Notas iniciais
A fic Zombie Zone deu uma parada longa. Mas a história esta toda pronta, a drama e os fatos que irão acontecer nessa temporada, para aqueles que acompanha ou acompanhavam a fic, peço desculpas a demora e peço que continuem a acompanhar ela até o final :) Obg.

Jared...
Em seu sonho súbito, Jared esta cada vez mais a um passo de descobrir suas origens.

Jared

Até o ar explodir, Jared pensava que nada poderia piorar.

Estava em uma Praça em Londres, não sabia o que estava fazendo no palco junto do primeiro-ministro e como foi parar ali em cima de mãos dadas com uma menina muito bonita, devia ser Natasha?

O primeiro-ministro Daniel dava um grande discurso sobre o que estava acontecendo, Jared sabia que a infecção da cidade estava se espalhando e a população estava em pânico, alguns falavam mal, outros procuravam informações, já outros se retiravam as presas. Jared sabia que a cidade estava um caos, o que ele estava fazendo ali em cima encarrando à população? Não tinha a menor ideia do que fazia ao lado do ministro (eu trabalho para ele?). Não poderia ser.

O primeiro sinal de que alguma coisa iria dar errado, foi à cara da esposa do ministro Katie, estava assustada com a revolta da população, estava chocada como o seu povo fosse agir daquela forma, não esperava. Correu para o lado de Jared e segurou o seu braço com muita força, Pronto, agora vai perguntar o que eu estou fazendo aqui com uma menina bonita que eu só conheço o nome? Mas não foi o que ele tinha pensado.

- Vamos sair daqui. – ela quase gritou, envolveu os braços dela no corpo de Jared. – Vamos para longe, Nat venha querida, rápido.

Quando Jared se retirava, viu o ministro ser atingido por um tomate na cara, alguma coisa estava acontecendo, alguma coisa impedia o ministro de falar e estavam ficando furiosos a cada momento. O que Jared não esperava era que a reação da população passaria dos limites.

- Você está bem? – perguntou Katie.

- Estou... Ai... – reclamou Jared erguendo a camisa enquanto se retirava com Katie e Natasha. Ali em seu peito nu, uma mancha roxa estava se formando. Quando fui atacado? Não... Isso não foi empaqueto.

No palco o ministro continuava.

- Acalmem-se, por favor. – pedia ele já todo melado de tomate e outras frutas, que a população insistia em continuar a tacar. – Iremos arranjar um jeito de salvar os que estão no hospital só peso que tenham paci...

Não teve tempo de terminar. O ar explodiu. Uma bomba com capacidade máxima de destruir um carro forte. O ministro sumiu no palco improvisado. Jared foi lançado longe, junto da menina loira... A população morrera queimada, pelo menos os que estavam próximos. A visão de Jared se encheu de sangue e fogo.

Ele abriu os olhos...

Estava de volta a loja, deitado no sofá que tinha no meio do salão, Tom roncava a um canto e ele notou que ainda estava de noite. Não sabia sua ligação com o ministro, nem o que aquele sonho queria lhe mostrar, por mais que queira descobrir suas origens, mais desejava esconde-las, tudo estava ficando perturbador e isso o estava afetando por dentro.

Quando se levantou, levantou a camisa mais uma vez. A mancha do sonho estava agora tomando praticamente o seu corpo inteiro. O que poderia ser? O que estava acontecendo a ele?

- Pesadelos filho. – disse Tom, nem estava dormindo.

- Não. – respondeu Jared. – Apenas um sonho louco. Diga-me uma coisa, o que aconteceu depois daquela explosão na praça com o ministro.

Tom pareceu impressionado, sua boca contorceu-se.

- Praça? – disse. – Parece que está lembrando bem agora hem?

- Me diga. – Jared não gostava quando ele não respondia suas perguntas.

- O caos filho. O fim do mundo. Depois que um maníaco tentou matar o ministro com aquela bomba as coisas só começou a piorar. Os que estavam no hospital morriam sem uma cura e voltavam a se levantar, havia boatos de que o ministro também fora internado em um hospital.

O qual eu acordei.

- Não sabemos direito. – Tom alisou a barriga. – Mas depois disso aquele que não se prevenirá morria aos poucos...

- E o primeiro-ministro? Está vivo? – a cabeça de Jared estava começando a ferver.

- Não se sabe filho? Porque a pergunta, importa ele?

- No meu sonho, eu estava com ele.

Tom franziu a testa e ficou imóvel por alguns segundos, olhou Jared de cabeça para baixo como se tentasse descobrir mais sobre o garoto.

- O que fazia lá?

- Eu não sei, eu... Estava com a menina do sonho anterior. Sinto que tenho que encontrar ela. Os números no prédio e apartamento estão na minha cabeça. – Jared em pé caminhou de um lado para o outro. – se eu chegar até lá, porei tirar informações sobre mim, poderei saber quem eu sou, e o que aconteceu comigo.

Tom se levantou também, por um momento seu rosto velho pareceu se iluminar de vida e luz. Tom segurou Jared com ambos os braços em seu ombro e olhou fundos nos olhos do garoto, sorriu.

- Desde a última vez em que te vi garoto, tive a certeza de que você era diferente. Se você for, irei com você. Sabe moleque, às vezes um bom velhinho precisa de uma boa aventura.

Mas tarde quando finalmente amanheceu. O velho, Jared e Ellen se reuniram em cima da loja, observar o céu ao nascer do dia era a única coisa naquele lugar que levantava a alto-estima deles. Já iam completar uma semana que eles estavam presos naquela loja, apenas saindo para buscar comida, a loja inteira fora saqueada, e o que sobrou não deu para três dias.

- Vamos repassar as contas. – falou o velho Tom com um rolo de papel na mão sentado em sua cadeira de praia. – a comida está acabando e não temos mais para onde correr. O que a de nós agora.

Jared sabia que eles não deveriam ficar parados.

- Temos que sair desse lugar, buscar um lugar seguro. Sabe que aqui corremos riscos.

Ellen se sufocou com o vento, mas nada disse.

- Não podemos, teríamos que deixar Rubi. – Tom falou em alto tom de voz.

- Não sugeri isso, longe.

Ellen se levantou estava ainda mais feia a luz do dia.

- Tenho que ir vê-la, com licença, repasse as contas os dois.

E desceu.

- Essa é a terceira vez que ela se retira. – resmungou Tom quando Ellen desapareceu do campo de visão. – Esta muito preocupada com Rubi. Essa menina morrera logo.

- Queria poder ajuda-la, mas nada posso fazer.

- Ninguém pode menino. É por isso que essa cidade agora é o inferno.

BUMM!!!!

Um estrondo pôs os dois de pé, algo acontecera lá em baixo, Ellen estava fazendo alguma coisa. Seriam os zumbis? Os dois correram para as escadas esperando que Ellen estivesse bem, Jared foi o primeiro a chegar lá em baixo e se deparou com Ellen lacrando a porta com uma cadeira.

- Venha!! – pedia ela fraca. – Não podemos deixa-los entrar.

Nenhum deles se moveu, quem estava batendo lá fora não eram zumbis, Ellen queria proteger a filha e a filha era sua única preciosidade dela, não arriscaria por um fim em Rubi dessa maneira. Quem estava do lado de fora era um grupo de pessoas, vivas.

- Abram a porta! – era um homem que gritava. – Antes que eles venham, minha mulher está gravida.

- Não!! – Ellen gritou. – Deixem minha filha em paz.

Jared não queria interferir, mas...

- Ele pode nos ajudar. – falou para Tom.

O homem bateu violentamente outra vez.

- Rápido, abre esta bosta. ELES ESTÃOOOOO VINDOOOOOOO!!!!

Notas finais
Espero que estejam gostando da história... prox capitulo sai na quarta-feira dia 18/09 a noite :)