Notas iniciais
Gente, para quem não gosta disso, acho melhor pular esse capítulo. Ele contem cenas de sexo, e de nudez. Uma das únicas vezes nessa Fanfic. Por isso, vou logo avisando.

Leo Frangz


Accidentally In Love — Counting Crows

Quanto mais eu ia rápido, mais ela gemia. O que incentivava a continuar.

— Ivy gritou. — Você está babando no meu ombro!

Ela me empurrou, e eu cai no lugar onde ela estava a alguns segundos antes. Ivanny limpou o ombro. Uau. Eu sonhei com isso mesmo. Oh My God. Ivanny me observava de um modo estranho. O que me fez pensar que ela havia sonhado a mesma coisa. Mas com certeza não era isso. Eu esperava.

- Você babou em mim! — ela reclamou.

- Sabe que eu sonhei com você?

- C-comigo? — ela ficou avermelhada. No início pensei que fosse raiva. Mas ai percebi que era vergonha.

- Sim. — confirmei — Eu e você. Juntinhos. Que tal?

Ela engasgou em suas próprias palavras. Ela não queria nós dois juntos?

- Não sei, Leo. Você... É bem mais para mim. Não posso ter um garoto como você!

- Uhum, — concordei — mas eu corri atrás de você. E isso não foi em vão. Quero ter muitos filhinhos. E tem que ser com você.

Ela se remexeu desconfortável quando a abracei pela cintura e a trouxe para perto de mim. Não gostei muito disso. Ela não me queria. E isso doía dentro de mim. Peguei suas mãos e as beijei.

- Leo eu... — ela começou.

Mas eu não a deixei terminar. Beijei-a e a tomei em meus braços por inteira. Amassos e amassos. Já estava me acostumando com aquela estranha sensação da língua dela na minha. Suas mãos escorregavam por baixo de minha camiseta. Mas parecia que ela não estava acariciando, e sim tentando sair de meu abraço. Eu, por minha vez, quase arrancava sua camiseta. Seus seios eram bem maiores do que eu esperava. E isso me fez recuar, assustado. Nunca havia, de fato, relado num seio. Muito menos visto o peito de uma mulher. Nem mesmo o de mina mãe. Mas só estava eu a Ivanny e Panem inteira ali naquela floresta, o que mais poderia nos acontecer...?

- Leo, eu quero falar pra você... — ela deu uma pausa para respirar. EU dava beijinhos fofos em seu pescoço. Nunca pensei em fazer uma coisa dessas com a menina que eu namoraria, mas parecia a coisa mais natural e óbvia na hora. — Eu não vou conseguir parar...

Eu sabia qual seu medo. Era de nos entusiasmar muito e começarmos a sair do controle, como antes. E com certeza eu teria um filho mais cedo do que queria. Meu corpo me dizia para ir pra cima e partir tirando a roupa dela. Mas meu jeito estranho e "bonzinho" de tratar as mulheres me dizia para ter calma. Tinha que esperar ela querer também, e se dependesse de Ivy, seria bem mais tarde...

- Eu sei disso... — falei.

Ela saiu de meu abraço e se deitou ao meu lado. E devagar foi tirando sua blusa de botões (que estava dentro de sua bolsa doada pela Capital). Sim. eu vi. E eu me senti o cara mais vermelho do mundo. Uma vez, minha mãe disse para nunca olhar uma mulher nua. E eu nunca havia desobedecido. Ate agora. Não tinha como não ver Ivanny se despindo na minha frente. Quase comecei a babar novamente. Leo Junior não parava quieto dentro da bermuda. O garotinho sapeca! Tá, esqueça esse último comentário.

Make Me Up When Saptember Ends — Green Day.

Respondendo a sua pergunta (e sendo um estraga-prazer) sim, nós fizemos... Bem... Ah, se sabe, né, mano!

Não gostaria de te contar isso, sério. Não queria, por um minuto pelo menos, que as câmeras estivessem voltadas todas para nós. Mas estavam. O céu resplandecia em branco. E a brisa era de verão. O gelo havia derretido durante a noite, e o Sol era lindo, saindo de trás das montranhas, que dava vista do morro onde estávamos. Lembrei que aquele morro parecia o de minha casa. Onde Lupi estaria morto, ou de fome, ou de algum caçador. Como Kaú. Os pássaros de repente tomaram a decisão de não cantar mais. E o som que eu ouvia era de Lupi roncando. Espere, Lupi estava aqui. E eu também estava aqui. Meu nome era Leo Frangz. E havia uma menina nua na minha frente. Mordendo os lábios e com o rosto mais angelical que eu poderia ver.

Não posso negar a você que das outras vezes eu nunca havia mesmo prestado atençao no corpo de Ivanny. Sim, eu havia. Mas de repente ele era mais bonito. E mais brilhoso. Com traços delicados e finos. Pele macia e um jeito gracioso de me envolver em seus braços e me fazer ficar anestesiado. Por um momento, eu não estava lá. Era como se estivesse sendo anestesiado. E então, tudo voltou a tona, e eu nao pude descrever o que fiz a partir daí. Meu corpo era outro ser separado de meu eu. Ela agia do jeito que um Leo Frangz muito mais pegador e corajoso agiria. Enquanto meu cérebro estava lento e um tanto atordoado enquanto tudo acontecia. Ivanny não estava muito melhor que eu. Ela estava corada. Pois eu havia tomado as rédeas da situação e estava comandando tudo. Beijos muito mais longos do que um dia de venda de tapetes de minha mãe, e muito mais cansativos do que dois dias no Sol correndo e pulando de árvores com Mya e Lupi. Mas eu nem sabia o quanto de minhas energias que teria de usar ainda. Quando chegamos lá, era como se minhas forças tivessem acabado. Eu não sei como consegui chegar lá. Mas que doeu, doeu. Era como você empurrar uma pedra enorme somente com aquela parte. Mas os suspiros e gemidos de Ivy me incentivavam a proceguir, como no sonho. De repente me lembrei dele totalmente. Era como se estivesse dentro dele. Mas não estava. Eu realmente estava lá, com Ivanny. Ela segurou em meus cabelos, e quanto mais em empurrava, mais ela os puxava e apertava. Doia muito mais que empurrar aquilo dentro dela. Não sei se da próxima vez teria de utilizar uma armadura. Mas que sairia machucado desa primeira vez, sairia. Ivanny puxava minha cabeça para cima. Como se quisesse me prevenir de algo. Mas eu sou teimoso como Lupi! Mais alguns segundos e ela estava totalmente vermelha, e suas partes baixas estavam mais "quentinhas" se posso dizer assim. Ela havia "gozado". E isso me incentivou tanto que eu conseguir até lá. Pronto. Quando olhei novamente para cima, ela estava com os olhos embanhados a lágrimas. E suas mãos em meus cabelos não puxavam mais, só enrolavam e acariciavam. Não senti nada. Então algo de dentro de mim começou a sair. Sim, sair. Eu senti. E ia direto pra Ivanny. O que me deixou um pouco mais atordoado. Ela não estava mais reclamando. Enxuguei suas lágrimas com os dedos, mas elas rolavam sobre suas bochechas uma atrás das outras. Resolvi entregar o comando ao meu corpo, ele com certeza saberia o que fazer. Mas pensei que fosse fazer movimentos fenéticos de vai-e-vem. Mas muito pelo contrário. Meu corpo se preocupou mais com Ivanny. beijos suas lágrimas enquanto desciam e nós nos "desconectamos".

Coloquei sua cabeça nas folhas e busquei por suas roupas. Estavam a metros de distância de nós. Como havíamos ido tão longe? Até Lupi estava acordado, e olhando para nós com as orelhas em pé, os pelos arrepiados, e sorrindo para mim como se dissesse "Conseguiu cara, tem o meu respeito". Quase falei obrigado. Mas o arrepio que subia meu corpo e deixava minha pele altamente fria era muioto descontrolado. E minhas pernas quase cediam. ive de usar o resto de minha consiência para por as roupas em Ivanny de dessa vez, não hesitei em olhá-la de verdade.

A coloquei em meu abraço, e nem me importei em me vestir. A coloquei em cima de mim, e a tomei em meus sonhos novamente.

Notas finais
E então? Eu simplesmente amei isso...