Your Hunger Games - Fanfic Interativa
60 Leo Frangz VIII
Notas iniciais
Vou misturar com PJO. Vou explicar:
Distrito 1 - Zeus
Distrito 2 - Poseidon
Distrito 3 - Hades
Distrito 4 - Demeter
Distrito 5 - Ares
Distrito 6 - Atena
Distrito 7 - Apolo
Distrito 8 - Artemis
Distrito 9 - Hefesto
Distrito 10 - Afrodite
Distrito 11 - Hermes
Distrito 12 - Dionísio
Distrito 13 - Hécate (*--* Minha Mamys Olimpiana...)
Cada Distrito representa um deus e os Tributos serão filhos desses deuses. Quem já quiser segurar a vaga, vou começar escrever a Fanfic, pra não ficar tão enrolada como fiquei com essa e postar mais rapidamente, mas agora, ao capítulo!
Leo Frangz
Ivanny estava mais triste que nunca. Seu olhar estava pensador, e seus olhos tristonhos me diziam que eu havia feito aquilo nela. Era fato: Ela gostava do Matt, mas eu fui o odiota de matar o cara. Fiquei pensativo em relação a entregar aquele teste de gravidez para ela. A Capital havia enviado pela manhã, quando o vi, ri de mim mesmo, afinal a Ivy iria me degolar se desse positivo. Mas se ela visse aquilo comigo, ela ficaria ainda mais triste comigo. A luz da fogueira, seu rosto era ainda mais deprimente. Pray já havia pergunta um zilhão de vezes o que havia acontecido com ela, mas Ivanny não queria papo.
- Pray, já esta tarde, vá dormir — falei a ela — Amanhça quero te levar em uma fonte para se lavar.
Ela se animou com isso, e adormeceu rapidamente. Ivanny me agradeceu com o olhar, e pela primeira vez naquele dia, ela estava sorrindo. Mas logo desapareceu o sorriso mais lindo do mundo vindo da mulher mais linda do mundo.
- Mandaram isso para você — estendi o teste para ela. Assim que seus olhos capitaram o que era, começaram a lacremejar.
- Já é o segundo que me mandam! — falou suspirando.
- Segundo?
- Sim, o primeiro deu negativo, mas havia um bilhete dizendo que ele podia falhar. Ah, eu não estou grávida! Se estivesse já teria abortado!
Um soco atravessou meu rosto. EU queria esse filho! Mesmo que ele viesse com tristeza e mágoa. O que eu mais queria era ter um motivo para ficar mais próximo de Ivanny, e esse seria um belo motivo. Mas ao mesmo tempo eu não queria machucá-la mais, então, não falei nada.
- Não vou fazer de novo... — sua voz falhou. — Mas se é isso que a Capital quer...
- Não precisa fazer o que eles querem!
- Vão parar de me ajudar se eu não obedecer.
- Ivanny, se você precisar de ajuda, eu e a Pray estamos aqui! Você é forte, consegue sobreviver sem eles no seu pé!
- Obrigada, Leo, mas eu vou fazer mesmo assim. Eu acho que... — falhou novamente.
- Você acha que o primeiro teste falhou? — arrisquei.E ela assentiu.
- Eu não sei, Leo, eu... Não sei o que sinto por você, não sei se quero essa criança que pode estar em mim, eu... — seus olhos avermelharam. — Não queria isso...
- Eu sei como é se sentir mal por algo que não deveria ter feito, acredite, eu sei muito bem. Não deveria ter matado o Matt...
- Tudo bem, Leo, só podem ter dois vencedores, certo? E com tudo que já passamos juntos eu prefiriria ganhar esses Jogos com você.
- Nossa, nunca pensei que você iria dizer isso para mim... Bem, seu sei que você gostava do Matt, ele era bonito, mas...
- Leo, o Matt, esquece ele! Não tinha chances entre nos dois! Eu me odiei por ter pensado que ele seria melhor para mim!
- O que? Não entendi.
- O Matt é gay, ou pelo menos era.
Não aguentei. Desabei na gargalhada, Ivanny porém não gostou nadinha disso.
- Obrigada por rir de mim! — falou irônica.
- Ei, não estou rindo de você, estou rindo de mim, que pensei que tivesse perdido você pra uma fruta!
- O que? Respeito, em certos pontos o Matt era mais homem que você!
Me calei.
Ivanny se virou, não perdi tempo, agora que estava tudo resolvido, e eu tinha uma esperança de ter ela de novo, a abracei pela cintura e dormimos de conchinha, ela relamou, inúmeras vezes, mas eu não a soltei, e por fim, ela adormeceu, Um anjo dormindo. SOmente dormindo. Acordada podia te fazer de saco-de-pancada.
Respirei fundo, e sussurrei.
- Ivanny, Ivanny acorda...
- Hmm... — resmundou ela.
- ... faz o teste agora... Por favor.
- Leo, vamos esperar até amanhã...
- Não, eu não vou conseguir dormir.
Ela suspirou e pegou o teste, que parecia um termômetro, espetou o dedo com a ponta dele e deixou o sangue subir por um canalzinho. Esperei. Esperei, e esperei.
- Se der positivo, o nome será Kim, ok? — ela falou.
- Kim?! E se for menino?
- TJ.
- Hum... Legal.
Ela pegou o teste e olhou, em negrito a palavra: NEGATIVO brilhava na telinha. Senti tristeza, eu queria tanto esse filho...
- Acho que fiz errado... — Ivanny leu as instruções. — AH, eu esqueci de apertar a parte de cima do teste... — ela apertou, e eu tive que esperar mais uma eternidade.
Assim que a luz da tela mudou de cor, indicando que havia terminado o processo de teste, encarei Ivanny, ela tinha que falar algo, mas então me entregou o teste.
- Acho que... Não. — ela sussurrou.
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