Notas iniciais
[Eu estou sendo ameaçada pra continuar postando...9 leitoras, wow! Muito obrigada, little people! Capitulo 5, o mistério continua -q Um brinde pra quem der review :*] N/A

Não, era um maluco com um amplificador ligado a um baixo. Que ia produzindo sons e notas perfeitos e muito altos. Ele era loiro surrado, mas parecia genial tocando.

Isa já não sabia se estava tonta pelo barulho ou pelo... não, era só um maluco. Gracinha, mas maluco.

-PUTA MERDA!!! – tom estava em pé. Uma mulher falou algo sobre chamar a policia. –VAMOS GAROTAS!

Num momento, tom pegou roo pela mão e saiu correndo. Depois agarrou o amplificador do baixista.

-hey, Thomas, love? –dougie correu atrás.

-sua casa!! Rápido!

-ok, ok! –dougie pareceu sentir a presença feminina. –oi garotas. Não sabia que já tínhamos fãs.

-eu explico depois, pra sua casa. JÁ!

-mas nós já passamos minha casa! –dougie estava muito mais se divertindo para se preocupar com qualquer coisa.

Tom não parecia muito de acordo com essa história de policia e tals.

Roo estava se divertindo, assim como luu. Isa corria insanamente e bia xingava alto.

Dougie agora guiava a turma, eles deram a volta no quarteirão (idéia do tom, pra caso a policia estivesse lá) e entraram numa rua sem saída apinhada de pequenos apartamentos.

Eles foram até o final da rua e entraram em um dos apartamentos. Tom pareceu relaxar agora, dougie parecia feliz pelo elevador ser pequeno.

-ainda bem que ninguém é gordo. –foi o comentário de roo.

-espero que, pelo bem geral, ninguém seja tarado. –disse Isa com um olhar indiscreto para dougie, que parecia ter visto o Papai Noel.

-ahh, não banque a... –dougie começou, mas tudo ficou escuro.

O elevador estava parado.

-AHHH!!! –continuou, gritando, dougie.

-não grita, droga! –Isa falou isso indo pra lado, até pisar no pé de alguém.

-cuidado ai! –veio a voz do tom.

-de quem é essa mão? –perguntou bia.

Silêncio.

-eu quis dizer segurando a minha mão, suas mentes sujas!

-ahh, fui eu! –veio a voz da roo.

-larga minha mão!!!

-ahh, siim! –roo vai pro lado pra cima do dougie.

-epa, não sou tarado, ela que... –dougie começou.

-AII!! –luu reclamou.

-ahh, desculpa, amor! Eu queria arrancar a cabeça daquele ali.

-isa, você é má! –luu chorou.

-isa mááá! –dougie riu.

-merda, agora ele sabe meu nome!

-para de gritar, to tentando achar o interfone dessa bosta! –bia gritou.

-tá logo ali, deixa que eu... –dougie falou com voz ainda risonha.

-você não se mexe! –ordenou Isa.

A resposta foi só uma risada. Começou o empurra-empurra pra achar o interfone, até que alguém apertou o botão e uma voz entediada falou:

-pois não!

-estamos presos!!!

-onde?

-onde você acha, vindo do interfone do elevador? –bia perguntou.

-mas o elevador não deveria estar funcionando...

-pois é... E não está! Estamos encalhados!

-encalhados? –a pessoa bocejou.

-É, ENCALHADOS!!! DENTRO DO ELEVADOR!!!

-hmm, isso é ruim...

-MUITO!

-legal, vou chamar o técnico, depois volto a falar com vocês...

Barulho de interfone desligando.

-não sei quanto a vocês, mas acho que vamos ficar um bom tempo aqui! –disse dougie.

-droga! –tom reclamou.

-e o danny? –luu perguntou.

-danny? –foi a resposta de dougie.

-é, tipo, meu irmão!

-danny? –dougie agora falava com tom.

-sim, sim. A pessoa que eu estava esperando e se perdeu. Elas iam me ajudar a encontrá-lo. Da próxima vez, vou buscá-lo na porta da casa.

-isso seria um favor para todos nós. –bia suspirou.

-to com fomeee!!! –roo choramingou.

-espero que isso seja só o seu baixo... –isa ameaçou.

-eu também, porque não me mexi... –dougie respondeu.

-ainda to com fome...

-eu também... –luu cutucou a barriga.

-eu tenho amendoim... –dougie sorriu.

-amendoim não é o bastante. –bia mudou de idéia depois de ver dougie esvaziando os bolsos, cheios de pacotes de amendoim. –porque você carrega amendoins?

-nunca se sabe quando você vai ficar entupido num elevador, morrendo de fome e com quatro garotas, dois garotos, baixo e amplificador. O problema mesmo é que eu quero ir ao banheiro.

-ow, isso é ruim! –falou roo mastigando.

-já que nós vamos ficar aqui, melhor partirmos pras apresentações...

-oi, sou dougie, estou solteiro a meia semana e...

-eu sou tom, pra quem ainda não sabe! –cortada bonita (vivaa vivaa).

-Beatriz.

-Luisa.

-Isabela.

-Roberta.

-agora somos todos amigos! –dougie comemorou com a boca cheia de amendoim.

-fale por você... –Isa murmurou.

-ouvi isso!

-era pra ouvir!

-sem treta, -luu separou. –não tem espaço pra isso e eu não quero ver sangue...

-aha, ia apanhar! –dougie riu.

-de alguém inocente nas mãos da Isabela.

-tomooou! –Isa comemorou.

É, aquilo duraria um bom tempo.

-estação de metro. Aqui estamos. –Harry entrou seguido de Danny na pequena estação.

-to preocupado...

-com o que?

-eu liguei pra luu... será que ela foi pra cornfflacker?

-porque ela iria pra cornfflackler? Aquilo é um pedaço de nada!

Danny olhou pros pés.

-eu me perdi e fui pra cornfflacker sem querer... Ai depois corri de um velho doido até me perder e depois achar você...

-que romântico... Mas, na boa, você correu muito!

-corri?

-sim, esse lugar ai é bem longe da minha casa...

-que atleta, Danny Jones! –danny sorriu ao se elogiar.

-pra onde vamos mesmo?

-hmm... pra onde mesmo? –danny ficou pensando por um tempo.

-qual o telefone do celular da sua amiga? –harry pegou o celular do bolso.

Harry digitou rapidamente enquanto Danny se complicava com os números.

-oi? –harry atendeu feliz. –eu achei na rua uma criança que atende pelo nome de Danny Jones...

-heey. –danny fez bico.

-AH, MEU DEUS! O DANNY TÁ VIVO! – gritaram do outro lado da linha.

-Sim, está. Onde posso entregá-lo?

-hmm, meio complicado... –a voz feminina mudou pra uma voz masculina. –vai pra estação cornfake, depois na rua com mesmo nome vire a direita na terceira rua sem saída, o ultimo prédio. Chame os bombeiros.

-os bombeiros? –harry olhou pra danny.

-não fui eu!

-vai logo, os amendoins acabaram e eu vou me mijar!

-hmm, está bem! Estamos perto de cornfake!

-legal, tchau!

Harry olhou pro celular e puxou danny em direção a grande placa escrita “CORNFAKE”.