Your Hunger Games IV - Fanfic Interativa
21 Segundo Dia
Notas iniciais
Alay Bauer
Conseguiu desferir um golpe mortal no lobo bestante, matando-o. Channel seguiu seus passos e então levaram o lobo até o refúgio: Uma toca que antes deveria ter servido de abrigo para uma família de lobinhos. Elas se sentaram e Channel se deu ao trabalho de limpar o lobo. Estavam com a cabeça nas nuvens, quando um pássaro passou voando e pousou num galho baixo ali perto. Alay ficou encarando-o. Outros dois pássaros desceram do céu.
- Olhe, Chann, que lindos... – ela disse, apontando para as penas multicoloridas dos pássaros.
- Sim. – Channel concordou.
Um dos pássaros, um bem pequeno, pousou no chão, ao lado de Alay, e ela tentou tocá-lo. O pássaro abriu seu biquinho, pronto para soltar lindas notas de... Horror. Alay tampou os ouvidos e então, em uníssono, todos os outros pássaros gritaram juntos, fazendo dentro dela algo explodir de raiva. Channel também estava com as mãos nos ouvidos, imóvel. Pegou sua adaga e tentou matar os pássaros, porém eles já haviam saído voando do caminho.
Enquanto isso, Alay se contorcia, tentando gritar o nome de Evan. Ele não podia estar em perigo... A voz dele ecoava em sua mente, aquele grito de horror... O que estava acontecendo com ele agora? Alay se debateu incontrolavelmente, chorando e gritando para aquilo parar. Channel mal sabia o que fazer para conter a companheira. Quando ela bateu a cabeça na pedra. Fim.
º º º
Ethan Huck
Quando acordou, viu Tomah com os olhos bem abertos, como se não tivesse dormido em nenhum dia de sua vida. Ele estava petrificado em seu lugar. Ethan sentia o cheiro de medo. Ele o encarou e então deu um tapão no ouvido de Tomah, fazendo-o despertar.
- O que foi, menino? Viu assombração?
- S-Sim. – Tomah respondeu. – Uma garotinha! Ela estava andando agora mesmo aqui perto da fonte! Antes do Sol nascer! Ela disse “Papai? Mamãe?” e então desapareceu. Meu Deus, que medo eu senti.
- Ela disse “Papai, mamãe” e você ficou com medo? – Ethan riu com sarcasmo.
- M-Mas ela era... iluminada com uma aura amarelada e... Se você a visse... É tão inocente, porém tão amedrontadora...
- Ora, não seja estúpido! Era só uma coisa da Capital pra te fazer ficar com medo. Relaxe. Ela não vai voltar tão cedo.
Tomah assentiu, meio desajeitado, enquanto recolhiam suas coisas e voltavam a perambular por aí. Ethan parou mais uma vez, somente para checar a armadilha, que ainda estava intacta. Por enquanto nenhum tributo havia sequer ido lá. E se tivesse, já estaria morto com as abelhas, que continuavam zunindo.
Ethan, por sua vez, notou que Tomah estava meio amedrontado, ainda, e por isso decidiu parar novamente, para que ele conseguisse se recupera totalmente. Quando o Sol chegou no meio do céu, eles voltaram a andar, até que ouviram o segundo canhão daquele dia. Ethan olhou para Tomah. O menino havia se encolhido, somente um pouquinho. Seu medo o estava deixando vulnerável demais. E Ethan não gostava de companheiros assim.
Ele ouviu um grunhido e então se virou, pronto para dar uma bronca no frágil Tomah. Por´me se deparou com o garoto retirando uma flecha de se pescoço. Logo em seguida caindo, e seu canhão estourando. Ethan não esperou para ver quem ou de onde tinha vindo a flecha, somente saiu correndo, para não ser atingido também. Ele caiu em uma ribanceira, rolando até chegar no capô de um carro ali enterrado. Ele demorou a entender o que acontecia, quando se levantou, ficando em cima do capô e então olhando ao redor, concluiu que estava em uma cidade abandonada. Ruínas de prédios e de parquinhos para crianças estavam por todos os lados. Pontos de ônibus e carros, todos apodreciam.
- Uau. – Ethan tentou pular do capô, porém ao cair com os pés no chão, sentiu seu tendão reclamar. – AI.
Tentou se aproximar de um hidrante para se apoiar, porém não conseguiu nem dar mais um passo.
- Tudo por causa daquele Mizashi... – ele pensou consigo mesmo.
º º º
Denis Mizashi
Ficou encarando a aljava novamente. Como aquilo estava lá? Foi o que pensou de primeira hora. Depois viu MM. Sorriu e pegou o arco, colocando-o no ombro e então voltando para contar a André que tinha ganho um presente de alguém. André gostou, era verdade. Agora poderiam trabalhar mais rapidamente. Eliminar tributos por distância é bem mais fácil.
- Vamos embora logo. – Disse ele. – Vamos para a floresta mais quente. Odeio frio
- Certo. – concordou André, e os dois adentraram na floresta de verão.
A noite chegou e eles montaram guarda, enquanto nada acontecia. O dia raiou, tudo muito normal. Não haviam se deparado com nenhum bestante ou tributo. Denis até estava achando estranho demais.
André caminhava com cuidado, não querendo levantar suspeitas em ninguém que pudesse estar por lá. Assim que chegaram para a praia, viram um novo inimigo para enfrentarem: cobras com pernas de homens nus (o que não foi muito legal de se ver, na opinião de Denis) os atacaram. Eram seis cobras-homens.
Denis colocou uma flecha na corda do arco e atirou no primeiro bestante, matando-o. André pulou com seu machado duplo com corrente em mãos. Ele aproveitou e lançou um dos lados do machado, fazendo a corrente rodar e cortar a cabeça de mais duas cobras. Denis soltou mais três flechas, acertando somente duas. Só havia mais uma, porém essa mordeu Denis no ombro, antes que ele pudesse se recuperar com mais flechas. André enfiou o machado no bestante, matando-o.
Denis caiu, esperneando, no chão. Enquanto segurava o ombro, gritava xingamentos bem ofensivos para a pobre cobra morta. Ela havia espalhado seu veneno, e isso causava uma dor alucinante nele. O suor invadia seus olhos, enquanto ele estava caído na areia, se grudando.
º º º
Noah Chisthurt
Lucy — Skillet [http://www.youtube.com/watch?v=zLzturC1ZeE]
Eles estavam no templo, fazendo um lanche rápido. A noite caía. Era o fim do segundo dia. Somente duas mortes. Noah estava comendo seu filé de peixe, quando notou alguma coisa sentada perto da fonte. Era como o corpo de uma menina, só que rodeada com uma aura amarelada. Ela parecia um anjo. Uma alma. Sim, era uma alma. E ela sorria para o fundo das águas tóxicas do lugar.
Ela então olhou diretamente para Noah.
- Lucy. – ele disse, involuntariamente, soltando seu filé e se levantando para ir até a menina. – É... Você?
Ela não respondeu. Na verdade, voltou a olhar para o fundo do lago, ignorando-o completamente. Noah chegou até perto dela. E então olhou para aqueles cabelos louros e curtos. Teve vontade de tocá-la, porém se conteve. Não podia fazer ela ficar com medo. E se fosse a alma dela, de verdade? Noah se sentou na fonte, ao lado dela, e olhou para o fundo.
- O que você vê? – ele perguntou.
- Um pote. – ela disse. – Cheio de borboletas mortas.
- Mortas?
- Sim. Elas morreram pois não voaram. Suas asas foram arrancadas. – ela olhou para ele, e então o coração de Noah congelou. Aqueles olhos...
- E... E por que você sorri quando as vê?
- Fico feliz. Elas morreram, como deveriam.
- Não, Lucy, essa não é você. As borboletas tem de se soltas, não é?
Lucy o encarou e então mudou de lugar, desconfortável. Noah não pôde deixá-la, se mudou, para sentar ao lado dela. A menina cruzou os braços.
- Por que está me seguindo, moço?
- Me esqueci de como era você me chamando de moço... Infelizmente eu me irritava com isso... – ele passou as mãos por seus cabelos.
- Eu escapei. – ela contou. – Eu escapei da sala das Almas. E vim para cá, contando que iria te achar. Lá é tão frio e escuro... Todos gritam e pedem por ajuda, socorro. Parece o inferno.
- Sala das...
- Queria estar com você, Noah. Aqui na arena, de novo. Ninguém sabe que eu estou aqui. – ela disse, olhando novamente para a água – Não sabiam, pelo menos. Agora... Serei usada. Como a titia.
- Titia?
- A Tia Lina. – Lucy o encarou – Ela foi usada. Uma alma para criar um monstro.
- Sim, eu sei do que se trata.
- E eu também. Sou um monstro preso neste lugar, agora. Eu fugi e agora estou aqui. Assombrando. – ela colocou a mão sobre sua perna – Você é meu pai, deveria me salvar.
- Sou mais que seu pai. – Noah segurou suas mãos pequenas. – Sou um poeta enlouquecido por você.
- Ora, você me déia constrangida assim... – ela virou o rosto, soltando suas mãos das dele. – Sou bem mais nova. E estou morta.
- Não. Você vive em mim. – Noah a abraçou, trazendo-a para perto de si. – Desde que você não possa se machucar, eu estarei feliz em viver novamente na arena. O mundo lá fora é perigoso, traiçoeiro, e na maioria das vezes acaba com você de um jeito penoso e detestável.
- Mas isso não seria aqui dentro da arena?
- Não. A arena é o melhor lugar para se viver, Lucy. – ele a beijou suavemente na bochecha, mudando para a outra bochecha, e então para a testa, a ponta do nariz e finalmente os lábios. Ela não recuou.
A mão de Noah se pousou atrás, nas costas de Lucy, a chamado para seu colo, e ela se sentou ali. Aninhada em seu peito, Lucy respirou o ar doentio da fonte.
- Eu ouço meus pais, Noah. – ela contou – Eles estão na sala das Almas, mas... Não consigo achá-los. Lá é muito grande.
- Tudo bem, não precisa se preocupar, vou salvar você e seus pais.
- Não. – Lucy sorriu. – Venha comigo, Noah! Fique comigo lá na sala. Nós seremos almas salvas, e então você irá me ajudar a encontrar meus pais!
- Lucy...
- Noah, por favor...
- O que devo fazer, então?
Ela lhe entregou uma adaga pequena. Nela havia sangue. Uma adaga... Pequena e familiar.
- Faça o sacrifício que eu fiz.
- Mas Lucy...
- O que é mais importante para você? — ela se levantou – Eu, ou a sua vida?
TUM.
º º º
Darin Astaroth
Darin colocou Bolina contra a parede, beijando-a no pescoço e pressionando seus corpos. Ela gemia baixinho, enquanto ninguém vinha. Ele se enfiou debaixo da camiseta dela, e começou a brincar com seus seios. Bolina beliscou o braço de Darin.
- Tarado. – ela reclamou.
- Ei, estamos prestes aos finalmentes, me deixe pelo menos vê-los uma vez na vida.
- Tenho vergonha de que me vejam...
- Se a gente for no escuro, você deixa?
- Ahn... Não sei... – ela respondeu.
Enquanto isso, com D. Saturn as coisas eram bem diferentes...
- Tem certeza de que consegue fazer isso? – D. perguntou.
- Sim. – Bianca entregou seu celular super hiper foda. – Eu faço outro depois. O mais importante agora é sair daqui. Logan não conseguiu nada, mas nós podemos nos comunicar com alguém usando meu celular. Mas só tenho dez por cento de bateria e um vinte centavos de créditos.
- Mas você é a filha do Snow!
- Você quis dizer a mascote do Snow. Ele não me trata como filha. Agora ligue para quem você mais confia!
D. Saturn pensou em algo. O Conselho.
- Alô.
- Oi – uma voz grossa disse do outro lado da linha.
- Espero que não seja engano, é do celular da Meell?
- S-Sim?!
- Dê para ela, por favor.
- Ela não pode atender.
- Por quê?
- Está na rena, lutando para sobreviver. – Travis grunhiu – Quem é você.
- D. Saturn.
- Você! Ficamos tentando te enviar e-mails a semana inteira!
- Eu estou preso! Me escute: Estou no labirinto de tumbas, logo abaixo da casa do Snow. Preso. Se você me salvar, farei qualquer hacker que você quiser!
- Certo. Irei mandar uma tropa para ai agora mesmo. – Tu Tu Tu
- Acabou o crédito.
- Mas conseguiu falar com ele e pedir ajuda? – Bianca perguntou, desesperada.
- Mas é claro, eu sou D. Saturn, não sou? – ele a segurou. – E você está caidinha por mim.
- Eu hein! – ela sorriu, porém não se soltou, o que confirmava suas expectativas.
Notas finais
*o*
e da Lucy:http://cdnimg.visualizeus.com/thumbs/51/d9/51d91439c3ed76e61838213699442dd8_m.jpg
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