Notas iniciais
Bom capítulo!Ah, e Asukin, eu num to conseguindo entrar no Face, desculpa.

Anne Agron

Anne acordou com o toque de Iago. Ela sentiu os beijos dele serem distribuídos igualmente por seus seios e...

- Ei! – pulou, se sentando.

Iago sorriu e riu do jeito assustado como Anne reagira. Ele a olhava de um jeito estranho, como se admirasse sua beleza. Anne olhou para suas vestes. Ela utilizava um sutiã de couro, uma calça de couro um cinturão onde poderia colocar adagas, facas ou espadas. Eles estavam em uma sala branca. E a única coisa que ela conseguia pensar era: Os Jogos começaram.

Somente o sangue de um saciará a sede do monstro. Vocês tem duas escolhas: Um se sacrificar, ou os dois lutarem até a morte do monstro.

A voz de Grisela ecoou pela sala. Ela encarou Iago.

- Monstro? Que monstro. – Ela indagou.

Iago ficou atento, como se tivesse ouvido algo. Anne aceitou o fato, afinal ele era... Ele tinha ouvidos muito bons. Poderia dizer onde o monstro estava e até o que ele era.

- Está se movendo... – ele sussurrou tão baixo que Anne precisou chegar perto para entender. – Ele está...Nas paredes...

Anne olhos nas quadro paredes da sala branca. Não havia nada.

- Tem certeza? – ela perguntou.

- Absoluta. Ele está na parede... Da esquerda. – Iago apontou. – Venha, vamos pegar as armas!

Ele se levantou e então correu até a mesa, pegando uma lança. Anne fez o mesmo e só encontrou duas espadas um tanto mais curtas que as normais, finas e estranhamente resistentes. Ela também viu um lenço. Havia um bilhete: Use-o. Ela assentiu para o nada e amarrou o lenço no rosto.

Assim que o fez, um jato de bafo de monstro atingiu seu rosto. O jato era verde e estranhamente era vapor. Não um líquido, mas apenas ar. Um ar que se ela respirasse iria matá-la. Anne agradeceu pelo lenço e então correu até Iago. Ela ainda não tinha encontrado o monstro.

- Ele é invisível. – contou Iago – E está rindo de nós.

Os dois ficaram de costas um com o outro, esperando a ameaça. Anne sussurrou para ele:

- Não respire o ar verde do monstro.

- É venenoso?

- Sim. – ela sentiu a mão de Iago escorrer seu braço direito e então ele segurou o punho da espada junto com a mão dela.

Anne respirou fundo. Não iria deixar Iago morrer. Ele era a pessoa com quem mais se importava naquele momento. Ela ouviu algo como se alguém se movesse pela parede e caísse no chão. Ela sabia que o monstro estava vindo em sua direção.Quando a garra lhe cortou o tendão ela gemeu de dor e tentou acertar o bicho com uma das espadas, e conseguiu, pois o animal berrou de dor e sangue verde espirrou pelo chão. Iago ainda não tinha feito nada, mas Anne já tinha soltado sua mão da dela e estava correndo atrás do rastro de sangue que o bicho deixava enquanto corria. Os olhos de Iago estavam fechados, e o animal era muito mais rápido que ela. Anne viu o rastro do sangue subir as paredes, e teve certeza de que ele estava escalando-a.

- Você vai ficar ai parado? – ela gritou com Iago.

Ele não mexeu um músculo. Anne não conseguiu mais ver o rastro sangue, mas ouvia o bicho se mover. Porém sua audição não era tão aguçada, e ela não sabia mais se o bicho estava na direita ou na esquerda, se ainda estava na parede ou não. Ela se sentiu tonta, desorientada. Foi quando ouviu o barulho e então seus olhos se voltaram para Iago. Ele estava suando, sem fôlego, e seu braço estava estendido. Os olhos fixos, enquanto ainda estava em choque. Anne seguiu a direção do corpo dele, e viu a lança que estava em suas mãos fincada na parede, com sangue verde espirrando para todos os lados. Iago não tinha visto, mas tinha ouvido, e sabia exatamente onde tinha de atirar a lança e a que momento. O monstro começou á soltar a fumaça verde, e ela vinha na direção de Iago. O monstro ainda estava invisível.

Anne segurou o braço de Iago e o puxou, enquanto os dois saiam da sala que já tinha sido contaminada. Ela empurrou a porta rapidamente e continuou á correr, até que sentiu o braço de Iago lhe escapar da mão. Ele estava caído, tremendo, com os olhos vidrados. Ele tossia e vomitava verde.

- Não. – Anne se ajoelhou e tocou o rosto de Iago. – Não! Seu idiota, eu disse para não respirar!

Ela arrancou aquele lenço idiota do rosto e então gritou para que Iago respirasse o mais profundo que conseguisse, para que ele vomitasse e tossisse o quanto quisesse, mas que pelo menos tirasse o veneno do organismo.

Quando ele parou de tremer, Anne viu o fim chegar diante de seus olhos. Mas como se Iago ouvisse seus pensamentos, ele sorriu e disse:

- Me beije, sua doida.

Anne sorriu e se inclinou, beijando os lábios envenenados de Iago. O gosto era excêntrico, e refrescante. Seus lábios pareciam estar derretendo, porém Iago sorria.

- Se eu morrer...

- Você não vai morrer. – ela garantiu. – Não vão deixar.

- Vão? – Iago quis saber que eram os “vão”.

- Depois de ver o que você fez lá, eles não vão te deixar morrer. Os Patrocinadores. – Anne sussurrou.

- Sinto vontade de vomitar meu estômago. – Iago sorriu.

- Sinto vontade de bater na sua cara. Eu disse pra não respirar o ar! – Anne cutucou seu peito.

- Desculpe... – Iago sentiu a ponta do nariz ficar vermelha. – Aaaa... Thin!

Anne revirou os olhos e se levantou.

- Ei, vamos. – ela disse. – Você e eu temos de nos abrigar.

Iago fez esforço e conseguiu se levantar. Se apoiando em Anne, permitiu qu ela escolhesse os caminhos que iriam seguir. Eles conseguiram chegar até uma parede que possuía um fundo falso. Os dois ficavam lá, espremidos, porém, com espaço para dormirem. Ela um metro e meio, Anne deixou que Iago ficasse com as costas apoiadas na parede, mas deitou sobre seu peito, ignorando o jeito como ele reclamava. O peito de Iago ainda ardia. Ele não sabia se iria sobreviver ou não, porém, confiava no que Anne tinha dito: Ele conseguiria Patrocinadores para salvá-lo. Mas e se... Não, não podia ficar no “e se...”.

Notas finais
Genteeeeeee! A foto da Anne ta no meu outro PC T.T vou ver se acho na internet... Sim, eu modifiquei a foto no Photoscape, mas num to com ela aqui... Não consegui achar... mas depois eu posto, beijos.