You Set Me Free_1ª Temporada
34 Moments
Notas iniciais
Os passos suaves e sem pressa de Bella ao entrar no casarão junto a sua mala chamou atenção do vampiro no andar de cima. Elijah se encarava no espelho fazendo um nó de gravata firme e preciso , mesmo estando naquilo a cinco minutos a falta de atenção não lhe tinha trazido sucesso. Estranhamente ele se apressou para … Bem , a receber.
No andar de baixo novamente Bella se perguntou porque a casa era tão escura e fechada. Quando se aproximou de algumas velas apagadas . Um pouco de movimentação fez ela franzi o cenho e se aproximar lentamente de uma porta grande aonde a mesa estava sendo posta por um senhor junto a um ajudante.
– Não , não temos empregados. – A voz de Elijah fez ela dar um giro rápido se voltando para trás , para poder o ver.
– Eu realmente preciso me acostumar com isso. – Resmungou a loira com a mão no coração o fazendo sorrir lateralmente . – E duvido que você ler mentes também , então se vocês não tem empregados quem são? – perguntou ela em um sussurro.
– Empregados de um restaurante perto. – Elijah suavemente segurou os ombros da loira e a girou a empurrando calmamente para dentro. – Hipnotizados é claro. Mas receberão um bônus todas as vezes que eu chamar. Tenho um acordo com o dono. – Bella levantou a sobrancelha não entendendo, mas a mesa bem arrumada e empanturrada de um almoço a fez salivar. – Assim você pode se alimentar devidamente... podem se retirar.
Segundo aquela ordem do vampiro os homens se retiraram sem fazer barulho, já o original arrastou a cadeira para a loira que sentou sorrindo em agradecimento.
– Você é bem atencioso. – Declarou a loira em um tom pausado o vendo se sentar na cabeceira a sua frente.
– Com quem merece. – Disse Elijah sobriamente , depois sofisticadamente abriu um guardanapo de seda para o colocar no colo .
Bella não soube como falar mais , só o imitou , vendo ele servir sua taça de vinho tinto. A mesa estava impecavelmente bem arrumada, que. Vendo Elijah se servindo de bifes , ela segurou o sorriso , encarando tudo ao seu redor. O belo lustre em cima da mesa. Como algumas obras de arte pelas paredes.
– Á propósito seu irmão se juntará a nos? – Perguntou ela se voltando para o vampiro.
– Sinto dizer que não. – Elijah levou até seus lábios a sua própria taça e sorveu algumas gotas da substância antes de continuar. – Mas deseja falar com ele?
– Sinceramente não. – Bella mordeu os lábios e tirou exitante do dedão o anel da lua , para a colocar sobre a mesa perto de Elijah. – Só queria entregar isso , segundo ele mesmo vive dizendo , o gesto de boa fé da minha família para com a sua .
– Posso? – Perguntou o vampiro erguendo a mão para o anel. Bella assentiu com a cabeça já colocando na boca um pouco de comida . Elijah analisou rapidamente o objeto a vendo um anel de prata com uma pedra petra que reluzia a pouca luz que ali tinha. Não sabendo direito o que aquilo significava se voltou para a loira. – Isso é um anel da lua … Sinceramente não entendo o que meu irmão iria querer fazer com somente um.
– Na verdade é um anel da lua diferente. – Garantiu Bella em tom explicativo. Elijah ouviu pacientemente .– É um anel dos doze anéis ligado ao seu irmão , mas é um anel catalizador . Quando qualquer lobisomens o usar , fará a reversão do feitiço de habsorvição , por exemplo , seu irmão terá o poder dos outros onze lobisomens que usam o anel. Criando assim o feitiço de reversão que eu tinha lhe falado.
– Parece simples com você explicando. – O elogio do vampiro fez Bella levantar a sobrancelha. – Mas você disse que estava também trabalhando nisso. Achei que fosse mais complicado.
– E é! E mesmo eu querendo levar todo o crédito pelo descobrimento do feitiço em tempo recorde , não fui eu que. – Garantiu ela fazendo uma careta. – Me rendeu um telefonema constrangedor e uma lição de quase uma hora. Hela minha tutora passou a receita para min.
– Entendo. – Elijah voltou ao seu pequeno almoço deixando o anel de lado. – A lua cheia cai nessa semana , eu agradeço pelo meu irmão. – O vampiro se virou para a loira que sorriu dando de ombros. – Então , qualquer lobisomem pode usar?
– Sim , e ter o poder de onze lobisomens de graça. Claro só vale na lua cheia. – Explicou a loira calmamente.
– Isso será suficiente para Niklaus se sentir mais … Seguro. – Disse Elijah exitando na última palavra. Novamente ele segurou a pequena joia pensando em como parecia que pelo menos um problema estava resolvido. – Hayley! – Exclamou ele em quase um chamado urgente para além da porta.
Bella se voltou para ele sem entender, Elijah levantou um dedo em riste , como se pedisse sem palavras que ela esperasse. O que ela fez apreensiva. Logo uma cabeleira castanha entrou na sala. Por um segundo a loira se sentiu sendo analisada pelos grandes olhos esverdeados da ex loba , mas não abaixou a cabeça. Na verdade ela só pensou que Hayley daria um belo par para Jeofrey.
– Sabe , eu adoraria o telefone do chefe hipnotizado. – A híbrida se sentou do outro lado de Elijah e com as mãos começou a colocar na boca pedaços de bacon. – E aí loira?!
– Olá. – Bella sorriu educada a cumprimentando , não soube não agradecer mentalmente por ela pelo menos não a olhar com seu olhar assassino , ou a fazer se sentir muito desconfortável. Porque pouco ela já estava.
– Pode levar isso para Niklaus? – Perguntou Elijah dando o anel a híbrida , que o pegou lambendo os dedos. Com poucas palavras ele explicou qual era o propósito do anel catalizador.
– Então até eu posso usar? – Perguntou Hayley encarando o vampiro de forma até maliciosa a Elijah que respondeu secamente.
– Creio que sim , mas deixe isso para Niklaus. – Mandou ele sem abrir brechas para mais conversas , quando voltou para seu almoço e seus bolinhos.
Bella não sabia para aonde olhar , só gostaria que sinceramente ela parasse de sorrir como uma maníaca.
– O que o mestre mandar. – Hayley se serviu mais de bacon e deixou explicito que iria ficar ali para se alimentar.
A bruxa não sabia se poderia confiar em Hayley ou não. A híbrida terminou seu café lentamente e lançou alguns olhares furtivos para o anel que estava na sua frente , fazendo com que Bella pensasse que aquilo era uma tentação grande demais para ela.
Elijah olhava para ela sem expressão nenhuma, como se também começasse a duvidar das intenções de Hayley com o anel, então subitamente ele relaxou. Algo disse a Bella que ele tinha concluído que a híbrida não era uma ameaça. Bem a bruxa já tinha problemas demais para ficar pensando no que Hayley iria fazer ou não.
Com o estranho clima silencioso a loira parou de comer. Bella não se sentia com tanta fome como esperava , tanto pelo café da manhã tomada a poucas horas quanto pela invasão. Ela mordia os lábios em apreensão.
Não podia negar que a proposta de Jeofrey ainda lhe enchia a mente. Quantas vezes ele não tinha deixado claro que era perigoso demais mexer naquele assunto? No fundo a loira sabia porque ele estava demonstrando tanto interesse e se perguntava se falaria ou não com seu noivo sobre aquilo. Não queria mentir , e nem podia , mas omitir era diferente.
E se Elijah visse naquele seu dom uma arma? E se a olhasse diferente? Ela não se envolvia com muitas pessoas por aquele motivo. Mas o casamento estava chegando e ela precisava se abrir sobre aquilo.
– Espero que a presença dela não tenha te incomodado. – A voz suave dele a trouxe de volta a realidade.
– Como? – Perguntou genuinamente confusa não vendo mais a híbrida na sala. – Ah... Não , claro que não , só estou pensando …
– Sobre? – Incentivou o vampiro a prendendo com seu olhar.
– Aonde é o meu quarto? Gostaria de arrumar minhas coisas. – Bella desviou o olhar e tirou do seu colo o guardanapo ao se levantar.
Elijah assentiu com a cabeça e a levou até um dos quartos no mesmo corredor aonde era o quarto dele. Junto com as malas no carro que ele tinha pego. A deixou sozinha para se acostumar com o novo quarto. Mas tudo que a loira viu foi a cama aonde deitou sem cerimônias abraçando suas pernas ao redor do peito.
Tinha uma meta agora , encontrar algo para chamar de lar. Se encontrar , saber o que queria fazer pelo resto da vida. Aquilo era pequenas coisas para muitas pessoas mas não para ela. Quantas vezes , mesmo em sua mente , não fugiu daquele assunto? Com aqueles pensamentos deixou o sono a levar para uma terra sem perguntas.
Quando Niklaus voltou para a casa com um sorriso enorme encontrou seu irmão com um livro em mãos sentado em uma poltrona do escritório.
– Irmão? Sinceramente achei que esse lugar seria o último lugar aonde o encontraria. – A malícia na voz do híbrido não passou despercebido para o outro.
Elijah levantou a cabeça do livro e viu o irmão se servindo de uma bebida , mas algo lhe chamou atenção , o anel que horas antes tinha visto estava no dedo indicador do loiro que sorriu mais ainda ao ver aonde o mais velho olhava.
– Vejo que Hayley te entregou o anel. – Comentou de forma que não demonstrava nenhum sentimento.
– Sim , ela parecia … – Klaus mordeu os lábios ao parar de falar de forma teatral. – Bem perturbada na verdade. Não acha interessante como o fato de dividimos mulheres ainda existir depois de tantos tempo?
– O que quer dizer com isto? – Elijah respondeu, fechando o livro de uma maneira um pouco mais brusca que o normal. Ele lançou um olhar sério e carregado de desaprovação para Niklaus, não tendo certeza se o irmão se referia a Hayley ou a Bella e, pela primeira vez, desejou que fosse da ex-loba a mulher a quem Klaus se referia.
O híbrido depositou o copo sobre a mesa e levantou os braços, num gesto de rendição.
– Eu estou brincando, Elijah. Relaxe – respondeu, num tom cínico que não convenceu o mais velho.– Hayley parecia estar tentada a usar o anel, você tinha que ver como ela relutou em me entregar – Klaus apressou-se para mudar de assunto.
Elijah crispou os lábios em uma breve irritação e depois sorriu sombrio.
– Creio que ela seja problema de Jackson agora não é? E seu é claro. – O mais velho se levantou elegantemente ajeitando o seu terno e depois caminhou para a saída deixando Klaus com um sorriso divertido de quem tinha conseguido mais do que esperado.
~~x~~
Os dias se passavam com tanta naturalidade no casarão dos Mikaelson aquela semana que eu duvidei que estava morando com vampiros. Com Elijah me fazendo companhia no maioria do tempo aprendi a conversar mais com ele do que bem … estar com ele.
Aprender a apreciar os momentos de calmaria para os lembrar depois , quando Klaus se juntava a nos com seu sarcasmo aflorado em humor negro era algo que eu estava aprendendo a fazer, como se sempre o tivesse feito. Niklaus era como um irmãozinho mais novo. Sem tirar nem pô , ele fazia a cada dia mais eu imaginar como seria sua filha quando começasse verdadeiramente crescer com ele e Hayley. Como por exemplo. Ela chegaria na hora que o pai estivesse beijando uma mulher? Pois bem, ele fazia.
E o melhor de tudo era que Elijah estava começando a me incluir em sua rotina que já não parecia ligar para a presença inapropriada do irmão. Mais com o tempo passando diante de nossos olhos como um vento passageiro que não voltaria mais. As obrigações como tirar a prova do vestido de noiva estava pronta. E para meu desespero o jantar com meus pais que estavam vindo para Nova Orleans conhecer Elijah, já estava marcado.
– Você não parece nem um pouquinho nervoso. – Acusei o vampiro de forma birrenta até. Como se o acusa-se de estar contra min.
O que só o fez rir novamente. Eu estava sentada no sofá de três lugares com as pernas para cima de forma relaxada no segundo lugar . Com roupas simples de se ficar em casa como shorts e babylooks eu parecia desbotar o contraste sério dos irmãos a todo momento. Mas realmente não me importava.
– Porque não estou. – Garantiu ele voltando a mexer nos seus papeis e com uma caneta preta tão digna quanto seus ternos ele começou a escrever algo com a cabeça baixa. – Na verdade estou curioso para saber como a genética de seus pés a fizeram como é.
– E como eu sou? – Perguntei mordendo meus lábios para não rir , deixando meu corpo deitar mais no sofá. Fiquei curiosa com o rumo da conversa naquele momento.
Elijah levantou os olhos que brilhavam mais ainda naquela luz que entrava pelas janelas e sorriu tortamente fazendo meu estômago dar um loop confortável , como borboletas por toda a parte. Aquilo soava tão clichê que me forcei a não corar como uma adolescente .
– Única. – Concluiu ele me fazendo sorrir mais ainda sem me controlar, era tão fácil até sorrir com aqueles elegios .
Com nossos olhares conectados, azul no castanho , eu juro que podia me perder ali dentro , ondas de eletricidade fizeram eu apertar levemente minhas coxas. Quando vir que ele começou a se mover desviei o olhar e disse de forma rápida e envergonhada pelo meu coração bater tão fortemente.
– Meus pais também são únicos pode acreditar. – Levantei meus braços jogando meus cabelos soltos para atrás do braço do sofá como se os escovasse com os dedos e encarei o teto. – Papai e você podem se dar bem , pelo fato de serem homens de negócios. Não duvido nada dele te dar um charuto e te chamar para um brandy .
Sentir uma mão gelada no meu pé forçando suavemente eu levantar minhas pernas. Eu assim fiz sem se quer olhar , quase automaticamente. Elijah se sentou no segundo lugar do sofá e deixou minhas pernas em seu colo. Mas sua mão não saiu do meu joelho.
– E sua mãe? – Perguntou ele de forma desleixada quase como se não se importasse mais com conversas.
– Se ela não der em cima de você , se considere sortudo. – Comentei encarando a porta do escritório dele fechada. Ele riu levemente.
A sua mão passou do meu joelho para minha coxa sem restrições. Depois de dias naquela casa as restrições tinham praticamente acabado entre nos. Não todas, mas algumas. Aquilo já estava me deixando com um anseio ardente.
Deixei minhas pernas se abrirem para acomodar o corpo do vampiro que caia sobre min sem mais demora. Ele segurou minha nuca e depositou seus lábios nos meus para ficar alguns segundos ali , quase como se saboreasse o momento , seu hálito morno e fresco se misturou ao meu deixando-me em estado de fome.
Minhas mãos foram ao redor do seu pescoço o trazendo para min quando seus lábios esmagaram os meus em um beijo envolvente, desejoso , um pouco casto também.Mesmo eu estando me acostumando um pouco com seus beijos , a sensação era quase arrebatadora demais para não se apreciar. Uma de suas mãos passavam ainda pela minha coxa me causando arrepios nada discretos.
Quando eu precisei respirar Elijah se afastou e encontrou meu pescoço para beijar. Meu corpo se friccionava um pouco malicioso demais embaixo dele. Porém eu não podia evitar pensar em não excitá-lo , como ele fazia comigo a cada toque e com o passar do tempo a cada olhar.
Quando pensei que ele voltaria a me beijar, seus lábios desceram até o vão dos meus seios, em um rastro quase molhado fervente de beijos e leves mordidas. Mordi os lábios com força para evitar gemer alto com aquela sensação nova. Uma de suas mãos abaixaram a alça de minha blusa deixando meu ombro nu , sem pressa minha blusa foi mais abaixada até que meu sutiã de renda roxo ficou a mostra. Gemi roucamente sem me controlar quanto sentir seus lábios nos meus novamente. Agora de certa forma brusca ele me beijava.
Mas eu não me importava , o que me assustava um pouco admito. Eu estava me perdendo em um prazer que beirava a banal , que eu por alguns minutos pensava em como seria se levasse aquilo adiante. Ali . Agora.
Elijah pareceu pensar o mesmo que eu quando parou de forma suave deixando sua testa colada a minha fazendo nossas respirações ofegantes se misturarem. Abrir meus olhos temerosa de o ver bravo. Mas ele tinha a face calma e relaxada. Quase como se esperasse por aquilo. Eu e ele não conseguia ir até o final , pelo simples fato de achar que não era ainda o momento. Ou que o momento merecesse ser de certa forma especial.
– Se seu irmão entrar agora , eu juro que quebro o pescoço dele. – Garantir em um sussurro fingindo divertimento , para quebrar o silencio entre nos.
Sem esforço algum o vampiro rindo sem som me colocou em seu colo. Levei meus dedos até os botões de sua camisa que tinham se abertos para o arrumar. Enquanto ele fazia o mesmo com minha blusa. Mas algo o fez parar. O encarei vendo que ele tinha o olhar fixado sobre a parte descoberta da minhas costelas.
– Sim é uma tatuagem. – Confirmei não dando muita importância.
– Não entendo como vocês jovem podem gostar de dor. – Comentou ele passando os dedos por entre a blusa para tocar as linhas do desenho quase como se imaginasse que ainda doesse.
– Não foi feita por uma agulha. – Sorrir minimamente pensando em como ele ficava estranhamente charmoso com os cabelos bagunçados. – É um feitiço que não deu muito certo.
– Feitiço? – Elijah deixou suas mãos envolta da minha cintura me ajeitando mais em seu colo para me encarar.
– Sim. – Mexi em seus cabelos com os dedos para tentar o arrumar. Admito que demorava bem mais do que eu precisava , porque a sensação daquele simples ato me fazia me sentir íntima dele. Como nem o sexo talvez pudesse me fazer. Era intenso aqueles nossos pequenos momentos. E bons.
– Achei que pararia de ter pesadelos então eu fiz com a ajuda de …
Para minha sorte ou talvez nem tanta meu celular que tinha ficado atrás das almofadas do sofá começou a tocar seu ringtone que fazia ele vibrar. Me joguei um pouco no sofá e o peguei vendo o nome de Camile na tela. Logo a ligação foi para a caixa de mensagem me fazendo encarar Elijah que tinha a sobrancelha levantada.
– Eu preciso dar uma saída. – Me levantei um pouco somente esperando ele me soltar . Mas o vampiro não o fez. – Algum problema?
– Não precisa se preocupar com a visita de seus pais. – Garantiu ele de forma acolhedora até , sorrindo confiantemente para min. – Eu vou fazer o possível para você não se preocupar com eles.
– Eu acredito em você. – Disse balançando a cabeça. Então parei de sorrir e encarei ele séria. – E por isso vamos ter uma conversa depois ok? Só nos dois.
– Como quiser. – Garantiu Elijah cavalheirescamente , se aproximando mais de min para fazer seus lábios tocarem os meus em um beijo sem pressa.
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