Notas iniciais
Gente Eu to mal =/ to muit mal disseram que minha fic e pior que lixo '-' eu até pensei em parar de escrever eu ia excluir a fic mais não sei algo me diz para termina-la,bom já chorei muit pq pode até não parecer mais eu amo escrever é isso é importante para mim mesmo que eu não seja boa nisso :'(
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Aviso: Se passaram dois meses na fic , eu achei que estava muito repetitivo;
Boa leitura...

*Dois Meses Depois...*

Não há fôlego que não seja tomado, carne que não seja estraçalhada. Não há pesar, não há antídoto, não há arma que não perca o sentido. No fim são as palavras que nos devoram, nos matam nos silenciam..

Pov. // Jullie

Teve uma hora que parecia que ia dar certo Mais não deu, Teve uma hora que eu pude ter a certeza que seria feliz mais durou pouco... Já se passaram dois meses desde que Brayan Foi embora do Texas, é olha eu sobrevivi mais uma vez eu ouvi a palavra Adeus é estou aqui, Ainda passa pela minha cabeça as coisas boas que o Brayan trouce para minha vida, ainda me passa pela cabeça o cheiro o toque o gosto dele tudo me vem a memoria é por mais que eu queria tirar ainda me passa pelo coração a saudade que tenho dele, mas se ele escolheu assim eu não posso fazer nada além de tentar seguir minha vida...

As coisas não andam bem em casa Victor não olha mais para mim, pouco fica em casa mal fala comigo oque está me matando, pois me sinto sozinha a maior parte do tempo, pelo menos ele não está mais com a Vadia da Vicky não a vi mais aqui, isso e bom. Não tive mais noticias de Kol desde o dia em que Victor lhe disse que algumas de minhas cicatrizes eu fiz por ele, coisa que não foi, a culpa era minha eu me cortava para esquecer a dor mais apenas me causei mais dor... Até hoje sinto vontade de pegar uma navalha é tentar tirar essa dor estranha, que permanece em minhas veias é eu não consigo tirar...

Já tem um mês que não vou ao colégio não sinto vontade de fazer quase nada... E estranho eu ainda alimento uma pequena esperança, eu sempre vou dormir na esperança de que no dia seguinte tudo se ajeite, mais essa e apenas uma esperança tola de uma garota tola, a minha vida está estranha eu estou estranha já não consigo escrever em meu diário pego ele o abro é fico horas olhando para uma folhe em branco é como se minha mente estivesse apagando os momentos que tenho no presente é apenas me fazendo lembrar do passado, eu queria pegar meu diário é conseguir escrever oque estou sentindo no momento mais sinceramente eu não sinto nada além de magoa...

Eu preciso esquecer o passado.

Levantei-me do sofá é fui até o guarda-roupa peguei uma caixinha preta que estava embaixo do meu antigo diário abri é lá estava algumas das fotos que martirizavam minha alma. Coloquei meus fones é a primeira musica que tocou simplesmente já me fez derramar algumas lagrimas. Comecei a tirar as fotos de Brayan e eu juntos de dentro da caixa... Eu olho para algumas de suas fotos E as memórias voltam a viver Eu lembro quando nos beijamos Eu ainda tenho aquela sensação em meus lábios é estranho para mim, Mas uma coisa que eu desejaria esquecer A memória que eu quero esquecer É o Adeus que você me deu era tudo que eu queria poder esquecer.

Rasguei as fotos não quero mais lembrar-me dele não quero mais me lembrar de nada, no fundo da caixa estava à carta que ele me deixou a carta que me matou que me corroeu por dentro, rasguei tudo joguei tudo fora já faz dois meses não posso ficar assim para sempre, talvez ele não lembre mais de mim, talvez já tenha me esquecido enquanto estou eu aqui guardando essa carta essas fotos, chorando por ele... Ele não vai mais voltar... Hora de seguir em frente.

Pov. // Victor.

Dois meses me parece eternos como sentar-se dentro de sua própria cabeça em completa escuridão esperando que um raio de luz atinja a sua pele, esperando que aqueles momentos sejam apagados que sentimentos sejam esquecidos mais tudo que nos vem à cabeça são os momentos todos que nos vem ao coração e o sentimento, queria saber usar a razão é matar a emoção que ainda existe dentro de mim...

Desde o dia que descobri que Vicky me traiu com Dylan eu simplesmente não consigo mais falar com Jullie não consigo olhar para ela me sinto estranho me sinto tão ridículo, eu acreditei em uma pessoa como a Vicky mais não acreditei em Jullie a pessoa que mais amo, como eu pude, como eu fui capaz, agora me sinto mais covarde ainda, não consigo pedir desculpas para Jullie...

Pov. // Emylli...

Eu è minha mãe adamos muito unidas por incrível que pareça estamos nos dando bem, quase não me lembro do que aconteceu, eu já não sinto tanta raiva já me sinto um pouco melhor que antes, estou deixando o passado passar... Hoje é dia 07 de julho de 2030 acordei sedo senti um aperto em meu peito, ao abrir meus olhos vi a face de Dimytri senti vontade de chorar aquela parecia a ultima vez que me lembraria do rosto dele, não sei explicar só sei que doeu, algo em mim estava doendo uma dor aguda que se espalhou por todo meu corpo ao imaginar que algo de ruim podia acontecer a ele, pareço idiota ao dizer isso do homem que me estuprou mais eu já não o odeio mais também não o amo, eu não o amo?!... Sinceramente não sei descrever...

Eu è minha mãe fomos ao cinema falamos tanto de Brayan eu contei a ela sobre Jullie sei que não devia mais oque tem de mais em dizer que ele se apaixonou por ela...

Minha mãe foi fazer umas compras é eu voltei para casa, cheguei liguei a TV do meu quarto enquanto tirava minha roupa, meu celular tocou achei que fosse Brayan, então atendi empolgada.

_Alo! — — disse.

_Emylli. — -uma pessoa do outro lado da linha disse com a voz falhada, a voz que fez meu coração bater de um jeito desesperado eu reconheci ele lembre era ele...

_Dimytri? — -perguntei sentindo um nó em minha garganta.

_Emylli... Eu... Só quero te dizer uma coisa. --disse ele é eu só queria desligar aquele celular.

_Não precisa dizer nada... Vou desligar...

_Emylli, por favor, só me escuta... Só isso, me escuta. -- pausou é eu fiquei em silencio. _Eu fui um idiota com você eu... Eu nunca me perdoei eu nunca vou me perdoar eu vejo o estrago que fiz em sua vida, eu sei que te machuquei muito... — — pausou ele dando alguns soluços ele estava chorando?! Passei a mão sobre meus olhos eu estava chorando?!

_Emylli passei dois meses tentando tomar uma decisão muito difícil, eu realmente não presto não sirvo para nada, sou pior que um lixo eu... Eu simplesmente não sei... Não sei, Emylli além da minha vida, ser um fracasso eu fui destruir a sua também... -- — Pausou novamente, já não controlei chorei o aperto em meu peito havia voltado, por que ele está dizendo isso está me assustando...

_Dimytri, está me assustando por...- — ele me interrompeu.

_Emylli, só... Só me perdoa... Eu sei que você não vai acreditar mais... A melhor coisa que me aconteceu foi ter te conhecido... Eu te amo... --- ele parou de falar.

_Ei oque ouve por que está dizendo isso? Dimytri? — ele não me respondeu, senti um pouco de desespero. _Dimytri?- -disse novamente.

_Adeus. -- Foi oque ele disse logo depois ouvi um barulho alto que zumbiu em meu ouvido, parecia um tiro! Um tiro ele não, não fez isso, meus joelhos ficaram fracos oque me levou a cair no chão, eu não posso acreditar...

_Dimytri... Por favor, me responde. -- pedi fechando meus olhos com força, Quando agente acha que as coisas não podem piorar...

Pov. // Dimytri..

Eu colecionei palavras que não tive coragem de dizer, eu fui um fracasso eu... Eu magoei a garota que eu amei minha vida inteira eu ouvi meu pai dizer que sou um fracasso, ouvi minha mãe dizer que não tenho jeito que nunca seria nada eu fui errado, eu sou errado, é como acabar com um erro eu não vejo alternativa, um pequeno filme da minha vida passou-se em minha cabeça me vi quando tinha quatro anos brincava com Emylli no quintal da casa dos pais dela, me vi com sete anos Emylli é eu fingindo que estávamos estudando para a prova de matemática, me vi com dez anos Briguei com o garoto que havia beijado Emylli, me vi com treze anos dizendo para ela que eu voltaria um dia é que nunca a esqueceria... Eu vi é percebi que os poucos é raros momentos que fui feliz foi ao lado dela é eu estraguei tudo eu destruí tudo, agora eu repito dentro da minha cabeça eu sou um erro eu machuquei a única pessoa que cheguei a amor um dia...

Finalmente eu disse uma das frases que colecionei por anos, eu disse que amo Emylli, eu consegui dizer... Eu consegui...

Ultimo sorriso em meio às lágrimas dos meus lábios saíram, com meu dedo sobre o gatilho meu coração disparado estava, não dá mais... Não da mais para voltar atrás, Apertei... Um barulho agudo é tudo ficou escuro a ultima coisa que ouvi foi á voz da minha princesa chamando meu nome, Adeus Emylli...

Pov. // Emylli..

Desliguei e liguei para a ambulância dei o endereço do apartamento dele deduzi que ele estaria lá. Coloquei minha roupa novamente, é fui até o apartamento dele que ficava um pouco longe... Quando cheguei lá já havia policias é ambulância eu não sei como descrever mais senti um pedaço de mim desaparecer, uma fila de pessoas curiosas na frente no prédio uma fita amarela que me impedia de prosseguir policias ao redor, pedi para vê-lo mais não deixaram... Minutos se passaram até que uma maca saiu sendo empurrada por três policias u corpo dentro de um saco preto no mesmo momento perdi o controle do meu corpo cai sem me importar com as pessoas ao meu redor como aquilo estava doendo, senti uma enorme vontade de gritar uma mistura de raiva é dor ele não podia fazer isso... As portas do carro do IML que levaria o corpo dele se fecharam fiquei olhando aquilo tudo mesmo com tudo que ele fez uma parte de mim estava indo também, a pergunta que fiz hoje de manhã a mim mesma sobre amar ele ou não. Agora eu tenho a resposta mesma depois de tudo ele ainda ocupava um espaço aqui dentro do meu coração.

As pessoas passavam por mim como se não me visse ninguém se importa para ninguém, fiquei ali parada vendo os policias terminarem seu trabalho é irem embora oque e podia fazer eu demorei cheguei tarde demais agora ele se foi, agora já era não à como voltar no tempo se tivesse eu juro que daria o melhor de mim para salva-lo de si mesmo, infelizmente eu não consegui [...].

Pov. // Victor.

Sai de carro sem ter oque fazer fiquei ato só não queria ficar em casa, na frente de um prédio estava uma multidão parada não intendi muito bem oque era perguntei para um senhor que estava olhando ele me disse que era um rapaz que havia se suicidado, coitado pensei depois de um tempo as pessoas foram indo embora com menos pessoas pude ver uma garota sentada no chão em um completo desespero, as pessoas passavam por ela mais nem ao menos perguntavam se a mesma estava bem, me aproximei dela é percebi que se tratava da mesma garota que falará comigo no dia em que descobri que Vicky estava á me trair... Sentei-me ao lado dela no chão.

_Oi, você está bem? -- sei que foi uma pergunta imbecil mais não à outra coisa á dizer.

_N-não. — — ela respondeu com a voz falhando.

_Lembra-se de mim? — — perguntei é ela levantou a cabeça para me olhar.

_Sim. -- tentou sorrir.

_Você o conhecia? -- minha pergunta à fez chorar mais, a mesma apenas fez que sim com a cabeça. _Sinto muito. — -toquei seu rosto lentamente.

_Obrigada. — -disse ela limpando algumas lágrimas.

_Posso te levar, para casa? — — perguntei, ela novamente tentou sorrir como resposta, segurei sua mão a ajudei a levantar a mesma estava tão mal, fomos até meu carro entramos ela me deu o endereço é levei todo o caminho a mesma ficou quieta apenas chorou baixinho enquanto olhava pela janela [...].

Pov. // Brayan..

Quantos anos são preciso para esquecer um momento?! Não tenho uma resposta para isso, só sei que dois meses não foram suficientes para que eu conseguisse esquecer a Jullie, depois de muito pensar decidi voltar para Texas... Não tenho muito oque dizer de Londres os dois meses que passei foram simplesmente os pires da minha vida, á distancia consegue matar qualquer um por dentro. Meu voo estava marcado para amanhã de manhã, não sei oque o destino está guardando só sei que talvez não seja certo voltar para a vida de Jullie assim...

Pov. // Emylli.

Victor me levou para casa, não troquei uma palavra com ele não tinha oque falar eu... Eu não conseguia falar... Chegamos à mansão.

_Pronto chegamos, espero que fique bem.- — disse ele sorrindo, não o conhecia mais pude sentir o quão especial ele era.

_Obrigada, também espero ficar bem.- — disse sentindo meus olhos se encherem de lágrimas;

_Você vai ficar bem. -- ele tocou meu rosto. Sorri tocando a mão dele com minha mão esquerda.

_Mais uma vez obrigada. -- tirei sua mão é sai do carro, virei-me tentei sorri para ele é entrei em casa, minha mãe estava sentada no sofá sentei-me ao seu lado olhei para ela voltando a chorar deitei minha cabeça em sua perna;

_Oque ouve Emylli? — — perguntou ela preocupada.

_Dimytri... — — sentia uma dor que corroeu minha alma.

_Oque tem Dimytri vocês brigaram? -- perguntou ela.

_Não... Não mãe ele se matou. [...].

Notas finais
Para os que leem minha fic e não acho um lixo tenho duais perguntas,
vcs acham qe esta confuso??
Acham qe não esta dando para entender???
Desculpe-me qualquer coisa .
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OBS: Só para não ter duvidas Dimytri se matou, ok ?!
Sobre Emylli é Victor , eu estou tentando aproximar eles um do outro por isso tem alguns dialogos dels...
Bijins até a proxima... Agradeço aos 5 comentarios que tive vlw *_*