Notas iniciais
Primeiro capítulo, passarei as regras:
1 - será aceito QUATRO Tributos para cada Distrito de ambos os sexos
2 - O Jogo será desenvolvido utilizando-os nele, mas somente um será o narrador principal (Vou escolher).
3 - Se tiver alguma dúvida, queixa, ou uma dica para um acontecimento com seu personagem, dizer isso no reviw ou em uma MP.
4 - Se fez um Tributo, tem que seguir a Fanfic, se não ele será desclassificado.
5 - Mortes e Mutilações aconteceram livremente.
6 - Pares Romanticos eu escolherei. Mas se quiser, pode colocar a preferência na ficha. Será permitido pares com outros Distritos que não sejem o seu.
7 - A Biografia, para quem não sabe ou não entendeu, é a História de Vida do Tributo. A Biografia mais diferente, criativa e bem escrita será escolhida para narrar a Estória.
8 - A foto do Tributo é obrigatória, para termos uma idéia de cada um deles. As fotos serão postadas nos Capítulos da Fanfic ao longo dela.
9 - Serão Capítulo longos em meio a curtos, então não brigue comigo se eu fizer eles muito pequenos! Tempo é algo que aqui no Distrito 1 não temos!
10 - Demorarei um pouco para postar a Fanfic pois vou organizar os Tributos e escrever os primeiros Capítulo para melhor a Fanfic ser, e mais organizada, né?
11 - Atualizarei a Fanfic todos os dias, enquanto as vagas dos tributos ainda estarem abertas.
12 - Se seu Tributo já tem uma vaga (por exemplo) no Distrito 4 e alguém quiser também ocupar ela, irei conversar com a(o) dona(o) da ficha menos pretigiosa para resolver o problema.
13 - Conversas sobre as fichas, ou outros, somente por MP.

Selene Densverouix


– Senhoras e senhores, vos apresento, Selene Densverouix! – Caesar sorriu abertamente.

Entrei no palco com Lunna curiosa e olhando para todos os lados, á procura de algo para ver. Eram tantas pessoas que eu tive de virá-la para que não acabasse se assustando com todo aquele povo.

– Vencedora da Septuagésima sexta edição de Jogos Vorazes, UAU! – ela gritou, e tampei os ouvidinhos de Lunna.

– Sente-se, querida Selene. Agora, me diga, qual foi o seu primeiro pensamento quando matou o último Tributo? – ele me perguntou.

Respirei fundo. – Eu pensei no que tinha perdido para ficar viva.

– Não foi tanta coisa assim.

– O Lucca. Foi algo sim.

– Mas você tem a bebezinha. E aliás, qual o nome dela?

– É Lunna!

– Ah, claro, lembrei. Lunna, certo?

– Ah... Sim.

– Selene, o que você vai fazer a partir de agora? – ele me perguntou.

– Como assim?

– Você ganhou, você perdeu, e você tem uma filha. O que pretende fazer?

– O que eu pretendo?

– Sim.

º º º

– E é por isso que elas são tão lindas.

– Mas mamãe, as borboletas voam, as largatas não.

– Lagartas, Lucy.

– Isso, as Laga-R-tas.

– Porque as Lagartas passam por uma transformação e viram borboletas.

– Mas porque as borboletas não comem folhas?

º º º

Isso, linda, isso, mais um pouquinho e...

– Mãe! Mãe! – chamei por minha mãe. – Vem ver, a Lunna está aprendendo á andar!

– Ah, que gracinha, Selene! – mamãe limpou as mãos no pano de prato.

– E quando o outro bebê nascer, eu vou dar o nome de Lucca para ele.

– Você será uma excelente mãe, Selene.

– Obrigada, mamãe.

º º º

– E por que as borboletas são tão diferentes uma da outra?

– Pra que a gente possa admirá-las sem se cansar.

– Hum, isso explica. O papai gostava de borboletas?

– Eu... Acho que sim.

– Eu amo borboletas. Queria ser uma.

– Mas por que, Lucy?

– Pra poder voltar no tempo em que eu era uma lagarta, e poder ver o papai.

º º º

– L-Lucca?

– MANHEEE!

– Que foi, Selene? – ela veio desesperada.

– A Lunna ta falando as primeiras palavras, é Lucca! É Lucca!

– AH, que maravilha, filha! Ensina ela á falar “Amo a vovó”.

– Nem sonha, mãe!

º º º

– Mamãe, você sente falta do papai?

– Muita, Lucy, muita.

– Eu também. Ela era bem legal, não?

– Sim. Acho que vocês se dariam bem.

– MAS É CLARO QUE A GENTE SE DARIA BEM! Eu sou filha dele...

– E tenha orgulho disso.

– Eu tenho. Mas mamãe, porque as borboletas não nascem já borboletas?

º º º

– Força, Selene, força! – minha mãe falou.

– Isso, Sel, isso, eu to vendo a cabecinha! – Rubi apertou meu joelho.

Cerrei os dentes e empurrei para fora aquele ser com todas as minhas forças.

– É uma menina! – Rubi gritou, histericamente.

– Menina?! – perguntei, soltando o ar.

º º º

– O papai era moreno ou loiro que em eu?

– Ele era igualzinho á sua irmã.

– A Lunna?

– Sim.

– Então é por isso que ela diz que é a filha favorita?

– Ela diz isso?

– Sim. Mas eu sei que é mentira, você e o papai amavam a gente igual, não é?

– Mas é claro que sim, meu amor.

– E qual a cor dos olhos do papai?

º º º

– ô mãe! Ô manhê!! – Lunna gritou.

– O que foi, Lunna?

– A Lucy ta comendo o meu dever!

– Lucy, isso não é comida...

– Mas a Lunna disse que era chocolate branco.

– Lunna, você disse pra sua irmã que a borracha...

– Não, mãe! Claro que não! A Lucy está mentindo!

– Eu não estou Metindo!

– Sua burra é mentindo! Ta vendo como ela não sabe de nada, mãe?

– Não fale assim da sua irmã.

– É por isso que o papai gostava mais de mim.

º º º

– E o titio também casou com a titia?

– Sim.

– E você e o papai?

– A gente casou também.

– E o vovô e a vovó?

– Também.

– E eu?

– Um dia você encontrará a pessoa que te amará e te levará no seu coração para sempre.

– Ele pode ser o papai?

– Ele pode ser igual ao papai, mas não o papai.

– Por que não?

– Porque o papai está... Porque o papai casou comigo.

– Mas ele não pode casar comigo também?

– Por que não pergunta para ele?

– Porque ele está... morto.

– Não dentro de você.

º º º

– Mãe, a Lucy colou na prova.

– Não colei não!

– Colou sim!

– Não colei!

– Colou, a suas respostas são iguais ás minhas!

– Foi você que colou de mim. Eu ouvi você falando com as meninas.

– Mentira.

– Então pergunta pro papai.

– O papai ta morto, sua burra.

– Não dentro de mim.

º º º

– E o meu bisavô?

– Ele era meu avô.

– E ele era legal?

– Não me lembro, meu anjo.

– Hum... E o titio pode casar de novo, agora que a titia morreu?

– Sim, se ele encontrar a pessoa certa novamente.

– Mas por que tem que ser a pessoa certa?

– Porque é com ela que você vai viver para sempre.

º º º

– Mãe! Mãe! Mãe! – Lunna apareceu correndo e chorando. – A vovó morreu.

º º º

– Mas a vovó também está dentro de mim?

– Sim.

– E a titia?

– Também.

– E tem tanto espaço dentro de mim?

– No coração de uma mulher nunca falta espaço.

º º º

– Isso cheira á veneno da Bahia, é um antigo remédio contra o câncer encontrado na Bahia, um lugar num dos países da Guerra atrás, eles costumavam dar para os doentes de câncer dizendo que era a cura, mas na verdade era um veneno para que eles morressem mais rápido e sofressem menos.

– Quanto tempo me resta, Rubi? – perguntei, com a voz fraca.

– Pouco.

– Então diga ás meninas que eu as amo muito. E diga para a Lucy que ela é uma bor... Uma bor... Boleta...

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Em Memória de Selene Densverouix

Notas finais
Fichas
Nome Completo:
Idade:
Distrito:
Foto (Obrigatório):
Personalidade & Características:
Preferências
Gosta?
Não Gosta?
Signo?
Defeitos?
Qualidades?
Alergias?
Quer Ter Envolvimento Com Lucy? ( ) Sim ( ) Não ( ) Você Escolhe
Par Romântico?
Armas?
Roupas/Estilo?
Morre/Vence?
Biografia Antes dos Jogos?
Obrigada, e que a Sorte esteja Sempre á seu favor.