Notas iniciais
OLÁ PESSOAL ♥ AH, QUIS POSTAR NA QUINTA PORQUE NÃO AGUENTAY DE SAUDADES U3U Acho que vou mudar o dia das postagens pra quinta -q (aí ou sexta ou sábado se atrasar q)
ENJOY~~ (presentinho pra vocês lá embaixo 8D)

O despertador tocou no dia seguinte mais cedo do que eu gostaria, fazendo Teito sair dos meus braços rápido demais. Eu ficaria ali mais uma noite inteira...

– Bom dia, Hakuren – desejou, sentado na cama, olhando para mim. Mandei-lhe a imagem de alguém sorrindo, sem querer exagerar demais. Da última vez que eu exagerara, o dia fora um dos piores. Para ambos.

Foi tomar seu banho e logo após, se arrumar. Senti seu enjôo quando colocou os pés na escada, sabendo que teria de encarar sua mãe. Coloquei minha mão em cima de seu ombro, o encorajando. Ele sorriu fraco e continuou descendo.

– B-bom dia.

– Bom dia – respondeu Kalía friamente. Tomaram o café da manhã em silêncio e só então sua mãe se pronunciou – Você vai continuar trabalhando. Mas só até conseguir comprar seu celular.

Teito assentiu, imaginando mil e uma maneiras de gastar seu dinheiro para atrasar a compra do celular. Suspirei... Seria um dia longo.

Foi para a escola e novamente chegou cedo, sentando-se na mesma carteira de sempre. “Nunca dormi tão bem em toda a minha vida, Haku” escreveu logo que chegou. Mandei-lhe a imagem dele mesmo dormindo com alguém atrás, sem mostrar nada dessa pessoa. Que seria eu, no caso. A mesma imagem até de manhã.

“Então ficou ao meu lado essa noite toda?”

Mandei uma positiva, mas o professor chegara para impedir mais diálogos. As aulas foram como sempre, afinal, não há muito que acontecer no horário de aula, mas logo o intervalo chegou.

– Teito! – alguém chamou, era Barack. Teito subiu os dois degraus que os separavam, apenas porque viu que ele estava sem aquela loira.

– Oi, Barack.

– Olha, fiz isso aqui pra você – entregou uma pequena caixinha para ele – Vi que ficou meio atordoado ontem.

Teito abriu tudo com a esperança de ser algo realmente interessante, talvez um super pedido de desculpas. Quando a abriu, um palhaço preso a uma mola saiu de lá de dentro. Ele ria sinistramente, com a cara toda pintada.

Teito não tinha medo de palhaços. Ele tinha aversão, detestava, mataria alguém na rua se estivesse vestido assim. E Barack sabia.

– Sorria mais, Teit... – ele ia dizendo, mas Teito segurou a caixa e com toda a sua força, a jogou na parede oposta, fazendo sua tampa descolar e o fundo rachar.

– Eu quero que você vá pro raio que o parta com a sua solidariedade, Barack! – gritou, enfurecido. Sem querer chamar (mais) atenção, saiu pisando firme para o telhado do colégio.

– É por isso que não tem amigos, Teito Klein! – gritou Barack. Teito apenas pisou mais fundo, querendo logo sair dali. Todos olharam a cena pasmos, alguns comentavam que os dois eram tão amigos, outros diziam que Teito Klein era um idiota. Alguns poucos falaram que Barack havia apelado, pois todo mundo sabia que Teito odiava palhaços.

– Morra, Barack– murmurou baixinho, subindo as escadas.

Teito comeu seu lanche quieto, pensando na vida. O ouvi murmurar um “eu tenho o Hakuren”, mas não parecia que era pra eu responder. Apenas sentei do seu lado e ele chegou mais para perto.

Logo, o sinal tocou e ele foi para sua sala, preparando-se mentalmente para o tédio que as aulas de humanas seriam. No fim, terminou como sempre: Teito correndo para pegar o trem na estação.

Chegou na floricultura normalmente. Cumprimentou Frau, impedindo-se de corar ou de demonstrar qualquer coisa, colocou a mochila no balcão e começou a atender.

O movimento estava mais fraco, mas ainda tinha mais gente do que costumava ter.

– Você cuida de tudo, moleque? – perguntou Frau, com as chaves do carro na mão – Vou ter que entregar uma encomenda.

– No caminhão?

– É, a encomenda é grande. Fez um bom trabalho. – piscou e saiu. Eu prefiro assim, sabe. Sem Frau, só Teito, eu e a paz.

Quase uma hora depois, Frau voltou. Teito estava lendo uma revista qualquer, já que não tinha ninguém para atender.

– Com fome?

– Um pouco – respondeu, dando de ombros.

– Vamos, comprei nosso almoço – virou a plaquinha na porta da floricultura que dizia “Almoçando” sem se preocupar em colocar as plantas para dentro. Como se alguém fosse pegar...

Na cozinha, Frau estava colocando o yakissoba que comprara em dois potes.

– Achei que amava cozinhar, Frau.

– A praticidade faz isso com a gente – deu de ombros, entregando um dos potes para Teito – E então, como foi seu dia?

– Ótimo – respondeu rapidamente, já que não gostava muito de contar suas desgraças pras pessoas.

– Não senti firmeza.

– É sério.

– Hm – respondeu somente.

– E o seu?

– Passei o dia atendendo, foi um saco.

– Agradeça a mim – sorriu cinicamente.

Comeram normalmente, hora conversando, hora se xingando. No final, Teito colocou a louça na pia e seguiria para a loja se Frau (não fosse um irritante de mão cheia) não o impedisse.

– Você não parece muito bem, subordinado – comentou ainda à mesa e Teito apoiou as mãos na pia, de frente para Frau.

– É só muita coisa na cabeça, sabe – disse, sem querer falar sobre sua vida. Claro, porque ele só falava sobre sua vida comigo. E só comigo.

– Aw, tadinho do Teitinho – disse, levantando-se e segurando o rosto de Teito com as mãos.

– Vá à merda, Frau.

Sem ser atingido pelo comentário, segurou Teito rapidamente e o colocou em cima da pia. Colocou uma perna por entre as dele, o arrancando um gemido envergonhado.

Mas... O que ele... Tava... Fazendo!? Teito. Saia daí agora!

– De hoje você não me escapa, moleque – segurou firmemente a cintura de Teito e o beijou. Teito, como sempre sendo um idiota, correspondeu ao beijo com a mesma emergência de Frau, que notou isso e sorriu durante o ato.

Teito! Saia daí, seu imbecil idiota!

Mandei-lhe tudo quanto é tipo de imagem, mas ele ignorou todas, se concentrando apenas em arranhar o pescoço de Frau.

Eu abdico meu posto se você não sair, seu moleque pervertido! Mas que droga, Teito Klein, o que você viu nesse cara?!

Mas os dois continuaram inabaláveis, Frau mordendo os lábios do meu humano. Meu, Frau! Meu! Teito Klein é, e sempre será, meu!

Sem ouvir minha discussão com os dois, Frau colocou as mãos por dentro da camiseta de Teito, arrancando uns poucos gemidos quando alcançou seus mamilos.

Teito! Gritei desesperado ao lado dos dois, tendo a melhor vista para aquela troca de saliva nojenta à minha frente.

– F-Frau – gemeu seu nome assim que ele tocou seu ponto íntimo.

Teito Klein! – gritei, querendo a todo custo parar aquele ato.

–x-

Nunca ouvi coisa mais bela.

Eu sabia que eras tu.

Simplesmente sabia.

Tua voz ecoava por meus sentidos,

querendo me entorpecer.

Era forte, autoritária.

Estava enciumada.

Duas palavras.

Foi o que bastou para eu querer nunca mais sair do teu lado.

E não iria, porque era só tu falar

que eu lhe seguiria

para onde quer que fosse.

–x-

Teito Klein! – gritei, querendo a todo custo parar aquele ato.

Teito afastou Frau bruscamente, olhando para o nada, talvez me procurando.

– Teito...?

Soltes este homem! Agora! – ordenei e assim ele fez, empurrando Frau para ter espaço para descer da pia.

– Mas que droga, Teito, o que é agora?!

Tu ficaste maluco?!

Estamos fazendo algo errado!?

Onde estavas com a cabeça?!

O que, você não gosta de mim, é isso?

Será que eu tenho que guiar-te por tudo?!

– Porque se for, me fala logo, mas não fica fazendo carinha de “Frau-me-come” sempre que me olhar!

É com ele que queres viver, Teito Klein?!

– Você é mais complicado que toda mulher que já fiquei!

– Sai dessa vida! – gritamos eu e Frau juntos.

– Ah! Calem a boca, os dois! – gritou, sobrepondo toda e qualquer voz do recinto.

– Que dois, pirralho? Tá maluco?

– Frau – chamou, olhando-o com um olhar pesaroso – Desculpe por isso, eu... Não dá pra ser hoje.

– Mas que droga! Por que não? Não dá pra ser dia nenhum!

– É uma coisa pessoa...

– Você tá sabendo de alguma coisa que não deveria, é isso?!

– Ah, então tem alguma coisa! – exclamou Teito, lembrando-se do que Mikage dissera – O que você tá escondendo? Por que a gente não pode ficar junto?

– Por quê, Teito? Por quê?! Porque você não quer, oras! Quantas vezes eu já tentei te beijar e você para no meio?!

– Nã-não é isso! O problema é você! Tem alguma coisa com você que nos impede de ficar juntos!

– Ah, então agora a culpa é minha? Você é um puta viadinho enrustido e a culpa é minha? Vê se cresce, pirralho!

– Você...! – Teito estava indignado, eu sentia isso. Quis rir de sua cara, mas agora qualquer som que eu emitisse, ele ouviria.

E tu ainda perguntas o porquê de eu não gostar deste homem – comentei, apenas para alfinetar.

– Quieto, Hakuren!

– Quem é Hakuren, Teito? – perguntou Frau, suspirando.

– Não interessa, Frau! – gritou – Você que vai pro raio que o parta também, eu to indo embora! – gritou novamente, foi pra floricultura e pegou sua mochila.

– Você vai me deixar aqui sozinho?!

– Desconta do meu salário! – gritou, batendo a porta com tanta força que fez uma pequena rachadura no vidro aparecer.

– Então ele ainda volta – ainda pude ouvi-lo comentar, sorrindo de lado.

Teito estava andando rápido, esperou o metrô com uma áurea sombria em volta de si. Mas então, notou o que realmente acontecera. No momento em que eu notei também.

Eu... Havia falado com meu humano! Eu não podia, era contra as regras! Quanto tempo mais demoraria para algum Arcanjo vir me buscar e nunca mais permitir que eu fosse feliz? Me prender em alguma campina deserta até que algum humano fosse me salvar? Coisa que poderia demorar milênios!

Mas que droga, por que eu não calei minha maldita boca?!

Não... Eu não podia. Se eu não falasse nada, Teito provavelmente estaria sendo desvirginado agora. Foi a coisa certa. Frau não merecia Teito, o meu Teito.

– Haku... – chamou baixinho, assim que entrou no metrô e sentou-se solitariamente numa cabine vazia. Me calei completamente, eu não iria mais falar com ele, não podia mais quebrar as regras desse jeito. Nem com imagens, nem com palavras. Teito Klein era, a partir de agora, apenas um Protegido.

– Hakuren, droga, fala comigo – pediu novamente, ainda baixo, porém irritado.

Me calei. Eu não falaria absolutamente nada!

– Você é um inútil!

Foi para casa irritado, jogou de qualquer jeito suas coisas em seu quarto e foi tomar banho. Terminou e sentou-se em sua cama, com as pernas cruzadas.

– Vai. Pode começar a falar, seu imprestável – disse, irritado por eu ter ficado quieto o caminho inteiro – Vamos, Hakuren! Que saco!

Fiquei em silêncio, me esforçando para não prestar atenção no que ele falava e mandar qualquer sentimento.

– Então é assim? Você acaba com o clima, interrompe meu primeiro beijo, faz o Frau achar que eu sou doido e agora me ignora? Que tipo de anjo é você? – perguntou, jogando as mãos para o alto em indignação – Ou melhor, que tipo de amigo você é?

Olhei para ele, que estava brincando com o lençol de sua cama, com o olhar desolado. Me senti um monstro por fazê-lo ficar daquele jeito, ele parecia triste, provavelmente estava pensando que eu o abandonara também.

– Mas o pior... É que eu sinto você aí – disse – E você está me ignorando. O que foi que eu fiz, hein, Haku? Beijei o Frau e você não gostou? Se for, me fale. Pelo menos eu vou ter um motivo pra você ficar estar me odiando agora.

Eu não to te odiando, Teito... Mas não podemos nos falar.

– É contra as regras a gente se falar? – perguntou e eu tive muita vontade de mandá-lo uma positiva – Se for, você sabia desde o início. Então, por quê, Hakuren? Por que deixou isso ir tão longe? Por que começou a conversar comigo se sabia que um dia teria de parar?

Não respondi novamente, eu não podia, tinha que manter minha palavra dessa vez.

– E por que fez com que eu me separasse da única pessoa que lutou e esperou por mim? – perguntou, referindo-se a Frau – Não me arrependo. Saí daquela loja somente para ficar com você, agora que sei que pode falar, se quer saber. Mas se eu soubesse que você seria tão estúpido...!

Deitou com violência na cama, cobrindo o corpo inteiro com o cobertor. Ele ficou lá por minutos inteiros, sem se mover sem um milímetro. Eu só sabia que estava vivo, pois dava pra ver o subir e descer de sua respiração.

Sentei ao seu lado na cama, mas ele se afastou de mim. Teito... Ele nunca se afastou de mim, jamais.

– Tei... to... – chamei baixinho, sem saber se era a coisa certa a fazer. Ele se virou e me encarou, sem realmente poder me ver.

– Hakuren, você disse que nunca ia me deixar – disse, com o olhar marejado, mas sem nunca deixar uma lágrima cair.

Como não era a coisa certa a fazer? Como impedir aquele menininho de chorar não era certo? Pro inferno os Arcanjos e suas Leis!

– Desculpe-me, Teito – pedi e o abracei – Desculpe-me por tudo que lhe fiz.

Ele sorriu e permitiu ser abraçado, mesmo que meu corpo não tivesse tanta influência sobre ele quanto eu queria que tivesse. O soltei, mas segurei seu rosto com as duas mãos.

– Não tem problema, Haku – disse – No final, você sempre volta pra mim.

– Sempre – repeti e ele sorriu, terno. Como eu gostava daquele Teito que sorria, que gostava da minha companhia. Ele limpou qualquer rastro de lágrima que poderia estar em seu rosto e sorriu amplamente.

– Então, você pode falar! – disse, encostando-se à cabeceira de sua cama.

– Seria triste se eu não pudesse – eu disse e ele concordou com a cabeça.

– Mas é muito estranho ouvir sua voz e não te ver, Haku! – admitiu – Bem que você podia mostrar seu...

– Não, Teito – neguei rapidamente – Já estou quebrando todas as regras falando convosco.

– Nossa, mas que sotaque irritante esse seu – comentou, provavelmente por eu usar muito o alemão "polido" – Mas me explica melhor essas regras. Quer dizer, pelo o que eu entendi, você não pode fazer nada a não ser me proteger!

– Mas é basicamente isso – eu disse – Não posso mostrar-me a ti, nem falar ou comunicar-me de qualquer maneira.

– Então, você está quebrando todas as regras agora?

– Sim.

– D-desculpe por isso, Hakuren... – pediu, me fazendo sorrir por seu jeito preocupado.

– Teito, estou arcando com minhas conseqüências, não precisas te preocupar.

– Que conseqüências?! – perguntou, exasperado – Quando você vai pro Céu, você é flagelado por aqueles... Arcanjos?, é isso?

– Não, não aconteceu absolutamente nada.

– Então, como pode ser contra as regras?

– Não sei, isso só o tempo dirá...

– Você é muito complicado.

– Tu que és impaciente.

– Falando em paciência, há quanto tempo serve os humanos?

– 400 anos – respondi e ele arregalou os olhos, parecendo achar um absurdo – Não é muito. Sou obrigado a servir 1000 anos. Todos os anjos são.

– Deve ser tão chatinho fazer isso – comentou, deitando-se em sua cama e colocando os braços atrás da cabeça – Mas me diz, Hakuren, como é lá?

– Onde?

– No céu, sabe...

– É como vós relatais. Limpo, branco, bonito.

– Vós relatais... Oh, sim! Como a gente diz. – disse, parecendo falar consigo mesmo – Mas e Deus? Você já o viu?

– Não, ninguém nunca O vê – eu disse, com certa melancolia – Apenas os Querubins e Serafins, pois são eles que estão mais próximos do Pai.

– Julgar... Essa palavra me parece tão forte tratando-se de Deus.

– Entendo o que queres dizer. Mas é um ponto de vista, Ele precisa manter a ordem.

– Sei disso – comentou, suspirando e fechando os olhos.

– Com sono?

– Um pouco – disse, já virando-se para o outro lado.

– Durma, faz tempo que não dormes à tarde – recomendei, sorrindo ao receber um resmungo como resposta.

– Fica comigo, Haku... – pediu, num murmúrio. O olhei por uns instantes sem saber muito bem o que fazer – Aqui – disse, após um tempo, apalpando o lado direito de sua cama para eu deitar, como todas as noites.

Deitei ao seu lado, o abraçando com um dos braços.

– Bons sonhos... – sussurrei, finalmente tendo a certeza de que ele ouviria. Ele sorriu e abriu os olhos levemente, me encarando, para depois fechá-los – ...Teito.

Notas finais
AE GENTE ♥ Antes de tudo, estão aqui duas fotos http://twitpic.com/9bscee e http://twitpic.com/9bsd88 dos "cenários" da fic :3 DESCULPA MESMO por estarem péssimas, mas são só essas que eu tenho >>>>: Vou tentar achar mais, aí eu posto aqui :D

MAS ENTÃO, O QUE ACHARAM DO CAPÍTULO? O QUE ACHARAM DO HAKU-CHAN FALAR CO TEITO NUM MOMENTO DE PURA REVOLTA? 8D

FELIZES COM O PRIMEIRO BEIJO DELES? U.U TAVA RECEBENDO ATÉ AMEAÇA DE MORTE CASO FIZESSE UM 4ª BEIJO NÃO BEIJADO (segundo a Sossi x3). KLFJASÇJFHASDKJFG

Bom, agora vem as desculpas por eu ser uma insensível retardada que não pensou nem em colocar explicações das coisas alemãs que eu boto na fic.

Bom... Não me lembro de muita coisa, então se ficar alguma dúvida me perguntem nos reviews :3 Vai lá:

Münchner Freiheit é um bairro "bom" lá de Munich, uma cidade mais pro sul da Alemanha, e é onde o Teito mora. Não é o melhor, mas é bairro bem riquinho pro pobretão do Teito -n Respondendo à Sossi, eu acho, se pronuncia mais ou menos... Bem... Não sei explicar o Münchner, é algo como "M" - "u" e "e" na mesma sílaba - N - "ch"-pigarro - "NER" - "FRRRAI" - "RRAIT". Lembrando que é tudo pigarreado dlkhasdf A tradução é algo como "Liberdade Muniquêsa".

O "genitivo" que eu botei no capítulo que o Teito fala do Hakuren, é porque em alemão tem quatro casos: O Dativo, o Nominativo, o Acusativo e o Genitivo. É como se fossem os casos reto e oblíquo do português, só que nós demos a sorte de só termos dois (kind of). Tem idioma, tipo o estoniano que tem 13! Mas voltando: O genitivo não é muito usado porque é muito "polido", sabem, é tipo o português formal, que quase ninguém usa, assim como eu botay (ou tentei) na fic.

Augustenstraße é uma avenida que fica na Therezienstraße, e é onde tá a corretora, a floricultura e o chaveiro. A pronúncia é "Augusten" normal e "stra", que se pronuncia como carioca, tipo "ssssssstra" e o ße, que é "sse". Therezien normal e o "ssssssstrasse". Lembrando que "strasse" ou "straße" significa rua e é usado no final dos nomes, tipo Rua Chico ficaria Chicostraße, sacaro? Não é um bairro tão bom (eu digo, rico) quanto o do Teito, mas é tipo classe média alta também.

Ahn... Não sei se eu já botay, mas a Hess straße também aparece e é tipo uma alameda da Augusten, lá só tem prédio e condomínio fechado. Uma dica: Qualquer um se perderia fácil naqueles estacionamentos :DD

Também tem a Hauptbahnhoff, que eu preferi colocar como estação central sempre que me referia a ela. É tipo a Sé daqui de São Paulo, todos os metrôs saem de lá. Se pronuncia "RRAU" - PI - TI - BAN - RRO - FFI :DD

Tem a igreja que o Teito foi na missa dosanjo, a St. Michaelskirche (SAN - KI - TI - MI - KAEL - IS - KIRRR - CH-pigarro - E). E, na boa, essa igreja foi escolhida porque a decoração dela SÓ TEM anjo e é linda demais, me fez chorar q Na Karlsplatz, a pronuncia é a mesma do inglês :3

Ah, a piada que eu faço com o nome do Teito é porque ele é baixinho e "Klein" significa Pequeno em alemão x3 E se pronuncia KLAIN, ok? A piada com o nome do Frau é porque Frau significa senhora/senhorita, ENTÃO TIPO??????????? O nome da bisha mor do anime é Mulher. Ok.

Acho que já falei demais sobre isso né? >>>: Sorry baby *le com Sorry Sorry Answer na cabeça*
Outra coisa: Eu to fazendo o Teito tomar banho toda noite, mas porque eu não consigo fazer um personagem tomar um banho só a cada 10 dias, dsclp q

Ah, enfim, se tiver alguma outra coisa que le eu, toda retardada, não botay explicação desculpem e me avisem >3<
(se algo estiver errado, corrijam, pushay tudo da memória e isso não é confiável lkdjasd)

E DESCULPEM NÃO ESTAR RESPONDENDO TODOS OS REVIEWS >_> Eu to tentando, respondi um pouco ontem e hoje, vou tentar responder todos até o final de semana ;; MAS OBRIGADA POR TODOS ELES, EU REALMENTE FICO MUITO FELIZ QUANDO OS LEIO E E
FALANDO EM REVIEW................ ME PEDIRAM UM CASTOR DE PRESENTE, UM TEITO COM ROUPA... Não lembro com que roupa, droga D: E TAMBÉM UM LABRADOR. BORA FAZER O SEGUINTE: QUEM PENSAR EM DEIXAR REVIEW GANHA 01 LABRADOR TODO VIRGEM E INOCENTE PRA COLOCAR NAS PRATELEIRAS, 01 CASTOR TODO GOSTOSO PRESO NUMA GARRAFA E 02 TEITOS PEQUENOS DE BONECO PRA ALFINETAR PORQUE É VUDU. E O MAIS LEGAL: MANDANDO O REVIEW A PESSOA GANHA NA HORA O PODER DE FAZER TODOS ELES VIRAREM REALIDADE E APARECEREM NO QUARTO DE VOCÊS RSSSSSSSSS

BOA OFERTA NÉ? QQ CÊS ACHAM? 8D DEIXEM REVIEW COM A OPINIÃO SOBRE ISSO TAMBÉM AEAE

ATÉ SEMANA QUE VEM COM O INÍCIO DA SEGUNDA PARTE DA FIC :DD Que tem três -q

BEIJOS E OBRIGADA MESMO! POR TODO O CARINHO ;A;