Notas iniciais
Oi meus amores! Como vocês estão em? Eu espero que bem! Antes de começarem a ler, eu queria dizer que de vez enquanto vou postar assim que for possível, porque a fic, essa temporada especificamente vai ser grande, por isso espero que acompanhem tudo. X Segundo: Eu queria agradecer de coração a Absinthe que fez a nova capa! Valeu mesmo querida, você além de ser uma escritora Divastica é também uma leitora muito apreciada por esta escritora xD Entendedores,entenderam! Se viram ou não a nova capa vão finalmente descobri quem vai ser o par da Isís, falarei um pouco sobre isso no próximo capítulo. Uma nova fase começará! Nesse capítulo oficialmente o Crossover de TVD e TO. Eu queria deixar avisado também que eu vou "apagar" temporariamente a primeira temporada de You Set Me Free! Simplesmente para corrigir os capítulos beleza?! Só isso e nos vemos lá embaixo!

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A cidade de Mystic Falls parecia uma pequena comunidade antiga. Algo que deveria ser visto no século dezenove. A beleza da arquitetura combinados com a limpeza das ruas, os carros passando calmamente, as luzes brilhando nos postes altos e antigos. Era incrível.

Acomodei-me mais naquele banco de madeira no meio da praça principal, olhando para a torre do relógio alta, vendo o céu estrelado sem nuvens, eu suspirei novamente. Apertando minhas mãos dentro do bolso do blazer.

Eu estava a quase quarenta minutos rondando aquela área da cidade, e sabia que os bruxos estavam fazendo o mesmo. Mas meus feitiços localizadores, ou mesmo futurísticos não haviam dado certo.

Havia ligado para Elijah e lhe contato que não estava em New Orleans. Ótimo, outra briga, em que não conseguir ouvir mais suas exigências para ficar do lado do seu irmão quando ele não podia ficar.

“Eu não acho que esteja te pedindo muito” Dissera ele com uma voz séria, e eu podia o imaginar perfeitamente bem com os olhos semicerrados, mordendo os lábios com força.

“Você não esta meu querido, mas eu estou sendo requerida nessa missão, sinto muito mesmo por não gostar de ser babá de um híbrido de mais de mil anos” Retruquei sarcástica. Temendo gritar e piorar a situação.

Havíamos desligados sem nos despedir. E eu sentia um peso no meu coração comprimindo minhas entranhas de tal forma que não conseguia parar de pensar em Elijah.

Os dedos estalados na minha frente me fizeram pular do banco assustada.

— Mundo da lua é? — Perguntou Dimitri rindo da minha expressão assustada, enquanto se sentava do meu lado.

— Hunn... — Mordi os lábios, balançando a cabeça para voltar para o presente. — Conseguiu alguma coisa?

— Não na cidade. — Ele se inclinou para trás do banco, e olhou para cima. — Mas Bones me prometeu os arquivos da Duplicata hoje mesmo.

— Que bom. — Resmunguei quase dando de ombros.

Ficamos em silêncio, enquanto eu encarava meu relógio de pulso, vendo que faltava cerca de quinze minutos para os bruxos voltaram ao ponto Zero. Iriamos nos encontrar ali achando algo ou não. Mas eu desistir rapidamente pelo visto.

— Bella. — Chamou Dimitri, em um sussurro nervoso. Do tipo que me fazia o encarar fixamente esperando por algum tipo de confissão de alguma brincadeira idiota. (Como da vez que ele queimou meu pulôver novo, ou abriu todos os meus esmaltes para pintar sua bicicleta, ou ainda quando se esqueceu de me buscar no dentista quando eu tive que fazer uma cirurgia para remover o dente do siso). — Faz tempo que não conversamos...

— Sim. — Disse quando ele parou de falar, e depois suspirou fundo, evitando me encarar. — Não fez nenhuma merda não é? — Perguntei já desconfiada, virando no banco para encará-lo.

Algumas pessoas passavam por nos, mas como ainda era cedo, seus risos, ou mesmo frases inteiras altas não nos incomodavam. Ou nos fazia ficar preocupados.

— Você é tão pessimista. — Resmungou ele girando os olhos. — Apenas queria te contar uma coisa. — Ele parou novamente, me deu uma olhadela rápida e desviou os olhos de novo. — Gosta de ser casada?

— Achei que ia me contar uma coisa, não me perguntar uma besteira dessas. — Disse rindo, lhe dando um soco ombro. Mas ele não riu. Percebi que sim, sua pergunta era séria, quando ele esperava a resposta com a testa franzida. — Eu não acho ruim ser casada... — Realmente nunca havia comentado aquelas coisas com nenhum amigo, mesmo Dimitri que era bem mais que amigo, ele era meu irmão de formas que nem Isís ainda era. Eu sabia seus tiques, seus sonhos, projetos, músicas/comidas/filmes preferidos. E ele os meus. — É apenas difícil as vezes. — Continuei reflexiva. — Sinto saudades de ter tempo para min sabe? Mas sinto vontade de realmente ter um casamento um pouco normal... — Cocei minha nuca colocando meu cotovelo no estrado do banco. — Acho que não sei se gosto de ser casada, porque ainda não estou muito tempo casada para responder. — Dei de ombros, porque não fazia sentido mesmo.

Ele riu sabendo exatamente como eu me sentia confusa.

— Eu vou pedir Mariah em casamento quando voltamos. — Ele contou, como se contasse algo banal, mas eu sabia que ele estava nervoso pela forma que apertava os lábios, e batucava seus dedos em sua coxa.

— Mariah? — Perguntei lentamente, não conseguindo entender.

— Uma bruxa do Argel... De outro coven. — Ele deu de ombros, e depois me encarou sorrindo. — Não vai me dar os parabéns... — Não o deixei terminar.

— Porque vai pedi uma garota que eu nem sabia que você estava namorando em casamento? — Inquiri alto sem pausas, como se pedisse uma explicação rápida.

Ele revirou os olhos.

— Conheço Mariah Montgomery dois meses me desculpe se não tivemos tempo de conversar sobre muitas coisas ultimamente. — Contou ele com as palmas das mãos no alto.

— Dois meses? — Perguntei alto, e estava me repedindo muito para o meu gosto. Balancei a cabeça, engoli em seco e pedi seriamente. — Dimi, me conte tudo, por favor. — Levantei um dedo em riste para ele. — Versão resumida.

Ele tirou seu chapéu da cabeça e o colocou no joelho, depois esfregou as mãos como se preparasse para uma corrida.

— Eu pedi Mariah em casamento há duas semanas. Mas ela não aceitou... — Ele me encarou relutantemente. — Ela disse que eu não queria me casar com ela, que só queria assumir a responsabilidade... — Ele mordeu os lábios, encarou o chão, e vir aquele moço de anos atrás que gostava de ficar na escada do meu prédio, conversando comigo até altas horas. — Pelo bebê.

Deixei meu queixo cair agora, e ficamos em silencio por algum tempo. Eu estava mais que espantada. Estava chocada.

— Você engravidou a garota e por isso quer casar com ela? — Não sabia se a pergunta era certa, ou mesmo se deveria ser feita. Mas as palavras saíram dos meus lábios antes de eu barra-las. — Espera, você vai se pai?! — Juraria que meus olhos estavam maiores.

— Sim Bells, eu vou ser pai, isso é fato. — Declarou sorrindo de lado, de modo orgulhoso. — Mas Mariah não quer que eu. — Ele apontou os polegares para si mesmo. — Queria me casar com ela só pelo bebê, mas por amor a ela. — Explicou sério.

— Mas você a ama? — Umidifiquei meus lábios com a ponta da língua.

— É esse o problema. — Ele jogou as palavras como se parasse de engasgar, e se curvou sobre o próprio corpo colocando as mãos na cabeça. — Nos conhecemos há dois meses! Curtimos juntos, e eu gosto muito de esta com ela... Mas. — Ele parou de falar.

— Mas você sempre gostou de estar com as mulheres. — Continuei por ele, colocando uma mão em seu ombro de modo reconfortante. — Dimitri, um casamento não é um bicho de sete cabeças, eu tenho altos e baixos com Elijah. — Contei tentando me colocar um pouco na situação dele. Coisa difícil. — E nem por isso penso em desistir de estar casada, e se pudesse me casar de novo com ele... — O bruxo levantou a cabeça, estando realmente interessado no que eu tinha a dizer. — Eu me casaria de novo. Não pelo coven. — Respirei fundo, admitir algo para min mesma, era fácil, mas fazer as palavras saírem era... Diferente. —Mas por min.

Sorrir calma para ele, mesmo que não estivesse calma por dentro.

— Então acha que eu devo me casar com ela? — Perguntou ele parecendo realmente confiar nas minhas palavras.

— Acho que você deve se perguntar isso, mas se sim você resolver se casar com ela... — Massajei sua nuca carinhosamente. — Vai ser um passo grande, que pode dar certo. São escolhas que você vai ter que tomar e conviver com elas por um tempo grande.

— Também tem o fato de eu não saber se o coven permitiria... — Começou a me contar outra preocupação.

— Você esta em uma situação diferente, e não há mais necessidades de casamentos arranjados, nesse tempo que estamos passando. — Garantir com um pouco de fé, de que o coven não estava se importando muito com tradições. — Pelos céus! Eu vou ser tia! — Exclamei subidamente mudando de assunto de forma animada.

Ele riu, ficou ereto e nos abraçamos.

Segundos depois Bruce apareceu, reportando o que havia conseguido. Como todos que chegaram, ele não encontrou, nada. Jeofrey parecia irritado. E talvez pela falta de sono, eu resolvi dar um tempo nas buscas quando fomos para um dos estabelecimentos abertos, intitulado Mystic Grill.

Mesas redondas, cadeiras acolchoadas ou mesmo poltronas, luzes amareladas suaves. O lugar parecia um pub. Havia poucas pessoas ali, e descobri porque olhando o relógio. Já estava perto das dez horas, e logo o Grill seria fechado.

A metade dos rapazes se sentou nas mesas olhando os cardápios, outros foram para a área de jogos onde mesas de bilhar estavam. Eu fui para o bar, retirando aquele blazer, ficando com os braços de fora no vestido reto e sem graça.

— Um Martíni sem gelo. — Pedi para o barman, enquanto colocava meu blazer no encosto do banco alto.

Suspirei fundo, exausta, e coloquei minhas mãos na cabeça, e o cotovelo no balcão de madeira. A bebida chegou e agradeci ao barman loiro.

A bebida desceu cortando, e queimando minhas bochechas, mas depois veio a sensação agradável levando a sonolência embora. Droga, porque era tão difícil ter um relacionamento? Pensei coçando minha nuca, balançando a pequena taça do Martíni. Voltando aos meus pensamentos sobre Elijah e eu.

Talvez porque não parássemos nem mesmo um mês no mesmo ambiente?Tínhamos tido uma lua de mel curtíssima, e depois outro tempo, menor ainda juntos...

— Ei Matt, o de sempre, por favor. — A voz feminina pediu, de forma cansada me tirando dos meus pensamentos.

Levantei meu rosto, e vir a garota loira nova com cabelos cacheados jogando eles para trás do ombro, enquanto se sentava a alguns bancos no balcão em formado de U, ficando praticamente na minha frente.

— Você não encheu a dispensa, tipo assim... — O barman levantou os braços gesticulando, sua voz estava curiosa. — Ontem?

Desviei o olhar não querendo ser pega encarando, mas acho que a última coisa que vi, foram os olhos claros da garota ficar semicerrados.

— Quer mesmo que eu faça uma lista do porque minha dispensa na prateleira de bebidas esta vazia? — Perguntou a garota em uma voz baixa, mas não menos estridente. — E minha mãe esta bem hoje. — Garantiu ela e pude jurar que o garoto ia mesmo perguntar aquilo. — Apenas me der o que eu peço sempre.

Talvez eu devesse ter trazido Isís para aquela cidade. Pensei tentando não prestar atenção na conversa claramente de amigos. Eu só não queria que ela se envolvesse...

— Tudo bem. — Cedeu o tal... Mutt?

Caramba eu devia esta com sono mesmo para não prestar atenção no crachá do barman loiro. Pensei esfregando meus olhos, precisava de outra bebida.

— Com licença. — Pedi antes de ele sair de trás do balcão. — Mas um, por favor? — Apontei com o dedo para minha taça vazia.

O garoto que já não era tão garoto assim balançou a cabeça positivamente e voltou-se para as bebidas. Mesmo um pouco baixo, ele era troncudo e forte.

— Porque você esta dando uma de barman? — Perguntou a loira parando de esconder seu rosto por trás dos seus cabelos, e pescoço inclinado para baixo.

— Peguei alguns horários extras de noite... — Ele começou a fazer meu Martíni ainda conversando de modo suave com a garota. — Já que vou fechar, não achei problemas.

Eu apertei meus braços uns nos outros e fiquei mais ereta quando ouvir a risada alta dos garotos nas minhas costas. A bagunça tinha começado!

— Espero que feche mesmo... Esse lugar tá cheio pra essa hora. — Disse a garota olhando para o redor, como se quisesse contar todos os clientes daquela hora. Que era praticamente só minha família banhada a testosterona. Evitei a encarar quando sentir seus olhos nos meus.

Comecei a encarar minhas unhas tentando muito pensar para onde seguir pela cidade. Naquela missão.

— Aqui. — Disse o barman voltando a encher minha taça.

Pude ler finalmente seu crachá: “Matt Donovan”

— Obrigada. — Agradeci polidamente lhe dando um sorriso que ele retribuiu antes de se virar e sair do balcão nos deixando sozinhas no bar.

Percebi que ele entrou em uma porta além da área da sinuca com uma placa intitulada. “Apenas pessoas autorizadas”.

Sentir novamente aquele olhar penetrante em cima de min. De forma fixa. Retribuir a encarada da melhor forma possível. Com um sorriso sem graça, e um olhar questionador.

— E aí? Nova na cidade? — Perguntou a garota pendendo sua cabeça para o lado de forma curiosa.

— Não exatamente. — Dei de ombros, colocando meus cotovelos novamente no balcão de madeira para tomar um gole pequeno do Martini que parecia mais suave que o primeiro.

— Jura? — Retrucou a garota não convencida franzindo as sobrancelhas. — Porque eu conheço todo mundo aqui. — Ela sorriu esperta e apesar de parecer, e ser muito curiosa e até soar enxerida, não parecia fazer por mal.

— Passando apenas. Como uma viagem rápida. — Garantir suavemente deixando a taça da bebida na minha frente.

Ela sorriu parecendo genuinamente confusa, intrigada e curiosa. Então se levantou dando a volta no balcão para me oferecer sua mão direita.

— Eu sou Caroline Forbes. — Se apresentou não tanto animada quando poderia ter sido no seu melhor dia, mas parecia fazer seu melhor naquela hora.

Olhei para sua mão, olhei para seu rosto. E levantei minha mão para cumprimentá-la deixando minha boca aberta para falar meu nome... Porém uma coisa estranha aconteceu, como se tudo tivesse parado em câmera lenta a parti do momento que toquei sua mão. Algo gelado tocou meu amago. Como uma escuridão magica intensa. Era diferente de tocar Elijah, porque eu o amava, mas não era diferente de tocar outro vampiro. Eles possuíam uma energia diferente, e insólita.

A garota sorria minimamente ainda, não notando que eu tinha descoberto seu segredo. Verifiquei minha expressão totalmente blasé, e forcei um sorriso.

— Anabella. — Disse apenas meu nome inteiro, porque não achei que seria bom dar qualquer informação sobre min.

Em New Orleans eu tinha certeza que todos os vampiros, lobisomens, bruxos deviam me conhecer como “A esposa do vampiro Original”. E talvez fosse aquela informação que evitasse eu ser atacada... Mas fora da cidade, minha casa. Era melhor ser cautelosa.

Afastamos nossas mãos, e a garota ainda não tinha notado o que eu era. Obviamente por se arriscar a sentar do meu lado, virando suas pernas no banco giratório para ficar de frente para min.

— Se você quiser fazer turismo na cidade, recomendo fazer isso amanhã. — Aconselhou parecendo ficar feliz de só ver uma garota nova na cidade, para poder falar algo que todos deveriam saber.

— Jura? E que lugar você recomenda? — Perguntei não deixando seu sorriso morrer, ou meramente o meu, quando notei o silencio intenso no local.

As bolas de bilhar pararam de serem batidas umas nas outras. Os risinhos e vozes masculinas pararam de serem ouvidas de tal forma que enquanto Caroline Forbes começava a falar sobre um parque com cachoeira, eu girei meu pescoço, colocando meu queixo no ombro para encarar os bruxos não sabendo disfarçar que havia sentindo algo. Provavelmente quando ela me tocou? Eu não sabia.

Eles se encaravam de modo receosos, e notei por que.

A vampira estava tão perto que se ela quisesse poderia quebrar meu pescoço em meio segundo se se sentisse de certa forma em perigo.

—... Faz muito tempo que eu não vou à fazenda Fell, mas acho que esta ainda aberta... — Ela parou de falar de supetão, quando o barman loiro colocou uma caixa na sua frente. Era uma caixa de papelão cheia de bebidas em garrafa de vidro ainda lacradas.

— Aqui esta. — Disse o loiro, batucando os dedos na caixa de papelão.

— Obrigada Matt. — Agradeceu a garota colocando a mão na testa, parecendo cansada.

Me inclinei um pouco para trás do banco, e parei de me levantar quando sentir uma mão forte no meu ombro.

— Podemos ir? — Perguntou Jeofrey perto demais para o meu gosto.

— Claro. — Consentir o encarando seriamente, quando ele encarava a loira de modo estranho, como se oficialmente ela fosse o inimigo.

Será que só eu sabia não me apavorar? Éramos em doze bruxos ali! E talvez fosse aquilo que fez a vampira ter finalmente sentido algo.

Éramos raças distintas e quase inimigos naturais. Mas quando todos os bruxos ficaram em pé, e sendo só ela ali vampira , sendo encarada como um bicho de sete cabeça, senti pena dela.

Caroline Forbes fungou fortemente, talvez sentindo nosso cheiro de forma mais intensa. Eu podia jurar que tínhamos um perfume no nosso sangue que nos diferenciava de humanos. E se um vampiro já tivesse tido contado com bruxos antes, ele poderia saber.

Ela estava oficialmente assustada e ninguém merecia aquilo a meu ver. Não quando não parecia ser um inimigo.

— Agradeço pelas dicas... — Comecei a dizer chamando sua atenção. Tentando acalmá-la apenas com minha voz, e não pelo fato de Bruce e Axl se aproximarem por trás dela. Pensei em chama-la pelo nome, mas ainda não seria o bastante. — Senhorita Forbes. — Ela acenou minimamente com a cabeça, se encostando-se ao balcão como se a qualquer momento pudesse pular para dentro dele, e se esconder atrás do humano, ou meramente fugir. — Mas não pretendemos ficar tempo suficiente para apreciar Mystic Falls.

Jeofrey me oferecia meu blazer e o coloquei ainda a encarando com um sorriso. O próprio bruxo pagou a conta para o barman, e me devolveu minha pequena bolsa que estava no banco esquerdo, a segurei com força, e dei um novo sorriso para a vampira. Querendo dizer por aquele simples ato de simpatia que nenhum dos meus a machucaria.

Não se apenas fossemos embora sem empecilhos. Ela pareceu concordar quando sorriu sem mostrar os dentes, um sorriso que não chegou tão pouco aos seus olhos.

— Boa noite para vocês. — Acrescentei encarando o barman, e depois a vampira.

Sentir Jeofrey no meu encalço e Dimitri abriu a porta para eu passar primeiro. Saímos do Grill sem olhar para trás. Vendo os carros alugados do outro lado da rua, eu fechei a cara, me sentindo irritada com a idiotice deles.

Se houvesse mais vampiros naquela cidade, quanto tempo ficariam em nosso encalço por mera curiosidade? Ou algo mais?

Entramos nos carros e saímos pelas ruas iluminadas pelos postes antigos.

— Que merda foi aquilo? — Praticamente gritei sem me controlar.

Dimitri dirigia e eu não fazia ideia de quem estava atrás de nós.

— Não estamos em New Orleans, Bells. —Lembrou Dimitri completamente tenso pela forma que apertava o volante do carro com força. — Não temos aliança com vampiros aqui...

— Isso eu sei Dimitri. — O interrompi respirando fundo. — Mas poderíamos ter saído dali sem nos expor!

— Isso é o que você diz. — Rebateu o vampiro dirigindo mais rápido para saímos dali. Abrir minha boca para retrucar, mas o barulho irritante do seu celular tocando me sobressaiu. Ele desacelerou, e tirou com uma mão o celular. — Bones me mandou alguns arquivos, só preciso de um computador para baixar.

— Eu trouxe meu notebook. — Sussurrou Vitor no banco de trás.

Não falamos mais nada depois daquilo. Apenas esperávamos chegar mais rápido a mansão Whitmore para ver o que Bones tinha sobre a Duplicata.

Notas finais
Fiz um Tumblr para a fic *-* http://yousetmf.tumblr.com/ Espero que curtam, vou postar fotos e "Flashes do passado" da vida de Bella! Espero que curtam ;) PS: Look da Bella feito pela Escritora Nova! Valeu mesmo minha florzinha a lá emo kkkkkkk http://www.polyvore.com/anabella/set?id=173499587