Hinata passou o dia seguinte no automático, imaginando como faria a proeza de fingir gostar – aliás, estar apaixonada (o que é muito pior) – por alguém que não suportava.

Foi com esse dilema em mente que saiu da sala, ao bater do sinal. Surpreendentemente, encontrou Naruto parado à porta.

— Que cara de enterro.

— O que faz aqui? — ignorou o comentário, surpresa em vê-lo.

— Estava te esperando. — coçou a nuca, sem jeito. — Vamos almoçar juntos para repassarmos algumas falas.

Isso lá era jeito de convidar alguém?

No fim das contas, apenas deu de ombros e concordou com a cabeça, seguindo-o pelos corredores.