Notas iniciais
Meus amores lindos do meu coração ! Como vcs vão? Espero que bem x) Eu estou em uma correria que tá difícil até respirar ou fazer minhas unhas kkkkkkk Brinks so que não . Infelizmente agora tá realmente difícil postar por falta de tempo. Mas espero que curtam esse capítulo beleza?! Mais de cem pessoas acompanhando me sinto muito lisonjeada e muito feliz. Ficaria mais gratificada se os fantasminhas aparecem kkkkkkk Mas tudo bem, vamos que vamos! Boa leitura!


Somente feche seus olhos. O sol está se pondo. Você ficará bem. Ninguém pode te machucar agora. Ao chegar a luz da manhã. Nós ficaremos sãos e salvos. Não se atreva a olhar pela janela. Querido tudo esta em camas. A guerra do lado de fora da nossa porta continua devastando. Agarre-se a essa canção de ninar, mesmo quando a música estiver acabando.





Nova Orleans Algumas Horas Atrás







Os passos incertos de Davina até o segundo andar não combinavam com sua expressão séria. Ela parou e apertou firmemente as mãos em punhos vendo o quarto de Bella ser remexido por duas garotas.

– O que estão fazendo? – Perguntou a jovem bruxa para a ruiva que estava mais perto.

– Arrumando algumas roupas para o noivo , vampiro original, levar a Bella. – Respondeu Alice sem a encarar. – Aparentemente a loira vai ter que obedecer o futuro maridinho para ficar em segurança.

Davina franziu o cenho entrando mais no quarto.

– Eu não entendo , somos bruxas , não precisamos … Quer dizer , as mulheres do meu coven não obedecia os homens , por que vocês o fazem? – Indagou a jovem fazendo Gabrielly a morena , suspirar fundo ao puxar uma mala grande de baixo da cama para a colocar em cima , e a abrir em um único puxão.

– Conte pra ela? – Pediu Gaby dando de ombros.

Alice e se levantou encarando a jovem pacientemente.

– Olha Davina … Somos mulheres e somos fortes , mas antes de tudo , visamos o bem da nossa família. – A ruiva se voltou para o banheiro e Davina a seguiu. – Antigamente nos mulheres Vallirya não acreditávamos nos homens entende? Na verdade eles não passavam de subalternos. – Alice riu debochadamente abrindo algumas gavetas embaixo da pia , até achar uma Necessaire aonde começou a colocar pequenas coisas de higiene intima. – Mas isso levou a Guerra dos Sexos. Nosso coven se desintegrou completamente. Isso foi antes de eu nascer é claro … Pega algumas toalhas limpas ali por favor? – assim Davina o fez , mas continuou a ouvir mais atentamente. – E em toda guerra a perdas. Filhos perderam pais e mães , por puro machismo ou feminismo , encare como quiser , mas veio depois uma aliança que fez tudo mudar .

– Um casamento? – Deduziu Davina corretamente.

– Não qualquer casamento , mas o casamento que deu origem ao nosso tormento. – Declarou Gabrielly do quarto , aceitando as toalhas de Davina para colocar na mala de Bella. – Nesse casamento começou a ser usado certos feitiços , desde o noivado , para que nos mulheres começassem a ser submissas aos homens.

– O que você precisa entender é que foi o único jeito de parar a guerra por poder. – Alice falou firmemente. – Demos poder aos homens , sobre nos, e sobre o clã , fazendo deles a cabeça. – a ruiva se aproximou mais da jovem bruxa que estava com os braços cruzados. – Mas a cabeça não se move sem o pescoço não é? Ou sem o resto do corpo! Fazemos dos homens nossos protetores ,porque eles tem um anseio de se sentirem superiores. Mas na verdade só demos a eles o que queríamos dar. Ilusão.

– Então , você mulheres , estão dando a entender que são submissas aos homens da família , para não haver guerra? – Perguntou Davina balançando a cabeça em confusão.

– Basicamente . – Respondeu as duas juntas , mas foi Alice que continuou a falar. – Todo contrato de casamento visa o bem do homem , mas na maioria dos casos é só um contrato mesmo , não um casamento de verdade. Bella fará o que o noivo quiser , mas sempre será uma mulher , forte que visa o poder da família e seu bem estar. Acredite em min. Certos homens só andam se forem discretamente guiados.

Davina elevou uma sobrancelha para as bruxas a sua frente. Apesar de terem poucos anos a sua frente, pareciam infinitamente mais velhas e sábias. Talvez fosse algo que a magia daquele coven em particular propiciasse. Lentamente, ela assimilou as palavras de Alice, e com uma expressão boquiaberta, sussurrou:

– Então, se Bella quiser ter filhos...

– Ela poderá, desde que seu marido vampiro o permita. Quer dizer, nós não o conhecemos, mas não é realmente necessário. Quero dizer, ele não foi o escolhido a toa. Se é que me entende. Vamos ter algo que ele tem , e vamos dar algo que ele quer , aliados. – Alice disse, com um tom superior.

– Elijah , talvez , nunca negue isso a Bella. — Davina compreendeu, constatando o fato em voz alta, para ninguém além de si mesma.

Alice e Gabrielly se entreolharam, como se quisessem dizer uma para outra que a terceira bruxa começava a entender os detalhes sórdidos da vida das bruxas Vallirya.

– E assim damos continuidade a nossa linhagem. — Alice fechou a mala e deu de ombros de forma sistemática.



Elijah encarou novamente o bruxo de pele escura, que já estava começando a irritar. Por sorte Briana estava ali.

– Se Bella não vê problemas, não há problemas Dimitri. – Dizia a bruxa pela quinta vez, ficando cada vez mais impaciente.

Dimitri abriu a boca para rebater novamente, mas quem falou pela primeira vez foi o bruxo perto da janela que encarava sem vergonha nenhuma Elijah.

– Será que só eu acho estranho o fato de Bella ter sido achada tão rapidamente pelo irmão dele? – A pergunta seca e direta fez Dimitri e Briana encararem Jeofrey com um aviso no olhar.

– Creio que ainda não fomos apresentados meu jovem? – Rebateu Elijah de forma dura.

– Jeofrey, o nome dele é Jeofrey, eu e ele crescemos com Bella. – Garantiu Dimitri rapidamente.

Jeofrey caminhou até Elijah e levantou a mão direita, o vampiro a olhou por um segundo e a apertou fortemente, assim como o outro. Depois que as mãos foram soltas, nem o vampiro nem o morlock se moveram ou desviaram o olhar.

– Eu e Dimitri iremos com o senhor, garantir que Bella esteja bem e que é da vontade dela morar mais cedo com vampiros.

– Que assim seja. – Garantiu Elijah assentindo com a cabeça.



Nova Orleans , Agora.



– Não ganho nenhum abraço? – O pedido de Jeofrey, junto ao sorriso maroto dele me deu uma vontade estranha de rir.

Talvez ainda fosse ele não é? O meu amigo antes de namorado. Assenti com a cabeça e me aproximei a passos lentos, até que sentir o perfume dele tão próximo de mim, que era quase como o odor de algo tão familiar que me deixava relaxada. As mãos dele apertaram a base da minha coluna me fazendo chegar mais perto enquanto eu rondeava seu tronco com meus braços. Meu rosto ficou apoiado no seu ombro por mais do que eu achava necessário. Analisei meus sentimentos de forma rápida. Eu estava com saudades dele, mas do que queria admitir. Mas não tanto que eu poderia o beijar, ou o querer em todo o sentido da palavra.

– Ei eu tô aqui! – Exclamou a voz de Dimitri com um tom escarnecedor me fazendo ficar envergonhada e me afastar rapidamente de Jeofrey que ria baixinho.

– Eu estou bem de verdade. – Garantir passando por Jeofrey e me sentando de frente ao morlock negro. – Só alguns cortes. – Mostrei minha mão enfaixada para eles e contei rapidamente o que ouve.

– Então você salvou vampiros e bruxos que queriam matar os nossos? – Dimitri perguntou quase ofendido.

– Não, ela fez mais do que isso. – Jeofrey se aproximou de nós e me olhou seriamente. – Ela se salvou.

– Será que vocês não veem que não fomos criados para uma guerra? – Fiquei exasperada, principalmente com Dimitri, o encarei com raiva e até mesmo asco, o que o fez ficar em guarda. – O que você fez com os Crescentes, aquilo é quase … Não sei nem o que dizer! Você mataria eles? De verdade?

– Não dar pra matar alguém de mentira Bella. – Apontou Jeofrey fazendo o outro rir.

– Olha, nós estamos na cidade pra proteger a nossa família, usando o que temos em mãos como armas. – Dimitri se curvou na cadeira ficando mais e mais próximo de min. – Estamos começando a ter inimigos e só a família Mikaelson como aliados, isso não nos faz ter muitas opções.

– Opções? Ah sim! Vamos falar sobre opções! – Exclamei sentindo meu coração bater mais rápido. – Vamos fazer uma aliança com a matilha dos Crescentes.

– Como? – Perguntaram os dois no mesmo segundo.

– Isso mesmo! O meu casamento é o único vínculo possível para conseguirmos a ligação com os ancestrais, pela magia que ronda toda a cidade. – Citei o que Hela tinha me dito no dia que me contou tudo sobre o noivo. Não conseguia encarar Jeofrey enquanto falava. Mas sentia seus olhos em min. – Eu não salvei os lobos e os bruxos amaldiçoados por nada, mas porque eu não queria que eles morressem! Nossa família precisa mostrar diferença Dimitri. – Segurei a mão do morlock que me ouvia atentamente. Seus olhos achocolatados quase não piscavam. – Será que queremos andar na rua olhando para todos os lados? Ou começar uma guerra? Eu não quero isso. Nós já temos problemas demais dentro da nossa família, não vamos criar mais.

Dimitri se levantou lentamente, soltando minha mão e foi até ao final da sala, ficando de braços cruzados e de costas viradas para nos.

– Você sabe que eu tenho razão. – Disse a Jeofrey o encarando novamente.

– Por um lado, sim, tem. – Concordou ele se sentando na minha frente aonde antes Dimitri estava. – Mas e por outro? Bella , eu acho que os Mikaelson tem algo a ver com seu pequeno sequestro. – Meu rosto paralisou com aquelas palavras dele. – Não achou estranho que o tal híbrido tenha achado você tão rapidamente? Se fizemos o conselho ver que eles estão querendo de alguma forma o seu mal, o mal da nossa família, você pode ser libertar desse compromisso horrendo de aguentar estar com um vampiro!

Me levantei abruptamente, balançando negativamente minha cabeça.

– Então por isso você está aqui? – Quase gritei me sentindo sufocada. – Para me impedir de seguir com o que meus pais, e toda a família, quer de min?

– Olha Bella, temos que conversar sobre nós, mas … – Jeofrey também se levantou tentando segurar minha mão.

– Mas nada! Não há nós, querido. – O leve amargor das palavras ditas por mim, fizeram por quase um minuto só nossas respirações serem ouvidas. – Você deixou claro que se eu visse para Nova Orleans, se aceitasse por um simples segundo ser uma das “escolhidas”, eu não precisava voltar para você.

– Você sabe ... – Jeofrey engoliu em seco apertando sua mandíbula ao trincar seus dentes. – Que eu estava com raiva e....

– E novamente falou da boca pra fora. – Ri amargamente, me afastando dele. – Talvez seja a hora de você saber que seus desejos podem ser atendidos Jeofrey. – Cruzei os braços, acabando por enquanto com aquele assunto então me voltei para Dimitri, que se voltava para me olhar. – Eu conversei com Klaus sobre os lobos, e eu não acho que os Mikaelson tem alguma coisa haver com o meu súbito rápido, o que quero dizer, é que eu tenho uma ideia de conquistar um pouco a confiança dos lobos.

– E qual seria? – Aquele sim era Dimitri , não um Samurai maluco por sangue , mas alguém racional.

— Fabricar anéis da lua, sem exigir que eles se curvem para nós. Eles serão livres para escolherem o lado ao qual irão se aliar. As bruxas que exigem que eles sejam cães de caça ou nós – respondi corajosamente, encarando Dimitri com convicção.

– E depois, você também quer criar uma fundação para eles? – Perguntou Jeofrey debochadamente.

– Por que não? – Rebati sarcasticamente cruzando meus braços. – Minha mãe cuida de cinco fundações que eu nem sei o nome! Vamos também criar uma fundação com o nome da família na cidade! Tentar pelo menos sermos bem visto por todos.

Dimitri suspirou fundo passando o braço largo ao redor do meu pescoço. Seu sorriso cansado tocou minha bochecha quando ele se aproximou mais.

– Finalmente você esta mostrando liderança. – O morlock negro colocou seu queixo no meu ombro e se virou para o outro. – Ela esta certa. Vamos fazer isso.

Sorrir orgulhosa mostrando todos os meus dentes para Jeofrey que ficou novamente com aquela cara de quem chupou limão azedo.



~~x~~



A grande mala tinha muita coisa desnecessária, como vestidos que não eu usaria nem a pau. Aquilo era uma desordem total. Graças que achei uma calça jeans e uma regata de seda amarela no fundo dela, quase como se estivesse escondida. Tirei rapidamente a blusa de Elijah e vesti primeiramente a calça, de uma forma mais lenta do que planejava para evitar que os curativos no pé saisse . Um rápido desequilíbrio fez com que eu virasse meu corpo na direção da porta no exato momento que Elijah surgia, com uma expressão determinada que mudou no mesmo segundo.

Ele virou de costas para mim, quase como um extinto cavalheiresco e falou em alto e bom som, como se eu fosse surda ou algo do tipo. Mordi os lábios para não rir

— Desculpe-me , esperava encontrá-la vestida – algo no tom de sua voz me fez pensar que ele estava sorrindo. – Sugiro que você troque de roupa com a porta fechada.

— Sugiro que você faça barulho com os pés ou com qualquer coisa quando estiver chegando – rebati, divertidamente e terminei de me vestir . – Não se desculpe, pode virar agora.

Ele se virou enquanto eu me sentava na cama colocando uma bota preta , que céus! Estava apertada.

– Aparentemente você pretende sair. – Elijah disse de forma calma e relaxada , como se não ouve-se importância . – Claro que depois de comer algo.

Balancei a cabeça negativamente rindo interiormente , e ergui o rosto vendo agora sim a porta fechada e ele se sentando na beirada da cama ao meu lado.

– Estranho como comer não é prioridade agora. – Mordi meu lábio inferior pensativa. Tudo estava mudando e talvez não fosse cem por cento para o melhor.

– Eu entendo. – Elijah sorriu de lado e me encarou parecendo tomar coragem para falar algo. – Então...

– Então. – Incentivei erguendo minha sobrancelha , me virando mais para ele.

– Os seus amigos … – Ele novamente exitou e encarou as mãos por alguns segundos. Parecia que ele não achava que tinha autoridade para fazer certas perguntas , o que só fez eu o respeitar mais.

– Dimitri e Jeofrey são praticamente parentes Elijah. – Contei exitante tentando fazer meu coração bater mais devagar. Seria só eu que achava que aquela quarto estava mais abafado? – E Jeofrey … Bem , ele era mais que amigo , barra , parente.

– O bilhete era dele. – Aquilo não era uma pergunta do vampiro sério na minha frente , na verdade era apenas uma constatação, mesmo assim assentir com a cabeça para deixar claro. – Acha que ele causará algum problema?

– Depende do tipo de problema que você acha importante. – Retruquei tomando uma longa golfada de ar. – Ele é pirracento e as vezes descontrolado , mas é fiel a família...

– Bella. – Elijah me chamou quando eu não conseguir parar de falar. E prendeu meu olhar fazendo seu rosto parecer compreendedor. – Eu sou a pessoa que mais teve problema com ex e sei como eles podem ser … propensos a vingança. O que eu realmente quero saber é como você se sente com isso , desde o sequestro até o ver de novo.

Tá , aquilo sim era perguntas que nem eu ousava me questionar , principalmente a segunda.

– É complicado Elijah . Sobre quase ter sido morta , eu acho que sinto ... – Tirei o prendedor do meu cabelo e comecei a mexer nele para evitar olhar para o vampiro. – Que estou bem agora e é isso que importa. São e salva. – Mordi meus lábios reparando nas pontas duplas . – E Jeofrey? – respirei fundo e tomei coragem para o encarar. – Eu sinto que … Devo algo a ele. Pelo menos uma amizade.

– Mas você não acha que ele quer só isso. – Disse o vampiro pegando uma mexa do meu cabelo e o colocando atrás da orelha. Novamente só sentir o leve rosar dos dedos dele me esquentava.

– Não , não acho. – Engolir em seco e me levantei para ir até um espelho do lado da cama de corpo todo , aonde comecei a arrumar meu cabelo com os dedos mesmo. – Mas talvez ele logo vá embora , e vai se casar com quem seus pais achar ser apropriada.

– Até os homens tem que seguir essa ordem? – A pergunta de Elijah me fez rir.

– Sim querido , até os homens. – Respondi o encarando docemente depois de perceber algo . – Então , acho que estamos começando a melhorar nesse aspecto não é?

– E qual seria? – Perguntou ele se levantando para se por na minha frente.

– Conversar. – Disse orgulhosa daquele fato. Ele sorriu se aproximando mais até que me envolveu em seus braços em um abraço calmo e suave. – Elijah …

– Sim? – Perguntou ele enquanto eu escondia meu rosto no vão do pescoço dele.

– Acho que preciso de um quarto só meu. – Pedi em um sussurro temeroso , dele não entender em que ponto eu queria chegar. Não me sentia preparada para ter uma intimidade maior com ele, quando vir minha mala em seu quarto.

– Cuidarei disso. – Garantiu o vampiro se afastando , mas ainda com a mão na minha cintura me levou com ele. – Agora vamos jantar sim?

– Sim.

Esperava que o jantar terminasse logo , por que precisava urgentemente conversar com Camille sobre Davina. Já que não sentia que a garota seria totalmente sincera comigo. E depois voltar para a casa e conversar com mais bruxas sobre me ajudar a fazer pedras da lua, era tantas coisas a serem feitas que eu me sentia tonta.

Notas finais
E aí gostaram? Comentem , Recomendem e Favoritem! Isso deixa uma escritora feliz! E não estou só falando de min , mas de todas as fics que vcs gostam pessoal! Vamos incentivar esse povo! PS: Logo responderei Todos os comentários Prometo!