You Smile, I Smile
7 Beijo.
Notas iniciais
Comé que cês tão? Eu vou muito bem porque tenho os leitores mais fofos do mundo! Cada review me deixa mais... Pulante x3 Thank you, guys, de coração mesmo, obrigada por cada palavra ♥3
Paaaara agradecer mais dignamente, resolvi postar logo pela manhã, pra não correr o risco de não dar pra postar de noite. Então, quem estuda de manhã, chega da escola com capítulo novo, quem estuda de tarde vai com capítulo novo em mente, e quem estuda de noite... Mesma coisa :p
Ok, deixa eu parar de tagarelar. Até as notas finais, boa leituuuura ~
O dia seguinte havia começado com um barulho insistente de despertador, que ficava ao lado da cama de Teito. O observei bocejar e levantar, logo deitando-se novamente, sem se importar com o fato de que, dali a uma hora, Frau estaria em sua porta o esperando. Logo lhe mandei insistentemente uma imagem de Frau.
- Ah, bom dia pra você também, anjo inútil – disse e logo se levantou ao pronunciar as duas últimas palavras, provavelmente se lembrando de que eu teria que escrever meu nome no computador. Ele ligou a tela, mas não viu nada, bufando em desaprovação e raiva – Seu inútil.
O observei voltar para a cama, esperando, animado, que ele visse o pequeno papel que eu deixara na cabeceira. Mas não, é claro que não. Como se eu não soubesse que Teito Klein era um tapado, o líder deles, o professor de tapadisses! Ele voltou para cama, caindo e dormindo imediatamente.
Tentei acordá-lo de todas as formas possíveis lhe mandando imagens, mas era como jogar gelo num vulcão pra ver se ele esfria. Como não podia tocá-lo, delicada e sutilmente joguei seu despertador no chão, o fazendo levantar com o susto. Já eram 8:00 horas.
- Por que não me acordou antes?! – ainda teve a pachorra de perguntar, indo para o banheiro tomar banho – E nem se atreva a entrar, seu pervertido.
Fiquei do lado de fora o esperando terminar, coisa que demorou 10 minutos mais ou menos. Colocou a roupa mais bonita que conseguiu achar rapidamente, arrumou os cabelos e desceu para tomar café. Mal comeu uma bolacha recheada e ouviu uma buzina na porta de sua casa. Correu até lá e fez sinal para que Frau esperasse um pouco, indo pegar suas chaves e trancando a casa.
- Banco de trás, pirralho – disse e só então Teito percebeu que Labrador também estava no carro, sorrindo como sempre.
- Oi – disse timidamente ao entrar.
- Que bom que veio conosco, Teito! – disse Labrador, virando-se para trás – Estou muito orgulhoso.
- Não é nada, Labrador – deu de ombros e passou a observar a paisagem passando por si. Eu estava ao seu lado no banco do carro, onde provavelmente os outros anjos também estariam, mas como estávamos invisíveis, logo estávamos impalpáveis também.
Logo, estávamos na entrando na Igreja. Era uma porta quase escondida no meio de tantas lojas e cores. Mas seu interior era realmente magnífico. Não foi à toa que escolheram aquela Igreja para realizar a missa dos anjos. Anjos por toda a parte faziam parte da decoração barroca, algumas imagens fortes, outras simplesmente bonitas. Mas não havia hipocrisia, retrataram os anjos como humanos, porém com asas. Nada de cupidos barrigudinhos.
Eu havia gostado.
Labrador foi para o altar, entrando numa porta atrás dele.
A missa começou, então. Labrador também entrou em cena, ajudando os pastores e o padre com um sorriso maior do que costumava dar normalmente. Frau e Teito estavam sentados numa das primeiras fileiras, Teito observando tudo calado e Frau parecendo concentrado.
- Que o senhor esteja convosco – ele começou.
- Ele está no meio de nós – todos entoaram, juntos. Menos Teito, porque era um tapado e não sabia o que fazer numa missa.
A missa passou-se e eu não vi nada dedicado a anjos. Nem mesmo a decoração especial, além da original da igreja, que Labrador havia falado eu notara. Algumas coisas a mais, com significados diferentes, apenas.
- Queria lembrar-vos da importância que seu anjo tem – disse, enfim, o padre no final da missa – Ele não é como um amigo, pois nunca lhe abandonará. Não é como um pai, pois nunca lhe repreenderá. Não é seu inimigo, pois sempre fará o possível para lhe proteger. Seu anjo é que lhe dará forças quando precisar, pronto para lutar contra qualquer força maligna para lhe proteger. Desde sua primeira risada até seu último suspiro, é ele quem estará sempre ao seu lado, rezando, protegendo e te amando – deu uma pausa dramática como que para os fiéis refletirem sobre o assunto – Peço que rezem diariamente por seus anjos, tornando-os, assim, mais fortes e deixando que seu trabalho seja mais leve. Nunca desprezem seu anjo, acreditem que ele existe, assim como acredito no meu, para que ele possa ter o prazer de te defender.
Como se não defendêssemos nossos humanos independentemente de suas crenças ou não.
Olhei para Teito, que parecia, pela primeira vez naquele lugar, interessado. Seus pensamentos se redirecionaram para nossos últimos dias, em que começamos a nos comunicar. Estaria ele arrependido por me chamar de inútil depois do que o padre dissera? Bom, talvez não.
- Frau... Eu posso dar uma saída? – perguntou Teito de repente, fazendo Frau o olhar repreendido, negando com a cabeça, se recusando a responder.
Alguns minutos depois, a missa terminou. Teito levantou rapidamente e ri quando notei que ele estava se segurando para não se espreguiçar. Os dois saíram e, como o combinado, esperaram Labrador do lado de fora, que logo os encontrou e acenou.
- Vocês ficariam chateados se eu dissesse que preciso ficar? – perguntou, pela primeira vez sem sorrir, mas com um olhar preocupado, que tirava toda e qualquer altitude que pudesse ter em sua frase.
- Não, claro que não, Lab – disse Frau, sorrindo – É seu trabalho?
- Sim, os pastores me chamaram de última hora... Ainda não sei o porquê, mas acho que tem a ver com a minha carreira! – comentou, querendo não parecer entusiasmado, mas já estava dando pulinhos assim que Frau sorriu e o parabenizou. Teito apenas lhe sorriu e deu leves tapinhas em seu ombro – Obrigado, meninos. Apareço na sua casa mais tarde, Frau, fiquei de terminar aqueles arranjos, não é?
- Não precisa se preocupar com isso, Labrador – sorriu ante a preocupação do amigo – Quero que vá lá para nos divertirmos e não porque tem coisa pra fazer na floricultura.
- Obrigado, Frau. Já que é assim, vou jantar lá hoje.
- Como se eu não te convidasse todos os dias – rodou os olhos, bagunçando os cabelos do albino que simplesmente sorriu para os dois e saiu, acenando, para logo após correr para dentro da igreja.
Teito novamente se sentiu desconfortável com a amizade tão forte e presente dos dois, sentindo novamente que nunca chegaria aos pés de Labrador em relação ao Frau. E não mesmo, moleque, você é retardado demais para ser como Labrador.
- Bem, então vamos – disse Frau, seguindo para onde estacionara seu carro. O adentraram e Frau ligou o som em um CD de ópera. Eu, particularmente, gostava muito. Me lembrava de eventos no Paraíso, onde todos os instrumentos eram tocados numa harmonia perfeita. Mas claro, sempre tinha um bundão para atrapalhar...
- Frau, faça-me um favor né – disse Teito, abaixando totalmente o volume do som.
- Está no meu carro, moleque, eu dito as regras aqui – disse, aumentando o volume.
- Mas eu me recuso a ouvir ópera!
- Paciência – deu de ombros, trocando de música.
- Frau!
- Olha aqui. Se não gosta, não é problema meu. Você está comigo, no meu carro, sendo levado para casa por mim, então faça-me um favor você e pare de reclamar – disse, olhando fundo nos olhos de Teito, o fazendo se emburrar – Bebezão.
Aí que Teito se emburrou de vez, nem mesmo percebendo que Frau o havia levado para outro canto, que nem mesmo eu conhecia. Só o que reconhecia era a uma estação de trem um pouco mais gasta que as outras, mas estávamos atrás dela, numa espécie de jardim. Provavelmente era dali que Frau abastecia sua floricultura.
- Onde estamos? – perguntou, assim que Frau desceu do carro, o fazendo descer também.
- Seria tão fácil te seqüestrar, Teito...
- O que?!
- Só estou brincando, moleque. Você devia prestar mais atenção nas coisas – disse, adentrando o enorme jardim – Estamos num Garten. É daqui que compro as flores para a floricultura.
- Mas Labrador não disse que era no interior? – perguntou, olhando ao redor para se certificar de que não estava mesmo no interior. Talvez Teito não fosse tão tapado assim, para se lembrar de uma conversa que Frau tivera com Labrador há tanto tempo.
- É, mas como eu tinha um pirralho no banco dos passageiros, não podia ir para o interior – comentou com tom sarcástico.
- De-desculpe – pediu, corando. Odiava ser um peso para as pessoas e para Frau não era diferente.
- Estou brincando, pirralho – falou, passando um braço pelos ombros de Teito e o trazendo para mais perto. Talvez pela força que ele impunha, talvez por vontade própria, Teito não desfez aquele contato, ficando cada vez mais corado.
Ri novamente. Realmente, Teito gostava daquele cara, mesmo que não admitisse nem para si mesmo. Quer dizer, admitia para mim porque eu era simplesmente o ser que ele mais confiava no mundo, e aquilo me dava tanto orgulho quanto ser reconhecido no Céu. Mas em suas ações, Teito nunca demonstrara alguma forma de afeto por Frau.
- Olhe isso, Teito – disse Frau, parando em frente a um vaso, ainda abraçados – Essa planta é incrivelmente rara por ser tão difícil de cultivar. Esse é um dos poucos... O que? – perguntou, assim que notou que Teito o estava encarando.
- Me chamou de Teito.
- É o seu nome, certo?
- É que... É raro não me chamar de moleque ou pirralho idiota – comentou, desviando o olhar.
- Para tudo se existe uma primeira vez, não é? – perguntou, olhando fixamente para meu humano, segurando seu queixo e o virando para si. Teito estava totalmente corado, mas não desviou o olhar por orgulho. Frau afrouxou o aperto em seu queixo e acariciou o rosto de Teito com as costas dos dedos, por fim passando o polegar em seu lábio inferior, aproximando os rostos.
- C-c-como é o nome dessa planta? – perguntou, quando seus lábios finalmente iam se encontrar. Bola fora, Teito Klein, bola fora! Eu aqui, inocentemente, achando que meu humano ia, enfim, dar seu primeiro beijo, mas o frouxo interrompe.
Mas... não era certo. Quer dizer, Frau era um homem e meu humano também, e eu era um Anjo, não era certo que aqueles dois ficassem juntos, perante as Leis divinas. Frau também era maior de idade, o que tornava aquilo pedofilia. Eu não podia aceitar aquilo! Não deveria, na verdade. Mas deixava Teito feliz....
Mas não. Era contra as Regras.
Então eu vi. Vi Teito sorrir timidamente, assim como quando sorria comigo, enquanto Frau bagunçava seus cabelos e tirava o braço dos ombros de Teito.
Aquilo... Não é que... Eu... Não sei, talvez...
Eu não gostei.
É, simplesmente não gostei de ver Teito sorrindo com outra pessoa como sorria comigo. Ele estava todo confuso há pouco tempo, sem saber se sorria para Frau, quando sorria tão facilmente para mim, e agora estava aí, fazendo propaganda de pasta de dente.
Mas apesar de tudo, não pude negar que aquele era um sorriso sincero. Notei com Teito a importância de um simples sorriso, já que para ele significava tanto, então não podia desprezar aquele. Ele parecia estar feliz, no final das contas. Talvez fosse coisa de Protetor, mas eu gostava de ver Teito feliz, mesmo que com outro homem. Como aquilo podia ser errado? Eu podia sentir a satisfação vinda dele e, mesmo sendo causada por outro homem, não consegui nem mesmo pensar em ralhar. Teito estava feliz, podia até estar amando! E como um amor podia ser errado, meu Deus?
É claro que não direcionei aquela frase diretamente para meu Pai, senão me renderia uma bela bronca, mas aquele fato me fez pensar.
Seria tão errado também se Teito estivesse se apaixonando por mim?
- É uma Escama de São Jorge – disse, me tirando dos meus pensamentos confusos e inéditos – Tem esse nome por causa dessas pequenas escamas aqui, olha.
- Ah, vá! – comentou baixinho por ainda estar corado e não totalmente recuperado do quase beijo.
- Como eu ia dizendo antes de você me atrapalhar com aquela história do nome – comentou, tocando uma das escamas, que logo se fechou ao seu toque – Esse é um dos poucos Gartens que cultivam essa planta. É difícil porque ela precisa de muita água o tempo inteiro, mas não é aquática, então precisa ser regada de meia em meia hora.
- Que trabalhoso – comentou, apenas para não ser mal educado e entrar em outro assunto – Por que ela tem esse nome?
Frau sorriu em excitação ao notar que Teito estava novamente demonstrando interesse em plantas: — Reza a lenda que o famoso São Jorge, após derrotar o dragão na lua, havia se apaixonado por ele. É, pois é, ele se apaixonou por um dragão – comentou ao ver a cara de indignação de Teito – Então, voltou melancólico para a Terra, procurando remanescentes de seu amado. Um dia, passando por um lago, viu a imagem da lua refletida na água e, como todos sabem, com um pouco de imaginação, dá para ver São Jorge lutando com esse dragão na lua, e sem pensar duas vezes pulou no reflexo e procurou em todo canto seu dragão, morrendo afogado. Dizem que ficou tanto tempo embaixo d’água que sua espada, antes forte e imponente, criou escamas e virou uma planta frágil e assustada.
Teito ficou sem reação por alguns segundos, absorvendo a história, mas logo se recuperou: — Mas isso é completamente sem noção e idiota.
Frau fechou a cara mostrou, infantilmente, a língua para Teito.
- Quer dizer, a lenda do dragão e São Jorge eu conheço e tal, por isso daquela planta Espada de São Jorge, né? – Frau assentiu – Mas como uma espada toda incrível ia se tornar uma planta, pra depois virar espada de novo pra poder virar uma planta com escamas?
- E eu lá sei? É só a história dessa daqui – deu de ombros, apontando pra planta – Vai ver, sei lá, quando ele derrotou o dragão sua espada virou planta e... Nossa, estou mesmo questionando uma lenda?
- Não acredita que é real?
- É claro que não.
- Então, do que adianta acreditar nas flores? – Teito perguntou, pela primeira vez na vida deixando alguém parecer totalmente cético e sem palavras. Deu de ombros e continuou andando pelo jardim, logo sendo seguido por Frau.
Bem, eu conheço aquela lenda e posso dizer que é verdadeira. Claro que foi totalmente humanizada, mas não deixava de ser a lenda de Tohko e sua esposa, Liana. Basicamente, Liana fora possuída por um demônio poderoso e estava gerando o caos no Paraíso, então Tohko decidiu que, se fosse para ela morrer, seria por suas mãos. A matou e então ficou louco, vagando pela Terra. Um dia, viu o reflexo dela na água e então pulou, morrendo afogado. A parte das escamas era invenção.
Muita gente já morreu pulando na água... Aquele Narciso era um deles.
- Acho que vou levar alguns winkhobs para cozinhar e trocar aqueles da floricultura... – comentou, passando por uma fileira deles. De repente, seu celular começou a tocar, mas Teito pouco se importou. Mas me interessou a ligação quando percebi o olhar urgente de Frau ao ver no flip quem estava ligando – Teito, eu vou ali atender essa ligação, fique aqui.
Ah, mas não ia sozinho mesmo. Meio receoso em deixar Teito desprotegido, fiz uma barreira com Zaiphon de proteção a seu redor e segui Frau.
- Oi, amor – começou, como se estivesse adorando aquela ligação, o que não parecia há segundos atrás – Estaria melhor se você estivesse aqui. E você? Ótimo, quando chega? E-essa semana já? Não, não, adorei a notícia! Venha logo. Que dia...? Tudo bem, deixarei tudo arrumadinho por lá. Impressão sua, amor. Precisa vir logo para marcarmos nosso casamento.
O que?!
- É claro que estou, pensa que são só as mulheres que anseiam essas coisas? Sabe como sou tradicional. Tudo bem. Sim, claro. Tome cuidado aí, sabe como é perigoso quando está sozinha. Ok. Beijos, amo você.
Mas o que aquele pedófilo enganador estava tramando com meu humano?! Por que estava tentando seduzi-lo quando já tinha uma noiva?
E realmente parecia estar armando alguma coisa, pois ficou aéreo assim que voltou para o lado de Teito.
- Tá tudo bem, Frau?
- Tá sim, Teito – respondeu olhando o vácuo a sua frente – Venha, vou levar isso aqui para comermos hoje de noite – pegou alguns vasos com diversas plantas pequeninas que até então Teito não conhecia, mas eu já havia visto algumas vezes no Paraíso. Não lembrava o nome, mas provavelmente teria um diferente para os humanos. Só sabia que na água fervente, suas pétalas dobravam de tamanho, tornando-se um bom aperitivo.
- O que, eu vou pra sua casa?
- Sim, vou fazer almoço pra você e espero que fique para jantar comigo e Labrador.
- Eu fico – respondeu prontamente, agora achando que tinha razão para sentir ciúmes de Labrador.
- Ótimo, vamos pagar.
- Não ia comprar winkhobs para repor os da floricultura?
- Tem muita coisa pra repor, depois venho com mais calma e com o caminhão da mãe de Labrador.
- É da mãe do Labrador? Por isso é todo rosa e enfeitado?
- Ah, não. Isso fui eu que resolvi colocar para ter mais a ver com a floricultura – respondeu sorrindo. Apesar de parecerem estar tendo um diálogo normal, aquilo não era um bom sinal para Frau, que sempre implicava com Teito. Mais uma prova de que algo estava errado. Eu não ia interferir em nada, se Frau achava aquilo certo, eu não podia fazer nada. Mas o que eu poderia fazer? Mandar uma imagem de Frau na cama com uma mulher? Teito ia achar provocação.
Oh, droga, já prevejo muitos desabafos apaixonados hoje...
- Você é mesmo muito gay, Frau...
Notas finais
Esse capítulo meio que foi divido em dois, senão ia ficar algo gigantescamente estranho, por isso que termina meio nonsense, srry ):
Ah, sobre o tamanho dos capítulos, ainda vão ter alguns pequenos, com 1000 palavras e uns bocados, srry, não dividi muito bem x_x Mas a média é 2300 (O(
ANTES DE QUALQUER OUTRA COISA, PRECISO CONTAR PRA VOCÊS COMO A IDÉIA PRA ESSA FIC SURGIU X3
Estava respondendo um review, acho que da Gabs (O(, e acabei contando sobre como a fic surgiu. Achei interessante dividir com todo mundo x3 Aí:
Estava lá eu, assistindo Hitory Channel, alguma coisa sobre anjos, quando me veio a idéia de que talvez eu tivesse um. Aí fiquei divagando durante uns dias, pensando no que meu anjo estaria pensando sobre cada ação minha. Nem preciso falar que foi muito constrangedor, né? Mas enfim, aí eu comecei a falar alto e sozinha, então me veio, num BAM yaoi, a imagem de um garoto sozinho, contando as coisas pro seu anjo (bicha), e aí o resto baseiem-se por eu escrevendo loucamente meu bebê durante duas semanas.
Foi meu record o-õ Juro pra vocês que escreve YSIS em cravado duas semanas, estava muito doida escrevendo kldsajd As idéias não paravam de vir pro roteiro, então ficou fácil depois.
Processo de criação, betagem, capa, passado, nasceu meu bebê, que já tá entrando na adolescência ;O;
Enfim -qq QUEM DEIXAR REVIEW GANHA CACAU SHOW TRUFADO DE [insira aqui seu sabor preferido] TOTALMENTE BANCADO POR MOI! QUEM QUER? SE EU FOSSE VOCÊ, NÃO PERDIA ESSA OPORTUNIDADE *pisca*
Obrigada pelos reviews que estão deixando, htinhos, é muito importante pra mim. Mesmo. Cada palavra de apoio, de força, me fazem muito querer continuar. Me segurei para não postar muuuito antes de capítulo, tamanho era o amor que eu estava exalando por vocês ♥3
PAREM DE ME TORTURAR E PEDIR PRA POSTAR ANTES DALSKJDASJLH Senão qualquer dia, é capaz de eu ceder -q
ENFIM, PROMOÇÃO DO OVO DE PÁSCOA AINDA TÁ VALENDO, SE QUISER UM, SÓ MANDAR 01 REVIEW MAROTAMENTE PARA A ~LOVE-CHAN~ AQUI 8D
(e tenho que dizer, estou amando os apelidos que vocês estão botando em mim x3 Lovemachine-chan, Love-chan, Love-san, Lovelove dklshad Adoro apelidos e esses são fofos demaaaaaisssssss ♥ Obrigada!)
Agora fui mesmo -q ATÉ SEMANA QUE VEM!
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