Zona de Guerra

7 Capítulo 07 - Sentido, porque ele sabe


Notas iniciais
Voltei! Vocês estão sendo muito receptivos com essa fic. Esse é um dos capítulos mais esperados. Ia ser uma short com 10 capítulo, mas... O serumaninho aqui não tem controle nenhum, mas tem muita história. Então virou uma fic de 15 capítulos. Mas disso não passa. Eu acho, né . COMENTEM E RECOMENDEM QUE EU VOLTO RÁPIDO.

Bella estava sentada no refeitório do batalhão, em uma fileira extensa de soldados, mas de onde estava conseguia ter visão privilegiada de onde o capitão Cullen almoçava com os outros de maior patente.

Certo, secar ou não secar? Bem, se fosse em outra ocasião ela com certeza secaria na cara dura, mas a questão é que aquela não era uma ocasião muito propicia para secar seu superior gostoso. Que homem, ela pensou. Aquela ocasião a obrigava a espremer seus seios em bandagens, a obrigava a engrossar a voz de uma jeito que por Deus! Aquela ocasião a obrigava a ser um homem!

Então não, sociedade, a resposta para a pergunta era obviamente “não secar”. Mas era difícil para Bella, céus! Ele precisava ser tão sexy com aquela queixo quadrado, olhar profundo e sorriso carregado de segundas intenções?

Não era um sorriso que ela costumava ver muito, já que o homem ficava enclausurado em um lugar abarrotado de macho cheio de testosterona, mas Bella podia ou não estar delirando, mas já recebeu esse sorriso. Era impossível não secá-lo, então não importava o que sua mente lhe ordenava, sua mente fraca nunca vencia mesmo, foda-se, pensou, e continuou o admirando dentro daquele traje ao qual ela morria de vontade de vê-lo sem.

Edward sabia que estava sendo observado, ele sabia que aquele soldadinho o estava secando na cara dura. Por que o senhor Swan ficava o olhando daquele jeito? Aquilo era errado! Um abuso! Ele não iria mais permitir aquele desaforo.

Decidiu levantar a cabeça e seus olhos verdes cruzaram com os dele. Seu coração acelerou e ele sentiu os pelos de seu corpo eriçarem. Caralho! Que porra é essa? Ele estava furioso! Ele sempre foi muito homem, homem pra cacete! E agora estava ficando com o estômago revirado ao ser observado com tamanha intensidade pelo soldado Swan? Que diabos aquilo significava?

Será que... será que... Edward cerrou os punhos. Não! Ele não estava mudando de time, que absurdo! Aquilo era ridículo. Ele gostava de mulher, gostava demais!

Continuou sustentando o olhar do soldado Swan e assim que ele ergue levemente o canto da boca, ele sentiu seu pau ficar duro.

— Inferno! — Bateu o punho sobre a mesa, chamando a atenção de seus colegas do pelotão.

Ele sentia seu sangue ferver de frustração. Que merda era aquela? Ele não era gay, ele era muito macho, macho com M maiúsculo. Ele tinha que dá uma lição naquele soldadinho. Iria lhe mostrar que o capitão Cullen não tem nada de gay, porque caso o soldado fosse – ótimo pra ele –, mas que parasse de ficar dando em cima dele, por que ele OBVIAMENTE não é gay.

Macho, porra! Macho com M maiúsculo!

Bella notou o momento de fúria do capitão Cullen e desviou a atenção.

Droga, estava dando muita bandeira. Precisava parar de agir como uma adolescentezinha apaixonada, havia arriscado muita coisa para entrar ali. As consequências caso fosse pega seriam gravíssimas, irreparáveis.

Foco, Bella, foco! Ela precisava parar de agir como uma besta e focar em seu plano e seu plano não envolvia nenhum capitão Cullen fodidamente gostoso e...

Bem, lá estava ela novamente o secando.

Já anoitecia e deitado em sua cama, Edward não conseguia dormir. Simplesmente não conseguia. Sempre que fechava os olhos tinha a mesma visão. Ele sempre aparecendo. As corridas que faziam juntos.

O soldado era um pouco mais calado e bem mais disciplinado do que os outros, então por que sua presença o incomodava tanto? Edward não entendia as reações que seu corpo tinha, sempre que se pegava pensando em certo soldado.

Talvez precisasse de uma distração. Não que aquele quartel lhe oferecesse muitas opções para seu problema, mas sabia onde encontraria o que procurava. Pegou seu celular e mandou uma mensagem.

*Mudei de ideia. Meu dormitório ou o seu?

— Capitão E. C

Não haviam se passado nem dez minutos que a mensagem tinha sido enviada, quando ouviu uma batida na porta.

— Sabia que mudaria de ideia. — Declarou presunçosa. — São poucos que resistem a mim, senhor Cullen.

Ela partiu para cima dele, o empurrando contra a cama e montando em seu colo, o fazendo gemer.

As mãos de Edward se infiltraram em sua blusa, já sem o colete, e ao erguê-la teve uma grata surpresa.

— Uma tatuagem, querida? — Perguntou com seu sorriso torto.

— Eu disse que podia me chamar assim, capitão? — Rebateu arqueando a sobrancelha, o fazendo jogar a cabeça para trás em uma risada

— Não senhora, tenente. — Ele respondeu se fazendo de sério e ela sorriu voltando a chupar seu pescoço e passar as mãos pelo corpo dele. A tenente Daniella já se insinuava para ele fazia semanas, mas ele nunca havia – realmente – considerado aceitar sua tentadora proposta. Não até acordar completamente duro, após um sonho que teve com o soldado Beaufort Swan. Aquilo o fez mudar de ideia quase que instantaneamente.

— É desse jeito que eu gosto, capitão. — Disse enquanto colava seu corpo no dele. Mas ao ouvir isso Edward teve outra visão. Não era mais a tenente Garcia que estava montada em seu colo e colada em seu corpo. Era o soldado Swan. Mas que inferno! Ele não era gay, por que estava imaginando o soldado Swan montado nele, sugando seu pescoço? Ele era gay, afinal? Pensou assustado por um momento e depois colocou a cabeça no lugar novamente, empurrando a tenente Garcia para longe com força.

— Argh! Qual o seu problema, Cullen? — Perguntou confusa enquanto se levantava do chão. Ele havia a empurrado com tanta força que ela caiu literalmente sentada no chão.

— O que...? — Edward a olhou confuso com o que havia feito.

Por que ele havia a empurrado? E por que os olhos verdes daquele soldadinho não saiam de sua cabeça? E como ele sabia que seus olhos eram verdes? Qual era o problema dele? Ele não era gay. Não podia ser. Ele era muito macho. Com M maiúsculo. Ele retomou a consciência, mas era tarde. A tenente Garcia já apanhava suas roupas no chão e sua cara era de poucos amigos. Ela o lançou um olhar fulminante e saiu batendo a porta. É... ele havia acabado de perder o que seria, provavelmente, uma das melhores fodas de sua vida e ele só conseguia pensar em uma coisa.

— Eu vou matar aquele soldado filho da puta! — Vociferou frustrado.

Na manhã seguinte, antes de caminhar até o refeitório, pôde ver o soldado Swan treinando em um dos campos. Ele corria pelos pneus em uma velocidade impressionante.

Ele se aproximou sem que o soldado percebesse sua presença e começou a observar seus movimentos. Ele não havia dormido quase nada na noite passada.

Como se o ocorrido com a tenente não fosse o bastante, ainda havia sonhado, o pouco que conseguira dormir, com aquele soldado.

Talvez se conversasse com o Swan, que vinha atormentando seus sonhos, e explicasse que não tinha interesse nesse tipo de relação, o soldado parasse de secá-lo e sua cabeça voltaria ao normal.

Decidido a resolver aquela situação, se aproximou de Beau, mas foi exatamente nessa hora que Bella, que fazia alongamentos depois de uma longa corrida, se abaixou.

Ao ver certa parte do soldado voltada para o ar, Edward paralisou, sentindo seu membro dar sinal de vida. Precisava retomar o controle. Afinal, não conseguiria deixar os limites claros, se aparecesse com aquele volume nas calças.

Mais uma semana havia se passado e os sonhos de Edward haviam piorado. Cansado daquela situação, resolveu dar um basta e ir até o dormitório do causador de seus problemas. Sabia que estava sozinho àquela hora.

Deu uma rápida batida na porta e já foi entrando. Ele era o capitão. Não pedia permissões, mas parecia errado simplesmente invadir.

— Capitão? — Bella o olhou confusa com sua presença. Por sorte estava vestida. Estava se preparando para ir correr com Sam.

— Preciso falar com você, soldado.

— Sim, capitão. — Respondeu batendo continência.

— Isso não é necessário, rapaz. — Disse caminhando de mãos para trás e pôde perceber o nervosismo dele. — É uma conversa informal.

— Sim, senhor. — Respondeu relaxando um pouco, mas ainda visivelmente nervosa.

Edward se aproximou e percebeu que ele usava uma regata preta levemente justa e seus cabelos estavam molhados e brilhantes. Assim como seus olhos.

— Senhor? — Bella o chamou, o tirando de seus devaneios.

— Sim. Olha, rapaz. Eu não sei o que pensa que está fazendo aqui, mas... Precisa parar. — Disse se aproximando dela.

— Eu não sei do que o senhor... — Argumentou mordendo os lábio. Isso fez com que o membro de Edward saltasse em suas calças.

Inferno! Agora não era hora! Berrou em sua cabeça.

— Tem certeza de que não sabe, Beaufort? — Perguntou com a voz rouca. Deus! Como ela queria que ele a chamasse por outro nome. Seria tão prazeroso ouvi-lo gemer seu nome.

— Na-não, senhor. — Gaguejou ao ver que ele estava tão próximo dela.

— Você tem feito isso nas últimas semanas, Beaufort.

— O que, senhor? — Questionou paralisada de medo. Ele sabia sobre ela? Sabia que era uma garota?

— E isso tem que parar. — Disse se aproximando ainda mais e ela mordeu o lábio nervosamente. Aquilo foi sua perdição.

— Eu não entendo, senhor.

— Eu vim aqui para confrontá-lo. Para mandar que parasse... e então eu o vi no pátio se alongando e sabia que estaria aqui.

— Do que o senhor está falando, capitão? — Perguntou confusa com aquela conversa.

— Eu não sei do que estou falando. — Ele gemeu frustrado e passando as mãos pelo cabelo de maneira inquieta. — Eu só sei... eu quero dizer... eu preciso... — Respirou fundo e a puxou para seu peito, colando seus lábios nos dela.

Bella se assustou com sua atitude, mas o choque deu lugar para todo o desejo que vinha reprimindo nas últimas semanas. Ela passou seus braços em volta do pescoço dele e gemeu em sua boca. Seu gemido o trouxe de volta a realidade e ele se afastou abruptamente dela.

— Que merda você está fazendo com a minha cabeça, cara? — O capitão rugiu puxando os cabelos deixando de lado toda a formalidade. — Eu não sou gay!

— E eu não sou a porra de um cara! Agora volta aqui e termina aquele beijo! — Bella gritou em rendição e Edward a olhou em choque. Ela não conseguia mais se controlar perto dele.

— O que você disse? — Perguntou confuso. Talvez tivesse entendido errado.

— Eu? Eu disse que o senhor está confuso, capitão. Foi isso que eu disse.

— Não! — Ele gritou se aproximou, a fazendo recuar. — Você disse que não era a porra de um cara.

— Eu... — Ela não sabia o que dizer. Havia sido pega. Ela mesmo havia confessado.

— Eu sabia! — Gritou andando pelo quarto mexendo nos cabelos mais uma vez.

— Sabia? — Perguntou ainda ofegante com o beijo.

— Sabia que eu não era gay. Não podia ser.

— Espera! O que? Você é gay? — Perguntou confusa com aquela conversa.

— O que? — Ele perguntou tão confuso quanto ela.

— Qual é? Eu não posso ser tão azarada assim. — Respondeu indignada. Primeiro Mike e agora ele?

— Não. Eu disse que não sou. Assim como você não é um cara. — Respondeu apontando para ela.

— Não sou? — Perguntou tentando desviar sua atenção e ele a olhou com uma mistura de alegria e traição nos olhos. Ela estava com problemas.

— Quero explicações, Swan. Agora. — Sussurrou se aproximando e ela recuou, encostando-se na parede.

— Sabe, é uma história engraçada essa. — Disse colocando a mão na nuca e mordendo o lábio, pensando por onde começar

— Quer saber? Isso pode esperar. — Respondeu a puxando para perto e a erguendo do chão, prensando seu corpo contra a parede.

— Eu pensei que quisesse ouvir a história. — Argumentou entre os suspiros e gemidos, enquanto o apertava com suas pernas.

— E eu quero, mas depois. Agora a única coisa que quero fazer é te jogar nessa cama e realizar alguns sonhos que venho tendo.

Ele mordisca seu pescoço, a fazendo gemer e suspirar. Empurrando seu quadril contra o dela, suas mãos foram até a gola de sua camisa, a rasgando. E as mãos dela arranharam seu pescoço, deixando uma marca.

— Aquela bandagem era para isso? Para esconder as garotas? — Perguntou e Bella assentiu, corando.

— A porta! — Disse e ele a soltou, a colocando no chão e trancando o pedaço de madeira.

— Agora ninguém vai nos atrapalhar. Onde estávamos? — Perguntou se aproximando dela.

— Capitão, eu não acho que...

— Edward. — A corrigiu. Queria mais que tudo ouvir seu nome saindo daqueles lábios.

— Edward, nós não podemos. Eu entendo que eu esteja com grandes problemas, mas até resolvermos isso, não faremos nada. — Rebateu, fazendo com que seu sorriso morresse.

— Desculpe. Eu praticamente a ataquei.

— Não peça desculpas por isso. Eu não tenho intenção de me desculpar pela marca no seu pescoço. Acredite, não há nada que eu queira mais do que deixar você realizar os seus sonhos, porque tenho certeza que são bem parecidos com os meus. Apenas temos que resolver toda essa merda antes.

— Você está certa. Temos que resolver isso. Começando por me contar o que faz aqui.

— Eu... — Parou ao ouvir uma batida na porta.

— B? Por que a porta está trancada? Eu pensei que fossemos correr.

— Só um segundo, Sam. — Respondeu ainda olhando para Edward, que esperava respostas. — Eu vou contar tudo, mas pode ser outra hora?

— Te espero no meu dormitório. É bom que sua explicação seja muito boa, Swan. — Declarou tentando se alinhar. Ele não estava exatamente irritado. Estava muito aliviado por saber que Beau, na verdade é uma garota. Mas ainda queria saber o que ela tinha na cabeça, para que se metesse naquela confusão.

O capitão destrancou a porta e saiu, dando de cara com Sam, que o observava.

— Tudo bem aqui, B? — Perguntou ao ver Bella se jogando na cama com o rosto entre as mãos. Ela já havia colocado outra camiseta, mas a que ele havia rasgado continuava no chão.

— Não. O capitão descobriu. — Resmungou com o rosto enterrado no travesseiro.

— Como? O que ele fez? Ele vai te expulsar?

— Inferno! Espero que não. Ele me beijou!

— O que? — Praticamente gritou.

— E logo depois eu confessei que não era um cara.

— Ele é gay? — Sam perguntou.

— Não! Ele pensou que fosse, porque estava sentindo atração por mim, mas eu sou uma garota então... Merda, isso é confuso.

— O que vai acontecer agora?

— Ele disse que eu devia ir até seu dormitório para contar a verdade.

— Você não pode ir sozinha, B. E se ele te atacar de novo? — Perguntou realmente preocupado com a amiga.

— Ele não me atacou. Foi bastante mútuo na verdade.

— Ainda assim, não gosto da ideia de você sozinha com ele.

— E o que você vai fazer? Vai até lá comigo e dizer que sabia? Não vou deixar você levar a culpa por algo que eu fiz.

— Mas...

— Não, Sam. — O cortou. — Eu vou sozinha e conto como foi amanhã.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ela caminhava até o dormitório e podia sentir o suor se acumulando em suas costas. Desde que havia entrado ali, nunca sentiu tanto medo, mas não de ser mandada embora como de costume e sim de decepcioná-lo. Com as semanas de treinamento, eles haviam se aproximado e ela descoberto que ele não era tão ruim assim.

Bateu na porta e em menos de um minuto ela se abriu.

— Você veio. — Sussurrou, como se pensasse que aquele dia tivesse sido uma ilusão.

— Eu sei que tenho muito o que explicar, Edward, mas... — Assim que ela sussurrou seu nome, ele havia esquecido todo o discurso que tinha preparado. Tudo que queria era sentir seu corpo junto ao dela. E foi o que fez, a puxando contra seu peito e a prensando contra a porta do dormitório.

— Você não se chama Beua, não é mesmo? — Perguntou mordiscando seu pescoço.

— Bella. — Sussurrou tombando a cabeça para trás. Completamente entregue as caricias dele.

— Diga, Bella... — Disse seu nome, quase em um gemido. — O que você quer?

— Eu quero você. — Respondeu afoitamente e ele lhe lançou um de seus sorrisos tortos, carregados de segundas intenções.

— E onde você me quer, Bella? — Perguntou mordiscando o lóbulo de sua orelha, enquanto ela arranhava suas costas.

Cansada daquele jogo, Bella colocou o rosto dele entre suas mãos, o obrigando a olhar em seus olhos.

— Eu estou a um mês cercada de caras, Edward. Eu tenho necessidades também. Podemos jogar mais tarde, mas agora? Nesse exato momento? Eu o quero dentro de mim. — Respondeu se esfregando nele.

As mão dele foram até a barra de sua camisa a levantando e ela fez o mesmo. Em menos de minutos ambos estavam apenas com suas roupas de baixo.

Ele mordia seu pescoço, tomando cuidado para não deixar marcas ali. Ele a ergueu nos braços e caminhou até sua cama, colocando-a no colchão e colando seu corpo ao dela.

— Edward. — Ela gemeu, se mexendo de baixo dele e o deixando – se possível – ainda mais duro.

Ele levou sua mão até o criado mudo, pegando o preservativo e o já ia colocá-lo, quando ela o impediu.

— Eu ajudo. — Declarou os virando e montando em seu colo. Ela desceu seus beijos pelo pescoço dele e pelo abdômen, o sentindo se arrepiar e gemer ao seu toque. Aquilo era fascinante para ela.

— O que você? — Perguntou, mas calou-se ao sentir a boca dela em seu membro. — Porra!

— Quietinho agora, capitão. — Ela sussurrou sensualmente, enquanto colocava o preservativo nele, usando sua boca.

Rihanna — Only Girl

So boy forget about the world cuz it's gon' be me and you tonight

(Então, garoto, se esqueça do mundo porque esta noite vai ser só eu e você)

I'm gonna make you beg for it, then imma make you swallow your pride

(Vou fazê-lo implorar por isso, depois vou fazê-lo engolir o seu orgulho)

Want you to make me feel like I'm the only girl in the world

(Quero que você faça me sentir como se eu fosse a única garota do mundo)

Like I'm the only one that you'll ever love

(Como se eu fosse a única que você ama)

Depois de colocado, voltou a subir e, com a ajuda dele, sentou em seu membro, arfando de prazer.

Montada em seu colo, Bella começou a se movimentar. Já fazia tanto tempo que não sentia esse tipo de sensações. Edward não estava muito diferente.

As mãos dele foram para sua cintura, apertando com força. Quando suas mãos afrouxaram, ele pôde ver as marcas que havia deixado. Ela espalmou as mãos no peito dele para ter mais apoio e aumentou a velocidade de seus movimentos, cavalgando em seu membro.

— Edward. — Gemeu alto, mordendo o lábio para tentar abafar os gemidos que ainda vinham.

— Não... se segure. — Pediu gemendo enquanto erguia seu quadril batendo fundo nela, em busca de mais atrito. Faltava pouco para que ela chegasse em seu ápice, quando ele segurou sua cintura e os virou.

Erguendo suas pernas e as pressionando contra o peito, ele começou a estocar freneticamente, a fazendo perder o controle, enquanto gritava seu nome.

— Edward! — Incapaz de se controlar, ela o puxou para si, colando os lábios nos dele.

— Bella. — Ele gemeu, dizendo seu nome pela primeira vez. Ela queria ouvi-lo dizer de novo. Várias e várias vezes.

Ele estava próximo de seu ápice quando diminuiu seus movimentos, prolongando o prazer que sentiam. Ela o envolveu com braços e pernas, o puxando para si e mordendo o pescoço dele.

— Então a gatinha gosta de deixar marcas? — Perguntou com um sorriso torto.

— Entre outras coisas. — Respondeu com um sorriso travesso.

— Eu também sei jogar. — Declarou mordiscando seu pescoço e descendo até abocanhar um de seus seios, a fazendo arquear o corpo em busca de mais.

— E você é muito b-om. — Disse gaguejando com o prazer que o toque dele lhe proporcionava.

Em alguns minutos, ambos caíram exaustos e ofegantes. Ninguém conseguia dizer nada, porque depois da agitação se lembraram que tinham problemas maiores. Que ela tinha problemas maiores.

Ele se virou de lado, mas antes que conseguisse dizer qualquer coisa, seus olhos vagaram para os peitos dela. E ele já não conseguia mais se concentrar.

— Edward, pelo amor de Deus. São apenas peitos!

— Eu sei, mas eles são tão bonitos, tenho vontade de tê-los na boca. O. Tempo. Inteiro. — Respondendo os beijando e fazendo Bella gargalhar.

Bella o empurrou, delicadamente, e se virou na cama, ficando de lado enquanto ele a acariciava, causando arrepios em sua pele.

— Eu queria muito me alistar. Foi a única maneira que encontrei. — Explicou em um suspiro. — Não pensei que chegaria tão longe.

— Como eu fui tão burro a ponto de pensar que você era um cara?

— Eu sou muito convincente. — Disse convencida.

— Tenho certeza. — Respondeu sorrindo. — Mas ainda quero saber a história. — Acrescentou e ela suspirou começando a contar como aquela confusão havia começado.

Notas finais
Finalmente!! Agora sim o capitão sabe.Mas ele teve um bocado de pensamentos errados hahaha. Imagina a cabeça dele coitado. O que acharam dos dois juntos? Nada de Bella tímida. Nossa garota soldado sabe o que quer. COMENTEM QUE EU VOLTO RÁPIDO.