Notas iniciais
Bem, galera eu estou de volta e eu estou com muita energia. Obrigado Safsuf e tia Mokkochi por estarem me motivando a cada dia mais. E, sem deixar de citar vocês, vocês os meus queridos leitores dessa fic. Eu espero que vocês que leem isso, leiam essa nota do capítulo. Ah, espero pelos reviews, e quero deixar uns easter eggs para vocês e "challenges" para vocês nos capítulos a serem postados. O challenge é: Quem é o narrador ? Alguém tem um palpite ? Obrigado Safsuf por me dar essa ideia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Enfim, boa leitura.

Crime Time

Bem, eu diria que eu o narrador dessa história não deveria estar sendo levado pelas emoções da biografia daquela coelha saltitante, entretanto, eu sou uma pessoa muito sensível e que gosta de coisas para lá de emocionantes e sentimentais, acabei por ser mais uma vítima do destino. Mas, enquanto eu digo isso, aqueles dois malucos estão por aí salvando Zootopia de mais vilões doidos por aí, contudo, eu irei dar suporte a eles.

Ah, antes que eu esqueça, eu irei deixar que a Judy me introduza na história, afinal, eu acredito que, seria meio sem graça e sem surpresas se eu o próprio narrador fizesse a própria entrada na história.

Enfim, eu irei narrar essa história por alguns momentos, até porque, aquela orelhuda me pediu.

Narrador Pov

Após a morte da mãe da raposa, o garoto sem ninguém neste mundo opressor e preconceituoso, já demonstrara uma grande falta de sentimentos, sendo levado a cometer os seus pequenos roubos nas redondezas em que ele morava, afinal, já que não sobrara nada para ser levado com bem material da sua casa para ser trocado por algumas moedas, Nick por impulso do destino, fora obrigado a cometer delitos nas pequenas cidades em que ele visitava.

Chegando a um pequeno vilarejo, o menino alaranjado decidiu usar uma de suas habilidades, ou seja, a habilidade da astúcia e malandragem, sendo que, o mesmo o praticava com a inocência de uma criança recém largada no mundo cruel e triste. Analisando a situação por completo, poderia dizer e presumir que aqueles pequenos atos, na verdade eram praticamente ações ingênuas de alguém que lutava para sobreviver e não para viver, um rodeio paradoxal da vida com a realidade.

Viver seria algo muito prazeroso, no entanto, essa palavra se referia a algo que, por métodos da meritocracia ou da dignidade poderia fornecer uma vida digna, isto é, uma bela mulher, um carro, casa, bens materiais, enfim uma vida cheia de fortunas e glória.

Por outro lado, a palavra sobreviver se remete ao seguinte aspecto, lutar, roubar, matar se for preciso e até mesmo cometer delitos ao ponto de atravessar qualquer barreira da compreensão animal já existente, ou seja, tudo isso significava um estilo de vida de alguém cuja a vida fora uma droga ou por conseqüência dos desejos , escolhas e por fim o próprio destino, uma vida de tortura e como mérito, brigar todos os dias para se manter vivo.

Nickolas Piberius Wilde por onde ele passava, era conhecido como o garoto escoteiro, afinal, por que essa denominação? Para responder essa questão, eu o narrador convido você leitor a voltar um pouco no tempo comigo. Você está preparado? Se a resposta for sim, então embarque comigo.

Flash Back

Nick após a perda de sua mãe resolvera buscar um meio de sobreviver aquela situação desesperadora, ou seja, sem a sua orientadora e protetora ao seu lado, tudo e todos poderiam julgar e até mesmo fazer mal a pobre criança indefesa em um mundo cheio de tabus.

Em todas as casas que o garoto passava, o mesmo pedia para que o dono ou a dona do recinto pudesse lhe ajudar dando algum dinheiro ou até mesmo alguma coisa para comer para um escoteiro.

A situação em que o nosso herói estava sujeito era na verdade uma condição humilhante, por um lado poderia dizer que, a raposa batia na porta ou tocava a campainha das casas e pedia alguma ajuda, contudo na maioria das vezes, muitos quando olhavam para o rosto do menino, de imediato todos diziam a mesma frase: “hoje não”, “não posso” ou até mesmo a mais cruel delas que era: “eu não irei dar nenhuma ajuda para uma raposa falsa e que vive para enganar os outros se passando de coitado”

Toda essa descrição pode fazer o leitor sentir duas emoções distintas. A primeira delas seria a raiva, ou seja, raiva dos animais que oprimiram o nosso herói. Já a outra condição sentimental que o meu ouvinte pode ou poderá sentir agora é o sentimento de dó, pois após a perda de Lady Marian, Nick não tinha mais ninguém para poder se desabafar e contar para todos os momentos e situações.

Eu, o narrador, espero humildemente que quem estiver vendo essas anotações neste livro, possa estar entendendo a real situação que está acontecendo nessa parte da história.

Após muita humilhação na vida, Nick propusera para si mesmo que, não importava o que o mesmo fizesse, ele seria considerado uma pessoa de maus escrúpulos e péssimas intenções para com o próximo a sua volta. Desse dia em diante uma decisão fora tomada, uma decisão que se tornaria significativa até o dia em que o mesmo iria encontrar a pessoa que o completaria incondicionalmente, tanto nos aspectos físicos como emocionais. O que poderia dizer disso tudo seria uma decisão que no futuro iria trazer uma pessoa que tornaria os dias mais felizes.

A decisão que fora tomada era de simplesmente ser aquilo que a sociedade ou a comunidade animal decidisse ser ou não ser. Resumindo toda essa descrição enrolada, o que foi dito seria: Ser alguém cuja habilidade de nascença, pudesse ser usada para ser aquilo ou aquele ser que a sociedade almejava ou simplesmente dizia sem ao menos ver ou conhecer, em outras palavras, um animal astuto, ladrão, falso e principalmente vigarista.

Com o passar do tempo, o vigarista de pêlos alaranjados, já aperfeiçoara seus dons, para que o mesmo continuasse a sua trilha da sobrevivência. E isso durou até os dias atuais e no dia em que o mesmo conheceu Finnick.

Fim do Flash Back

Nickolas após completar 15 anos de existência no mundo do crime, em uma de suas aventuras que, no mínimo eram fora das leis, teve a grande surpresa de conhecer outro vigarista nas horas vagas, isto é, o indivíduo não praticava golpes como trabalho, mas sim, como um hobby. O sujeito descrito como o motorista estressado do trânsito, era ninguém menos que Finnick.

O sujeito praticava os seus golpes quando o mesmo estava de saco cheio de seu trabalho de pintor, na realidade, a pequena raposa trabalhava como pintor, ele dirigia o seu furgão para onde e qualquer lugar que seu contratante pedisse, em outro contexto mais exemplificador, ele dirigia o seu automóvel com o seu equipamento do trabalho para onde o seu cliente ordenava e indicava aonde seria o local a ser pintado ou reformado.

Esse pequeno ofício não rendia muitos trocados, todavia, o mesmo não podia reclamar, afinal, ele estava ganhando dinheiro e era isso que importava no final das contas.

Em um determinado dia em que Nick estava praticando os seus delitos, Finnick o vira o outro vigarista atuando em seu território, em outras palavras significava que, Nickolas estava praticando os seus atos ingênuos na zona de conforto da outra raposa, porém com pelagem cor de baunilha escura.

Houve nesse período uma guerra entre as raposas para decidir quem iria governar aquela área ou para quem iria reinar no mundo do crime, mas no final das contas, os dois farsantes viram um no outro uma oportunidade de se somarem forças e dividirem os lucros um com o outro, até porque, um era igual ao outro em aspectos de habilidade e vice versa, sendo assim, Finnick e Nick juntaram forças e se tornaram a dupla de farsantes das ruas de Zootopia.

Levando em conta que, tudo isso começou quando eles tinham exatamente 15 anos, todos os dois vigaristas tinham em mente que, para se ter sucesso naquela cidade, ambos precisam cooperar um com o outro, sendo assim essa união inesperada de ladrões resultou em uma dupla extremamente inteligente e capaz de grandes façanhas para se conquistar riqueza e glória.

Ambos com quinze anos em suas costas resolveram colocar um nome para a dupla que seria Crime Time, em tradução ficaria, “A Hora do Crime” um nome bem original, afinal ambos praticavam aquele “ofício” nos momentos de em que um estava precisando de dinheiro ou o outro estava sem nada para fazer o dia inteiro. Dando assim o real significado de Crime Time.

Notas finais
Gostaram ? Espero que sim kkkkkkkkkkkkkkkk. Espero pelos reviews carinhosos de vocês.... Ah, eu torço para que vocês possam dar um chute, tentando saber quem é esse narrador ou narradora da história kkkkkkk. Enfim, até o próximo capítulo meus Ouijis !!! (kamiouji) Quem acertar o challenge vai ganhar pastel de flango kkkkkkkkkkkk