Ele se aproximou dela com o texto em mãos, encarando-a de um jeito para lá de estranho.

— Mesmo que me odeie, vai ter que fingir que não.

— Isso vai ser difícil.

— É só não pensar em mim como Naruto. — respondeu, ignorando-a. — Quando estivermos juntos, atuando, pense em mim como o seu Romeu.

Ela engoliu o seco, mas não se opôs, afinal, ele entendia mais de atuação e parecia realmente estar falando sério.

Para falar a verdade, nunca o vira tão sério na vida.

— Vai ser bizarro. — ela murmurou, contemplativa. — Mas vou tentar.

— Ótimo. Podemos parar por aqui e continuar amanhã.