Notas iniciais
Olá~~
Ok, atrasei um dia novamente. Acho que deveria mudar o dia das postagens para sábado, já que to sem net em casa, aí tenho que vir aqui pra minha tia pra postar hm Enfim, vou tentar postar na sexta, mas se vier sábado... Bem, o que vocês acham de ser tanto sexta, como sábado? :D /apanha
Enfim, boa leitura~
AVISO: Deem uma lidinha nas notas finais, é sobre o enredo n_n

– Teito! – acordamos juntos, com Mikage batendo à porta – O almoço está pronto, desça logo.

Olhei para o lado e o vi se espreguiçando, parecendo com um humor melhor do que de manhã. Seus olhos brilhavam, resultado de algumas lágrimas que escapuliram de seu bocejo. Os cabelos bagunçados lhe davam um charme todo fofo, que me fazia querer apertar suas bochechas. O relógio marcava 14:30, até que aquela fora uma boa soneca.

– To indo! – calçou os chinelos e desceu – Você não sente fome? — perguntou baixinho, no meio das longas escadas que levavam à sala de jantar de sua casa, a sala a um lado e a cozinha ao outro.

Já mais acostumado com suas referências repentinas a mim, pensei logo em como respondê-lo. Mandei-lhe uma imagem daquele Homem de Ferro. É, eu não tinha muita criatividade, e a que tinha tendia a ser um tanto quanto irônia, quase sarcástica.

Ele negou levemente com a cabeça e desceu as escadas, encontrando todos já sentados à mesa. Seus pais sorriam de forma agradável um para o outro, conversando sobre alguma amenidade, provavelmente não muito importante, pois pararam a conversa apenas para sorrir para Teito, que pareceu levemente desconcertado. Mikage sorria largamente, como sempre fez. Devia ter uma espécie de cola no rosto daquele menino para ele sempre estar sorrindo daquela forma de quem estava prestes a aprontar alguma, irritava às vezes!

– Vai ter uma surpresa depois do almoço, Teito – anunciou Mikage, sorrindo para o irmão.

– Que surpresa?

– Só vai saber se comer tudinho – disse Fea, pegando o prato do filho para colocar a comida, sabendo exatamente do que, como e quanto ele gostava.

– Parem de me tratar assim, eu não sou criança! – exclamou alto novamente, se emburrando na cadeira. Moleque birrento, não sabe nem brincar com a família sem estragar o clima. Apesar de que eu acho que isso tornava tudo mais interessante para os outros três.

– Só estamos brincando, bobão – disse Mikage, confirmando minha suspeita com seu olhar divertido, lançado em direção ao irmão – É que eu fiz uma torta de limão pra você. Sabe, pra me desculpar.

– Torta de limão? – logo seu humor mudou e ele olhou para todos os cantos da cozinha que lhe eram visíveis, procurando a dita cuja. Desde que eu o conhecia (ou seja, sempre), ele era apaixonado de forma quase doentia por torta de limão. Não só, mas todo doce que derivasse da fruta cítrica – Onde?

– Só de sobremesa.

– Ai, que droga, Mika! Então, por que disse agora?

– Quero pedir desculpas logo – Mikage fez um bico enorme, fazendo Teito revirar os olhos. Dava pra sentir, Teito ficara encantado com o ato do irmão. Ele era do tipo de pessoa que se comovia com pouco, só não demonstrava. Então, receber seu doce favorito como uma espécie de pedido de desculpas o comovera.

– Sabe que eu não tava levando tão à sério, não é?

– Ele sabe – disse Kalía, com um olhar que dizia nada mais, nada menos, que queria encher o saco de Teito. Eu tava com ela, se querem saber – Mas é um irmão tão dedicado que resolveu lhe dar um presente.

– É impressão minha ou todos aqui estão a favor de Mikage?

– Mas é claro – os três responderam juntos, com um tom que deixava claro que era óbvio o fato de preferirem Mikage — o que era uma clara brincadeira, já que eles definitivamente não faziam diferença entre os filhos — e Teito jogou um pano de prato próximo em Mikage, começando a comer.

– É bom que esse anjo inútil esteja a meu favor – murmurou, sem que ninguém de sua família ouvisse, mas eu estava ligeiramente perto dele e, com um pouco de dedução, entendi a frase. Mandei-lhe uma imagem de Hachiko, aquele cachorro do filme Sempre ao Seu Lado, acho que ficou bem óbvio.

O almoço ocorreu normalmente, com os membros da família em uma conversa agradável, como sempre. Eu gostava daquela família, tinha que admitir. Eles eram muito unidos, e gostavam, mas ao mesmo tempo cuidavam ferozmente um do outro, como uma família deveria ser. Também adorava o fato de todos amarem implicar com Teito, era bem engraçado, ao mesmo tempo em que eu me satisfazia. Implicavam com Teito, mas logo conseguiam fazê-lo voltar ao normal.

Na sobremesa, Mikage fez uma cena engraçada, colocando um chapéu de chef e levando a torta à frente de Teito, colocando toda ela em sua frente, rindo escandalosamente — como sempre — quando seus olhos dobraram de tamanho e sua boca se abriu levemente. Fez questão de colocar um pedaço generoso no prato do irmão, mas é claro que enrolou para lhe entregar um talher limpo.

– Mikage!

– Sim, Teito? — perguntou de forma cínica, rodeando o garfo em seus dedos habilidosamente. Fea e Kalía se divertiam com a cena que o mais velho fazia, uma vez que também adoravam implicar com o caçula.

– Me dê logo esse talher!

– E como é que se pede?

– Vai logo, seu loiro de farmácia! — gritou, fazendo-o fazer-se de sentido, levando a mão livre ao coração, em falso sentimento — Não se faça de bobo, me entregue logo, senão como isso com a mão!

– Teitoooo, mamãe e papai ficaram desapontados se não pedir com educação — cantarolou, alongando seu nome propositalmente, irritando ainda mais o irmão. Teito olhou para os pais, procurando apoio, mas tudo o que encontrou foi os dois afirmando com a cabeça veementemente, como se concordassem com Mikage.

É, moleque, se deu mal nessa família, ninguém aqui está a seu favor. Adorava quando implicavam com Teito!

– Tudo bem, então comerei com a mão — deu de ombros, passando o dedo indicador por cima do chantilly, lambendo-o em seguida.

– Apelão — Mikage disse, jogando-lhe o talher propositalmente em cima de seu pedaço de torta, o deformando um pouco, mas Teito nem mesmo ligou, apenas sorriu vitorioso e começou a comer como um javali prestes à anorexia com o garfo.

Todos à mesa sabiam que Mikage detestava esse tipo de falta de educação na hora da refeição. E comer com a mão se incluía. Até hoje eu tento entender o porquê, já que ele é um porco daqueles bem rosados. Mas à mesa, ele até tem certa noção de etiqueta. Fora seu toc com mãos limpas. Era engraçado, Mikage não passava mais de uma hora sem lavar suas mãos e nunca, nunca mesmo, nem quando saíam, comia sem estar com as mãos brilhando.

Enquanto os outros membros ainda estavam no primeiro pedaço, conversando amenidades, Teito estava totalmente alheio, já no terceiro pedaço. Era muito cômico, pois até seus pensamentos estavam na torta à sua frente, uma vez que tudo o que eu captava era pensamentos relacionados à tortas, limões, açúcar, doce...

– E o ingrato nem agradece.

– Obrigado – murmurou, colocando mais um pedaço na boca – Está... Ótimo... Mika – disse, entre uma garfada e outra.

– Teito, come isso direito, vai acabar se engasgando – ralhou Kalía, colocando seu segundo pedaço de torta, cuidadosamente medido, já que ela era um tanto quanto neurótica com dietas.

– Uhum – concordou, com a boca ainda cheia. Os três se entreolharam e riram discretamente, novamente prestando atenção a qualquer outra coisa que não fosse Teito se afogando em limão. Sabiam que falar não ia adiantar nada.

Ah, mas eu me sentiria tão bem se ele realmente se engasgasse e ficasse com um trauma eterno de tortas de limão. E é claro que eu sei que isso é impossível.

Colocou mais uns dois pedaços em seu prato e continuou comendo, enquanto ironicamente seus familiares comentavam da crise na Itália*

– Meu deus – elucidou e eu não deixei de fazer uma comparação irônica em minha mente, após terminar o quinto pedaço – Acho que comi para o resto da vida hoje.

– Minhas tortas são irresistíveis, já imaginava uma reação assim – disse Mikage, com um falso tom altivo. Ele não era metido ou arrogante, Mikage na verdade era bem humilde, uma das pessoas mais boas e caridosas que eu já tive o desprazer de conhecer. Desprazer, pois conhecer qualquer humano era algo digno de se lamentar muito. Teito lhe fez uma careta e recostou-se à cadeira.

– Vai, moleque, me ajuda a levar isso aqui para a cozinha — disse Fea, levantando-se e levando seu prato e o de Kalía para a cozinha, enquanto Teito também se levantava e levava o seu e de Mikage. Era algo um tanto quanto natural, aquilo. Sempre depois das refeições, Fea e Teito levavam o prato de Kalía e Miakge, respectivamente, para a pia. E depois, só Deus sabe quem os lavava.

Kalía chegou logo após e pude ver Mikage escapulindo para seu quarto.

– Teito, hoje é a sua vez de lavar essa louça.

– Mas o que? — exclamou, após certificar-se de que os pratos estavam firmes na pilha em cima da pia — Mas mamãe!

– Sem "mas", vai.

– Mas eu! Eu estou morrendo de dor de barriga! Preciso, sabe né, me aliviar!

– Ninguém mandou entupir o rabo de torta — riu da cara de dor do filho e eu ri também.

– É sério, tô morrendo aqui! Vou acusar vocês por abandono de incapaz!

– Abandono de incapaz? — perguntou Fea, rindo.

– É!

– Mas o que tem a ver com a situação?

– Eu não sei, foi a primeira lei que me lembrei!

– Ai, moleque... — começou Kalía — Tá, mas amanhã lavará a de Mikage e a do seu pai, no dia seguinte.

– Sério?! — perguntou, não notando que havia piorado sua situação. Tapado. — Ok, então se me permitem, vou me retirar.

– Vai logo antes que eu mude de idéia — disse Kalía, negando com a cabeça e rindo do tapado de seu filho. Pelo menos era o que eu achava.

A primeira coisa que fez foi ligar o computador e eu deitei em sua cama, imaginando que aquela seria apenas uma longa tarde com Teito na internet. Ele não estava vadiando, estava fazendo os trabalhos que ficaram pendentes, mas mesmo assim estava blogando simultaneamente. Essa geração de hoje em dia, viu...

– Hey – chamou e eu estava tão ocupado em contar quantos adesivos havia na parede de seu quarto que não prestei atenção, mas ele continuou falando – Qual é o seu nome?

O olhei descrente. Como ele pretendia que eu lhe dissesse meu nome em imagens, pelo amor do Pai? E também... Não era intimidade demais? Não que eu gostasse de ser chamado de inútil, mas dizer meu nome era a mesma coisa que me mostrar, o que era contra as Leis.

Não é como se eu não quisesse... Ser chamado pelo nome seria um avanço e tanto, seria ótimo, na verdade. Mas eu não conseguia ver isso, era contra as regras.

– É claro que eu sei que é meio complicado de me falar em imagens, então vou deixar meu computador ligado essa noite, aí você pode digitar enquanto eu durmo – disse, como se fosse a solução mais simples do mundo. Ponderei sobre isso, mas não decidi nada, porque ele também havia dado de ombros, como se deixasse a decisão em minhas mãos. Voltou a blogar e a fazer seu trabalho, nessa ordem, me deixando pensativo em sua cama.

Já era noite quando Teito recebeu uma ligação, tendo que procurar seu telefone fixo por todo o quarto. Lhe dei uma ajudinha, mandando a imagem de um amontoado de roupas em um canto e lá ele foi procurar, me agradecendo ao achar. Sorri. Era bom ajudar Teito tão diretamente.

– Alô? – atendeu – Frau? O que você quer, seu cretino? – ri de sua delicadeza para com a pessoa que ele estava em dúvida sobre o que sentia – Bom... Acho que sim, só para não magoar Labrador – pausa – É sério? – pausa – Não, por mim tudo bem – pausa – Tá, às 8:30? – pausa – Haimhauserstraße, número 10 – reconheci o endereço de sua casa e me perguntei o que Frau estaria aprontando – Ok, até amanhã, Frau.

Desligou o telefone e ficou olhando para o nada, com um sorriso bobo no rosto, as bochechas levemente coradas.. Mandei diversos pontos de interrogação para si, um atrás do outro, que o fez sair rapidamente de seu transe.

– Frau me convidou para ir à missa dos anjos com ele – anunciou, sem olhar para nada em especial, mas estava me contando – Passará aqui amanhã às 8:30 para me buscar.

Ri de seu tom apaixonado, mesmo que ele não ouvisse, como se tivesse sido convidado para seu primeiro baile. Mandei-lhe um coração, sendo contagiado pelo espírito troll, como diziam hoje em dia, de sua família, o fazendo corar.

– N-não é como se eu o amasse, inútil – disse, fechando as janelas que estavam abertas no computador – É só que... Eu não sei o que sinto por ele. É nessas horas que fica óbvio que eu gosto muito dele, mas aí eu o vejo e ele começa a implicar comigo...

E novamente, ele estava dizendo para mim seus sentimentos, tão abertamente, sem vergonha de ser julgado ou nada do tipo. Aquilo me fez sorrir, me fazendo sentir especial para Teito. Não sei se você já se sentiu assim para alguém, mas aquela era a minha primeira vez sendo um confidente, alguém que uma pessoa confiava para contar seus problemas.

– Ele parece gostar de mim? – perguntou, indo deitar-se na cama – Se ele me convidou para ir, acho que não é tão indiferente quanto eu achei que fosse, mas... E se ele só estiver sendo gentil?

Rapidamente, pensei na cena do dia anterior, em que ele dava o número de celular para Frau.

– Você acha que foi premeditado? Que ele já estava pensando em me convidar desde aquilo? – perguntou, com a voz transbordando esperança – É, talvez seja mesmo. Seria bom se fosse – acrescentou – Bom, vou lá avisar meus pais que amanhã... Eu vou à missa.

Desceu e encontrou os pais assistindo televisão juntos, Mikage provavelmente estava em seu quarto.

– Amanhã eu vou sair cedo, umas 8:30, tá?

– E posso saber onde o senhor vai? – perguntou Fea.

– Vou, ahn, à missa – disse, corando. Seus pais trocaram olhares desconfiados, então Teito entregou o papel que Labrador lhe dera.

– Você? Indo à missa? – perguntou Kalía, ainda descrente.

– É, por quê?

– Você nunca foi à Igreja, Teito.

– Sempre tem uma primeira vez, não é mesmo? – riu amarelo e subiu as escadas assim que seus pais deram de ombros. Teito não costumava mentir para os pais sobre onde estava indo, então não se importaram com fato daquilo poder ser uma mentira. Talvez por confiarem no filho sobre ele estar fazendo a coisa certa, talvez por simplesmente acreditarem que ele estava mesmo indo à missa.

– Eu ouvi direito? – perguntou Mikage, saindo de seu quarto.

– É, vou com o Frau.

– Bom, se vai com o Frau tudo bem, aquele é mais clérigo que os próprios padres – comentou, rindo – Labrador vai também?

– Sim, ele é o coroinha.

– Algo me diz que você não está indo somente pela missa.

– O que quer dizer?

– Eu não quero dizer nada, irmãozinho – disse, rindo de Teito – Mas saiba que é só eu perguntar para Frau depois – piscou e entrou em seu quarto, deixando Teito corado.

– Mikage é um pervertido – comentou, trocando de roupa e colocando um pijama mais confortável – Ah, anjo inútil, não se esqueça hein – disse, apontando para o computador ligado, num daqueles programas que já vira Teito usando para digitar.

Ele se deitou e olhou para o teto, de repente dizendo que não sabia rezar. Ri de sua infantilidade e imaginei uma igreja, o fazendo entender que ele aprenderia amanhã.

– Acho que se é para ser religioso, terei de ser direito, não é? – perguntou, mas logo se virou, já fechando os olhos – Boa noite.

Deitei ao seu lado na cama e velei seu sono, tirando as impurezas de seu corpo. Me levantei assim que ele pegou no sono e encarei o computador ligado, ponderando se deveria ou não dizer-lhe meu nome.

Primeiro, pensei no que ele sentiria se não encontrasse meu nome naquela tela quando acordasse. Ele provavelmente ficaria furioso, mas talvez se sentisse traído por mim, já que já havia dito com todas as letras que me considerava seu amigo.

E ele já havia feito tanto por mim, mesmo inconscientemente. Quer dizer, quando ele me contava sobre sua vida, sobre seus sentimentos, mesmo que eu já soubesse de tudo, eu me sentia especial, como se ele confiasse realmente em mim para contar coisas tão íntimas. Eu me sentia bem o ouvindo, sabendo que ele estava dizendo aquilo apenas para mim, que nunca seria tão sincero com outra pessoa.

Acho que o mínimo que eu podia fazer para retribuí-lo era dizer-lhe meu nome. Pensei em como ele se sentiria quando visse Hakuren escrito naquela tela e logo o sorriso que ele deu quando viu seus livros bagunçados me veio à mente. Provavelmente, seria algo parecido.

E eu perderia aquilo? No way.

Me recusando a usar um computador, – o que? Eu, um Todo Poderoso Ser Celestial usando uma construção humana tecnológica como aquela? Nunca. – peguei uma folha do caderno que estava jogado no chão e uma caneta, escrevendo meu nome e deixando na cabeceira de sua cama, junto de outras tralhas que ele deixava ali em cima.

Sem conseguir me conter, abaixei um pouco ao seu lado e sussurrei um “boa noite” em seu ouvido, vendo-o se arrepiar involuntariamente.


Notas finais
Gostarammmm? ENTÃO, GENTE, EU DEI UMA EDITADA MONSTRA NESSE CAPÍTULO, EXPLIQUEI O PORQUÊ LÁ NO EPÍLOGO X3 Mas o que eu digo é: nunca mais pragueio nenhum mangaká por fazer filler -q
Ah, me perguntaram numa review, acho que foi a morde morde da Atanih, qual era o trauma do Teito. Lembram que ele bebeu chá de diphinium e sentiu um ~leve~ amargor? Então, ele não teve nenhum trauma sério, mas sua solidão as vezes o afeta muito. Então, isso, aos poucos, ao longo dos anos foi ferindo sua alma, e foi isso que fez com que ele sentisse o gosto estranho no chá. Então, mais uma razão pro Haku-chan salvá-lo dessa vida miserável (O( -nn
Desculpem não explicar isso na história.
Ah, sacaram o nome do capítulo? rssssss
Enfim, até semana que vem, espero que tenham gostado! Não desistam de mim e do meu bebê n_n E mandem reviews o/