Your Hunger Games - Fanfic Interativa
1 Jack Hadley
Notas iniciais
Nome Completo:
Idade:
Distrito:
Foto (Obrigatório):
Personalidade & Características:
Preferências
Par Romântico?
Armas?
Roupas/Estilo?
Morre/Vence?
Biografia Antes dos Jogos?
Antes de responder, ler as regras e como a Fanfic funcionará:
1 - será aceito dois Tributos para cada Distrito de ambos os sexos
2 - O Jogo será desenvolvido utilizando-os nele, mas somente um será o narrador principal (Vou escolher).
3 - Se tiver alguma dúvida, queixa, ou uma dica para um acontecimento com seu personagem, dizer isso no reviw ou em uma MP.
4 - Se fez um Tributo, tem que seguir a Fanfic, se não ele será desclassificado.
5 - Mortes e Mutilações aconteceram livremente.
6 - Pares Romanticos eu escolherei. Mas se quiser, pode colocar a preferência na ficha. Será permitido pares com outros Distritos que não sejem o seu.
7 - A Biografia, para quem não sabe ou não entendeu, é a História de Vida do Tributo. A Biografia mais diferente, criativa e bem escrita será escolhida para narrar a Estória.
8 - A foto do Tributo é obrigatória, para termos uma idéia de cada um deles. As fotos serão postadas nos Capítulos da Fanfic ao longo dela.
9 - Serão Capítulo longos em meio a curtos, então não brigue comigo se eu fizer eles muito pequenos! Tempo é algo que aqui no Distrito 1 não temos!
10 - Demorarei um pouco para postar a Fanfic pois vou organizar os Tributos e escrever os primeiros Capítulo para melhor a Fanfic ser, e mais organizada, né?
11 - Atualizarei a Fanfic todos os dias, enquanto as vagas dos tributos ainda estarem abertas.
12 - Se seu Tributo já tem uma vaga (por exemplo) no Distrito 4 e alguém quiser também ocupar ela, irei conversar com a(o) dona(o) da ficha menos pretigiosa para resolver o problema.
13 - Conversas sobre as fichas, ou outros, somente por MP.
Obrigada pela Atenção, diretamente do Distrito 1, a viitoriosa do ano retrasado, MeellGomes
– E o Tributo é... – Derick abriu o selo do papel que continha o nome do azarado. – Jake Hadley! Vamos, suba ao palco! – ele chamou.
Era pra eu estar sorrindo. Achando-me o vitorioso! Afinal, eu conseguira entrar nos Jogos sem ter de me voluntariar! Mas o olhar que aquela ruivinha tinha... O jeito como havia treinado na Academia aqui do nosso Distrito... Ela me dava medo. Mas não o medo comum. Eu sabia, que mesmo que fosse permitido dois vitoriosos, ela iria me matar. E de acordo com a cor de seus olhos, seria doloroso e lento.
º º º
Não posso me queixar sobre mim. Nem dizer que eu não me acho bonito! Pois eu sou, e muito. Sou atlético, tenho músculos, bíceps, tríceps e outros ceps.Meu cabelo meio rebelde me deixa com um ar de mais velho, e minha pele morena clara é uma tentação para as mulheres. Não que eu saiba disso. Mas é só eu passar que já viro motivo de bajulação. Elas praticamente se jogam pra cima de mim. Como é costume, as meninas não treinam junto conosco. Na verdade elas nem treinam. Somente algumas, as filhas dos Pacificadores, treinam na Prefeitura. Mas na Academia de Preparo Para os Jogos, não. Bom, com exceção dela. Bom, não sei seu nome, por isso a chamarei de Ruivinha. A Ruivinha tem só 13 anos. Mas te deixa no chão em 3 segundos. No primeiro segundo ela te olha e analisa a melhor maneira de te matar. No segundo segundo (que trava línguas!) ela te derruba. No terceiro segundo, ela te mata sem dó nem piedade. As meninas não gostam de treinar junto com a gente. Mas acho que ela tem satisfação de ver que nós, garotos, estamos admirados com sua habilidade. Eu sou o melhor da minha turma, os caras de 15 à 16 anos. E eles sempre me disseram que eu era “O Cara”. Eu sabia disso. Mas dois meses antes dos Jogos a Ruivinha entrou na Academia, lançou um olhar mortal para todos que lá estavam, e caminhou lenta e silenciosamente até o lugar onde guardamos nossos sapatos fedorentos e nossas roupas imundas. Ela pareceu não se importar com o cheiro. Tirou das costas sua mochila, e lá guardou seu sapato enlameado, já que chovia do lado de fora. Foi até o espelho e começou a se aquecer. Eu vi que ela estava nem ai para os rapazes a olhando. Nenhum ali havia notado que em sua bota de treino (limpa) estava uma pequena faca de cortar pão. O cabo prequeno e estreito saltava para fora. Devia ser o instrumento que ela usou para almoçar. Ri com esse pensamento. Sorte que ela não percebeu. Ela se alongou mais. E relou nos pés, o garoto atrás dela assobiou. Ela devia estar a uns 15 metros dela. Mas o assobio chegou a seus ouvidos. Ninguém percebeu, mas eu vi ela tirando a faca de dentro da bota. Me surpreendi com o tamanho daquilo. O cabo era para enganar, pois a lâmina era de dois gumes, devia ter 10 centímetros. Cintilava. Aquilo foi questão de segundos, até a pequena-grande faca estar fincada no braço direito do cara que assobiou. Desde então ninguém mais mexeu com ela. Ela estragou minha reputação de irmão do último Tributo morto nos Jogos do ano passado. Sim, aquilo era um orgulho destinado a poucos. Pois ser o último a morrer queria dizer quase, QUASE, ter vencido os Jogos. E Cato quase, QUASE, venceu os Jogos. Eu me orgulhava disso. E muito.
Elizabeth, que me deu a luz, disse que eu vingaria a morte de Cato. E que eu seria o filho que eu nunca fui. Minha parte materna não tem amor a mim. E nem orgulho de quem me tornei. Mas disse que se eu voltar vitorioso desses Jogos, eu teria um espaço no antigo lar que costumava ter, quando Cato estava aqui.
Junior, minha parte paterna, disse que eu não duraria nem um segundo naqueles Jogos. E que a chance de eu me igualar a Cato eram de uma e um milhão.
Não sou aquele filho de chamar quem o pôs no mundo de Pai e Mãe. Eles são somente pessoas que foram usadas para me dar vida. Só isso. Eles nunca tiveram aquele amor que um dia sentiram por Cato. Eu sou só mais uma cria, como os porcos aqui de casa, que só vai servir para trabalhar nas usinas. O Distrito 2 não tem muitas vantagens quando o assunto é emprego. Ou você trabalha nas usinas, ou morre de frio, fome e sede. Pois eu não ligaria muito de Elizabeth e Junior morressem assim. Nunca me trataram como sendo seu filho. E por que eu os trataria assim?
Minha única diversão no Distrito 2 é ir para a floresta e caçar coelhos e lebres. Claro, para vender depois e pegar o dinheiro para mim. Afinal, aqueles velhos enrrugados sempre tiveram uma fortuna para dar a Cato o melhor luxo que alguém poderia ter, e pra mim era somente o resto das lavagens dos porcos. Não tenho inveja de Cato, nem o odeio. Muito pelo contrário, ele é meu irmão e me ensinou a lutar. Disse que eu e ele venceríamos os Jogos. Ele num ano, e eu no outro. E que eu poderia até ser reconhecido como filho pelos meus pais. Mas Cato morreu, e meus pais em vez de me consolar por ter perdido meu único amigo, só se fecharam mais ainda para mim. Esmagando minhas últimas esperanças. Raiva eu tenho mesmo é do Distrito 12. Juro, eu juro por Panem, que eu, EU, matarei os dois Tributos do Distrito 12. E isso, com uma lança somente. Pois eu erguerei novamente a temida glória dos Distritos Carreiristas, que um dia fora derrubada por dois Tributos, por quem tenho uma raiva mortal. Um prometo, juro e ainda mudo meu nome, se não os matar. Não me importo com que irá acontecer comigo se eu os matar. Nem estou me lixando para o que a Capital pode fazer comigo, mas guarde bem o que eu digo:
Kathyniss Everdeen e Peeta Melark são duas pessoas mortas.
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