Zoera do Destino.

6 Que comece o desafio.


Notas iniciais
Yoo! ●ω● Gente eu realmente estou com muita pressa, por isso não vou poder explicar a situação direito. Meu carregador quebrou novamente, e, desta vez eu realmente não tenho previsão de quando eu voltarei a postar. Eu estou pelo computador do meu irmão(justo porque ele deixou sem senha hoje e foi para praia, e eu estou indo agora as 18hrs *A mãe tá me agredindo aqui, socorr ;-;*) O capitulo 6 está pronto no Notebook, porém eu enviei para o meu Email um pedaço dele já prevendo que o carregador iria estragar(ele já não estava pegando direito) porém eu pensei que iria aguentar até dia 18(que era o dia que eu iria postar) mas não rolou. Sorry ;-; Tem um recado no meu perfil para os leitores, vejam lá! Ah! E os links que eu irei colocar no capitulo, pode não dar certo já que eu sou nova nisso ainda, então me perdoem... Quando eu conseguir eu arrumo. Obrigada aos favoritos: CrazyKimi e MiidLiy ♥ Me desculpem pelos erros :3 ~ Feliz 2015 pessoal ♥ ♥ ♥



O dia da festa da Rey finalmente havia chegado. E junto com ele, o arrependimento de ter feito a aposta veio de brinde. Eu tinha a máxima certeza de que eu acabaria perdendo a tal aposta para Amy.

Sieghart havia me irritado a manhã inteira e no fundo eu sabia que na festa não seria diferente, e Amy faria de tudo para que as coisas dessem certas para ela. Se eu perdesse (o que com certeza aconteceria.) eu teria que ser líder de torcida por três meses com Amy, porém se eu ganhasse (o que definitivamente não iria acontecer.) ela teria que comprar meu lanche por dois meses.

Só de pensar em ter que usar aqueles uniformes de líderes de torcida por longos três meses, eu tinha uma enorme vontade de ligar para Amy e dizer que eu não poderia ir, porém ela viria aqui em casa só para ter certeza de que eu não estava mentindo.

– Ah, inferno! — Me joguei na cama e coloquei o travesseiro sobre o rosto. — Terei que usar saia por três meses! — Resmunguei. Ouvi alguns passos na escada e logo após no corredor. Sentei na cama abraçando a Kurama — Minha raposinha de pelúcia.

– Filha? — Mamãe bateu na porta, respirei aliviada.

– Oi?!

tudo bem? — Abracei ainda mais a Kurama e repreendi um suspiro.

– Não. — Choraminguei me deitando novamente e colocando o travesseiro sobre o rosto.

Soltei um grito abafado, já que o travesseiro estava tapando minha boca.

“O que eu fui fazer?”

[...]

Abri os olhos lentamente e encarei o relógio na parede, faltava um pouco mais de duas horas para a festa da Rey. Passei a mão pelo rosto notando que eu havia adormecido, me espreguicei indo em direção ao banheiro. Decidi que eu iria começar a me arrumar. Eu estava terminando o banho quando o celular tocou, me enrolei na toalha rapidamente após desligar o chuveiro e fui em direção ao quarto para atender o celular.

– Mari?

– Amy.

– Você está pronta?

– Vou começar a me arrumar. — Falei enquanto colocava minhas roupas íntimas.

–... Pensei que você desistiria da aposta.

– Não irei dar esse gostinho a você.

– Você sabe que ira perder, não é?

– Não cante vitória antes, Amy.

– Isso é apenas um fato Mari. Aceite.

– Tenho que me arrumar! – Interrompi a nossa discussão. – Até a festa. – Me despedi.

– Até!



[...]



Dei uma rápida olhada no espelho da sala e fui em direção a garagem.

– Posso saber onde a senhorita está indo? – Papai apareceu na porta da garagem me dando um susto.

– Papai?! – Ele sorriu abrindo os braços. Corri em sua direção com um enorme sorriso estampado no rosto, lhe dei um abraço apertado. – Quanto tempo! Eu estava morrendo de saudades de você.

– Eu também estava querida. Você não sabe o quão chato é morar por dois meses em Nova York. – Falou serio.

– Ah, claro! Eu consigo imaginar o quão chato é. – Brinquei. Ele riu.

– Mas enfim, você não respondeu minha pergunta. – Voltou a ficar serio. – Quem disse que você pode sair de casa assim? – Me girou, reparando na minha roupa.

– Pai...

– Você está maravilhosa meu bem. – Afirmou sorrindo. – Vejo que você está se tornando uma linda mulher.

– Papai! – Corei com o seu comentário. – Eu irei a uma festa na casa da Rey. – Expliquei.

–... E terá meninos lá? – Perguntou enquanto cruzava os braços.

– Pai! – Ele gargalhou. – É claro que irá ter. É uma festa!

– Bem, eu adoraria conversar mais com você, filha. Porém eu estou exausto e acredito que você esteja atrasada para o seu compromisso. – Assenti. – Tenha cuidado. Nada de Álcool, ouviu mocinha?

– Pode deixar! – Fiz “joinha” com os dedos. Ele se aproximou.

– Eu te amo. – Me abraçou.

– Eu também. – Beijou minha testa.

– Se divirta!

– Tenha um bom sono. – Sorriu. Fui em direção a minha Lamborghini. -... E, pai! – Ele me olhou. – Está na hora de retocar o cabelo. – Pisquei entrando no carro.

– Sua pirralha. Volte aqui! – Gritou entrando na brincadeira. Acelerei o carro indo para a festa.



[...]



Estacionei a Lamborghini em frente à casa de Rey, peguei meu celular em cima do painel e coloquei no bolso. Abri a porta vendo as luzes coloridas iluminarem a casa de Rey tanto por fora, quanto por dentro. Sorri ao perceber que a musica alta que estava tocando era da Rihanna.

– Até que enfim! – Uma voz conhecida soou atrás de mim. Disparei o alarme do carro. – Eu pensei que teria que aturar Amy sozinha! – Me virei dando de cara com Amy e...

– Arme?! – A encarei dos pés a cabeça. – O que fizeram com você? – Sorri a vendo fechar a cara.

– Amy me obrigou a vir maquiada. – Explicou cruzando os braços.

– Você está linda. – Fui sincera, prestando atenção na sua roupa.

– Eu sei! – Eu e Amy tombamos a cabeça para o lado. –Só que eu estou me sentindo uma palhaça. – Fez bico.

– Para de reclamar, sua feiosa! – Amy olhou feio para Arme, que acabou retribuindo o olhar com o “elogio” da rosada. Virei minha atenção para a roupa da moranguinho. Amy definitivamente era a patricinha do grupo, sempre vestidinha igual uma Barbie. Afinal era isso o que ela era.

–... Vocês já entraram? – Interrompi a futura discussão que iria começar. Elas negaram.

– Estávamos esperando nossa querida amiga. – Senti a ironia na voz de Amy. Revirei os olhos.

– Não precisam mais esperar então... – Puxei as duas. – Vamos?

– Vamos! – Ambas responderam com um sorriso no rosto. Passei meus braços pelos ombros de Amy e Arme.

– Essa noite promete! – Amy gritou empolgada enquanto balançava os braços no ar. Sorrimos.







–... Cara, isso aqui lotado! – Jin comentou após entrarmos na casa de Rey.

– Sejam Bem-Vindos! – Rey nos cumprimentou.

– Você está linda. – Elogiei beijando sua mão.

–... E o namorado está mais lindo ainda. – Dio chegou com uma bebida em mãos. Enlaçou a cintura de Rey.

– Dio... Não foi nada demais. – Comentou corada. Assenti com um sorriso nos lábios. Nos encaramos.

– Eu espero. – Bebeu o liquido e depois me lançou um olhar mortal.

–... Nós vamos dar uma volta por ai. – Jin falou ao meu lado. – Até mais! – O ruivo puxou meu braço.

– O que foi isso? – Questionei após nos afastarmos do casal.

O que foi isso? – Repetiu minha pergunta me dando um tapa na cabeça. – Você ficou louco? – Neguei. – Mal chegamos à festa e você já arranjou confusão.

– Eu não fiz nada demais. O chifrudo que entendeu errado. – Me defendi.

– Sieghart. – Lass me chamou. O encarei. – Cala a boca.

– Vai se Fo...

– Sieg! – Elesis andou em minha direção acenando freneticamente.

– Elesis! – Meu olhar caiu sobre seu decote. Ela corou. Tossi afastando os pensamentos obscenos.

– Que bom que você veio. – Sorriu.

– Obrigada por lembrar de nós. – Jin colocou seu braço em volta do pescoço de Lass. Ela riu sem graça.

– Me desculpe, eu realmente não havia visto os dois. – Gargalhei ao ver a expressão dos dois.

– Eli! – Uma menina de cabelos esverdeados se aproximou de nós. – Olá meninos. – Sorriu. – Me chamo Holy, prazer!

– Prazer só na cama, meu amor. – Eu e Lass nos entreolhamos surpresos com a fala do ruivo. Bati com o cotovelo em seu braço ao ver Holy corar quase que instantaneamente.

– Me desculpe pelo meu amigo. – O ruivo me olhou emburrado. – Às vezes ele viaja. – Ela assentiu envergonhada. – Este tarado aqui é o Jin. – Apontei para o ruivo. – O calado ali é o Lass. – Lass deu os ombros encarando a entrada da festa. – E eu sou Sieghart, prazer. – Me apresentei, ela sorriu.

–... Enfim... – Ela se virou para Elesis. – Terei que roubar ela de vocês por alguns minutos. – Segurou o pulso da ruiva. – A Lire quer falar com você. – Elesis assentiu para a amiga.

– Eu tenho que ir. – Fez uma carinha triste. – Vejo você depois. – Se despediu entrando no meio da multidão com Holy.

–... E novamente fomos esquecidos. – Jin lamentou. Bati em seu braço.

– Para de drama cara. – Falei. Aos poucos as pessoas se aglomeravam na entrada da casa.

Elas estão lindas. – Um garoto comentou próximo a nós.

Elas? – Lass questionou chamando nossa atenção.

– Eu também quero saber. – Passei a mão pela nuca, começando a ficar curioso.

–... E eu vou beber! – O ruivo falou empolgado indo em direção ao bar que tinha ali.

– Eu vou com ele. – Lass alertou.

– Ei! Você vai me deixar aqui sozinho? – O velhinho revirou os olhos.

– Você realmente quer que eu deixe o Jin sozinho? – Neguei. Eu e Lass sabíamos queo ruivo era fraco para bebidas alcoólicas. – A gente se esbarra. – E saiu me deixando sozinho olhando para o nada – Por um tempo. Meus olhos se fixaram na figura dos longos cabelos azuis e olhos heterocromáticos, na entrada da casa.

Baguncei os cabelos e coloquei as mãos no bolso da calça após o ato. Fui até ela, que me encarou assustada. Não entendi a sua reação. Porém continuei caminhando até ela, agora com um sorriso de lado.

– Aonde você vai, Mari? – Segurei seu pulso a fazendo se virar para mim. – Estava tentando fugir de mim, princesa? – Brinquei. Ela passou a mão pelo cabelo.

– É isso o que as princesas fazem... – Ela fez uma pausa enquanto alargava o sorriso. — Elas fogem dos vagabundos. – Fez bico. – Me desculpe, mas eu tenho uma festa para curtir. – Piscou para mim e foi em direção a Arme.

–... E eu tenho uma longa noite para aproveitar. – Segui em direção a dona da festa. – Rey! – A chamei após avistar ela.

– Sim? – Sorriu.

– Eu preciso de um favor seu.





– Vamos até o bar? – Arme me perguntou.

– Vamos. – Dei os ombros. – Acho que agora eu sei o real motivo para Amy estar tão empolgada. – Observei a rosada aos beijos com o seu ficante.

– Eu não vou com a cara do Azin. – Arme deixou claro enquanto íamos até o bar.

– O que gostariam de beber? – O barman nos questionou.

– Eu quero uma caipirinha! – Arme falou empolgada enquanto batia com as mãos no balcão.

– Eu vou querer o mesmo. – O barman assentiu. – Eu quase coloquei tudo a perder. – Comentei após ver o homem se afastar.

– Como assim?

– A aposta. Sieghart veio falar comigo. – Cruzei as pernas me encostando no balcão.

– O que ele queria? – Sorri com a curiosidade da roxinha.

– Eu não sei. Ele tentou conversar, porém eu falei que eu tinha uma festa para curtir. – O barman largou os copos no balcão.

Ele tá querendo! – Arme comentou risonha. Revirei os olhos. – Ainda bem que a Amy não viu.

– Eu sei. – Bebi o liquido. Rey se aproximou.

– Mari! Que bom que você veio. – Sorriu, retribui o sorriso. – Faz um favor para a dona da festa? – A encarei. Não era boa coisa.

–... Fala.

– Você poderia cantar para nós? Pode escolher a musica. Eu deixo! – Respirei fundo.

Black Window? – Escolhi a musica, pretendendo cantar com Arme. – Eu vou cantar com ela. – Apontei para a roxinha ao meu lado. Rey fez um barulho com a boca em reprovação.

– Eu disse para você escolher a musica, não o parceiro. – Gelei ao ver Sieghart se aproximar.

Bora? – Ele me entregou o microfone.



“Eu estava fudida.”



Notas finais
*Kurama = Raposa do Naruto(heuehueueh isso ficou mega estranho) Enfim, eu estou muito atrasada mesmo(Pra vocês terem uma noção... agora é 17h58m) Próximo capitulo só ano que vem u-u ~ Beijos Beijos e até ano que vem ♥ Fui :3