coletânea hetalia
11 GiriPan
Notas iniciais
Primeiramente eu queria agradecer a todos que acompanham esta coletanea, me deixa muito feliz saber que estão acompanhando e gostando das ones que posto, é uma alegria imensa para um autor saber que seu trabalho está sendo util e lido.
Segundo queria agradecer a todos que pediram este casal, espero demasiadamente que gostem.
Terceiro dia 12 esta coletanea fará 3 meses o estou muito feliz por isso *-*
Acho que é só isso, boa leitura
O jovem japonês Kiku Honda resolve passar as férias, que recebera no meio do ano, na Grécia, era a primeira vez do jovem na Europa, uma cultura totalmente diferente da sua, ele sabia que seria um choque cultural, mas estava ansioso demais para se importar, passara os últimos meses estudando o idioma e conseguia formar e compreender frases simples do dialeto grego.
O jovem tinha 23 anos e uma carreira de sucesso como mangaká, apesar da pouca idade, era famoso por escrever mangás direcionados ao publico feminino e alguns doujins de diferentes gêneros, o jovem adorava escrever dramas românticos, levar sentimentos tão profundos até seus leitores, escrever sempre trazia lágrimas aos olhos negros do japonês.
Finalmente havia chegado a Grécia, o jovem quase desistira de embarcar, mas não o fez, se o fizesse seus parentes ririam de si e ele não queria isso, mesmo que estivesse tremendo e suando de medo ao subir ao avião, não abriu os olhos a viagem inteira e quase caiu ao descer do avião, mas um jovem inglês de olhos verdes o segurou antes que tocasse o chão.
O jovem agradeceu e se desculpou timidamente antes de continuar a andar para pegar sua bagagem, depois de recuperar suas coisas começou a procurar o hotel no qual iria se hospedar.
O hotel no qual se hospedara ficava próximo do aeroporto, de acordo com as informações que lhe fora passado ao ter contatado o gerente da hospedaria, o jovem japonês tirou um mapa do bolso e começou a seguir as informações.
No meio do caminho o jovem encontra um gato a sombra do muro miando e o observando, gentilmente o japonês pega o animal no colo e acaricia o pelo deste, o gato parecia com o jovem, os olhos negros assim como os pelos e o tamanho diminuto que o diferenciava dos outros gatos.
-Kiku, então era aqui que estava – comentou uma voz sonolenta vindo de trás do japonês, esse por sua vez se virou quando não reconheceu a voz – fiquei preocupado quando não te encontrei em casa – demorou alguns instantes para o moreno notar que o outro não falava consigo e sim com o gato.
-Esse gato é seu? – perguntou o moreno entregando o animal para o dono.
-Ah... Sim, ele se chama Kiku... Foi minha mãe que lhe deu esse nome – o outro bocejou e pegou o gato no colo – meu nome é Heracles Karpusi e o seu?
-Kiku... Honda – respondeu o jovem corando ao olhar o outro jovem, nunca havia visto alguém tão belo, o outro jovem era um legitimo Deus grego, com seus olhos verdes, os cabelos castanhos bagunçados e o corpo másculo e bem definido, mesmo usando as roupas.
-Que coincidência – o grego sorriu levemente antes de bocejar – você é um turista, não é?
-Ah... S-sim.
-Irei te acompanhar, é o mínimo que posso fazer por ter achado meu gato.
-Muito obrigado, Heracles-san, estou realmente muito grato por sua ajuda.
-Para onde está indo?
-Para o hotel Atenas, me informaram que era perto do aeroporto.
-Então você se hospedou no hotel da minha família – comentou o grego em tom sonolento abrindo um pequeno sorriso – vamos, é aqui perto – o grego começou a puxar o japonês pela mão, carregando o gato no outro braço.
Logo estavam parados em frente ao hotel, o grego abriu a porta para o japonês e deixou o gato no chão, este por sua vez correu para trás do balcão onde estava outro jovem, de estatura mediana.
-Muito obrigado, Heracles-san – agradeceu o jovem japonês entrando no hotel e indo para a recepção fazer seu check-in e pegar a chave do quarto.
O grego se sentou no sofá da recepção enquanto o japonês era atendido por um egípcio, primo do grego, chamado Gupta.
Depois que o japonês pegou a chave o grego lhe acompanhou até o quarto que fora preparado para o jovem japonês.
-Kiku, depois gostaria de visitar a antiga Ágora de Atenas comigo? Ela está em ruinas, mas mesmo assim é um patrimônio histórico muito visitado.
-Claro, eu adoraria, vou apenas tomar um banho e arrumar as minhas coisas, tudo bem para você?
-Certo, passarei aqui mais tarde e poderemos almoçar antes de irmos.
-Obrigado, Heracles-san – o grego sorriu sonolento e se despediu do menor com um “até logo”.
Kiku fechou a porta do quarto e começou a arrumar suas coisas de forma que achou mais conveniente, deixou os pares de sapato alinhados dentro do armário e pendurou dois ternos, que ele levou por precaução, mesmo que só fosse passar duas semanas, o resto das roupas não viu necessidade de pendurar ou tirar da mala.
Ao terminar a arrumação foi para o banheiro e logo se encontrava debaixo da agua quente do chuveiro, depois do banho o japonês colocou uma calça jeans e uma blusa branca, o que o moreno queria era colocar um yukata, mas ele achou que não seria apropriado para um passeio em Atenas.
Um tempo depois o japonês ouviu batidas calmas contra a porta, logo a abriu e encontrou o grego com um sorriso calmo e os olhos sonolentos observando a figura do menor.
-Está pronto para ir, Kiku?
-Estou, Heracles-san.
O grego levou o jovem a um restaurante típico da capital grega e lhe mostrou os pratos típicos no cardápio, o japonês optou por um prato de souvlaki, que é um tipo de fast food comum na Grécia, que consiste em pequenas espetadas grelhadas de pequeno pedaços de carne e vegetais.
Depois do almoço o grego mostrou a cidade de Atenas, contando sobre os pontos turísticos e o valor histórico contido nos cantos da cidade, falou sobre as ideias de Platão, de Sócrates e de Aristóteles, os três grandes filósofos que marcaram a história da filosofia e a de Atenas.
-Quer tomar um sorvete, Kiku? – perguntou o grego segurando a pequena mão do japonês que corou com o ato do maior – o sorvete daqui é muito bom.
-C-claro, eu adoraria, Heracles-san – respondeu o menor abaixando o rosto avermelhado e fitando os pés.
Após pegarem o sorvete ambos se sentaram em uma mesa para conversar e saborear o sorvete, o japonês havia pegado uma bola de morango, já o grego pegou uma de chocolate.
-No que você trabalha, Kiku? – o grego bocejou e começou os olhos lentamente.
-Eu sou um mangaká.
-Então você escreve mangás? Tem algum de seus trabalhos com você?
-Eu não trouxe nenhum, me desculpe, Heracles-san.
-Ah... Bem... Não tem problema.
O japonês sorriu timidamente e pediu desculpas baixinho, o maior levou uma de suas mãos até os cabelos negros do menor e o acariciou com um sorriso sonolento nos lábios.
Os dois passaram as duas semanas de férias do japonês passeando pela cidade, visitando pontos turísticos e comendo os alimentos típicos do local, o grego muitas vezes caia no sono durante os passeios ou atraia gatos para si, o grego parecia um imã para os pequenos animais, a forma carinhosa como o grego tratava o menor era parecido com a forma que ele cuidava dos gatos, dando atenção e carinho.
O jovem japonês se via cada vez mais interessado no grego, queria conhece-lo mais, poder passar mais tempo ao seu lado, mas tinha que voltar para sua terra natal e talvez nunca mais voltaria, pois nunca sabia quando teria férias e se poderia viajar novamente, nem tudo é como queremos.
-Você tem mesmo que voltar? – perguntou o grego enquanto acompanhava o menor até o aeroporto levando consigo dois gatos, um deles era Kiku, o gato preto e branco parecido com o japonês, o outro era cinza e branco, com uma mancha cinza em forma de coração, chamado Heracles.
-Tenho, me desculpe, eu gostaria de ficar mais, mas não posso, eu tenho trabalho para fazer – respondeu o menor abaixando o rosto – nos vemos outro dia, Heracles-san.
-Kiku – o japonês se virou para fitar o grego e um par de lábios foi colado ao seu, foi um beijo casto, apenas um roçar de lábios, mas fez o coração do moreno bater irregular – nos veremos em breve, até mais, kiku.
O grego sorriu e se afastou, deixando o menor na porta do aeroporto, em estado de choque por causa do beijo roubado, o coração batendo rápido e o rosto avermelhado, logo o voo do japonês foi chamado e este foi logo para o avião, sua família provavelmente estava esperando por sua volta.
A viagem até o Japão parecia mais rápida que havia sido, logo o moreno se encontrava em sua terra natal com as malas em mãos andando pelo aeroporto japonês, indo para a saída para poder voltar para casa.
O japonês foi recebido pelos seus familiares que perguntaram sobre a viagem e sobre Atenas, tomaram chá juntos e saborearam alguns onigiris antes de se despedirem e cada um ir para sua própria casa, deixando o japonês sozinho com seus trabalhos que ficaram pendentes devido as férias.
Logo o moreno estava envolvido com seu trabalho e não pensava mais no grego nem no que ocorrera quando este o deixara no aeroporto, fazia esboços e storyboards calmamente, seus traços eram finos e belos, criavam desenhos incríveis.
Sua rotina voltou ao normal, acordava cedo, tomava um café da manhã leve, trabalhava em seus projetos, almoçava, continuava trabalhando, tomava um banho para relaxar, e depois do jantar lia algum livro para em seguida dormir.
De vez em quando o japonês saia de casa para esfriar a cabeça, ia ao mercado ou a alguma praça, andava pelas ruas sem um destino concreto e depois voltava para casa, era nesses curtos passeios que o moreno se permitia pensar no grego, se permitia lembrar do toque das mãos, do beijo, de tudo que passara na Grécia.
Sentia saudades dos passeios que fazia com o grego, da voz calma e sonolenta deste, da forma como os gatos pareciam estar sempre ao redor deste, o gato que se parecia com o moreno e o outro que lembrava o grego, especialmente pelo fato de que estava sempre dormindo ou se espreguiçando.
Lembrou-se do grego contando sobre a mãe, que ela acreditava no oraculo, que sempre mantinha gatos dentro de casa e lhes dava nomes, cuidando deles como se fossem seus filhos, até o dia em que ela morreu e levou consigo os segredos de Atenas que apenas ela conhecia.
Depois de seus pequenos passeios e devaneios o moreno voltava para casa e continuava seu trabalho, o prazo final já se aproximava e ele tinha que dar o melhor de si para entregar no dia e não causar problemas para a editora.
Ao chegar em casa notou algo diferente, não sabia o que era, mas tinha a sensação de que mais alguém estava ali, mas não deu importância, tinha passado um bom tempo fora de casa e precisava de um banho, logo estava em frente a porta do banheiro, mas quando abriu a porta um grito saiu de sua garganta, ele fechou a porta do banheiro ficando do lado de fora enquanto seu coração batia rápido pelo que acabara de ver em sua banheira.
Ainda estava em choque, suas pernas ficaram bambas e ele escorregou até o chão, seu corpo tremia, nunca em toda a sua vida imaginou-se nesta situação, seu rosto estava corado e suas mãos tampavam seu rosto, estava envergonhado demais para fazer algo, estava perdido, não sabia o que fazer, não sabia se ia para a sala, se saia de casa, se conversava com ele, claro que com a porta entre eles, não queria ter de encara-lo nu.
-Kiku... Por que está no chão? – a porta do banheiro foi aberta revelando o grego seminu com uma toalha amarrada na altura da cintura.
-He-Heracles-san, o-o que está fazendo aqui? – perguntou o japonês se levantando apressadamente e corando, passando por todas as cores de vermelhos possíveis.
-Eu disse que nos veríamos em breve, então eu vim – respondeu o grego bocejando – me desculpe por vir sem avisar.
-Ah... N-não se preocupe, Heracles-san, você pretende dormir aqui? Quer algo para comer ou beber? Ainda deve ter alguns onigiris que fiz ontem.
-Eu adoraria qualquer coisa feita por você, Kiku – o grego sorriu preguiçosamente – se não se importar, adoraria passar alguns dias aqui, sempre quis conhecer o Japão.
-Então irei busca-los e preparar um chá, por que não se troca enquanto isso? Estarei na cozinha caso precise de algo – disse o anfitrião educadamente sorrindo timidamente para o visitante – o quarto de hospedes é naquela porta, sinta-se a vontade.
-Obrigado, Kiku, você é muito gentil – o grego voltou para dentro do banheiro e pegou as roupas que estava usando e levou tudo para o quarto.
Enquanto isso o japonês foi para a cozinha preparar um chá e fazer algo para comer, pegou alguns onigiris e fez alguns tempuras para saborear junto do visitante.
Logo os dois estavam sentados a mesa, tomavam chá e comiam os tempuras e onigiris enquanto o japonês tentava manter uma conversa com o grego que parecia estar com mais sono que normalmente estava.
-Está cansado, Heracles-san?
-Estou bem, apenas não dormi direito esta noite – respondeu o maior espreguiçando-se – estava ansioso demais para conseguir dormir.
-Não quer descansar um pouco?
-Depois, ainda quero fazer algo.
-E o que seria?
O grego se levantou da mesa lentamente, observando o moreno com cuidado e logo se postou ao lado deste o segurando pela mão e o levantando com calma, quando este estava de pé puxou-o pela casa até o quarto de hospedes.
-Eu quero você, Kiku – comentou o grego calmamente empurrando o outro carinhosamente na cama o deitando – desde o momento em que te vi com o meu gato em seu colo.
-H-Heracles-san... O-o que quer dizer com isso? – perguntou o menor corando e se sentando na cama com certa dificuldade, já que seu corpo tremia e seu coração batia rápido.
-Exatamente o que eu disse, Kiku – o grego selou os lábios nos do japonês, apenas os lábios, nada de línguas ou algo mais profundo, não queria apressar o moreno ou forçar, queria que fosse algo espontâneo.
O grego se afastou ligeiramente, a respiração do japonês estava acelerada e seu hálito quente ia de encontro com a boca do grego que mais uma vez forçou os lábios contra os do japonês, esse processo se seguiu por mais algumas vezes até que o japonês entreabriu os lábios inconscientemente e o grego, notando a atitude do moreno, deixou sua língua invadir a cavidade do menor, as línguas se roçaram lentamente, a língua experiente do grego brincava com a língua tímida do japonês, começou com toques leves, apenas se roçando sutilmente, depois eles se afastaram por falta de ar.
Os lábios do japonês estavam avermelhados e inchados, a respiração ofegante, seu peito subia e descia rapidamente, seus olhos pretos estavam presos aos verdes do grego, como se estivesse hipnotizado, o moreno levou uma das mãos ao próprio rosto e roçou os dedos no lábios se lembrando do contato com a boca grega.
O grego roçou os lábios no pescoço do moreno e passou a distribuir beijos por toda a extensão, o japonês levou a mão à boca a tampando, gemidos baixos já se formavam em sua garganta e às vezes escapavam por entre seus dedos.
-Não precisa se conter, Kiku – pediu o grego mordendo o pescoço do menor com carinho e o lambeu – quero ouvir seus gemidos.
O moreno gemeu baixo e deixou sua mão pousar no cabelo do grego se emaranhando ali e fazendo leves carinhos desajeitados, o grego sorriu levemente e procurou os lábios do menor e os tomou em um beijo, dessa vez usou um pouco de força para invadir a boca do moreno, uma dança sensual e excitante logo se iniciou.
O beijo prosseguiu por mais alguns segundos até a falta de ar obriga-los a se separarem, o grego segurou a cintura do moreno o puxando para si e colando os corpos, o moreno gemeu com o contato dos corpos e deixou a cabeça tombar sobre o ombro do grego.
O grego sorriu e acariciou a nuca do japonês, depois desceu a mão pelas costas do menor e invadiu a blusa deste acariciando a pele alva e macia do moreno que gemeu baixo, a mão do grego seguiu até um dos mamilos e o apertou, puxou e acariciou recebendo mais gemidos contidos do moreno.
-Antes de morrer minha mãe me disse que o Kiku me faria feliz, parece que ela tinha razão – sussurrou o grego mordendo o lóbulo da orelha do menor – você é uma graça, Kiku.
-H-Heracles-san – gemeu o menor segurando os ombros do maior para se apoiar – n-não me t-toque assim... Ah.
-Isso é bom? – perguntou o grego acariciando toda a extensão do tronco do moreno e o beijou no canto da boca.
-H-Heracles-san... – o moreno gemeu perto do ouvido do grego fazendo este sorrir e deita-lo na cama ficando por cima deste.
Com calma o grego retirou a própria blusa e a do japonês, o de orbes verdes passou a distribuir leves beijos e mordidas por toda a extensão desnuda do corpo do outro e este se contorcia com os atos do maior.
O grego desabotoou a própria calça a abaixando até os joelhos deixando visível sua excitação, mesmo através do pano da peça intima, o moreno corou e virou o rosto tampando-o com as mãos, aquilo era muito mais do que ele já tinha visto do corpo de um homem que não fosse ele, era estranhamente vergonhoso e excitante.
As mãos do grego passaram a acariciar o membro do moreno por cima das calças, o menor começou a gemer e dizer o nome do maior entre os gemidos que escapavam sem controle.
O grego levou a mão livre até os lábios do moreno e acariciou o lábio inferior, os dedos rapidamente escorregaram para dentro da boca do japonês que passou a lambê-los desajeitadamente, sentindo o gosto do maior.
Lentamente o grego abaixou a calça do moreno junto da peça intima, as jogando em algum canto do quarto, a mão ainda acariciando o membro do menor fazendo movimentos de vai e vem que faziam o menor gemer.
O grego tirou os dedos de dentro da boca do japonês e calmamente os levou até a entrada do menor penetrando-o lentamente, o moreno gemeu baixinho ao ser invadido por dois dedos e se contorceu de dor embaixo do corpo forte do grego.
Os lábios do grego se encontraram com os do japonês e começaram movimentos leves, as línguas se roçavam e iniciavam uma dança lenta e sensual dentro das bocas, o moreno gemia entre o beijo e suas mãos pousaram no peito largo do grego.
-H-Heracles-san, o que está f-fazendo? – perguntou o moreno corando e virando o rosto enquanto empurrava levemente o peito do maior para poder respirar.
-Estou prestes a fazer amor com você, Kiku – respondeu o moreno beijando a face corada do menor e movendo os dedos dentro deste lentamente, os dedos moviam-se em movimentos de vai e vem, vasculhando aquela cavidade que insistia em comprimir os dedos do grego de uma maneira deliciosa.
O grego retirou os dedos de dentro do menor e se despiu, lentamente ajeitou o menor e abriu as pernas deste levando uma delas até seu ombro, se ajeitou na entrada do menor e o penetrou lentamente sem tirar os olhos do rosto do moreno, vendo cada reação.
O menor mordeu o lábio inferior para não gritar de dor, aquilo era insuportável, era a mesma sensação que ser partido ao meio, mas alguma coisa lhe dizia que iria melhorar, alguma coisa dentro de si dizia que ele deveria esperar.
O grego gemeu ao se ver inteiro dentro do moreno e deixou seu corpo tombar sobre o menor, as respirações se misturando enquanto as bocas se aproximavam para outro beijo cheio de desejo e luxuria.
-Heracles-san... Ahn... T-tá doendo – gemeu o menor se agarrando nos ombros do maior o arranhando levemente – I-isso não vai dar certo, H-Heracles-san.
-Relaxa, vai melhorar – pediu o grego distribuindo beijos desde o queixo até a boca e depois fazendo o caminho inverso – não vou me mover até que você me diga para fazê-lo, está bem? – o grego levou uma mão até o membro do menor e o segurou com carinho fazendo movimentos de vai e vem recebendo gemidos de prazer do menor.
Os movimentos continuaram ritmados e fortes até que o menor gozou gritando o nome do maior e deixou às mãos caírem ao lado do corpo, os espasmos percorriam o corpo do moreno, mas o grego não estava satisfeito, queria mais do moreno e ele também queria mais do grego.
-Posso me mexer? – perguntou o grego acariciando o rosto do menor com as costas das mãos, o menor apenas concordou com a cabeça e segurou os lençóis enquanto esperava o grego se mover.
Logo os movimentos do grego começaram, ritmadas, lentas e enlouquecedoras, o menor gemia baixo e mordia o lábio inferior com certa força, o grego se apoiou na cama e continuou com as estocadas.
-H-Heracles-san... Ahn... Isso é bom – comentou o menor gemendo e passando os braços ao redor do pescoço do grego o puxando contra si e colando os corpos, fazendo seu membro ser estimulado pela fricção dos corpos.
-Kiku... Kiku... – chamou o maior voltando a beijar o menor sem parar as estocadas, ambos gemiam entre os beijos – você é tão apertado... Isso é bom.
O menor gemeu alto quando teve sua próstata estimulada pelas estocadas, o grego começou a estoca-lo de forma que conseguisse acertar mais vezes a próstata do menor.
Continuaram com as estocadas até chegarem ao ápice, um tempo depois, o moreno lambuzou o abdômen de ambos quando liberou seu prazer, o grego saiu de dentro do japonês e começou a lamber o prazer do menor, ambos estavam exaustos quando deitaram na cama, estavam sujos e suados.
-Eu vou tomar um banho – comentou o menor tentando se sentar, mas a dor em seu quadril o fez desabar na cama – acho que vou fazer isso amanhã – disse levando as mãos ao quadril e fechando os olhos.
-Está doendo? Se quiser eu te levo para a banheira e podemos tomar um banho juntos – comentou o grego se levantando da cama e pegando o moreno em seus braços, depois o levou até o banheiro, ligou a agua e encheu a banheira, para em seguida depositar o menor com cuidado e entrar na banheira logo depois.
A agua quente relaxou e revigorou os dois jovens, ambos estavam felizes e talvez um pouco doloridos, mas nunca se esqueceriam desse dia, o dia que se entregaram de corpo e alma para o outro, e quem diria, a mãe do grego tinha certa razão ao ver o oraculo.
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