram-se, o austríaco fechou os olhos se punindo por ter bebido daquele frasco, seu corpo começou a encolher até que ele se tornasse pequeno e suas roupas grandes demais para si, quando não mais sentia efeito algum ele resolveu sair de debaixo dos panos de sua roupa aristocrática.
Rapidamente correu até o vestido preto, não tinha alternativa, ou era ele ou era continuar andando nu, vestiu-o com cuidado para não estragar, o vestido era do tamanho do jovem e serviu-lhe perfeitamente.
“Agora, irei atrás do coelho” e dizendo isso o austríaco foi até a porta por onde outrora o coelho entrara, entrou em um enorme jardim, ou deveria dizer floresta? A grama era alta e as flores maiores ainda, ao longe viu a figura do pequeno coelho correndo por uma trilha, segui-o um pouco apressado até chegar a uma longa mesa composta de doces e bules de chá, sentados a mesa estavam três pessoas, um jovem loiro com um chapéu ridiculamente grande e um estranho fio de cabelo rebelde, sentado calmamente estava uma lebre com características humanas, cabelo preto assim como os olhos e uma katana estava repousada ao lado de sua cadeira, também estava um pequeno arganaz dorminhoco em outra cadeira, ao lado da lebre, seu rosto era bonito e com traços fortes, possuía um pequeno fio rebelde que se dividia e formava dois espirais.
“Vejam só quem chegou para tomar chá com o herói” o chapeleiro se levantou e riu de forma estranha, “seja bem-vindo, Alice, sente-se, está na hora do chá” o jovem loiro apontou para uma cadeira vazia ao seu lado.
“Você está equivocado, eu não sou...” o moreno tentou dizer que não era Alice, mas foi interrompido pela risada extravagante do loiro ecoando.
“Não faça essa desfeita, Alice, sente-se e tome um chá, a hora do chá é muito importante” o loiro forçou o moreno a se sentar e sorriu alegremente colocando uma xicara de chá em frente ao austríaco.
“Estou atrasado, estou atrasado” ao reconhecer a voz o austríaco virou o rosto para procurar o coelho, o viu correndo em direção a um castelo enorme ao longe, se levantou e começou a correr na mesma direção.
-Tome cuidado em seu caminho, Alice-san” pediu a lebre acenando levemente em despedida, sua expressão era uma mistura de preocupação e impassibilidade.
O austríaco não se deu ao trabalho de olhar para trás ou ao menos responder, continuou correndo atrás do coelho, correu tanto que mal sentia as pernas, eles formigavam e queriam falhar a todo o momento, mas o austríaco continuou correndo, se esforçando para conseguir chegar ao castelo.
Quando estava próximo ao castelo viu dois jovens parados a porta, um sorria alegremente e o outro mantinha uma expressão emburrada em seu rosto, ambos eram muito parecidos e tinham um fio de cabelo rebelde que fazia um espiral.
“O que quer bastardo?” disse um dos jovens, aquele que mantinha a expressão emburrada, “de o fora daqui, não é lugar para você”.
“Fratello, vamos, não seja assim, ve!~ não vê que é Alice?” comentou o outro alegremente e abrindo a porta do castelo, “ve!~ pode entrar, Alice, a rainha te aguarda”.
O austríaco pensou em retrucar dizendo que não era Alice, mas já havia se cansado de tentar mudar essa ideia, então entrou no castelo, um passo de cada vez, seguiu o tapete vermelho, a decoração era cheia de corações e mobílias em vermelho.
“Seja bem-vindo ao incrível castelo da minha incrível pessoa, Alice” disse uma voz rouca ecoando pelo recinto, o austríaco se virou na direção da voz e viu um garoto de olhos vermelhos e cabelos platinados sentado em um imenso trono de estofado vermelho e ao seu lado um jovem loiro de olhos azuis segurava uma espada em mãos olhando atentamente os movimentos da rainha.
“Eu não sou Alice, meu nome é Roderich Edelstein, não entendo porque todos me chamam de Alice...”
“Cale-se e venha até aqui, você será meu novo servo, Alice” o albino tratou de aumentar o tom de voz ao dizer o nome, sorriu largamente e riu de forma estranha, mais estranha que o do chapeleiro.
“Eu não serei teu servo” retrucou o austríaco cruzando os braços em frente ao peito, “não estou aqui para servi-lo”.
“Ora, quer contestar a ordem da rainha de copas? Que insolente, quem pensas que é para tal?” o loiro apontou a espada para o moreno enquanto dizia “não torne a insultar a rainha, ou não lhe obedecer, todos tem de seguir as ordens da rainha, pois no reino de copas a rainha é absoluta”.
“Kesesesesese, relaxe, Francis, caso ele continue assim eu mesmo lhe cortarei a garganta, kesesesesese, peça ao Tônio que arrume o quarto de nosso hospede”.
“Sim, rainha” o loiro fez uma reverencia e saiu andando pelo castelo até sumir da vista do austríaco e da rainha.
“O que pretende fazer? Vai fugir? Kesesesesese, sabe, Alice, você tem cara de quem fugiria e voltaria para casa chorando como uma criancinha mimada” comentou o albino rindo mais alto e deixando sua gargalhada ecoar pelo castelo.
“Não irei fugir, mas tampouco lhe obedecerei, não pretendo me tornar seu servo” o austríaco cruzou seu olhar com o do outro e forçou-se a não desviar o olhar, os olhos vermelhos da rainha eram penetrantes e assustadores, o jovem austríaco nunca havia visto nada igual.
“Tão ingênuo, kesesesesese, não adianta você querer ou não, jovem Alice, eu sou a rainha e você deve me obedecer se quiser continuar vivo” a rainha se levantou de seu trono levando consigo uma espada e a apontando para a garganta do austríaco que recuou a medida que a rainha de aproximava, “se fizer um bom trabalho poderei te recompensar, Alice, poderei te levar de volta para sua casa e sua vida medíocre naquele lugar de onde veio, voltar a tocar piano sozinho, sem ninguém para lhe ouvir, ficar lendo algum livro de romance debaixo daquela arvore, almoçar e jantar todos os dias em silencio com seu tio, ter sua vida de volta, o que acha, Alice?”
“Quanto tempo terei que ficar aqui até poder voltar para casa?”
“Parece que entramos em um acordo, você trabalhara aqui pelos próximos três meses, caso siga suas funções devidamente lhe darei a liberdade, caso contrario lhe cortarei o pescoço, kesesesesese e caso tente fugir mandarei meu exercito atrás de você”.
“E se eu me recusar a lhe servir?” perguntou o austríaco tentando parecer o mais sério e calmo possível.
“Ai lhe matarei, se não tem utilidade, será descartado como uma carta velha”.
E assim Roderich se viu preso em um “contrato” com a rainha de copas, não tinha para onde fugir, morreria ou serviria a rainha, eram suas duas alternativas, escolheu aquela que lhe pareceu mais digna e que lhe possibilitava viver, começou a servir a rainha e seu grande ego.
O austríaco passou a trabalhar na cozinha, o único lugar, além do piano, em que sabia fazer algo e ser útil, não podia ficar com a limpeza dos aposentos, pois tinha alergia a pó e alguns produtos de limpeza, não podia ser ajudante da rainha, pois Francis já fazia este trabalho, não podia ser o bobo da corte, pois, além de não querer passar por tanta humilhação, já havia Antônio para fazê-lo, a única opção plausível era a de cozinhar.
Mesmo achando o alemão extremamente irritante e egocêntrico o austríaco não podia deixar de acha-lo atraente e fascinante, alguém tão estranho que chegava a ser interessante conhece-lo melhor, observa-lo.
“O que foi, aristocrata? Minha incrível beleza te encantou e agora está apaixonado por minha incrível pessoa? Kesesesesese” zombou o alemão ao notar o olhar do austríaco sobre si, este por sua vez virou o rosto e corou.
“É claro que não, quem em sã consciência se apaixonaria por um tolo como você?” retrucou o austríaco voltando a suas atividades diárias na cozinha.
“Com esse avental você parece uma esposa dedicada preparando o incrível almoço de seu incrível marido” comentou o alemão apontando para o avental com desenhos de tomate que havia pego emprestado com Antônio que o austríaco usava por cima do vestido preto.
“Já disse para parar com essas brincadeiras de mau gosto, senhor Gilbert, não fique me chamando de esposa quando nossa relação não passa de servo e rainha, agora se me der licença, preciso terminar de preparar o almoço”.
“Então você quer melhorar nossa relação para de esposa e marido? Kesesesese, não pensei que fosse tão direto, aristocrata”.
“Não foi isso que eu quis dizer, tolo, pare de mudar o que eu digo e vá fazer algo que preste em vez de ficar me atormentando”.
E assim os dias passaram, repleto de brigas entre o austríaco e o alemão, mas estas eram esquecidas depois de um tempo, já faziam quase três meses que o moreno havia passado a trabalhar no castelo e já estava começando a se acostumar com os assédios da rainha e de seu leal ajudante francês, o austríaco estava ansioso para ir embora, mas sentia uma dor aguda lhe atingir sempre que pensava em voltar para casa e sua vida pacata, não sabia o que era, talvez tivesse se acostumado em servir a rainha e até poderia arriscar que estava se divertindo ali, mas ele tinha que voltar para casa e explicar o que ocorrera, falar de seu sumiço, ele ainda tinha obrigações em seu lar, não podia simplesmente sumir e nunca mais voltar.
“Rainha, rainha, o reino de paus está mandando exércitos para cá, eles irão nos atacar, ve!~ o que faremos, rainha?” o pequeno valete de copas entrou chorando e berrando enquanto se ajoelhava em frente a rainha, suplicando pela vida de todos do castelo.
“Francis, chame Antônio e prepare o exercito, eu mesmo irei derrotar Ivan, se é guerra que aquele maníaco quer é guerra que ele terá” o alemão se levantou de seu trono e pegou a espada ajeitando-a em seu cinto, “espero que não seja tarde demais... Feli, quero que você e seu irmão cuidem do castelo e nada de bandeira branca”.
“S-sim, rainha” o pequeno italiano correu pelo castelo a procura do irmão mais velho, enquanto isso a rainha se preparava para o ataque, Roderich estava parado na porta da cozinha, havia ficado ali desde o momento em que ouvira os gritos do italiano.
“O que poderei fazer, senhor Gilbert?” perguntou o austríaco ajeitando o óculos.
“Assim que eu ensinar a Ivan uma lição te levarei para casa como prometi, então apenas fique aqui e não saia” dizendo isso o alemão saiu do castelo e seguiu em direção as tropas inimigas, o exercito de copas já estava se preparando em frente ao castelo, “ quero que metade de vocês fique aqui e a outra metade venha comigo”, rapidamente os soldados obedeceram, metade deles foram seguindo a rainha com seus escudos e espadas, os outros começaram a se espalhar ao redor do castelo.
Da janela Roderich observava a tropa se afastar, estava se sentindo inútil apenas em observar, queria poder fazer algo para protege-lo, lembrou-se então da espada e do escudo que estava em seu quarto, rapidamente correu até lá e os pegou, saiu castelo a fora, alguns dos soldados estranharam, mas ninguém disse nada.
Gilbert liderava a tropa e Francis estava ao seu lado atento, Antônio carregava um machado gigante em seus ombros e seu cabelo estava preso com um laço vermelho em um rabo de cavalo baixo, rente à nuca.
Ouviram os gritos dos soldados de paus e pararam de marchar segurando os escudos e espadas com mais força, logo a figura de Ivan apareceu sorrindo falsamente, ao seu lado uma bela garota com um olhar assassino e atrás deles três jovens que tremiam de medo.
“Belo dia para uma guerra, da~” comentou o russo desembainhando a espada, e assim a guerra começou, os soldados de copas avançaram e os de paus se defenderam, começou uma luta árdua, espada se chocavam a todo o instante e alguns soldados caiam no chão, inconscientes.
Gilbert e Ivan travaram uma luta de espadas feroz, as duas espadas se chocavam e afastavam-se em uma velocidade incrível, Francis e Antônio lutavam contra a bielorrussa e os três bálticos, tudo parecia muito equilibrado, até o momento em que Ivan conseguiu derrubar Gilbert com a ajuda do báltico mais novo que atropelou sem querer o albino o fazendo cair.
“Esse é o fim, rainha de copas” Ivan elevou a espada ao alto e a desceu em direção ao jovem alemão, mas sua espada foi detida por outra que interveio e quem a manuseava era o austríaco, “parece que mais alguém chegou para a diversão, da~” o sorriso do russo se alargou e ele voltou à espada para o austríaco que recuou.
Gilbert se levantou e pegou a sua espada novamente, logo se colocou em frente ao austríaco e chocava sua espada contra a do russo, novamente a batalha entre os dois começou, o austríaco ainda estava paralisado, havia pensado que não conseguiria impedir o russo de matar Gilbert, mas ele havia conseguido, o havia protegido.
“Roderich, saia daqui, droga, você irá se machucar, volte para o castelo” gritou o alemão enquanto as espadas se chocavam.
“Você me chamou de Roderich...”.
“Volte, agora e... Ai...” o alemão havia sido atingido no braço pela espada do russo, o sangue começou a escorrer, mas o alemão não abaixou a espada, continuou atacando, “Roderich, volte agora”.
“Não, eu vou ficar e lutar ao seu lado, quero ser útil para você, pelo menos agora” retrucou o austríaco pegando o escudo e jogando com força na direção do russo, este por sua vez foi atingido na cabeça e desmaiou, todos pararam de lutar e os soldados de paus começaram a recuar.
“hahaha, não acredito nisso, Alice derrubou o temido Ivan, hahaha” comentou o francês rindo e secando algumas lagrimas que se formavam em seus olhos, “que inesperado, hahaha”.
“Fusosososo, isso foi incrível, Alice” parabenizou o espanhol batendo palmas levemente e sorrindo.
“Irmão” a bielorrussa correu para amparar o irmão desmaiado, colocou o braço em volta da cintura do russo e começou a carrega-lo de volta ao castelo de paus, ambos foram seguidos pelos bálticos.
“Kesesesese, você foi incrível, aristocrata, mas não tão incrível quanto eu, kesesesese” o alemão passou o braço pelo ombro do menor o puxando para si, “agora irei te levar de volta para casa”.
“Senhor Gilbert, eu...”
“shiu... Agora, acorde, Roderich” o alemão aproximou o rosto do moreno e lhe beijou sutilmente os lábios, “está na hora de voltar à realidade”.
“Mas o que?” o austríaco acordou assustado, olhou ao redor, nada de rainha, nada de soldados, nem espadas, nada de Francis ou Antônio, tudo havia sido um sonho, bem estranho por sinal, mas o jovem ainda sentia a leve pressão dos lábios do albino contra o seu, parecia tão real.
“Senhor Roderich, a família Beilschmidt está aqui para o jantar” a governanta da casa o chamou e Roderich prontamente se levantou ajeitando a roupa e tirando a poeira que grudara em sua roupa.
Com calma o austríaco se dirigiu até a casa, entrou com cuidado e foi para a sala de jantar, quem encontrou lá lhe pareceu ligeiramente familiar, talvez pelos cabelos brancos ou pelos olhos vermelhos e pela sua gargalhada tão semelhante a da rainha de copas, não, não era semelhante, aquele jovem sentado a mesa era de fato a rainha de copas de seu sonho, o alemão Gilbert Beilschmidt.
“Boa noite, minha Alice” bem, acho que é assim que as coisas devem terminar, ou devo dizer que eles viveram felizes para sempre como em todos os contos de fadas? Não, isso seria errado, pois não se trata de um conto de fadas e muito menos começou com um “era uma vez...”, apenas é isso, esse é o fim para nossa querida Alice e para a rainha de copas.
Notas finais
E quem quiser fazer o RP segunda estarei abrindo a sala as 4, o site é esse aqui http://drrrchat.com/
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