Your Hunger Games III - Fanfic Interativa
27 O Ciúmes de Jason Hadley
Notas iniciais
Jason Hadley
Jason sorriu, como era de se esperar. Bolina havia se levantado e derrubado sua cadeira, enquanto sua mentora seguiu para a direção contrária. Ele apenas tentou manter o clima bom na mesa deles.
– Ela é nervosa demais. – Acacia comentou baixinho.
– Sim. – Jas concordou. – Mas tem seu lado positivo.
– Será? – Darin riu sarcasticamente.
– Sim, ora, todos temos. – Jas beliscou um pouco na mesa antes de chamar Acacia para conversar.
Ela apenas acenou com a cabeça e ele compreendeu o sinal. Não queria dar muito na cara. Ele saiu do vagão e foi para o quarto deles. Cinco minutos depois Acacia também entrou. Ela se sentou na cama onde Jason também estava, e então perguntou:
– O que foi?
– Sem aliança.
– Mas Jas, eles são do nosso Distrito...
– E não vão servir para nada. – Jas disse. – Sei que é difícil, mas a possibilidade deles ficarem vivos será... Pouca. Temos de nos aliar á bons Tributos.
– Não bons demais. – Acacia corrigiu. – Os melhores depois de nós. Quanto mais gente junta, melhor. E quando os mais fortes estiverem sozinhos, teremos a vantagem.
– Sim. – Jas concordou. – Você quer ir ver os do 1?
– Sim. Acho bom. – Acacia se virou.
– Claro. – Jason concordou. Ela era simpática.
Jason seguiu Acacia pelo vagão 2, e foram para o 1, lá encontraram o corredor dos quartos e logo após o vagão-bar deles. Onde dois Tributos estavam conversando. Dois meninos. Ou homens. Jason sentiu que Acacia estava sendo ameaçada, os olhares que os tributos deram não deixou Jason nem um pouco satisfeito.
– Tributos do 2? – o mais velho perguntou.
– Sim. – Jason respondeu. – E você é do 1?
– Meio óbvio, não acha?
– Claro, claro... – Jason se sentiu ainda mais ameaçado.
Acacia se colocou na conversa. – Nós queremos saber se vocês aceitam uma aliança.
– Depende. – o garoto grande respondeu.
– Depende do que? – Jason quis saber.
– Se ela topa trinta minutos comigo atrás do trem.
– Como é? – Acacia gritou.
– Ei, cara, que isso! – Jas segurou o braço de Acacia, antes que ela fosse bater no garoto.
Ele apenas riu e jogou os cabelos ruivos para trás. Havia uma barba rala e ruiva crescendo malfeita.
– É brincadeira. – ele disse. – Não estou interessado em alianças. Já tenho um peso morto nas minhas costas.
– Nós ajudamos você á carregar o peso. – Jason sorriu, carismático.
– Eu acho uma boa. – pela primeira fez o outro garoto abriu a boca.
– Nem sabemos o nome deles, Felippe! – o ruivo riu.
– Jason Hadley, e está é Acacia.
– Olá. – Acacia revirou os olhos, impaciente.
O ruivo sorriu para o jeito debochado de Acacia, o que irritou Jason mais ainda. Acacia era parceira dele.
– Eu topo. – Felippe disse mais uma vez.
– Meu nome é Noah Christhurt. E eu não estou afim de bancar a baba de vocês também.
– Ah, por favor, cara. A sua parceira iria gostar.
– Minha parceira nem sabe contar até dez. – Noah se zangou.
Jason escolheu com cuidado as palavras.
– Eu cuido dela para você.
Noah ergueu uma sobrancelha grossa e ruiva.
– Ah é? Então eu quero só ver. Ature uma menininha de doze anos e idade mental de cinco, perguntando pra você que cor é o céu.
– Ele é branco. – Jason respondeu.
Noah revirou os olhos claros e então fechou a cara, assim que a porta do vagão se abriu.
– Moço, moço, eu fiz um desenho seu! – era uma menina de... nove?
– Quantas vezes já disse: Meu nome é Noah! – O cara disparou, rispidamente.
– EU fiz um desenho seu! – a garotinha continuou pulando, enquanto balançava a folha.
– Deixa eu ver? – Jas pediu sorridente.
– Claro! – a menina lhe entregou a folha de papel.
Nela havia um retrato quase perfeito de Noah Christhurt, ou o Zangão, como Jason preferiu chamá-lo. A barba rala, os cabelos grandes, os olhos e a luminosidade. As sombras e a textura. Aquela menina sabia desenhar.
– Que lindo! – Jason elogiou.
– Você acha? – os olhos azuis da garota brilharam.
– Claro.
– AH! – ela soltou enquanto sorria abertamente. – O meu nome é Lucy!
– Olá, Lucy, o meu é Jason, mas me chame de Jas.
– Sim, Jas! – ela exclamou. – Eu gostei de você!
Ouviu-se alguém fungar ao fundo do vagão, sentado na poltrona, e pressionando as têmporas.
– É claro que você gostou dele, ele mentiu pra você!
– Você é um bobalhão, moço. – Lucy disse.
– Oh, pelo amor de Deus, se ele tem algum amor por mim, pelo menos...!
– Por que você não é mais legal como ele?
– Porque você é uma criança mimada e irritante.
– Não sou mimada!
– Você nem ao menos sabe o que é mimada! – Noah exclamou, ninguém dizia nada além deles.
– Mas eu não sou!
– Você não tem jeito mesmo, Lucyelle!
– E você é um chato, Noahelle!
– AHh! Meu nome é Noah! SO Noah.
– E daí?
– Você que é irritante!
– Gente, por favor... – Acacia começou seu sermão. – Estão agindo como crianças...! Tudo bem, ela não conta, mas Noah...! Seja um pouco mais inteligente.
– Está me chamando de burro? – Noah riu sarcastimente.
– Não foi isso o que eu quis dizer. – A voz de Acacia continuou calma e firme. – Você parece uma criança mimada discutindo deste jeito.
– EU nunca serei mimado.
– Está sendo agora ao negar isso.
Noah se levantou, pegou Lucy no colo e então saiu do vagão.
– Ele gosta dela. – Acacia contou. – Só não tem paciência. Mas ela é uma boa menina, e ele sabe disso.
– Eles se odeiam. – corrigiu Felippe.
– Não. Se não ele teria deixado a pequena aqui. Ele sabe que ela não se enturmaria conosco, ela só tem doze anos.
– Ela tem onze. – corrigiu Felippe, mais uma vez.
– Pois bem, — Jason prosseguiu. – Então você irá fazer aliança conosco. Certo. Vamos Acacia, temos de ver os Tributos do 4.
– Tudo bem, Jas. – Acacia passou por Jas e então abriu a porta do vagão, indo para o 2º. Jas a acompanhou logo após dar tchau á Felippe. Passaram pelo vagão 3 e chegaram ao 4.
Por que Jas foi trazer Acacia junto? Aqueles caras não tiravam os olhos dela...
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