You are a troublemaker
3 Lucy vs Lisanna e Natsu ousado
Notas iniciais
Percebi que o papel era do rosado. Ele estava olhando pra mim, sorrindo irônico. Devolvi o sorriso irônico e rasguei o papel. Ia realmente ser muito divertido... (N/A: Tá muito maléfico isso daqui)
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Acabou as aulas, e era hora do almoço. Desci com Levy, Mira e Erza. Pegamos nosso almoço e nos sentamos em uma mesa com algumas pessoas. Havia um garoto de cabelos curtos e negros; uma garota de cabelos azuis, mais escuros que os da Levy. Ela suspirava pelo garoto de cabelos negros; um garoto de cabelos compridos e com piercings no corpo; um menino da mesma idade de cabelos azulados com uma tatuagem logo abaixo do olho; um garoto loiro com cabelos arrepiados, usava fones de ouvidos. Ah, esqueci de citar que o rosado e a albina estavam no final da mesa.
Nós nos sentamos e começamos a comer, enquanto eles se apresentavam.
– Olá, prazer em conhecê-las! — se apresentou o de cabelos curtos negros. — Sou Gray, essa é Juvia. — apontou para a azulada que suspirava por ele. Percebendo que ele estava apresentando as pessoas, a azulada saiu do seu transe e cumprimentou a gente, sorrindo.
– Ele é o Gajeel. — apontou para o menino de cabelos longos, cheio de piercings, que disse oi. Ele parecia meio bravo, mas...
– Ele é Jellal, e ele o Laxus — apontou para o menino de cabelos azuis, e o menino loiro. Que também se apresentaram, simpáticos.
– Bom, os dois ali — disse se referindo a Natsu e Lisanna, dando uma leve risada — você já conhece... Apesar de ter os conhecido de um jeito agressivo.
– Ah, sim. Não precisa me apresentar para o casal pornô... — sussurrei para mim mesma, mas Erza ouviu e deu uma risadinha.
Lisanna me fuzilava ainda com o olhar. Qual é, até quando ela vai ficar olhando com essa cara de merda pra mim? E aquele menino... Natsu. Estava sorrindo irônico e me olhando com um olhar desafiador. Não liguei e comecei a conversar com Mira e Erza ao meu lado. Pude sentir que Mira tem uma queda por Laxus...Quer dizer, ela não parava de olhá-lo. Dei uma cutucada com o cotovelo em Mira.
– Ãn? Que? Me chamou, Lucy? — perguntou ela, saindo do transe. Dei risada e sussurrei pra ela:
– Está apaixonada pelo loirinho ali? — quando sussurrei ela corou e me empurrou com o corpo. Comecei a rir em silêncio.
Terminei de almoçar e fui colocar minha bandeja no balcão. Ainda tinha deixado um pouco de macarrão, pois não estava com muita fome. Estava levando a bandeja, quando Lisanna esbarra em mim de propósito, fazendo o macarrão cair na minha roupa, manchando-a.
– Ops, desculpinha, Heartphillia... — disse ela com um olhar e um sorriso sínico. Não sou daquelas que começa a gritar por sua roupa manchada ou coisa parecida, mas aquela menina merecia uma lição. Erza e os outros perceberam e olharam com uma cara de surpresos. Mira quis vir correndo, pra me ajudar e dar uma bronca em sua irmã, mas Erza impediu, sabendo que eu podia me virar. Natsu estava rindo da situação
Enquanto ela passava por mim, rebolando que nem uma vadia, peguei o macarrão da minha blusa, fui até ela com um sorriso sínico no rosto e joguei o macarrão no cabelo dela. Seu cabelo que antes era um prateado, ficou laranja.
– O-O que você fez, sua vadia. — Lisanna arregalou os olhos, tirando o macarrão do cabelo dela.
– Ah não, querida. A única vadia aqui é você. — dei um sorriso sínico. Erza ria na mesa, e Mira olhava com um ar de decepcionada para Lisanna.
– VOCÊ VAI VER! — Lisanna pegou um prato com pudim que estava numa mesa perto dali, e tentou atacar em mim, mas eu (N/A: momento ninja haha) abaixei no último segundo, e o prato acabou indo na cara de uma mulher, que estava com os braços cruzados, fuzilando o olhar pra gente.
– Ih... Se ferrou, albina. — disse rindo. Lisanna estava com uma cara de "não foi culpa minha".
–LUCY HEARTPHILLIA E LISANNA STRAUSS! JÁ AS DUAS PARA A DIRETORIA! — gritou a mulher tirando o pudim da cara.
– Mas eu não fiz nada! Ela começou! — disse a mulher, apontando para Lisanna.
– Não me interessa quem começou! Você também estava envolvida! — disse a mulher, que já tinha conseguido tirar o pudim da cara.
Lancei um olhar de ódio pra Lisanna, que me respondeu com um sorriso sínico. Fui seguindo a mulher para a diretoria. Toda a cantina estava em silencio. Olhei pra Erza, que me mandou um "boa sorte". O rosado me lançava um olhar de "bem feito". Fuzilei ele com o olhar, que riu. Moleque atrevido...
Quando chegamos na diretoria, o diretor estava sentado na cadeira, lendo uma revista.
– Diretor... Essas duas estavam tendo uma "guerrinha" de comida na cantina. — disse a mulher, com os braços cruzados.
O diretor, quando percebeu que estávamos ali, logo fechou a revista.Eu pude ver q revista era. Era de mulheres peladas. Qual é, até o diretor é um pervertido aqui?
– Ah, sim, sim. Srta. Heartphillia e Srta. Strauss, as duas não poderão sair neste fim de semana! Terão que ficar aqui na escola! — disse o diretor, com firmeza na voz. Não era justo! Os unicos dias que podíamos sair deste inferno, e não podemos? Sério?
– Ah nãããão diretor! Nós temos somente esses únicos dias pra sair do colégio! Você não pode fazer isso! — pedia Lisanna, com a voz manhosa. Bufei.
– Ou é isso, ou vocês duas terão que limpar todo o pátio da escola, Srta. Strauss. — disse o diretor. — Minerva, obrigada por ter me alertado das duas. Logo no primeiro dia de aula... — agradeceu a mulher.
Tivemos que assentir. Eu não queria ficar limpando aquele pátio enorme. Ainda mais com essa albina idiota.
Estávamos voltamos para a sala. Lisanna veio pra sala logo atrás de mim. Não tinha medo dela me atacar por trás. Ela é uma patricinha mimada, acho que não iria saber nem dar um soco. Estava viajando nos meus pensamentos, em como seria eu no meu fim de semana trancada neste inferno. Ah... Que azar!
Lisanna, que estava tão em silêncio atrás de mim, resolveu abrir a boca.
– Ah, Heartphillia, esqueci de te dar um aviso. — disse ela vindo na minha frente, tentando me parar.
– Saia da minha frente. — disse, com um olhar frio.
– Só vou te dar um aviso, loirinha. — riu ela. Incrível como amam tentar me irritar com esse "loirinha". — Não se aproxime do Nat-kun. — avisou ela. Ri com o apelido, e perguntei, fazendo uma careta:
– Nat o que? Que apelidinho é esse? Tinha que vir de você... E mais..- disse referindo do aviso. — Por que eu me aproximaria do rosinha? Você e ele dão um belo casal de idiotas. Por que eu iria separar os dois se vocês se combinam tanto com suas estupidez? — perguntei, dando risada.
– É só um aviso. Sei que você não vai resistir a ele. É ele é meu! — falou ela, parecia ofendida com os xingamentos, e saiu rebolando na frente. Continuei dando risadas comigo mesma.
Estava chegando na sala quando trombo em alguém. Quer adivinhar quem era? Sim, o "Nat-kun".
– Qual é, não olha pra onde anda, idiota? — perguntei ainda no chão, coçando a cabeça. Ele ergueu a mão, para eu levantar, mas eu levantei sozinha.
– Ouvi acidentalmente sua conversa com a Lisanna. — disse ele, dando ênfase ao "acidentalmente".
– Sua mãe não lhe ensinou que é feio ouvir a conversa dos outros? — perguntei, arqueando a sobrancelha.
Ele me "trancou" na parede,colocando os dois braços em volta de mim.
– Sua mãe não lhe ensinou que é feio mentir? — perguntou ele, sorrindo. Pude sentir seu hálito doce, nossos rostos estavam praticamente colados. Não conseguia me soltar dele.
– E no que foi que eu menti? — perguntei, olhando pra ele.
– Que não me resiste. — ele disse isso e me beijou. Quem ele acha que é?
Logo ele pediu passagem com a língua. Deixei. Mas não que eu estivesse gostando...Ok, o beijo dele era doce e ele beijava bem, mas... Não! Permiti passagem pra outra coisa.
Mordi a língua dele e dei-lhe uma joelhada naquele lugar. (N/A: Lucy violenta hehe)
Enquanto ele se agachava com a dor, sussurrei no ouvido dele:
– Não sou igual as vadias que você pega, Nastu. Pode apostar que eu não sou mesmo, e não vou cair no seu truque.
Deixei ele caído no chão, se contorcendo pela dor, e pude ouvi-lo falando:
– Ainda irei te conquistar, Lucy. Pode apostar nisso!
Andei até a sala que não estava muito longe dali, e entrei com um sorriso.
– Onde estava, Srta. Heartphillia? — perguntou o professor, que estava escrevendo na lousa.
– Resolvendo uns probleminhas, professor. — respondi, indo pra minha mesa.
Quando sentei, Mira, Erza e Levy me perguntaram ao mesmo tempo:
– O que você fez?
Ri pelas três terem falado ao mesmo tempo.
– Calma, gente. Depois eu conto... — respondi rinddo para elas, que assentiram e prestaram atenção na aula.
– É aula de que, mesmo? — perguntei a Mira, na minha frente.
– De física. Ele é o professor Rogue. — respondeu Mira, ainda olhando pra frente.
Natsu chegou na classe, olhando pra mim como "vai ter volta".
– Onde estava, Sr. Dragneel? — fez a mesma pergunta que tinha feito a mim para Natsu.
– Nada... — disse ele. — Somente resolvendo uns problemas. — respondeu, olhando pra mim.
Todos perceberam que havia acontecido algo, somente pelo nossos olhares. Mira, Erza e Levy olharam pra mim, com um olhar de "o que aconteceu entre vocês?"
Dei risada e falei para as três:
– Depois explico, por que, mesmo se eu falar baixo, não irá adiantar. As pesoas tem uma boa audição aqui. — me referindo aos olhares posicionados a mim. Olhei para o rosado e dei um sorriso sínico, depois, voltando minha atenção a janela, já que não conseguia prestar atenção a aula por alguma razão.
CONTÍNUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO!
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