Notas iniciais
Capítulo que eu escrevi rapidinho!

Conselho

- E o que você vai fazer... – quis saber André, o único que teve coragem de abrir a boca depois de ouvir o que Meell tinha á dizer. – Você vai matá-los, então.

- Não. – Mellyne o encarou – Não posso matar nenhum.

- Mas se você não matar... – Maju entrou no meio – O Snow vai te matar.

- Eu sei. Mas tenho de correr o risco. – ela respondeu. – É isso o que os líderes fazem, não.

- Já se acha a líder. – Natália deu de ombros. – Ontem dizia que nem queria saber de liderar, agora já está querendo se fazer de herói pra salvar os tributos...

- Pare com isso, Natália, o assunto é sério. – ralhou Denis. Porém no fundo ele sabia que a mulher não estava fazendo por mal. Este era o jeito dela. Aquela mulher que foi detê-lo no telhado, e essa menina que brinca de irritar os outros.

- Eu... – Caio se levantou. – Eu preciso ir...

- Tudo bem. – Mellyne assentiu.

Caio saiu apressado da sala. Ninguém quis saber o que ele tinha, mas com certeza deveria estar se sentindo mal, pois seu rosto estava pálido. Os restantes se entreolharam, esperando que alguém dissesse algo, mas ninguém queria fazê-lo.

- Estamos indo para o Distrito 1. – anunciou Denis, á final.

- Certo. Eu cuido do Banquete. – Natália logo disse, parecendo desesperada.

- Não. Eu também. – André interrompeu. – E a Giu...

Giulia olhou para ele, e seus olhos se encontraram. André logo se desviou. Giulia sorriu, se lembrando do Distrito 2...

- Então está confirmado. – Denis encerrou a reunião. – Eu e a Meell vamos... Entrar em contato com os... Vocês sabem...

- Ah, claro. – Natália concordou. – Seis vão tirar férias e fazer oba-oba toda noite, né...

- Ei! – Mellyne quase estapeou sua cara, se não fosse Denis para impedi-la.

- Isso mostra que é verdade. – Natália deu de ombros.

- Nós vamos nos encontrar com um sujeito que está enviando e-mails anônimos para a Meell.

- Ah, sei, um admirador secreto. – Natália adorava uma treta...

- Pare com isso, Nat. – Meell pediu.

- O.K. – ela deu de ombros. – Depois do que minha filha disse, nada mais me abala...

º º º

Simbad Somma

Simbad olhava de longe Kaya deitada nos braços de Noah. Ele não podia esconder seu ciúme, afinal era com ele que Kaya dormia. Lucy também estava lá, mas ela era mais uma... Uma menina, não uma namorada. Então Noah nem iria dar bola para ela. Mas Kaya... Kaya era linda, ele tinha de admitir. Principalmente quando seu cabelo caia sobre suas bochechas rosadas, e seus lábios ressecados o chamavam... Ele notou que Noah ria.

- O que foi – perguntou.

- Nada. – Noah respondeu. – Nada mesmo...

- Fala logo.

- É que você fica tão fofinho com ciúmes...

- Para com viadagem! – Simbad resmungou.

Noah riu.

- Admita: você está se remoendo porque a Kaya veio buscar refúgio comigo, não com você.

- Não é verdade. – ele revirou os olhos.

- Sabia que ela iria morrer congeladas se eu não acariciasse sua pele branca e gélida... ?

- Não ligo. – Simbad deu de ombros.

- Ah, diga a verdade, Simbad, ela é gostosa, não?

- Ei! Pare de falar deste jeito da Kaya! Ela não é pro seu bico.

- Simbad, querido Simbad, eu não sou que nem você. – Noah olhou para ele por trás da franja ruiva. – Meu caminhãozinho é grande, sabia? E a areia da Kaya nem é tanta, assim...

- Cale a sua boca suja! – Simbad resmungou para o outro.

- Certo. – Noah concordou com um meneio de cabeça. – Mas quem está com a Kaya sou eu, não você.

Simbad se virou, bufando, e tentou ignorar as provocações de Noah. Ele sabia que Kaya estava apenas frágil, que logo ela acordaria e iria perdoá-lo. Ela já tinha perdoado ele uma vez, não? SImbad adormeceu e, quando acordou, viu Kaya conversando com Lucy de uma forma patética. Kaya estava hiperativa, como uma criancinha de oito anos. Quer dizer, que nem Lucy.

- Ei! – ela chamou SImbad, e se rastejou até ele. – Bom dia! Dormiu bem? Tudo bem com você? Quer comida? Eu sou gentil?

- O que?

- A Lucy-Musse está me ensinando á ser gentil!

Simbad olhou de relance para a pequena Lucy, e então voltou a atenção para Kaya.

- Você está bem, Kaya?

- Sim! – ela respondeu. – E você? Isso foi gentil, sabia?

- Kaya, por favor me diga o que... – então ele suspirou, colocando a mão nas têmporas – Sua amnésia, eu tinha esquecido...

- Amno-quê?

- Amnésia. Perda de memória...

- E quem é você? A menininha disse que você era o priminho dela, e que eu era sua namorada. É verdade? Somos namorados?

- O q-que? N-Namorados? – Simbad olhou para Lucy, que segurava um riso. – A-Ah, bem... Eu não sei... Nós brigamos...

- Brigamos? Mas eu não quero brigar com você! Você é muito fofinho,vou chamá-lo de Meu.

- Ei, meu nome é Simbad.

- Eu sei mas... Meu é mais legal... Então, SImbad, somos namorados?

- Mas estamos brigados, e ultimamente você está gostando do Noah... – sua dor saiu em sua voz.

- Ah, me perdoe, Simbadzinho. Eu não queria magoá-lo. Me perdoa...

- Sim, Kaya, sim! Agora deixa o Noah!

- Claro. – ela sorriu. – Somos namorados, então?

- Sim. Eu acho que sim.

- Então eu posso te beijar?

- Claro, Kaya, claro...

º º º

Natália Polônia

- Todos na base... Ao meu comando... – Natália se preparou. – Cinco... Quatro... Três... Dois... Pode mandar a mensagem.

Os tributos chegaram até onde seria o banquete.

- Certo. – ela disse no microfone. – Soltar fogo.

Tudo aconteceu.

- Agora... Ei, espera! O que é aquilo... ? – ela sussurrou na orelha de André.

- Um... Um buraco para o céu.

- Uma saída! – ela exclamou. – Isso! Uma brecha! Rápido, mandem três aerodeslizadores para resgatarem os tributos! André, fique no comando, eu vou ver a Lola!

- O.K. – André pegou seu fone de ouvido e ditou as ordens. – Código 4-meia-9. Cessar fogo. E... Podem mandar as feras.

Notas finais
Mandem reviws! E recomendem, vamos passar das 9 recomendações, Jujuas, me ajudem! Vamos bater o record com essa fanfic!