You're My Only Song

11 Ajudando a decidir


Notas iniciais
Hueheuheu Foi vergonhoso escrever o capítulo de hoje, cara... Eu escrevi ele na aula de anatomia com um amigo meu do meu lado... As coisas iam ficar tensas se ele estivesse dando a menor atenção AhsuhasuahusEnfim... Hora de ler, aproveitem.

Logan, como era o último da fila, puxou Carlos e correu pela trilha de volta. Kendall fez o máximo para ajudar James a fugir. Sunny e Camille desviaram e foram pelo meio da mata. Jo, Lucy, Jett e Dustin contornaram pela trilha para a área aberta. Visavam chegar ao acampamento.

Amy encarou o puma que avançou diretamente contra ele, entretanto, quando a criatura deu o salto da investida, Amy se abaixou e ele passou direto. A mulher se jogou no meio das árvores, deixando a área livre pra que o puma visse os quatro fugitivos, indo para o acampamento. Imediatamente o felino passou por Amy e se encaminhou para eles.

– Ele tá vindo pra cá. – Lucy disse apressando o passo.

Dustin olhou em volta e viu a mesa de café da manhã.

– O facão! – Ele gritou rumando para lá. Enquanto isso, Jett, Lucy e Jo iam para o meio das barracas.

Infelizmente, o presumo de Dustin estava errado. Alguém havia tirado o facão de lá. O moreno se virou apenas para ter o reflexo de se abaixar e deixar o puma cair sobre a mesa, derrubando todos os materiais. Dustin correu para tentar encontrar os outros. Para a sorte dele, o puma se distraiu com uns restos de presunto que alguém ingenuamente havia deixado sobre a mesa. Mas o lanche do animal não durou muito e ele voltou a rondar o acampamento.

~*~

Enquanto eles viviam esse pesadelo, Camille e Sunny estavam perdidas no meio da mata. As duas corriam e volta e meia olhavam para trás. Não viam mais ninguém, decidiram parar para descansar.

– Acho que ele não veio atrás de nós. – Camille disse.

– Ainda be... – Sunny não teve tempo de terminar. O chão abaixo delas rompeu, fazendo com que as duas rolassem barranco abaixo. Terra, insetos, folhas, gravetos. Tudo estava sobre elas quando finalmente se sentiram parar de rolar. A descida íngreme havia lhe dado vários cortes pela velocidade em que rolaram.

Sunny se levantou e olhou para Camille, que também se mexia. Era uma grande sorte que ninguém tinha ficado inconsciente, o que não significa que suas cabeças estavam intactas. Camille tinha um corte na fronte. Grande. Isso deixou Sunny preocupada.

– Camille, você tá bem? – A garota disse se levantando e indo até ela.

– Sim. – Camille disse. Mas seu rosto expressava o justo contrário.

– Vem... Temos que voltar pro acampamento – Sunny olhou pra cima. A subida era quase uma parede, seria impossível voltar por ali – Vamos ter que dar a volta.

Camille assentiu e se levantou. Sunny, imediatamente, apoiou-a em seus ombros e a auxiliou na caminhada.

~*~

Logan e Carlos voltaram ao tronco e começaram a atravessar, um de cada vez. Carlos foi primeiro, com medo de cair, mas acima de tudo, com medo de que, enquanto ele atravessava, o puma chegasse e atacasse Logan. Felizmente, isso não aconteceu, e o gênio pode atravessar o tronco com calma e cuidado.

– Pra onde vamos agora? – Carlos perguntou.

– Não podemos voltar ainda. Corremos risco de dar de cara com ele no meio do caminho. – Logan disse – Vamos ficar aqui e esperar até que a Amy ou mais alguém venha nos assegurar que ele já foi.

– Mas... Será que a Amy está bem? – Carlos perguntou nervoso.

Logan torceu a boca e mordeu o lábio.

– Sinceramente, eu não posso te dizer nada, Carlos.

Carlos olhou para baixo e seus olhos se arregalaram.

– Logan, cui... – Antes que o latino terminasse a frase, Logan sentiu os dentes da jiboia em sua perna, perfurando sua panturrilha. O garoto estava pisando em cima da cauda da serpente e a picada tinha sido um recurso de defesa. O que não diminuía nem um pouco a dor que o moreno sentia, caindo de joelhos, perto do animal.

A cobra tratou de fugir, deixando os dois para trás.

– Logan, você tá bem? – Carlos se abaixou perto dele.

– Sim... Era uma jiboia, não é venenosa. – O moreno afirmou segurando a perna, tentando parar o sangramento – Como eu não vi uma cobra desse tamanho?

– Pisando em cima do rabo dela? – Carlos retoricou com uma sobrancelha arqueada.

– Muito bem respondido. – Logan falou com um olhar escárnio.

~*~

Kendall auxiliava James como podia. Esse pulava em uma perna só, tentando poupar o tornozelo que ainda estava dolorido, mas os saltos apenas prejudicavam o outro tornozelo, que havia se recuperado não tinha muito tempo.

Acabou caindo e levando seu namorado consigo ao chão.

– James, você se machucou. – Kendall perguntou se levantando, como se nem sequer tivesse sentido o impacto da queda.

– Não, eu tô bem. – James afirmou tentando se levantar. Kendall lhe estendeu a mão e o auxiliou na tão difícil tarefa.

– Acho que não foi pra cá que ele veio. – O loiro disse olhando em volta.

– Mas onde é, exatamente, “pra cá”? – James perguntou. Foi o que bastou para que Kendall olhasse em volta e percebesse que ele não tinha ideia de onde eles estavam.

– Eu não sei. – Ele respondeu – Viramos tantas curvas no meio da mata que eu não prestei atenção em nada.

– Que ótimo, estamos perdidos. – James disse e suspirou fundo.

– Calma, Jamie, vamos nos encontrar em algum lugar. Vem... Vamos por aqui, já que foi por onde viemos. – Kendall o colocou apoiado no ombro e os dois saíram na direção da floresta por onde vieram anteriormente, em busca de um ponto de referência.

~*~

O puma ainda rondava o acampamento, em busca de presas maiores que meras fatias de presunto. Jo estava escondida dentro de uma das barracas, não sabia ao certo de quem era, mas era um lugar seguro pra ela. Apavorada, a jovem viu a sombra do puma se aproximando da barraca. Colocou a mão na boca para evitar os ofegos de horror. Quanto mais o felino se aproximava, mas Jo sentia que queria chorar e seus olhos ardiam. O puma chegou ainda mais perto e arranhou a lona da barraca. Jo reprimiu um grito, soltando um gemido de horror, e isso deu interesse ao felino que ficou sobre as patas traseiras e usou as dianteiras para rasgar a lona, assim tendo acesso à “refeição” que lhe esperava lá dentro. O animal rugiu e Jo deu um grito.

– Não vai transformar a mulher que eu amo em almoço, seu filho da puta! – No minuto seguinte, a cabeça do puma estava aos pés de Jo, enquanto Lucy segurava o facão com firmeza. As duas estavam repletas de sangue, do animal. Cobertas pelo rosto, a roupa e, no caso de Jo, os braços. Lucy nunca se imaginara matando nem mesmo uma barata, quem diria um puma, mas se fosse para manter Jo bem, ela mataria até um tubarão com as próprias mãos (ou pelo menos, ela o que era imaginava que faria).

– Meninas! – Amy chamou, vendo o sucesso de Lucy e saindo do meio das árvores onde se escondera – Vocês estão bem?

– Vamos precisar de um banho. – Jo disse, se levantando.

– Eu também acho. Eu vou me livrar disso. – Amy falou olhando o corpo do animal.

– Acabou? – Jett perguntou, saindo de seu esconderijo, junto com Dustin.

– Sim. – Lucy falou sacudindo o sangue das roupas, o que só aumentou as manchas.

– Mas e os outros? – Jo perguntou.

– Quem liga? – Dustin disse.

– Nós ligamos, imbecil. E sentimos muito se todos te odeiam. – Jo rebateu imediatamente.

– Então, Lucy e Jo, vão tomar um banho. Eu e os meninos vamos procurar pelos outros. Fiquem calmas e, se alguma dessas coisas aparecer por aqui, se afastem o mais rápido que puderem. – Amy ditou as regras. As garotas concordaram e, contra vontade, Dustin também teve que ir com ela e Jett para a floresta, procurar o restante do grupo.

Jo e Lucy ficaram sozinhas enquanto o restante do grupo ia arrumar as coisas.

– Bom... Vamos pegar as toalhas. – Jo deu de ombros – E obrigado por me salvar, Lucy. – Disse timidamente.

– De nada. – Lucy sorriu e deu de ombros.

As duas se encaminharam para o rio.

[~]

– Bem... Eu vi o Logan e o Carlos irem em direção ao rio. Eles vão atravessar o tronco e voltar, vão ficar bem – Amy disse – Vamos procurar Kendall, James, Sunny e Camille. Por aqui – Ela guiou os rapazes que a seguiam para a direita.

[~]

Jo e Lucy chegaram ao riacho e tiraram suas roupas rapidamente, para se livrarem do sangue. Jo se apressou em entrar na água, mesmo que apenas de lingerie, já Lucy ficou na margem, passando um pouco de água pelo corpo.

– Por que não vai entrar? – A loira perguntou, esfregando o corpo.

– É um riacho silvestre e nós estamos sujas de sangue. Pode ter piranhas aí – Jo arregalou os olhos e se encaminhou para a margem rapidamente.

– Eu tenho horror de piranhas – Ela esclareceu.

– Por quê? Algum trauma de infância? – Lucy sorriu esfregando a barriga.

– Não... É que eu assisti aquele filme “Piranha” – A loira falou sorrindo.

– Sério? Tem medo delas por causa de um filme? – Lucy perguntou debochadora.

– Vai dizer que você nunca ficou com cisma de um filme? – Jo questionou, erguendo uma sobrancelha.

A morena a olhou e analisou um pouco a memória.

– Acho que... Tenho um pouco de medo de estacionamentos – Ela falou entortando a boca.

– Por quê? – Jo não tinha entendido.

– “P2: Sem saída”, “Amaldiçoados”, “Jogos Mortais”... Existem centenas de filmes que mostram o perigo que um estacionamento pode guardar – A morena deu de ombros.

– Então você tem medo de ser pega por um psicopata que te ama, um lobisomem ou um boneco psicótico que quer te dar uma lição de comportamento? – Jo ergueu as sobrancelhas e sorriu debochado.

– Um lobisomem talvez não. Mas psicopatas assim existem – Lucy falou um pouco irritada com o deboche.

As duas continuaram a passar água pelo corpo, tirando todo o sangue, até que estivessem limpas. Mesmo assim, continuaram sentadas na água e se molhando, pelo menos por descanso. Jo olhou para o acampamento, se certificando de que estava deserto.

– Lucy... Eu... Queria te perguntar uma coisa – Falou receosa.

– O quê? – Lucy a perguntou, também receosa. Ela sabia o que poderia ser.

– Por que gritou que me amava antes de matar aquele puma? – A loira a olhou, buscando uma encarada firme dentro de seus olhos, mas Lucy não fazia o mesmo. Ela fitava o próprio reflexo na água e mordia os lábios.

– Não sei... Acho que tive um impulso de adrenalina e saiu qualquer coisa – Ela disse, agora, finalmente, encontrando os olhos de Jo.

– Então gritar que eu sou a mulher que você ama foi só um acidente? – A loira perguntou. Lucy, novamente, desviou o olhar.

– Acho que sim... – Ela disse com a voz trêmula de medo.

– Acha? – Jo perguntou se aproximando. Lucy se assustou com a aproximação.

– E-E-Eu... Ainda não sei direito – A morena falou se afastando um pouco.

– Por quê? – Jo questionou, agora um pouco impaciente – Por que você tentou se matar? Por que faz essas coisas e depois tenta voltar a viver como se elas não tivessem acontecido.

– Eu tentei me matar por sua culpa – Lucy falou, erguendo o olhar firmemente – Você... Eu não quero, Jo... Isso é errado.

– Acha mesmo que amar é errado?

– Nem tenho certeza se é mesmo amor.

– Posso tentar te ajudar – Jo disse se aproximando lentamente. Lucy tentou se afastar, mas não conseguiu resistir. A respiração quente da loira tocava sua pele e lhe dava arrepios, conforme Jo ia se aproximando de seu pescoço.

A loira distribuiu beijos por sua bochecha timidamente, até alcançar o canto de sua boca. Como dito, a morena tentou resistir, mas se rendeu e virou o rosto para poder tocar os lábios da loira. O corpo de ambas vibrou com o toque. Jo já havia beijado Lucy antes, sem ela saber, claro, e saber que ela tinha consciência do beijo, dessa vez, deixava seu corpo extasiado.

Vagarosamente, as duas foram se inclinando, até que Jo estivesse sobre o corpo de Lucy, ambas deitadas na água. A loira passeava com suas mãos pelo corpo de Lucy com cuidado, enquanto a morena se concentrava em segurar seus ombros e aproveitar o contato dos lábios de ambas. Jo pediu passagem e Lucy a concedeu. Começaram uma batalha dentro de suas bocas. Suas línguas se entrelaçavam como se estivessem numa dança.

Calmamente, Lucy levou as mãos até o sutiã de Jo e o desabotoou. Jo parou o beijo e afastou seu rosto alguns centímetros, deixando um lindo sorriso iluminá-lo. Lucy sorriu também, mas corou. Sentia que tudo podia estar indo muito rápido. Mesmo assim, não tinha vontade de parar.

Jo cavou a areia do riacho com suas mãos e levantou Lucy um pouco para poder desabotoar seu sutiã, também, assim, se livrou de ambos, o de Lucy e o seu próprio, jogando as peças para a margem seca. Jo voltou a beijar Lucy, dessa vez com mais voracidade e luxúria. Lucy retribuía isso. Em breve a loira estava descendo seus beijos com cuidado, pelo queixo, despois o pescoço, até chegar aos seios de Lucy. A morena deixou escapar um gemido baixo quando sentiu a língua de Jo entrar em contato com seu mamilo. Suas mãos foram para a cabeça da loira e começaram a acariciar seus cabelos.

Jo fazia movimentos suaves com sua língua, massageando os seios da garota, desde a base até os mamilos, brincando com a firmeza que os mamilos estabeleciam e, enquanto sua língua trabalhava no seio esquerdo, sua mão brincava com o seio direito, empurrando-o para cima e para baixo e acariciando o mamilo com os dedos. Brincava com eles como se fossem dois balões de água, inclusive, com o mesmo cuidado para não “estourá-los”.

Por fim, Jo começou a descer sua língua, percorrendo o corpo de Lucy. Sua barriga se contraiu e a garota riu.

– Eu sinto cócegas – Ela falou.

– Vai se arrepender de ter me dito isso – Jo sorriu e começou a distribuir beijos por todo o abdômen da garota que se arrepiava, ria e se curvava, tentando evitar a euforia que os beijos causavam no local. Por fim, Jo beijou seu umbigo e desceu naquela linha reta até chegar à calcinha de Lucy.

Não sabia se era apenas a água que tinha molhado a peça de roupa, ou se era a excitação da garota. Provavelmente, os dois. A mão de Jo violou a calcinha e alcançou a intimidade de Lucy com cuidado. Seus dedos acariciaram o local e Lucy gemeu. Dessa vez, o controle tinha se perdido um pouco. Os dedos de Jo fizeram questão brincar com seu clitóris e deixá-la mais extasiada do que já estava antes.

A calcinha foi empurrada até que estivesse nos pés da morena, que chutou-a para a água. Jo não se preocupou e desceu sua língua até atingir o local desejado. Lucy lançou um gemido farto, enquanto a loira se deleitava com o sabor agridoce de sua intimidade.

Jo apertou a cintura de Lucy com força e forçou mais a pressão de sua língua. Lucy gemeu bem alto, sentindo o músculo da loira percorrer seu sexo com força e fazendo uma massagem em seu ponto sensível. Jo voltou a percorrer o corpo de Lucy com a língua até voltar alcançar sua boca. Agora era a vez de seus dedos trabalharem. O indicador foi introduzido vagarosamente enquanto o polegar fazia um trabalho deleitável no clitóris da garota.

Lucy estendeu sua mão até chegar à calcinha de Jo. Ela a empurrou e conseguiu violá-la para que pudesse alcançar a intimidade de sua parceira e começasse uma massagem similar. O dedo médio de Jo entrou também, tocando os nervos da intimidade de Lucy, e o polegar aumentou o ritmo de seu trabalho.

Lucy estava cada vez mais perto, enquanto Jo sentia seu êxtase chegar apenas ao início. Entretanto, a maneira com que Lucy fazia seu “trabalho” estava acelerando bastante esse processo.

A morena gemia em meio aos beijos e isso atiçava a loira a ir mais rápido e com mais tenacidade de levá-la ao ápice. Lucy gemeu, quase gritando, o que era abafado pelos beijos de Jo. Seu ápice foi chegando vagarosamente até que o orgasmo a atingiu e ela sentiu seu corpo ser invadido por um súbito prazer forte. Jo continuou a receber carícias e a beijá-la, enquanto tinha seu sexo massageado com carinho, porém, velocidade.

Lucy as rolou, colocando-se por cima dela.

– Minha vez de saber o seu sabor – Ela disse. Distribuiu beijos por todo o corpo de Jo até chegar à calcinha que ainda estava lá e a puxou até os joelhos. Daí à frente, sua língua começou os mesmos movimentos que Jo, só que Lucy fazia tudo com mais profundidade e desejo. Tinha um sabor doce e era maravilhoso senti-lo em sua língua.

Jo gemia baixo, tentando se controlar, mas estava cada vez mais difícil.

Lucy começou a insistir, fazendo círculos pequenos em um único ponto. O ponto que Jo queria. O contato da língua quente da morena com seu clitóris fez com que Jo explodisse ao seu ápice de prazer. Seus gemidos foram cessando calmamente e se tornando uma respiração ofegante.

Lucy subiu pelo corpo de Jo até conseguir se encontrar deitada em seu peito.

– Isso te ajudou a se decidir? – A loira perguntou.

– Acho que ainda não foi o suficiente – Lucy falou com um sorriso.

– Então vou ter o prazer de repetir quantas e quantas vezes forem necessárias, até você decidir – Jo falou e beijou a cabeça de Lucy, enquanto a mesma ria.

~*~

– Kendall! James! – Jett chamava impacientemente, na tentativa de receber uma resposta.

– Sunny! Camille! – A voz de Amy ecoava. Entretanto, esse eco era tudo que se ouvia de resposta – Por que não nos ajuda, Dustin? – Ela perguntou ao garoto.

– Oras... Se não respondem a você e ao Jett, pra quê iam me responder? – O rapaz arqueou uma sobrancelha e sorriu sarcástico.

– Não seja palhaço, garoto – Amy repreendeu – Você está aqui pra ajudar, não fazer piadinhas.

– Eu já disse, não me importo com eles – Dustin deu de ombros.

– Ótimo... Quando chegarmos ao acampamento, espere que goste de limpar os peixes para o almoço – Amy ameaçou cinicamente.

– Sunny! Kendall! – Dustin começou a gritar – Espera... Tem algo ali.

– Grande piada... Acha que vai se livrar fácil assim? – A mulher questionou.

– Não, sua tonta. É sério. Olha – Dustin apontou a uma pequena luz vinda de um, aparente, barranco.

– O que é isso? – Amy retoricou indo em direção ao objeto. Chegando lá, perceberam que era uma lanterna que havia sido ligada acidentalmente.

– É a lanterna da Sunny – Jett disse.

– Ela e a Camille devem ter caído – Amy disse analisando o barranco íngreme – E se foi fácil de cair com duas garotas pequenas como elas duas, é melhor não ficarmos tão perto da borda – Ela falou empurrando os rapazes para trás.

– E agora? Se estão lá embaixo, vamos ter que dar um jeito de descer – Jett disse.

– Temos que ser rápidos – Amy afirmou – Logo mais vai escurecer e não quero nem saber o que vai acontecer com elas numa floresta escura, sem uma lanterna.

Notas finais
Xii... Quero nem saber o que vai rolar com Sumille nessa floresta...Eita, nós... Uma jiboia mordeu o Logan... Coitado dele ~SQN.Kames está perdido... Fodeu, aceitem.UAU! Jo, calma aí garota... Se quiser que eu faça com você o mesmo que a Lucy fez, eu aceito e ainda faço mais ^-^ (666'