coletânea hetalia
15 NorIce
Notas iniciais
segundo, peço desculpas por esse capitulo horrivel T.T
terceiro, eu quero agradecer a todos que acompanham a coletanea e dedicar este capitulo para aqueles que mandaram a sugestão deste casal.
Sweden e lady phantom essa one é dedica para vocês, espero que gostem e não queiram me matar
Noruega, oficialmente chamado de Reino da Noruega, um jovem de cabelo loiro com um fio rebelde em forma de espiral, a representação humana de um país sobre o domínio dinamarquês, vivendo junto de outros nórdicos em um castelo enorme em estilo medieval.
Dinamarca havia saído para resolver alguns problemas com seu chefe, deixando assim os outros quatro nórdicos sozinhos.
Noruega estava no quarto do irmão mais novo, Islândia, enquanto Suécia e Finlândia se encontravam na sala conversando sobre a suposta fuga que fariam em alguns dias, o dinamarquês parecia inocente e divertido, o tipo de pessoa que qualquer um adoraria conhecer, mas na verdade não era bem assim, o tão proclamado rei dos nórdicos era um tirano e quando se enraivecia fazia coisas cruéis com seus subordinados.
Por tal motivo Suécia e Finlândia não queriam mais ficar perto de Dinamarca, não queriam mais fazer parte do mesmo reino, é claro que isso deixaria o rei da Escandinávia furioso, mas eles já estariam bem longe.
Os outros dois nórdicos não se propuseram a fugir, Noruega ainda dependia economicamente de Dinamarca e por tal motivo não podia fugir, Islândia apenas permanecia ao lado do irmão mais velho sem questionar.
-Nore... O que vai acontecer quando eles fugirem? – perguntou o islandês olhando um livro sobre mitologia nórdica que ganhara do irmão.
-Eu já te disse para me chamar de onii-chan – comentou o norueguês mantendo sua expressão impassível.
-N-não vou chama-lo assim – retrucou o islandês deixando o livro de lado.
-Onii-chan.
-Nunca.
-Onii-chan.
-Eu disse que não.
-Apenas me chame de onii-chan e essa discussão será encerrada.
-N-nunca, não insista.
Ambos ficaram em silencio e se encarando, Islândia sabia que o Norueguês não tentaria quebrar o gelo, apenas o encararia até que o chamasse daquela forma constrangedora.
-Ice... – chamou o norueguês indo para o lado do irmão – você está preocupado com o Danmark?
-N-não é isso, é só que... O que vai acontecer com nós dois? Quero dizer... Depois que o Suécia e o Finlândia partirem... O que será de nós?
-Vamos continuar aqui da mesma forma, então não se preocupe, não deixarei nada acontecer com você, Ice.
-E quando ao Dan? Ele vai ficar arrasado.
-Você realmente quer falar dele, Ice? Está apaixonado por ele por acaso?
-Mas é claro que não estou! Só estou preocupado com ele, talvez ele acabe descontando na gente.
-Se ele fizer isso nós vamos embora, não está bom para você? – o norueguês empurrou o menor contra a cama e subiu sobre o corpo deste – agora não quero ouvi-lo falar sobre ele, quero que preste atenção somente em mim, Ice.
-N-Nore, o que está fazendo?
-O que eu deveria ter feito há muito tempo – Noruega prensou o menor contra a cama e arrancou-lhe a blusa – não quero ouvi-lo mais falar sobre o Danmark, quero ser o único em sua mente.
-N-Nore... Espere.
-Não – respondeu o maior serio abaixando o rosto e mordendo o pescoço alvo do menor com força o ouvindo gemer de dor.
-P-por que está fazendo isso? – o menor tentou afastar Noruega, mas este se forçou mais contra o ele.
-Porque eu quero – o Noruega forçou sua boca contra a do albino e invadiu lhe a cavidade úmida com a língua.
Islândia cansou de tentar afastar o irmão mais velho, deixando que o outro fizesse o que bem entendesse consigo.
Noruega passou a beijar a parte exposta do corpo do menor e a lamber toda a extensão deixando trilhas de saliva por onde passava, o menor gemeu baixo, mas não impediu o outro de prosseguir com os atos.
Com calma o maior começou a despir o irmão, suas mãos acariciavam a pele clara do mais novo, logo o albino já estava totalmente despido enquanto seu irmão o observava com calma, apreciando a pele macia e a curvatura do corpo do islandês.
-Tão belo, Ice – o norueguês passou e dar pequenos beijos por toda a extensão do corpo alvo do islandês.
O norueguês começou a se despir lentamente sem tirar os olhos do menor, vendo este corar de forma intensa.
Ao estar totalmente desnudo o norueguês começou a preparar o menor com os dedos, abrindo e fechando os dedos dentro do islandês, fazendo movimentos circulares, penetrando-o lentamente.
O menor apenas mordeu o lábio inferior e fechou os olhos com força esperando o próximo ato do maior.
O norueguês deu um pequeno sorriso e tirou os dedos de dentro do menor já se posicionando na entrada do menor, com calma o penetrou e esperou que este se acostumasse.
As lagrimas começaram a se formar nos cantos dos olhos do islandês e lentamente a rolaram pela sua face alva, o norueguês passou os dedos calmamente pelas bochechas do menor e secou parte das lagrimas.
Sem pressa o maior começou a se movimentar, os soluços do menor se misturavam com os gemidos baixos que escapavam de sua boca, os movimentos eram lentos e fortes, o que só fazia aumentar a luxuria do pequeno islandês.
-N-Nore... M-mais rápido... – pediu o menor enlaçando as pernas na cintura do norueguês.
Este apenas sorriu levemente e apoiou-se na cama, logo as estocadas se tornaram mais rápidas e iam mais fundo no corpo do menor que gemia mais alto a cada movimento, o islandês se agarrava aos lençóis da cama e gritava, às vezes mordia os lábios para abafar o som, mas era inevitável.
O menor gritou e jogou a cabeça para trás quando sua próstata foi atingida, suas mãos se direcionaram para as costas do norueguês e passaram a arranhá-lo, este não se importou com a dor proporcionada, apenas continuou estocando o menor com mais força.
Ambos chegaram ao ápice juntos, depois de estocadas profundas e que levavam o pequeno a loucura, o norueguês saiu de dentro do menor e se deitou ao lado deste, os cobrindo com um lençol.
E os dois dormiram no calor aconchegante do corpo um do outro, apenas esperando o dia seguinte, onde mais confusões arranjariam, Dinamarca não estaria nos seus melhores dias e provavelmente descontaria sua raiva nos dois loiros, estes suportariam a raiva do rei da Escandinávia e depois se separariam dele, para viverem seu amor secreto, talvez não fosse tão ruim assim amar seu próprio irmão.
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