Your Hunger Games IV - Fanfic Interativa

11 Minha Musa (Parte Final) & Anjo


Notas iniciais
Desculpem Jujubas! Eu estava sem ânimo, como já havia dito, e segui o conselho do meu gordinho Asukin de tirar umas férias, porém o noote quebrou, e como todo mundo sabe eu odeio escrever no pc, sai sempre uma merda. Bom, espero que não tenham me abandonado!Para recompensar, 3043 palavras de puro YHG.

Mellyne Mizashi

Vamos Fugir — Skank

Ela não conseguia entender por que ele ainda continuava estranho. Mal falava bom dia, muito menos dizia boa noite. Dormia no sofá do apartamento e tomava vinho até altas horas. Ela estava com medo de que o pai, a gravidez e ela mesma estivesse sobrecarregando-o. Estava na calada da noite, enquanto o som da TV era a única coisa ouvida. De vez enquanto ela conseguia escutar o tilintar da garrafa de vinho na taça. Ela estava se zangando, e isso não era boa coisa. Geniosa do jeito que era, não iria ficar agüentando por muito tempo.

- Chega – disse a si mesma, tirando as pernas de dentro das cobertas quentes e procurando as pantufas.

Ela caminhou suavemente, deixando os pés se arrastarem, um após o outro. Embora quisesse ficar brava com ele, era impossível aquela altura. Quando chegou, o viu esparramado no sofá, abaixando o volume da TV para o mínimo. Esvaziando a segunda garrafa de vinho. Ele suspirou e coçou os olhos vermelhos de sono. o relógio da cozinha indicava 3:43 da manhã. A única luz era a da TV, e o fedor era doentio. Impressionantemente, ele estava assistindo ao canal exclusivo da Capital “Edições”, que era sobre os Jogos. Sempre davam dicas de como seriam as Arenas, de quem seria o mentor de cada Distrito e um tour pela equipe de Idealizadores, apresentando cada um, e nas vésperas do Jogos até faziam uma entrevista com o Idealizador Chefe. Neste momento, eles estavam falando do bombardeamento dos Distritos, e de como Panem se entristecia com os revoltados. Em exclusivo, que os Jogos iriam começar mais cedo este ano.

Mellyne passou as mãos sobre o colo da camisola de tecido fino.

- Não quer ir dormir?- perguntou com a voz controlada, tentando ignorar os restos de comida que apodreciam na mesa de centro.

- Não – ele respondeu, ignorando-a.

- Você precisa dormir... – ela tentou puxá-lo pela mão, mas o mesmo era muito teimoso. – O que foi? Por que não vem pra cama? Amanhã teremos uma reunião importante e...

- Estou cuidando da casa.

- O que? Cuidando da...

- Para ninguém entrar enquanto dormimos.

- Você... Não me diga que está com medo!

- E se existe mesmo algo...

- Denis! Não existe nenhuma maldição!

- Não dá pra saber... Não acha muita coincidência só acontecer com sua família,em gerações seguidas, quando a Revolta está começando?

- Minha vó e minha mãe esperavam uma menina. Eu espero um garotinho. – ela o encarou fixamente.

- Não vou arriscar.

- O que eu posso fazer para você confiar em mim e vir dormir?

- Vamos fugir. – ele se encheu de um brilho entusiasmado. – Eu e você, fugir da Revolta! Vamos tirar férias até o bebê nascer!

Meell refletiu sobre a resposta.

- Mas... Até o bebê nascer... Será muito tempo! E não podemos abandonar tudo assim, com nosso interesse somente. É errado... As pessoas irão morrer e...

- Que morram! Eu não me importo. Prefiro que mil morram em vez de você e do Kido.

- Kido?

- Sim. O nome do meu filho.

- Ah, agora ele é seu?

- Não vamos brigar agora! Eu mato qualquer um que se meter na minha frente! Sei que sou egoísta, mas vocês valem mais que qualquer outra pessoa.

Ela se colocou na sua frente.

- Não acho isso egoísmo. Um pouco errado, mas não o condeno. E... Se é assim – ela segurou seu rosto com as duas mãos – Então vamos fugir, pra outro lugar, Gordinho.

- Sério? – perguntou ele, descrente.

- Mas é claro!

Ele sorriu e se permitiu cair deitado, exausto, sobre seu peito. Era um cabeça dura... Refletiu Mellyne. Deitou no sofá, também, morrendo de sono, puxando-o e aconchegando-o. Só assim para dormirem em paz...

º º º

D. Saturn

Quando o Sol bateu pela janela, a cada cheirava a lírios do campo. Como, D saturn não sabia, mas aquela vadiazinha soube utilizar os produtos de limpeza vencidos. Ele se animou um pouquinho, era ótimo sentir a casa livre de mofo ou fungos, embora ele só usasse a cozinha e o sótão por necessidade, e sua verdadeira casa fosse o porão. Saturn olhou para a cafeteira, já pensando em fazer uma ou duas garrafas, quando percebeu o leve aroma do seu fluir de vida... O seu néctar mais doce...

- Café feito na hora! – Bolina sorriu, balançando o coador ao seu lado – Chega dessas coisas que você chama de “instantâneo”.

- Onde arranjou isso? – ele perguntou.

- Numa prateleira cheia de aranhas. Não se preocupe, Darin moeu um saco inteiro de café!

- Moeu? Com as mãos? – Saturn ergueu a sobrancelha grossa.

- Darin pode parecer fracote, mas é muito forte!

- E falando nele, onde está?

- Cumprindo seu dever, como o senhor mandou.

- Pensei que fossem dormir. Você limpou a cada inteira e ele compactou dezenove arquivos com hackers... Não se cansam?

- Dimy, não somos pessoas, somos almas dentro de robôs, máquinas. Não temos necessidade de comer, dormir ou mesmo respirar.

- Não me chame de Dimy... – ele pediu.

- Tudo bem. O que você quer é lei! Estamos aqui para te ajudar. O que você quiser providenciarei.

- Você sabe fazer massagem? Dormi de mal jeito na cadeira do computador Três Estou todo dolorido... Preciso relaxar... E cansado...

- Oh... – Bolina endireitou o corpo e assumiu uma expressão mais séria. – Sei onde quer chegar, Dimitry, e eu sou inteira do Darin, nem pense em...

- O que? Não... Você... Entendeu errado! Não é esse tipo de relaxamento que quero. Não ousaria tocar em você, minha pequena vadiazinha. E pare de me chamar pelo nome. Saturn. Ouviu? Que nem Saturno.

- Como desejar. Eu sou a sua pequena vadia, não?

D. Saturn voltou para o porão, com a xícara de café “de verdade”, como chamava Bolina. Saturn a chamava de vadia, em tom carinhoso, o que, nem era um insulto, nem um elogio. Ela era útil, embora se negasse, ela era fonte de prazer que um homem solitário como ele precisava. Confessava que ficara muito entusiasmado quando Darin anunciou que viria uma menina logo que chegou. Mas não imaginou que ela seria tão... Velha. Parecia ter uns quinze anos, sendo que namorava um garoto de doze. Talvez fosse problema nos robôs que ele usou, ou era somente a verdade. Mas que ela abriria as pernas pra ele, isso era fato. Mesmo dizendo que não. Além disso, havia Darin, que se mostravam muito útil, também. Ele criara cinco vírus invisíveis para sistemas mais intensos de controle e segurança que a Capital poderia usar para detectar algo anormal e um hacker que enviaria informações diretamente para o Conselho.

- Onde estamos, afinal? – Darin perguntou assim que rodou a cadeira onde sentava de frente para o Computador Dois.

- Capital. Zona Norte. Próximo ao córrego.

- C-Capital? Mas... Você não era um cara a favor da revolta?

- Bom, eu sou um cara a favor da revolta.

- E mora na Capital?!

- Olha, nem todo mundo que mora na Capital realmente gosta da Capital.

Darin assentiu lentamente.

- Eu confio em você, por isso contei minha localização e meu nome. Espero receber sua confiança, em troca. – ele encarou os olhos heterocromicos de Darin fixamente, ele adorava aqueles olhos... – Bom... Agora vá se divertir com sua namoradinha. Já trabalhou demais...

Darin assentiu e deixou o fone com microfone embutido e subiu as escadas correndo. D. Saturn observou e logo voltou sua atenção para a tela do 3º computador. Dois novos e-mails. Um era anônimo, e esse lhe chamou mais a atenção, fazendo-o deixar para abrir depois. Abriu o e-mail de Meell e refletiu.

Caro D. Saturn,

Sei que, mesmo com dois ajudantes, você tem muito trabalho, porém queria pedir uma coisa. E não é nada convencional. Sei que você já abriga dois visitantes, mas gostaria de pedir sua hospitalidade novamente. Está manhã eu e Denis iremos pedir férias, e o seu lar é o mais seguro. Desde já peço desculpas por estar abusando de sua boa vontade.

De sua mentora e aprendiz,

M. Mizashi

º º º

Denis Mizashi

Finalmente ele tinha certeza da segurança da família. Agora sim ele ficaria aliviado. Mas, mesmo com o apoio da mulher, seria complicado e difícil convencer o Conselho, ainda mais seu pai...

- Já enviei o e-mail ao D. Saturn. Espero que ele seja do Distrito 11.

- Por quê?

- É um Distrito muito hospitaleiro... – Meell se jogou em seus braços – Ainda acho que estamos abusando da boa vontade dele.

- Temos de arriscar. Quando o Conselho perguntar se já temos onde ficar, ou em que lugar, temos de dizer que já sabemos onde. – Denis a envolveu – Eu a amo. Obrigado por concordar.

- Cá entre nós, eu acabaria cedendo. Nós dois sabemos diso.

Denis assentiu, embora tivesse sérias dúvidas sobre isso, porém preferiu ficar em silêncio. Sabia qual era o tipo de mulher que estava ao seu lado. Qualquer faísca viraria um incêndio, e se ele colocasse mais lenha... Era melhor continuar preservando aquele sorriso e as mãos carinhosas. Ela era uma boa mulher, embora adorasse uma boa briga, que era certo que ela sempre ganhava nas discussões.

- Eu o amo, também. – ela disse, encostada – Posso confessar uma coisa?

- Claro, qualquer coisa. – ele aumentou a força no abraço.

- Estou com medo... E se for verdade mesmo?

- Ah, agora você diz “e se” ?!

- Mas, pensando bem, é muita coincidência... Será que estou condenada à...

- Não. Você não... Vai... Morrer. Eu vou te proteger com tudo o que puder. Você não vai morrer, olhe para mim – ele forçou-a a olhar dentro de seus olhos – Eu não vou permitir que ninguém rele em você, está ouvindo? Ninguém vai ousar te intimidar. – passou a mão pelo lábio inferior – Está entendendo? Você confia em mim?

- Eu confio.

- Ótimo. Agora, veja se o D. Saturn já respondeu o e-mail.

º º º

D. Saturn

Anjo — Dalto

Era estranho, ele admitia. De um lado estava ele, e do outro estava Darin. Dimitry se aninhou nos seios da menina, porém recebeu um soco bem no nariz. Encarou Darin.

- O que foi? – perguntou.

- Ela é minha. – Darin abraçou o corpo de Bolina.

- Pois quem inseriu coisinhas nela fui eu! – rebateu D.

- Eu também!

- Ela me deixou ir primeiro!

- Vocês são idiotas – Bolina suspirou – Estou concordando com isso somente para “aliviar” a alma do Dimy, estão entendendo? Não estou feliz com isso. Não quero fazer isso. Mas sou obrigada, já que o Conselho mandou eu fazer tudo o que o Dimitry quisesse.

- Ora, não diga isso como se tivesse sido ruim... – Dimitry a encarou.

- Não foi, confesso. – ela sorriu, puxando a cabeça de Darin para seus seios e a de Dimy para um beijo quente e acolhedor. – Sou um objeto, certo? Uma pequena vadia.

- Certo. Você é uma pequena vadia. – D. Saturn a envolveu enquanto disputava espaço com Darin, que continuava a agarrar o corpo de Bolina, como se ela fosse uma ovelha, e ele o lobo mau.

Quando Darin dormiu, e Bolina também, D. se levantou e observou os dois nos emaranhados do lençol. Como ela era sexy! E como podia namorar um carinha tão bobinho como Darin? D. Saturn não conseguia entender o que essas mulheres pensam! Bolina era sedutora, possuía um sorriso contagiante, além de bochechas redondas e cabelos semi-ruivos, o que era um delírio para D. Ele saiu do quarto, puxando um quadro da parede e abrindo uma passagem secreta. Seguiu pelo corredor, até chegar em dois outros corredores, um era reto, o outro era uma escada. D. Saturn seguiu pela escada até chegar no porão.

Ainda com as imagens do corpo nu de Bolina passeando por sua mente, ele viu na tela do computador Dois o e-mail anônimo que ele tinha deixado para abrir depois. Se sentou rapidamente na cadeira, curioso, e abriu o e-mail.

“Nós sabemos quem você é. Nós sabemos onde você está. Não vai escapar, traidor”

O pulso de Saturn disparou, enquanto ele apertava um código de botões e cliques de mouse, até chegar aos remetentes anônimos. O e-mail tinha vindo diretamente da Grande Mãe, como ele chamava, ou seja, o Computador-Cérebro da Capital. Era a máquina mais avançada de toda a era, era o sonho de Dimitry. Ele sempre quis colocar as mãos naquela belezinha, e agora estava recebendo um e-mail vindo diretamente dela. O som da caixa de mensagens o assustou, fazendo-o dar um pulo da cadeira. Ele voltou para a tela principal e viu mais um e-mail anônimo.

“Não adianta tentar se esconder. Você sabe quem nós somos, e nós sabemos quem é você. Dimitry Saturn, sua cabeça será exibida na Praça Grande!”

Ameaças... D. Saturn sabia que a Capital não faria isso, era somente algo para intimidá-lo. Então se lembrou do e-mail de Meell, e de que ainda não havia respondido. Ele abriu uma nova mensagem e tratou de escrever com os dedos trêmulos, ainda abalado pelo fracasso de manter sua identidade secreta.

Querida Meell,

Sei do que você quer dizer, e entendo, porém será impossível. A Capital me rastreou, talvez utilizando um de meus vírus. Infelizmente minha casa não é mais um lugar seguro, e agora sou eu quem pede por ajuda. Se o Conselho puder, por favor, adoraria mudar da Capital para algum Distrito qualquer. Darin e Bolina realmente estão sendo de muita ajuda. Ele fazendo metade do trabalho que eu teria de fazer sozinho, ela me saciando. Temo que em breve Snow mandará Pacificadores para me prenderem. Por isso, acho que minha resposta é mais urgente do que a sua. Por favor, não esqueça que, sem mim, vocês nunca teriam chegado á essa altura do jogo. Abraços, do, assustado e ansioso, Dimitry Saturn. Estou confiando meu nome á vocês. Não pretendo ser decepcionado, senão, estarão em sério problemas comigo e com a Capital.

Aquilo era, tanto um pedido de ajuda, como uma ameaça. Se o Conselho não o ajudasse, Dimitry não iria hesitar em contar tudo o que sabia para Snow. Mesmo odiando a Capital, ele odiava acima de tudo ser traído. Ainda mais ser traído por quem confiava. Ele confiara em Darin e em Bolina, e agora confiava em Meell. Se ela falhasse, ele “falharia” também.

Estava prestes a pegar uma xícara de café, quando uma mão pousou em seu ombro, fazendo-o dar outro pulo apavorado na cadeira. Mas era apenas Bolina, para sua sorte. Ela girou a cadeira para sua direção, e segurou os ombros de Saturn.

- Você está branco. Pálido... O que houve?

- Talvez seja o fim para mim...

- O fim?

- A Capital me rastreou. Vão me matar se não sairmos daqui logo.

- Oh... – ela refletiu sobre aquilo. – Talvez... Seja... – ela abaixou os olhos, pesados – Seja minha culpa...

- Sua culpa...? – D. Saturn demorou até entender. – Você... Você me traiu? Contou para eles?

- Sim. – uma gota de lágrima escapou pelo seu rosto. – Sou de pele humana, mas meu interior são engrenagens... Essas lágrimas são falsas...

- Mas, Bolina? Como você pôde...

- Não foi minha intenção... Eu descobri isso enquanto você dormia. Entrei no computador da Capital escondida, sem deixar o Darin perceber...

- Mas por quê?

- Eu queria saber o que estava acontecendo comigo... Eu... Sempre sentia uma dor forte no peito, e então desmaiava. Quando acordava estava em outro cômodo da mansão.

- E o que você descobriu?

- Sempre que eu sinto isso, é a Capital tentando rastrear a minha alma. Embora eu tenha sido libertada pelo Conselho, eu ainda estou salva no computador da Capital, e assim eles podem me rastrear. Quando eu entrei no computador deles, usei o seu servidor, e por isso eles devem ter achado que era você tentando invadir o sistema... Eu... Não sabia que isso iria acontecer. – seus ombros tremeram, enquanto mais lágrimas caiam. – Agora sua vida está em risco... E eu sairei imune.

- Por que “imune” ?

- Sou uma alma. Embora esteja aqui, estou morta. A minha essência está morta...

- Eu te perdôo, Bolina. – Saturn encostou as costas devagar na cadeira, assimilando tudo. – Se você quisesse, poderia ter pedido a mim, eu deixaria você vasculhas as coisas. Mas se você não souber como ocultar suas pegadas, a Capital pode descobrir tudo.

- Eu aprendi isso... – ela disse, com a voz suave, tão melancólica que um súbito desejo de simplesmente tê-la nos braços atingiu Dimitry, porém ele se controlou. – Mas e descobri algo importante.

- O que?

- Sobre as pessoas do Conselho.

- Me conte, Amor. – ele pediu.

- Todos os Vitoriosos a partir da 80ª edição de Jogos Vorazes estão com suas almas salvas no computador da Capital. Todos.

- Mas... Como?

- Eles salvavam as almas, para que quando morressem servissem de fantoche. Mas, aqueles que venciam, continuavam com suas almas arquivadas. E até hoje estão. Eu sei porque a Mellyne teve um “derrame”. Não um derrame de verdade, foi a Capital rastreando ela. O fato de ela estar grávida complicou a saúde. Se ela quase não sobreviveu, imagine os outros que estão feridos, ou a beira da morte... Existe vinte vitoriosos, sendo que seis são do Conselho. O mais velho deve ter 38 anos hoje.

- Você quer dizer que não importa o que o Conselho faça: A Capital sempre irá saber a localização de cada um deles? – D. perguntou, desejando que a resposta fosse negativa.

- Sim, é exatamente isso.

- Oh, meu Deus! E o que faremos agora? Não dá pra escapar da Capital nem por um segundo! Até eu, que me julgava mais esperto, estou sofrendo as conseqüências...

- Não! Fui eu! Não você. Você é um gênio, se eu não estivesse aqui tudo estaria bem! Eu assinei a sua morte...

- Espere... BINGO! Você está errada, meu docinho, se você descobriu que o Conselho corre perigo, então valeu à pena.

- O quê? – Bolina perguntou, colocando uma mecha de cabelo para trás da orelha.

- Você descobriu algo importantíssimo para a Revolta!

- Verdade?

- Mas é claro!

Dimitry a puxou para sentar em seu joelho. Passando um braço por seus ombros e o outro segurando sua mão, ele beijou seu pescoço e sorriu.

- Você é um anjo, Bolina!

Notas finais
Mais uma vez peço desculpas. E hoje tem mais um capitulo. Prometo.