Notas iniciais
Bom, eu sei que não dá para agradar a todos sei que assim como peço comentarios estou esperando elogios logico, mais como digo criticas são bem vindas mais eu só aceito criticas que iram me ajudar a "crescer" que vão me ajudar a melhorar, não criticas que iram praticamente destruir minha criatividade que já é pouca... Então peço desculpas para a pessoa que não gostou de ler minha fic (A Que chamou de Lixo) E digo mais a ela se achou tão ruim lhe convido a parar de ler minha fic é procurar outra que seja de seu agrado (; Pois se vc não goata tem quem goste é querem que eu continue...
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OBG: Para todas as meninas que comentaram saibam que seus comentarios foram essenciais para que eu continuasse postando, boa leitura.
OBG por Favoritar : Mayana Almeida
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Espero que gostem , desculpe-me qualquer coisa ! *___*
Chegamos ao cap. 50 *_____________________* to feliz.
Essa 1° frase é do filme Alicia no país das maravilhas >> Amo.

Alice: Quanto tempo dura o Eterno? Coelho: Às vezes apenas um Segundo -Alice no país das maravilhas (Lewis Carroll)

Pov. // Jullie

Minha mãe ficou sem reação quando disse que Dimytri havia se suicidado...

_Como assim filha? -- perguntou ela.

_Não sei... pausei. _Mãe... Tá doendo, por favor, faz parar de doer, por favor! -- disse sentindo como se a dor me fizesse desaparecer. Eu não queria isso eu o quero Vivo eu... Eu o amo.

_Calma filha, calma. -- nos olhos dela também havia lagrimas, será que eu posso voltar no tempo?! Será que eu posso voltar é salva-lo?! Eu o quero vivo eu o quero bem.

Longos minutos depois de tanto chorar é me culpar por não ter conseguido ajudar ele, Acabei adormecendo [...]. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Sonho: .

Vi-me em um quarto muito escuro com marcas de sangue ao redor em suas paredes, espelhos quebrados um pequeno buraco na parede onde saia um raio de luz quase apagado, meus olhos estavam doendo de tanto esforço que fiz para tentar ver algo naquela escuridão andei pelo quarto na esperança de encontrar alguma porta, mas tudo que pude ver foi um espelho olhei para ele é o quarto se clareou apenas no local em que se encontrava o espelho minha imagem foi refletida eu estava pálida é no local onde se encontrava meu coração eu pude ver um buraco que sangrava, meu coração havia sido arrancado de meu peito?! Mais como?! Por quê?!

Meus olhos embasaram, minha cabeça girou quando vi no espelho outra imagem sem ser a minha, sem que eu piscasse uma lágrima escorreu pelo meu rosto;

_Dimytri. -- disse. Ele sorriu estava pálido com uma blusa cinza é uma calça branca, me parecia calmo mais sei que está morto, então estou tendo apenas um sonho?! Sem trocar uma palavra comigo ele sorriu, seu sorriso estava diferente está mais calmo, eu queria toca-lo mais meus braços estavam presos do lado do meu corpo, queria falar mais meus lábios não se mexiam, meus olhos estavam mergulhados nos dele o espelho refletia a imagem dele enquanto eu sentia que iria desaparecer em meu peito havia um buraco algo faltava em mim oque faltava estava sendo refletido logo a minha frente, me sinto tão entorpecido Sem uma alma Meu espirito dorme em algum lugar frio eu me sinto fria, traga-me para vida, estou em um sonho mais posso sentir a mesma dor se meus olhos estivessem abertos...

Dimytri estendeu sua mão direita em minha direção como um magica ultrapassou o vidro do espelho oque fez ir de encontro a pele de meu rosto onde lentamente secou uma das milhares de lágrimas que escorriam, meu olhos se fecharam ao seu toque, como muito esforço meus lábios se descolaram;

_Por que você fez isso? --finalmente meus lábios pronunciaram uma frase; abri meus olhos é o vi ainda tocar minha face, em apenas um piscar de olhos vi as paredes emboloradas do quarto, caírem, o espelho a minha frente se despedaçou em cacos a imagem dele sumiu da minha frente; _Dimytri! Salve-me do nada que eu me tornei, sei que não consegui te salvar mais, por favor, diga-me que irei acordar é verei seu rosto, diga-me que estará vivo. -- Meu corpo foi ao chão ao meu redor o quarto se tornou pedaços destroços, assim como estou por dentro em destroços... Apertei meus olhos... Na esperança de que quando eu os abrisse eu veria tudo diferente... Alguém tocou meu ombro senti uma pele gelada tocar a minha não queria abrir meus olhos sabia que podia sentir mais dor se visse os olhos penetrantes de Dimytri novamente, permaneci com meus olhos selados:

_Emylli, eu te amei é ainda te amo não precisa ficar assim você não tem culpa de nada. -- sua voz estava tranquila de uma forma que nunca ouvi.

_Eu deveria ter feito alguma coisa, eu podia ter me esforçado mais...- — disse ainda sem olhar para ele.

_Você fez o seu melhor pequena, eu te machuquei é mesmo assim você tentou me salvar de mim mesmo.- sua mão acariciou meu cabelo. Não consegui o responder apenas chorei. _ Respire através de mim me faça real. -- essas palavras me confundiram.

_Como assim? -- levantei meu rosto é percebi que não estava mais entre os destroços do quarto mais sim em um belo gramado com pequenas flores espalhada pelo chão, Dimytri estava sentado ao meu lado com seus olhos fixados em mim pude sentir certa dor em pensar que ele nunca iria voltar é não o teria jamais, dói pensar assim, perdi o controle sobre meus olhos secar minhas lágrimas era inútil elas voltaram a trilhar um caminho sobre minha bochecha;

_ Seja feliz, sorria Por mim tenha amigos tenha uma família... Viva por mim me torne real sendo feliz... -- Como doeu ouvir aquilo senti que iria, agora nos lábios dele havia um curto sorriso é em seus olhos milhares de lágrimas que lutavam para não escorrer.

_Eu te amo, Eu te amo, Eu te amo... -- Gritei sentindo algo corroer o espaço vazio que estava em meu peito. Joguei-me nos braços dele o abracei forte ele retribuiu pude sentir que ele havia deixado as lágrimas escorrendo, pois as vi misturarem as minhas;

_Também, te amo pequena... --seus lábios atingiram a pele da minha testa lentamente, nesse momento senti meu coração ser recolocado no seu devido local mais ainda faltava um pedaço uma parte estava morta, uma parte do meu coração morreu junto com Dimytri...

O Senti desaparecer dos meus braços o senti sumir diante dos meus olhos, pouco a pouco ele se foi seu ultimo sorriso foi a ultima coisa que vi...

(Fim Do Sonho) .

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Acordei tonta é enjoada, estava com a cabeça deitada no colo da minha mãe ela também dormia levantei-me a casa estava em um completo escuro, foi um sonho ele um sonho... Levantei-me é fui até a mesa onde ficava o telefone o peguei é peguei a agenda da minha mãe lá estava o numero dos pais de Dimytri, disquei e chamou;

_Alo?

_Oi Shr e a Emylli Faherntorie.- — disse sentindo minha voz em um tom muito baixo.

_A sim querida oque deseja? -- a mãe de Dimytri sempre foi seca e direta em sua forma de falar, é agora como vou dizer que o único filho dela morreu?!

_Eu não sei como dizer isso senhora... E complicado é triste. -- procurar argumentos estava muito difícil agora eu realmente não sei como dizer uma coisa dessas, novamente meus olhos lagrimejou.

_Experimente dizer, eu digo se acharei triste ou complicado. — a forma de ela falar às vezes parece até grosseira.

_O Dimytri ele... Ele. -- pausei.

_Diga logo oque esse irresponsável fez, tenho mais oque fazer. -- como assim por que ela fala assim dele?! Sempre percebi que ela o tratava de uma forma cruel mais sempre achei que fosse coisa da minha cabeça, mais vejo que não.

_Ele morreu, seu filho morreu.-- pausei. _Sinto muito. -- disse sentindo o desespero tomar conta de mim.

_Era isso, demorou muito. -- meu corpo paralisou-se ao ouvir essas palavras.

_Como assim? -- perguntei indignada.

_Isso mesmo que você ouviu menina, ele já aprontou muito viveu até demais. — Como fico feliz em saber que estou longe dessa velha por que se eu estivesse perto ela também não estaria mais viva;

_Você e mãe dele, sua Ridícula como pode dizer isso da vida do seu filho, como pode?! Eu que me surpreendo de você está vivendo tanto, uma pessoa como você não merece um segundo se quer de vida, mais como dizem vaso ruim não quebra.-- despejei todo meu ódio nela.

_Ei sua piralha olhe como fala comigo.

_Olhar como falar com você?! Uma pessoa que diz que o filho viveu até tempo demais quer saber não vou perder meu tempo com você. -- deliguei o telefone o deixando cair no chão logo em seguida, olhei para trás é vi minha mãe parada me olhando logo se aproximou de mim é me abraçou.

_Mãe como ela pode dizer uma coisa daquelas... Como?! Próprio filho! -- Minha raiva era tanta que nem ouvir a altura que estava falando eu ouvi, mais sabia que estava gritando. Minha mãe sem trocar uma palavra apenas me abraçou o mais forte que conseguiu [...].

Pov. // Jullie.

Cansada de ficar em casa peguei minha bolsa é sai para dar uma volta, ao sair na porta vi uma cena que eu realmente não esperava. Victor estava sentado no canto da varanda com a cabeça encostada na parede me parecia está dormindo, eu não estou entendendo o porquê dele está agindo assim, sentei-me ao seu lado no chão, ele continuou com seus olhos fechados não percebeu minha presença;

_Por que não vai dormir em sua cama? -- perguntei é passei minha mão de leve sobre seu rosto, ele abriu os olhos é me olhou assustado;

_Júh. -- coçou os olhos. _Eu não estava dormindo. -- disse ele.

_Não, não foi isso que eu vi. -- pausei. _Por que está me tratando assim Victor, mal fala comigo mal olha para mim, eu fiz algo errado eu... Eu disse algo? -- isso realmente era tudo que eu queria saber oque eu fiz para ele me tratar tão mal.

_Você não fez nada. -- sorriu de canto. _Eu que fiz, eu acreditei em uma vadia mais não acreditei em você eu machuquei você fui um idiota com a única pessoa que amo de verdade. -- Bom, foi por isso que ele está me tratando dessa forma ele descobriu que Vicky mentiu esse tempo todo.

_Mais, por que me tratou dessa forma se eu não fiz nada? -- perguntei.

_Por que depois de tudo que fiz para você eu não sabia como pedir desculpas. --disse ele com um olhar perdido em direção à rua, evitava olhar nos meus olhos, aproximei meu corpo do dele é deitei minha cabeça em seu peito. _Você não está brava comigo?. -- disse ele.

_Não, tinha uma forma de você pedir desculpas sem precisar abrir a boca... Abraçando-me. -- eu queria um abraço eu precisava de um abraço há dois meses eu esperava que alguém me abraçasse, eu preciso da minha única família.

Ele envolveu minha cintura é me abraçou forte pude senti seu coração...

Pov. // Brayan.

Estou ansioso para voltar para o Texas, os minutos demoram a passar aqui, como quero que amanheça logo, como eu quero entrar naquele avião é quando sair dele já está no Texas perto das pessoas que eu realmente me importo, que realmente amo.

Pov. // Vicky

Estou com medo, medo de fazer esse teste já tem um meses é pouco que estou me sentindo estranha é dolorida é não posso ver comida que sinto enjoo fico tonta enjoada rápido.

Já estou a quase uma hora olhando para esse teste de gravidez, eu não posso está gravida Dylan não gosta de mim não vai aceitar que eu tenha um filho dele é talvez nem acredite como estou tremendo...

_Vicky por que está demorando tanto? -- a voz de Dylan fez todo meu corpo tremer.

_Já estou indo. -- guardei a teste na minha bolsa estava no banheiro do quarto de Dylan, lavei meu rosto sequei respirei fundo é tentei parecer que não estou nervosa sai do banheiro, Dylan estava deitado na cama apenas de calça ele me puxou para seu colo me deixando de frente para ele.

_Por que demorou tanto? -- perguntou ele.

_Por nada. --tentei sorri ele me beijou, o pior e que eu gosto dele, é gosto muito é sei que ele não senti nada por mim.

O Beijo ficou mais quente, mais desejado da parte dele da minha não estou enjoada não quero fazer nada agora. Senti sua mão direita por debaixo do meu vestido, pus minha mão em seu braço queria tirar a mão dele mais já tem três semanas que venho enrolando ele para não fazermos nada. Ele deitou-me na cama logo se deitando sobre mim o pouco do peso do seu corpo me incomodou um pouco, sua mão subiu indo até meu seio o enjoo estava voltando ele apertou meu seio forte oque me fez soltar um grito, pois já estava dolorido.

_Oque foi? -- perguntou ele me olhando.

_Dylan você está me machucando. --falei fazendo uma careta de dor.

_Vicky já tem uns dias que você está estranha, estou tendo paciência mais que já está se esgotando. Oque você tem? -- disse ele serio.

_Não... Não e nada. -- disse olhando em outra direção.

_Tem certeza? -- disse ele é eu fiz que sim. Dylan voltou a me beijar sua mão estava indo mais de vagar pelo meu corpo ele não estava apertando com força, nunca o vi preocupado comigo aquela era a primeira vez que ele demostrava algum sentimento... O mesmo tirou meu vestido ainda estou enjoada mais permiti. Ele estava sendo até carinhoso, como nunca o vi antes mais senti muita vontade de vomitar minha cabeça girou.

_Dylan... Para. -- o empurrei é fui correndo até o banheiro, vomitei tudo que comi no café da manhã, olhei para a porta é ele estava em pé olhando para mim, sem dizer nada ele se aproximou é me segurou por trás percebeu que minhas pernas estavam bambas [...].

Pov. // Emylli.

Minha mãe foi cuidar das papeladas do enterro de Dimytri, eu estava enjoada é tonta tudo ao meu redor girava, não consigo nem tomar água que me sinto enjoada talvez eu esteja muito preocupada é triste por isso esteja me sentindo mal. Aquele sonho foi como uma despedida ele me disse para viver por ele, mais como posso eu descobri que ainda o amava, que ainda o amo, é ele se vai assim como isso dói.

A mãe de Dimytri conseguiu que eu sentisse um ódio mortal por ela como pode dizer aquele tipo de coisa do próprio filho, uma mulher fria de coração congelado isso que ela e [...].

Notas finais
Avisoooo: Gente os proximos pov. Eu farei da Júh e do Brayan, eles já estão a muito tempo longe um do outro.
Farei povs da Emylli pois ela terá uma GRANDE surpresa.
Da Vicky Do Dylan.
O Victor tbm tera pov.
AAah o Kol também terá um pov, tentarei por todos os pov nesse proximo cap, para poder adiantar mais a Fic.
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Bom beijos obriga por ler COMENTEM PF// até a proxiam ♥