coletânea hetalia
16 Franadá
Notas iniciais
Então, esse cap tá mais ou menos, eu acho -qq Enfim, tentei fazer algo bom, mas acho que perdi um pouco de pratica hehehe, mas espero que gostem, o proximo cap vai ter o Portugal o/ já que me pediram há um tempo e eu acabei não fazendo hehe mas agora eu irei fazer o/ só não sei quando irei terminar.
Ah sim *-* hoje é o dia do Canadá o/ então desejo a todos um feliz 1º de julho o/ boa leitura
O jovem canadense de 21 anos corria desesperadamente pelas ruas de Paris para poder chegar ao seu trabalho, estava atrasado e provavelmente receberia uma bronca de seu chefe.
“Não devia ter assistido aquele filme que o Alfred me mandou, mal consegui dormir direito e agora estou aqui, correndo para manter meu emprego” pensava o jovem enquanto via ao longe o prédio da empresa onde trabalhava.
Matthew Williams era o nome desse jovem, um rapaz que decidiu seguir carreira de fotografo para uma das maiores revistas de Paris e da França, o jovem centrado e que sempre fazia tudo o que lhe pediam.
Felizmente Matthew conseguiu chegar ao trabalho com alguns minutos de atraso, mas ninguém o notou, o que não era tão raro afinal, seu chefe só o notou quando este o tocou suavemente no ombro pedindo desculpas pelo atraso.
–Ah Matthew... Que bom que está aqui, pensei que não viria – o homem era maior que Matthew, tinha mais de dois metros de altura, era forte e tinha a barba por fazer – venha, tenho um trabalho para você.
O homem começou a andar em direção a porta que dava para o estúdio fotográfico e Matthew o seguiu em silencio, ao abrir a porta o jovem canadense notou a presença de alguém lá, um homem loiro de olhos azuis, de uma beleza incontestável e que prendeu a atenção do jovem por vários segundos.
–Matthew esse é o novo modelo que quero que você fotografe, Francis Bonnefoy – Matthew saiu de seu torpor rapidamente e acenou um pouco tímido para o loiro que sorriu de forma divertida.
–Matthew, é um prazer conhece-lo – o loiro se aproximou do jovem segurando-lhe a mão delicadamente e a beijando gentilmente.
O canadense ficou estático e sem reação, apenas suas bochechas ganharam um tom avermelhado, ele queria esconder o rosto em algum lugar, aquele cara certamente fez aquilo de proposito para deixa-lo envergonhado ou algo do tipo.
–o-o-o p-prazer é m-meu, senhor Bonnefoy – Matthew só conseguiu gaguejar apesar de estar se esforçando para parecer confiante, mas suas tentativas estavam indo por agua a baixo.
–Que graça – murmurou o francês para si mesmo – Então, podemos começar? – o loiro sorriu enquanto olhava do jovem canadense para o chefe deste.
–C-claro, por favor, f-fique ali, senhor Bonnefoy – o canadense mostrou aonde o rapaz deveria ficar e ajustou seus equipamentos – isso... Agora vire um pouco o rosto para a esquerda – e lá estava a confiança que Matthew queria, a confiança que ele só conseguia quando estava atrás das câmeras.
A cada clique da câmera o jovem canadense ficava mais impressionado com a beleza do rapaz a sua frente, nunca vira ninguém que chegasse aos seus pés, nenhum ator ou modelo, ninguém parecia estar ao alcance daquele ser.
O chefe do canadense já havia saído do estúdio e ido resolver outros problemas na empresa, deixando ambos a sós, apenas com uma câmera entre eles.
–Você é um rapaz bastante centrado, não é, Matthew? – o francês apoiou o queixo na mão e sorriu divertido, o que desconcertou o canadense.
–A-Ah bem... C-creio que sim – o canadense ajustou o foco da câmera e mudou a posição que estava – o senhor poderia ficar de costas e virar o rosto pro lado? – mal o canadense terminara a frase o francês o obedeceu, durante dois segundos o canadense apenas admirou o outro, seus olhos brilharam e suas mãos começaram a tremer um pouco, o que não impediu o jovem de continuar com os cliques da câmera.
A sessão fotográfica continuou até o entardecer, e poderia ter continuado por horas a fio se um dos colegas de trabalho de Matthew não o avisasse do horário e que seu expediente estava quase acabando.
–Bom... Por hoje é isso, senhor Bonnefoy, sinto muito por tê-lo feito ficar tanto tempo aqui... – desculpou-se o jovem coçando a nuca, meio envergonhado.
_não tem problema, mon petit – o francês sorriu e aproximou-se mais do rosto do canadense o beijando suavemente na testa para logo em seguida se afastar – nos vemos amanhã.
E dizendo isso Francis saiu do estúdio deixando o jovem canadense atônito e sem reação, com o rosto totalmente vermelho.
No dia seguinte Matthew acordou mais cedo que o normal e chegou ao trabalho mais cedo até do que seu próprio chefe, estava ansioso para vê-lo novamente, a cada cinco minutos olhava para o relógio e seus olhos percorriam o saguão a procura daqueles olhos azuis e daquele cabelo loiro.
Já era duas da tarde e nada do francês aparecer, o jovem canadense já começava a se corroer por dentro e se perguntar se a culpa por não o ver chegando seria por sua culpa, se havia feito algo errado.
No dia seguinte ele também não apareceu, a semana que se seguiu foi solitária para o jovem canadense que esperava ansiosamente o retorno do loiro, o que parecia que não iria acontecer.
“Será que ele está bem? Será que eu fiz algo errado?” o canadense andava de um lado para o outro de seu apartamento, carregava consigo um ursinho de pelúcia que ganhará de seus pais quando era pequeno.
A campainha tocou e o jovem derrubou o ursinho com o susto, mas logo o pegou e o ajeitou em cima da cama, indo abrir a porta logo em seguida.
–Bonjour, mon petit – cumprimentou o francês assim que a porta foi aberta – sentiu minha falta? – sem pedir permissão o francês adentrou o pequeno apartamento e se ajeitou no sofá.
–S-senhor Bonnefoy, o que faz aqui? – o canadense fechou a porta e fitou o loiro de olhos azuis com um brilho intenso no olhar.
–Eu vim vê-lo, mon petit – o francês sorriu alegremente e bateu levemente a mão do seu lado no sofá.
–S-sério? Mas por que você não foi ao estúdio essa semana? Eu... Pensei que iria... – o canadense se sentou no sofá abraçando as próprias pernas e olhando para o chão.
–Bem, o seu chefe me ligou e disse que as fotos que você tirou já eram o suficiente.... Então... Eu não tinha mais uma desculpa para poder ir te ver – o francês sorriu e abraçou o menor o puxando para si.
–O s-senhor veio aqui só para me ver? – perguntou o canadense um pouco envergonhado devido a proximidade que estava do outro.
–É claro que eu vim para te ver, não haveria outro motivo senão esse, mon petit – o francês segurou o rosto do outro gentilmente e beijo-lhe suavemente os lábios.
–S-senhor Bonnefoy...
–Me chame apenas de Francis, mon petit – o francês aproximou-se mais do menor o obrigando a deitar no sofá e ficando por cima deste.
–F-Francis... O-o que está fazendo?
–Non se preocupe, apenas relaxe e deixa que eu faço tudo, vou fazer você se sentir bem, mon amour – o francês tornou a beija-lo novamente, só que de forma mais intensa, mais feroz, mais voraz.
O canadense gemeu contra os lábios do francês, este apenas sorriu e deixou sua mão acariciar o rosto do outro com carinho.
Em seguida Francis desceu o rosto e passou a distribuir beijos pelo pescoço do canadense até chegar à clavícula, sua mão escorregou para debaixo da blusa do menor e acariciou o corpo imaculado do jovem, que mordia o lábio inferior tentando impedir que seus baixos gemidos escapassem e fossem ouvidos pelo outro.
–Você não precisa segurar seus gemidos, mon petit, eu quero ouvir sua voz – o francês levou sua mão até o mamilo do menor e o apertou suavemente, recebendo em troca um gemido contido e tímido.
Com calma o francês começou a despir o canadense, usando muitas vezes os dentes para faze-lo, o jovem apenas gemia e observava tudo com os olhos brilhando em ansiedade e de medo do que estava por vir.
–Você está um pouco tenso, mon petit, relaxe um pouco – o francês beijou-lhe suavemente a face e acaricio o corpo já despido do menor.
–F-Francis... O que pretende fazer... Comigo?
–Nada que não irá te fazer bem – o francês começou a se despir lentamente sem tirar os olhos do canadense que insistia em virar o rosto completamente corado.
Ao termino o francês começou a acariciar o membro do menor apertando hora ou outra com certa força, o que fazia o menor gemer mais alto.
A outra mão do francês foi até os lábios do menor brincando com eles e em seguida brincando com a língua do jovem, o canadense chupou os dedos do mais velho de forma desajeitada, afinal, nunca havia feito aquilo antes e nem ao menos sonhará que um dia o faria.
Quando achou que seus dedos estavam úmidos e lubrificados o suficiente o francês retirou-os da boca do menor e os levou até a entrada deste, um sorriso faceiro tomou conta dos lábios do maior o que deixou o jovem canadense envergonhado e com o rosto completamente vermelho.
Com calma o francês enfiou um digito na entrada do menor, o que o fez se assustar e gemer de dor olhando sério para o maior.
–Relaxe, eu prometo que não vai doer tanto – o francês beijou-lhe os lábios suavemente e passou a masturbar o menor com força e velocidade.
O canadense concordou mordendo o lábio inferior com força para não gemer, enquanto o maior movia lentamente o dedo dentro dele e o beijava de forma luxuriosa e cheia de desejo.
Em seguida o francês enfiou mais um dedo no menor que gemeu baixo, os dedos do maior abriam e fechavam e se moviam lentamente.
O menor começou a mexer o quadril contra os dedos do outro e gemia baixo enquanto o francês o preparava para recebê-lo.
Quando achou que o menor estava preparado o francês se despiu e retirou os dedos de dentro do menor, logo se ajeitou na entrada deste e lhe sorriu gentilmente.
O penetrou lentamente, para fazer com que o menor não sentisse tanta dor, pois, pelo que notará, o jovem canadense era virgem e não queria traumatizar o garoto logo de cara.
As primeiras estocadas foram lentas e com um período um pouco longo de tempo entre elas, mas logo tomaram um ritmo rápido e forte.
–F-Francis... – gemeu o menor se agarrando ao corpo do outro e lhe arranhando as costas para aliviar um pouco a dor.
O francês começou a masturbar o menor na mesma velocidade que o estocava e a outra mão usava de apoio para não cair por sobre o corpo do outro.
Matthew abraçava o pescoço do francês e gemia cada vez mais alto, deixando de lado a sua timidez e sendo levado pelo calor do momento, Francis gemia contido e beijava cada canto que conseguia do corpo do pequeno em seus braços.
Aos poucos o calor da sala subiu uns 20 graus, ambos suavam e gemiam, estavam exaustos, mas as estocadas não paravam, continuavam rápidas e fortes.
–F-Francis... Eu.. –gemeu o menor se contorcendo embaixo do corpo do loiro e arranhou os braços do outro.
–Matthew – o francês juntou os lábios de ambos em um beijo feroz e apaixonado, delicado e forte, cheio de carinho e luxuria, ambos se desfizeram gemendo alto e desabando no sofá, as respirações aceleradas e os espasmos percorrendo o corpo – onde é o seu quarto, mon petit?
–Primeira porta a direita...
O francês saiu de dentro do menor e o pegou no colo o levando para o quarto e lá adormeceram juntos, um ao lado do outro, depois desse dia muitos outros vieram, sempre mostrando algo novo e que apimentava as noites desses dois, que acabaram se tornando amantes.
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