até em Meu Trabalho Você Me Persegue!
12 De-de-desafio???????
Notas iniciais
Bom, só para evitar perguntas u.u... o Dio n desapareceu u.u, ele só está temporariamente ausente ^^!! Levanta a mão que gostou 8DDDD!!! *cri cri criiiiiiiiiiiiiiiiiiii* ó.ò...
8D, mudando de assunto ^^, gostaria de agradecer a super NaylaLeite *o*!!!!!! Nyaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh, obrigadaaa por recomendar a ficccccccc >u<!!!!!!! *saindo correndo pela casa q nem uma maluca* 8D!!! Eu fiquei mt feliz TuT!!!! Ah, e tbm gostaria de agradecer a naruhinalove ^^!!!! Minha Onee-chan por estar akie 8D!!! Ah, e tbm a O-imortal, seja bem vindo aos reviews xD!! (ele criou uma conta, gente 8DDDDDD!!!!!) E a todas as pessoas lindas q leem essa fic TuT!!!!!!!! Pessoas, (<- jeito carinhoso q meu tio chama a familia sendo copiado por mim) vcs sao d+ TuT!!!!! Obrigada!!! 8D
Bjos bjos o/!!!!!
- Droga! – murmurei quando percebi que a bandeja tinha escapado de minha mão. Um barulho cortante soou em toda cozinha, mas todos, ocupados demais para perceber, nem ligaram.
Apoiei minha mão no balcão e desci até chegar à bandeja, pegando-a, zangada.
Quando subi novamente, meus olhos foram diretos para as mesas dos clientes encontrando algo surpreendente, que por algum motivo que eu não conhecia, me deixaram furiosamente mais zangada que um segundo atrás.
- Mal-maldito! – balbuciei, gaguejando de raiva. – Idiota! Hentai! – fixei meu olhar no que via, cerrando os olhos.
**Na imaginação da Elesis**
Uma garota inocentemente kawaii estava sendo puxada pelos braços por Sieghart, aquele maldito aproveitador de menininhas inocentes, fazendo com que ela fosse obrigada a agarrar o pescoço dele. Ela tentava se distanciar, assustada, mas ele a punia, girando para o lado e para o outro violentamente, fazendo a pobre menininha balançar sem parar.
Enquanto ela gritava de horror, Sieghart se satisfazia ao olhar a pura e indefesa menina chorar constantemente sem poder fazer nada. Seu sorriso não saia de seu rosto.
Eu sabia! Sabia que ele era assim com todas as garotas! Sabia que era só uma brincadeira comigo! Claro! Com todas as garotas do mundo deve ser assim! Ele deve amar ficar se aproveitando de todas! Que nem essa linda garotinha! Esse... Esse... Grrr!
**O que acontecia de verdade**
Sieghart inocentemente gentil foi atender a mesa, onde uma menina aparentemente normal acabara de chamá-lo. Com seu sorriso simpático e com seu corpo inevitavelmente lindo e sexy ele perguntou o que naturalmente todos os garçons perguntam “qual é o seu pedido?”, sem segundas intenções. E com o mínimo detalhe que ele não estava usando nem 1% de seu charme irresistivelmente glamoroso.
A louca da psicopata, achando estar sendo paquerada, pulou que nem uma doida para cima do despreparado moreno, que por instinto, desviou. Mas a complexada da garota, que não deve ter um cérebro decente na cabeça, atacou as costas dele, gritando e se remexendo de felicidade, achando de alguma maneira possível só nos sonhos delaque ele estava gostando.
Tentando tirar a jumenta das costas, Sieghart segurou os braços dela, que estavam em volta de seu pescoço, e tentou desprende-la de lá. Mas como a carrapata não saía, ele girou para os lados, tentando enfraquecer o aperto do gorilão preto assassino.
Gritando retardadamente, a lerda chamou a atenção do gerente, que como é um puxa saco dos clientes, mandou telepaticamente – o que nós chamamos de pressão do olhar – Sieghart fingir que estava gostando. Ele foi obrigado a sorrir, enquanto a menina – sem xingamentos suficientemente compatíveis pra ela – o abraçava sem parar.
Sieghart olhou para o lado, percebendo o olhar bravo de Elesis. E temendo que a ruiva – do jeito que é – entendesse a situação de outra forma, desejou sair dali o mais rápido possível. Uma determinação misteriosa veio em seus braços e ele conseguiu desfazer o abraço – enforcamento assassino – da dinossaura.
**Elesis narrando
Meus dentes trincaram quando eu percebi que Sieghart notou que eu o olhava e, se achando o inocente, tirou a menina de lá. Depois que a pobre garotinha foi libertada, Sieghart andou em direção à cozinha, onde eu estava, e a mãe da garota, que estava ao seu lado, a abraçou fortemente. Provavelmente tentando consolar a filha.
Abrindo a porta ele falou:
- Você sabe que ela que se jogou em mim, não é? – disse ele apontando para a mesa da menininha.
- Claaaaaro! – falei com sarcasmo, pegando o pano e esfregando o balcão limpo.
- Nunca pensei que uma pessoa poderia ser tão sega... – com a mão direita ele colocou dois dedos nas têmporas e balançou a cabeça negativamente.
- Ora seu... – formei um punho com minha mão e a lancei contra seu rosto. Mas, como eu previa inconscientemente, ele a agarrou. Suavemente puxando-a.
- Eu nunca trairia você, ruivinha... – murmurou ele, trazendo meu braço levemente para frente, levando meu rosto a milímetros do seu.
Empurrei-o, afastando-me e balancei a cabeça. Eu sabia: se eu o deixasse tocar em mim, com certeza, minha cabeça ficaria confusa e cheia de... Sieghart. Ele a manipularia, como faz com todas as garotas, e sem que eu percebesse, ele já estava no controle.
- Olhe, se você acha que esse truquezinho vai funcionar comigo, Sinto muito! Você está definitivamente proibido de tocar em mim! – cruzei os braços, sorrindo superiormente.
Há há! Assim com certeza ele não vai conseguir me manipular como sempre faz!
- Truquezinho? – ele arqueou uma sobrancelha, confuso.
- É! Ficar me abraçando e me puxando sempre para perto de você! – ele pareceu mais confuso ainda, arfei – Você sabe muito bem do que estou falando! Quando você fica me botando para sentir seu corpo e me deixando nervosa e constrangida! Mexendo na minha cabeça com essas porcarias de músculos que você tem! Você sabe muito bem que isso me deixa sob seu controle! Seu manipuladorzinho de baixa categoria! Você acha que só porque é bonito pode me usar? Há há há há! Está muuuuuuuito enganado! – ele pareceu segurar um sorriso.
- Então você acabou de afirmar que fica louca com meu corpo, que com suas palavras, é incrivelmente sexy. – ele fez uma cara séria e balançou a cabeça para cima e para baixo levemente, assentindo, com seus braços cruzados – Faz sentido. – logo, sorriu satisfatoriamente.
- Maldito! Não distorça minhas palavras! – ele riu.
Examinando bem o que eu havia dito, percebi o quanto minha idiotice chegava ao extremo. Ele não havia distorcido nada, não é mesmo?
- Já entendi o que você quis dizer. – me analisou, sem desaparecer o sorriso divertido – Você acha que é só uma ilusão o que sente por mim, e que isso é causado pela tentação que eu faço você sentir, usando meu corpo e não os sentimentos...
- Droga! Você faz parecer como se eu gostasse de você, mas negasse isso! – juntei as sobrancelhas.
- Você não nega? – sorriu de lado.
- Eu não sinto nada por você! – gritei.
Depois de me encarar por alguns segundos, Sieghart apenas olhou para o lado ainda sorrindo. Como se o que eu acabara de falar não convencesse a nem a uma mosca idiota. Deixando um silêncio constrangedor. Neguei-me a olhar o restante da cozinha, tinha certeza que nós éramos o centro das atenções... como sempre.
- Aceito seu desafio.
- Hã? – fiquei confusa.
Que desafio?
- Se eu conseguir fazer você: ficar vermelha três vezes, fazer você, por vontade própria me abraçar e fazê-la pedir minha companhia, sem triscar em você, você irá admitir que está apaixonada por mim. – um sorriso desafiador tomou seu rosto.
- Mas se você perder? – disse alguém da cozinha, na primeira fila (Sheldon, seu maldito!).
Sieghart me encarou, por alguns segundos antes de falar.
- Desistirei de você, Elesis. – seu rosto ficou sério. Um sério que eu nunca havia visto antes. Como que... Se ele pela primeira vez na vida estivesse em uma situação de verdadeiro perigo. Seu queixo estava rígido e seu rosto pálido.
- Q-Que bom então... – disse minha voz em um tom hesitante. Eu não poderia voltar atrás, não é?
Mesmo não sabendo como eu havia feito para chegar nesse assunto...
- Só há um detalhe. – continuou ele, agora olhando para o balcão – Se eu ao menos triscar em você, eu perco tudo. Mas se você tocar em mim, o jogo acaba pra você. – sorriu – Claro, quando você me abraçar por vontade própria não vai contar como um toque, e sim como um item para minha lista. – pausou — E isso tudo até amanhã.
- Tudo bem! – disse sem hesitar.
Sieghart andou para frente, ficando próximo de mim, tirando o avental. Por um momento estranhamente calmante pensei que ele iria fazer alguma coisa comigo, daquelas que ele sempre faz, mas ele apenas disse:
- Começando agora. – e passou por mim, saindo pela porta da cozinha, mas antes de completar tal ato, falou na porta – Você viu o canal do tempo hoje, ruivinha? – sorriu maliciosamente e fechou a porta, deixando uma cara de dúvida expressada em meu rosto.
- Você não vai atrás dele? – olhei para onde a voz soou.
- Às vezes me pergunto... MAS QUE DROGA QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO SENTADOS NO CHÃO? POR ACASO ISSO AQUI É ALGUMA PEÇA DE TEATRO?
Depois de alguns risos nervosos e olhares, para todos os lugares menos pra mim, eles finalmente se desculparam e voltaram medrosamente a trabalhar.
- Ei, falando sério, você não vai atrás dele? – falou Sheldon, indo para meu lado.
- E porque deveria? – aquele idiota... Que droga que ele quis dizer com “viu o canal do tempo?”.
- Só um motivo: Seu turno já acabou. E o outro mais importante, que você já deve saber qual é.
- Não, eu não sei qual é. – falei indo lavar minhas mãos. Sheldon me seguiu.
- Você não quer realmente que ele desista de você, não é mesmo? – ignorei-o, mas ele continuou – Aposto que ele está lá fora esperando por você.
- Duvido.
- Sei que não.
Revirei os olhos e tirei o avental, pegando minha mochila e indo para a porta.
- Tchau. – abri a porta e saí, deparando-me com a noite escura e fria. Respirei fundo. É... ele não estava lá.
- Pensei que ia tentar fugir de mim para sempre. – olhei para o lado, assustando-me.
Ele estava encostado na parede de braços cruzados. Sieghart mostrou-me um olhar desafiador, depois desencostou-se de lá e seguiu para frente.
Andei logo atrás dele.
- Você por acaso está me perseguindo? – meu tom de voz estava mais baixo que o normal, como se estivesse temeroso demais de passar dos limites.
- Você é tão cruel ruivinha... – ele virou o rosto para trás, sorrindo – Só estou lhe acompanhando.
- Tsc. Como se eu precisasse de um guarda costas.
- Acho que 9 entre 10 vezes você precisa sim. Além do mais... – ele virou para mim, fazendo-me parar, antes que eu batesse em seu peito. – Eu adoro servir uma ruivinha tão teimosa quanto você. – ele me olhou fixamente por alguns segundos. Desviei o olhar enquanto ele sorria, virando novamente e caminhando.
- Baka... – murmurei, um pouco sem jeito.
Caminhamos até a porta de minha casa em silêncio. Tentei não chamar muita atenção.
Droga. Porque eu estava com um sentimento ruim dentro de mim? Seria...culpa? Será que eu queria mesmo que Sieghart perdesse...?
- Obrigada por me acompanhar. – disse eu, quando subi as escadas para a porta de minha casa.
Tirei as chaves e coloquei-as rapidamente na fechadura da porta. Abrindo e entrando o mais rápido possível. Por algum motivo, a tensão do clima entre Sieghart e eu estava muito grande. Eu não queria ficar com ele agora.
Senti um certo impacto quando fechei a porta com força e por ser diferente do habitual, estranhei. Não era o impacto esperado: Uma coisa forte e bruta, com o barulho estrondoso de sempre, e sim um impacto suave e silencioso, como se houvesse uma mola ali.
- Hoje não Elesis. – ouvi ao perceber que Sieghart segurava a porta.
- O que você está fazendo? – falei nervosa, empurrando a porta mais forte.
- Entrando. – ele sorriu de lado, ambicioso.
Sieghart empurrou a porta, me levando junto. Tentei colocar mais força ainda, mas ele já estava dentro. Afastei-me, deixando-o fechar a porta atrás de si.
- O que você quer aqui, idiota?
Ele me olhou, se divertindo.
- Quero dormir com você hoje, ruivinha...
- Q-QUE? – minhas bochechas ficaram rubras.
- Essa foi fácil. – ele riu, adentrando o local.
- Maldito! – segui-o – Você quer, por favor, sair da minha casa? – disse, zangada.
- Ora ruivinha... Você não vai deixar um pobre amigo seu voltar andando na chuva para casa, não é? – ele começou a subir as escadas rapidamente.
- Não está chovendo, esperto! Essa desculpa não colou!
Andei mais rápido, percebendo onde ele pretendia entrar.
- Ei! Espere aí! – corri, mas calculei que se eu me jogasse para segurar a porta, com certeza tocaria nele.
- Posso entrar, não é? – disse ele, já dentro do quarto.
- Não! – grunhi, sabendo que qualquer que fosse minha resposta ele não mudaria de direção.
Ele abriu a janela, revelando o mar de chuva que caia.
- M-Mas como...? Há um segundo atrás...
- Um segundo, dois... Qual é a diferença, não é mesmo? Está chovendo, fato, e eu não estou a fim de me molhar. – ele sorriu, deitando-se em minha cama.
Às vezes me pergunto se Sieghart é algum bruxo ou coisa do tipo...
- Ora seu... Eu não estou nem aí! Saia daqui agora!
- AAAh – ele fingiu um bocejo – Gostaria muito de não te incomodar, ruivinha, mas eu estou tão cansado do trabalho, sabe...? – ele girou na cama e abraçou o Sr.S, meu ursinho de pelúcia favorito.
- Largue o Sr. S, agora! – peguei um travesseiro e bati nas costas de Sieghart com ele.
- Sr. ... S? – ele fingiu bocejar de novo, mas dessa vez para esconder uma gargalhada, que não ficou tão bem escondida assim.
- Algum problema? – bati mais vezes nele.
- De onde vem a letra S, ruivinha? – ele olhou curiosamente pra mim, sorrindo, tentando insinuar alguma coisa. Juntei as sobrancelhas, já sabendo o que ele pensava.
- Vem de: Sei lá qual nome botar em você! –inventei rapidamente, levei o travesseiro para a cara dele – Agora sai daqui!
- Eu não me lembro muito bem desse ursinho quando eu vim aqui da ultima vez... Ele é novo?
Despreocupado, Sieghart girou, encostando as costas na cama e levantou o ursinho, olhando-o de baixo.
- Não te interessa! – tentei pegar o Sr.S, mas Sieghart desviou-o. Tentei me reequilibrar, para não acabar caindo naquele idiota – Você é realmente muito chato!
Ele colocou o ursinho ao lado de seu rosto, virando pra mim.
- Pensando bem, ele é a minha cara, não é? – Sieghart sorriu.
- Não! – bati novamente nele, mas o mesmo não ligou.
Enterrei minha cabeça em minhas mãos e murmurei algo como “Meu senhor, por que isso acontece justamente comigo?”, fazendo Sieghart rir.
- Você não vai sair, não é mesmo? – disse eu.
- Não.
Suspirei irritada e me virei pegando minha toalha pendurada na cadeira de minha escrivaninha e logo indo para meu guarda-roupa, pegando outra toalha, só que dessa vez limpa.
- Toma seu idiota. – joguei-a em direção à sua cara, mas ele a agarrou. – Vou te mostrar o banheiro.
Sieghart levantou-se, seguindo-me vitorioso. Levei-o até o banheiro que ficava ao lado de meu quarto.
- Como você é um idiota despreocupado, vai se virar em achar roupas para você – finalmente achei um motivo para rir naquela noite. – Boa sorte! Há há há há!
- O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade. O otimista vê a oportunidade em cada dificuldade. – ele piscou para mim, querendo, como sempre, deixar algo implícito no ar, e entrou no banheiro.
- Exibido! – falei, dando as costas e indo para meu quarto. Tinha certeza que ele deveria estar rindo agora.
Entrei em meu quarto, me tocando do que acontecia. Eu tinha um problema a resolver: Há alguns dias atrás, eu havia perdido a chave do meu quarto por aí. Mas isso nem foi algo tão grave, ainda ontem, já que, como eu moro sozinha, não preciso me incomodar com entradas sem permissão.
Mas... como há um certo intrometido aqui hoje... Eu preciso fazer alguma coisa para garantir minha privacidade.
Peguei a cadeira de minha escrivaninha e coloquei-a inclinada. Embaixo do trinco da porta.
- Se nos filmes funciona...
Caminhei até o banheiro, só pensando na água quentinha que meu corpo ia sentir, quando eu estivesse de frente para o chuveiro, quando ouvi Sieghart gritar alguma coisa para mim.
Arfei indo em direção à porta do quarto novamente.
- O que?!
Ele repetiu, mas mais uma vez eu não havia entendido. O som estava abafado vindo do banheiro onde ele se encontrava.
- Você pode falar de novo? – gritei. Ele, do mesmo modo, gritou mais alto dessa vez, só que não o suficiente para eu entender. — Fala sério... – murmurei, tirando a cadeira da porta e abrindo-a.
Dei alguns passos até chegar à porta do banheiro, dando duas batidas de leve e levando meu ouvido para perto da porta.
- O que você quer agora? Eu não escu...
Ela se abriu. Dei um salto para trás no mesmo segundo, abafando o grito em minha mão e corando quando seu rosto molhado quase tocou o meu. Gaguejei alguma besteira, o fazendo rir.
A porta estava aberta, mas somente o bastante para exibir o rosto, os ombros e parte do peito molhado de Sieghart. Seus cabelos estavam baixos, diferentes do habitual e pingavam constantemente. A água de seu corpo descia em formas de gotas até caírem no chão.
- Só queria lembrar que quando se está chovendo, é perigoso usar chuveiro elétrico. – ele riu ao ver que minha expressão assustada e envergonhada ainda não havia mudado. – Com essa, já foram duas vezes.
- D-Duas vezes o que? – ele deveria estar ciente que estar nu na minha frente, mesmo com uma parede firme cobrindo-o, era um bom motivo para eu estar naquele estado.
- Que você ficou vermelha. Pois é ruivinha... acho que eu não vou perder tão fácil essa aposta...
- Ca-cale-se! – me virei, entrando novamente em meu quarto rapidamente e ouvindo seu riso abafar-se dentro do banheiro.
Droga! Até mesmo sem triscar em mim esse idiota consegue deixar o mesmo efeito de sempre... Droga, droga, droga!
Andei rápido, a destino do banheiro, fechando a porta fortemente e tirando minhas roupas no caminho, me enfiando no chuveiro, sem ligar o “modo inverno”. Puxei o prendedor do meu rabo de cavalo, sentindo um pouco de alívio e o coloquei em cima da pia. Senti a água fria fazer-me estremecer. Deixei-a escorrer pelo meu corpo, tentando recusar o impulso de ficar pulando ou desviar da água, como sempre fazia quando sua temperatura era fria demais.
- Droga... – sussurrei na palma de minha mão, sentindo a dor abandonada em meu peito voltar. – “Quando se está chovendo, é perigoso banhar com chuveiro elétrico...” – fechei meus olhos fortemente — Mamãe sempre falava isso para mim... – suspirei pesadamente, apoiando minha mão na parede a minha frente.
Depois de alguns segundos, controlei-me. Um sorriso leve esboçou-se em meu rosto sob minha mão.
- Sieghart... Mesmo sem querer você consegue mexer comigo...
Bufei e balancei minha cabeça. Eu já havia superado isso tudo! Não ia voltar a lembrar dessas malditas mágoas do passado novamente...
Mas tinha que admitir... Somente com essa simples frase... Senti que alguém estava disposto a me proteger novamente...
Notas finais
(bruna): u.u, certo, mas só pq vc ta fikando chatuh ò.ó!
(Mike): *pegando a mão de bruna e (fingindo estar) lendo o futuro dela* hm... vejo uma enorme mancha de... SANGUE em seu coração ù.ú!
(bruna): *0*!!!
(Mike): E tbm vejo... ARMAS ù.ú!!!!!
(bruna) : Ar-armas .-.????
(mike): Só uma na vdd u.u, e tbm vejo... ODIO MORTAL ù.ú!!!
(bruna): *engolindo em seco* O-O...
*Uma semana depois, Mike (o idiota humano), brincando de arminha d'agua - ARMINHAS D'AGUA Ò-Ó!!!!! - saiu correndo q nem loko com uma macarronada na mão - quem correria com uma... ¬¬, ah deixa pra lá... - , fugindo de Mike (o cãozinho fofz labrador ^-^). Tudo resultou em um imenço tombo, adivinha com quem ò.ó? Pois eh, com Bruna ù.ú, q saiu toda suja de molho de tomante, correndo loucamente atrás de Mike*
(Mike): Tragam suas mãos para eu ler o futuro de vocês u.u... Funciona ;D!
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