Notas iniciais
Era para min postar ontem, mas eu tive uns problemas sérios com a net o dia todo, enfim... Espero que vocês gostem xD

.

.

.

— Você emagreceu! — Exclamou Charlie quando lhe virei as costas para ela puxar o zíper do vestido vermelho que ela me comprou. — Isso é tão injusto! — Sua lamentação me fez rir. — Isso, ria mesmo, quando foi a última vez que foi para a academia, ou deu uma caminhada? — Ela perguntou colocando a mão na cintura.

Girei no salto alto, enquanto levantava meu vestido longo, e balancei a cabeça negativamente.

— Pare de ser rabugenta e vamos logo. — Mandei sem me olhar de novo no espelho.

Eu queria chegar cedo no casarão, então cheguei, sem companhia, mas sentindo mais pessoas do que normalmente eu sentia, por todo o lado.

Entrei no escritório principal, e me servi de uma dose de Whiskey de Klaus. Pensei em ir para o meu quarto dar mais uma retocada na maquiagem singela, mas fui para a varanda ver as ruas do French Quarter.

A banda de Jazz estava lá embaixo, já começando seu burburinho ao começar a refinar os instrumentos. Os convidados entravam pela porta principal, mas provavelmente eram encaminhados para o salão interno aonde seria a cerimonia. Esperava que pelo menos aquele casamento acabasse bem, já que o meu foi... Balancei a cabeça negativamente, e tomei outro gole do Whiskey, eu deveria comer alguma coisa, mas não estava com fome, na verdade agora que estava novamente em Nova Orleans, meu estômago se contraia em nervosismo. Pela minha família, pelos Mikaelson.

— Fico feliz que seus bruxos estejam vindo. — A voz sarcástica e firme não me surpreendeu totalmente.

Estava, estranhamente, acostumando-me com o andar de vampiros, ou no caso, do híbrido.

— Eles não são meus bruxos... — Corrigir, girando meu pescoço, colocando meu queixo no ombro, e me encostando um pouco na murada da varanda. — São minha família. — Sorrir de lado, quando ele levantou uma sobrancelha em completo descaso. — E se você não queria que eles vissem, sinceramente, porque os convidou? — Girei completamente meu corpo agora, ficando de costas para a rua e de frente para Nilklaus que usava seu terno como uma roupa de praxe, suas mãos estavam nas costas, como um cavalheiro, mas seu olhar devasso tirava o seu encanto. — Infelizmente... — Rir do que ia falar, o que fez sua curiosidade claramente aflorar. — Ou felizmente eu não o conheço muito Klaus, mas sério, que aura de perigo é essa em você? — Cruzei meus braços, enquanto ele ficava sério. — Não está feliz? Elijah tem a aliança com minha Convenção intacta... — Estalei a língua fazendo uma contagem mental dos meus pensamentos, e colocando para fora o que verdadeiramente me incomodava. — Hayley vai ter um exercito de lobos para proteger a sua filha...

Ele levantou o dedo em riste, fazendo seu rosto ficar pesado, e seus olhos mais vividos.

— De super híbridos na verdade. — Corrigiu ele.

Rir sobriamente, e olhei para o chão.

— Sim, de híbridos, mas, mesmo assim, você não parece... — Levantei a cabeça para o encarar. — Relaxado.

— Bem, minha cara. — Ele tomou meu copo pela metade de Whiskey, e balançou o conteúdo como se fosse o esfriar. — É você que está bebendo antes do tempo, então, talvez... — Seus lábios se apertaram em uma linha fina, e eu fiquei mais ereta, como se esperasse um golpe. — Seja você que não está relaxada. — Disse com um toque suave de empatia na voz.

Ficamos nos encarando completamente paralisados, parecendo querer ler o que o outro pensava. Havia claramente uma fome de poder em Klaus sobre a matilha nova de híbridos de Hayley, ele mexeria as cordas por trás, usando o nome da filha se fosse fazer ela ficar segurar, seus escrúpulos ou honra seriam jogados fora em um segundo se ele pudesse manter Hope salva, mas, havia algo mais nos atos de Klaus, eu apenas...

— Você vai matar Jackson! — Exclamei horrorizada captando a ideia em seus olhos, e ele apertou a mandíbula mordendo os lábios com força. Quando deu um passo para trás eu já segurava seu braço. — Me diga que esse não é seu grande plano Niklaus? — Perguntei firmemente, fazendo minha própria voz parecer um assobio.

— Ele não é capaz de liderar o exército que será necessário para proteger minha filha. — Ele falou sem pausas, e com um safanão afastou minha mão do seu braço. — Parece que sua esposa está começando a entender a essência dessa família, irmão. — Sua irritação era nítida como a lua no céu.

Não soube com quem ele falava, até ver Elijah saindo de trás de uma pilastra ao lado de uma sombra que o escondia com perfeição. Seu terno bem cortado o deixava nobre como sempre.

— Não se preocupe, não deixarei que Niklaus faça idiotices. — Garantiu Elijah como se fosse uma promessa. — Não é mesmo irmão?

Em meio segundo Klaus estava frente a frente com o irmão.

— Ele não é um de nos. — Klaus sem falar mais nada, deu um passo em direção a porta, e saiu sem olhar para trás.

— Nem quero saber o que ele pensa sobre min. — Lamuriei. — Espero que compreenda... — Levantei a barra do meu vestido, e fui até o meio do escritório aonde Elijah estava parado. — Que minha família... — Comecei a dizer, e suspirei fundo, tentando passar seriedade. — Está fazendo uma aliança com os lobos também, por só está presente! Não matamos nossos aliados, ou mesmo ficamos de braços cruzados quando eles morrem.

Elijah balançou a cabeça positivamente, e segurou meus ombros com suavidade.

— Não se preocupe, eu sei lidar com Niklaus. — Garantiu duramente protetor.

Foi minha vez de acenar a cabeça positivamente, aceitando a palavra do Original.

Então suspirei fundo, tentando controlar meus nervos, e dei um passo para trás. Elijah parecendo ler minha mente, olhou-me dos pés a cabeça de modo avaliativo. E acenou ao mesmo tempo que sorria lindamente. Bem, não era o você está bonita que eu esperava, mas valia a pena sempre quando ele sorria daquela forma.

Dei um passo para frente, encarando seus lábios, mas alguém bateu na porta.

Elijah sorriu brandamente antes de dizer ao mesmo tempo que olhava para a porta.

— Entre.

Alguém entrou com um terno preto normal, mas com a camisa azul marinho e uma gravata borboleta preta. A combinação despojada fez-me pensar em Dimitri na hora, mas, não era Dimitri. Mesmo que tivesse a pele escura como meu melhor amigo.

Eu abrir um sorriso enorme, enquanto o convidado inesperado fazia o mesmo. Ele abriu os braços, e eu corri até ele como uma garotinha revendo o melhor amigo. Domino me pegou pela cintura, e me tirou do chão quando eu o abracei, ele nos girou no eixo, como uma brincadeira.

— Não acredito que você está aqui! — Exclamei alegre, enquanto segurava seu rosto para o ver melhor.

Seus olhos claros eram de uma beleza nobre, algo entre o verde escuro e o âmbar. Seus dentes brilhavam na maciez de seus lábios, como um modelo de capa de revista.

Sinceramente eu achava que toda família tinha um Domino. Um sujeito mais velho, mais inteligente, mais acolhedor e famoso. O tipo de primo que os outros adoravam ou invejavam por suas façanhas.

— Acabei de chegar da Noruega. — Falou ele ainda segurando-me pela cintura, enquanto meus pés batinha no ar. — Então me prontifiquei de ser o emissário...

Assentir com a cabeça entendendo, e uma garganta arranhando de modo forçado, nos fez encarar Elijah sombrio no meio da sala. Sentir certa vergonha na hora, não exatamente pelo meu comportamento, mas por perceber como as mãos de Domino estavam um pouco abaixo das minhas costas, e como meu corpo se moldava ao dele. Me remexi nos braços do irmão de Dimitri, e sorrir tentando quebrar a tensão do momento.

— Você deve ser Elijah Mikaelson, o sortudo que conseguiu arrecadar nossa Bella. — Domino falou de um modo sarcástico com um sorriso lateral, mas ao mesmo tempo divertido, como se o vampiro não fosse de grande importância.

— E você, é? — Indagou Elijah nitidamente superior, e inabalável.

— Esse é Domino, o historiador da minha família... — Tentei me aproximar de Elijah, mas o bruxo me acompanhou, segurando minha mão, como se fossemos amigos inseparáveis, já que éramos a muito tempo atrás, eu não pude desfazer aquele laço. — Irmão de Dimitri.

Apresentei os dois, que só se encaravam, e não fizeram movimentos para se cumprimentarem. Achei engraçado por um momento, toda aquela testosterona, mas era claro que eles não. Domino era praticamente meu irmão como Dimitri era, ele nunca foi de forma alguma desrespeitoso comigo, ou mesmo estranho, era familiar, por isso não havia malicia ao meu ver, mas de certa forma, Elijah estava mais que cauteloso.

— Historiador? Você falou? — Lembrou Elijah felizmente acabando com o silêncio constrangedor.

— Sim. — Sorrir para Domino, e depois para meu marido. — Ser um historiador para a Convenção, é o mesmo que se ter um cargo importante em um concelho de guerra.

— Um cargo que você almejou. — Lembrou Domino com um sorriso esperto, e por um segundo, enquanto eu assentia com a cabeça, e me remexia desconfortável no mesmo lugar, Elijah abaixou a cabeça para a mão entrelaçada do bruxo na minha própria mão em punho.

Eu já queria ter saído daquela situação, mas não conseguir.

— Você queria ser uma Historiadora? — Perguntou Elijah voltando a qualquer assunto possível.

— Sim, é uma coisa de coven. — Dei de ombros e me voltei para Domino, enquanto afastava sem jeito minha mão da dele. — Diz que veio ser o emissário? Provavelmente para o novo líder da matilha? — Perguntei rapidamente.

— Sim... Me disseram que ele estava no segundo andar.

— Último quarto a direita. — Recomendou Elijah apertando os olhos por um momento, depois ele abriu um sorriso que não chegou aos seus olhos, um sorriso seco e impessoal. — Deveria fazer o que veio fazer, a cerimonia já vai começar, posso ouvir os convidados daqui.

— Tem razão! — Exclamou o bruxo feliz, o que não era um bom sinal. — Bells, pode me mostrar o caminho? — Pediu enquanto encarava-me brandamente.

— Claro. — Respondi rapidamente, antes de Elijah se alterar de qualquer forma.

Não encarei meu marido, mas sentir sua tensão irritada de forma quase física e brutal nas minhas costas, enquanto empurrava Domino para a saída do escritório.

O silêncio predominou por alguns minutos, enquanto eu tentava achar o quarto que devia ter sido separado para Jackson, então parei de andar e encarei meu amigo ao meu lado.

— O que foi isso? — Fiz um gesto com o queixo, para o caminho que percorremos, e apertei minhas mãos com força.

— O cara precisa lhe dar mais valor. — Domino apertou a gravata no próprio pescoço, não parecendo nada abalado com ter quase tirado sarro ou irritado um Original.

— O quê? — Meu choque era claro.

— Dimi falou que você não está feliz. — Oh certo, Dimitri era um bom observador e fofoqueiro! Pensei com raiva, e não soube o que responder aquela constatação. Domino segurou meu queixo quando tentei abaixar a cabeça. Sua voz era suave e acolhedora, o que fez eu querer chorar. — Bells, você é como uma irmã para min, sempre será uma grande amiga, e aliada, mas esse casamento, sinceramente, tem lhe deixado feliz?

— Eu amo Elijah. — Respondi de supetão, sem hesitar nenhum segundo, como se aquela frase, não tida na frente do sujeito em questão, valesse todos meus sentimentos conflituosos e venenosos.

— Isso não é o suficiente. — Foi tudo que Domino falou, ele tirou uma caixa pequena do bolso interno do seu terno, e me deu.

Não tocamos naquele assunto, mas eu sabia o que fazer. Segurei a caixa na minha barriga, e quando chegamos na porta eu bati.

Quem abriu foi Oliver com seu sorriso semi-humano nos lábios avermelhados. Era estranho está tão perto de um lobisomem, principalmente quando uma bruxa sabia que era um lobisomem, toda comparação, na minha cabeça, era feita como se ele pudesse se transformar a qualquer hora.

Oliver abriu caminho, sem perguntar nada, mas notei como ele pelo ombro de Domino, estava esperando talvez ver mais alguém.

— Oliver, quem é? — Jackson saia das portas duplas do quarto, ao mesmo tempo que colocava os botões na altura do peito na camisa, e tinha a gravata ao redor do pescoço. Ele sorriu estranhamente quando nos viu. — Anabella, eu não esperava. — Do lado de Jacksn apareceu um garoto da mesma idade de Oliver, mas de cabelo preto, pele clara, e olhos intensos escuro. — Ah, esse é o Aidan.

Sorrir para o novo Lobisomem que me era familiar, e encarei Jackson firmemente.

— É costume da minha família, mandar um emissário para selar uma nova aliança. — Contei tentando parecer casual, mas ao mesmo tempo séria.

— Achei que nossa aliança com as bruxas já estivesse certa. — Quem falou foi Oliver, ficando do lado direito do seu Alfa, com uma postura altiva, e bem machona.

— Oliver. — Advertiu seriamente o noivo.

— E está, mas isso é algo de praxe. — Apontei, deduzindo que o silencio dos lobisomens era algo desnecessário. — Esse é Domino... — Ergui a mão gesticulando para o bruxo negro nas minhas costas, como se tomando sua deixa, Dom, apenas ficou ao meu lado, e sorriu para Jackson. — Meu parente, e possível líder dessa aliança em questão.

— Como assim? — Jackson desviava os olhos rapidamente, de min, para Domino, como se não soubesse a quem responder.

— Tudo que precisar, pode contar comigo. — Domino falou politicamente sereno. — Ou meu irmão, Dimitri. — Emendou rapidamente.

— Como os futuros anéis da lua? — Indagou Jackson encarando o bruxo seriamente. — Mesmo que esse casamento seja um casamento de unificação de Covens, eu posso futuramente.... — O alfa ficou sério calculando suas palavras. — Necessitar de mais anéis, quando outras matilhas quiserem se unir a nós.

— E nós. — Domino se virou minimamente em minha direção, fazendo minha presença novamente ser notada, e pautada na conversa. — Então sim, se você, como líder da matilha necessitar de mais anéis da lua futuramente, para o bem dessa aliança, nos daremos. — Ele ofereceu a mão a Jackson, e o lobisomem mais velho, a encarou por alguns segundos, quando finalmente eles deram um aperto bem masculinizado, eu sorrir deixando-me relaxar. Passei o presente para Domino de modo rápido. — Por favor, aceite esse presente de casamento, em nome da minha família.

Jackson não hesitou a aceitar a caixa preta de veludo, mas também, nem podia, já que Domino a lançou como uma bola.

Oliver e Aidan ladearam seu líder, que abriu a caixa com cautela. Dentro da caixa tinha um relógio Tommy Hilfiger de pulseira negra de couro, e de ouro maciço. Oliver assoviou impressionado, e notei que não era o único. Acho que homens e relógios tinham a mesma gama, que mulheres sempre teriam com bolsas e sapatos. Pensei sorrindo.

— Jackson, eu posso? — Perguntei e pedi ao mesmo tempo, quando apontei para sua gravata ainda não colocada.

Jackson sorriu e deu o relógio para Oliver, enquanto dava um passo para a frente. Sorrir gentilmente para o alfa, e passei a gravata ao redor do seu colarinho, estávamos perto o suficiente para eu sentir seu perfume suave, e seu calor.

— Acho que devo dizer, boa sorte. — Falei enquanto media a parte de baixo da gravata.

— Acho que vou precisar. — Disse ele mais a si mesmo. — Principalmente por praticamente entrar nessa família maluca... — Ele parou de supetão, e encarou-me surpreso por sua própria ousadia de falar mal, subliminarmente é claro, dos Mikaelson. — Quero dizer...

— Você está certo. — Garantir apertando a gravata perfeitamente colocada ao redor do seu pescoço. Fiz um pedido mudo para Oliver me passar o relógio, e ele segurou a caixa, enquanto eu tirava aquele peso e colocava no pulso direito do lobisomem. — Felicidades, Jackson. — Desejei sorrindo.

Ele balançou a cabeça, e agradeceu antes de saímos dali.

Encontramos Dimitri no segundo andar, e finalmente conheci Mariah, sua pele de caramelo era perfeita, e seu sorriso hesitante que me deu, fez-me pensar o quanto Dimitri não tinha lhe contado. Como mulheres, sempre sabíamos quando deixar claro que não estávamos interessadas no homem de outra, ela sorriu, e protetoramente, enquanto os homens falavam, colocou a mão na barriga ainda lisa.

Para minha surpresa, meu pai também estava na reunião, e Elijah lhe fazia sala como um bom genro, alguns bruxos também subirão como Charlotte, que deixava claro que não gostava do meu marido. A pequena comunidade Vallyria ficou no segundo andar, olhando para o salão da cerimônia. Papai ficou do meu lado esquerdo com toda sua pomba, e sua animação contida ao ver ao vivo uma cerimônia como aquela, era óbvio a ansiedade e fascino, para os bruxos, em relação aquela cerimônia de unificação.

Elijah ficou nas minhas costas, abraçando minha cintura com intimidade. E quando Klaus apareceu, o híbrido ficou afastado de todos.

De maneira quase mágica, observamos a noiva e o noivo subirem as escadas intercaladas, depois de passarem lado a lado pelos convidados. A orquestra já tocava uma musica suave, e o mundo se reduzia naqueles minutos. Admitir que Hayley estava linda, quando apertei a mão de Elijah, que dava a volta na minha barriga.

Seus vestido era branco, e mesmo seu penteado sendo simples, era ela a rainha da noite, e de Jackson Kenner, o lobisomem alfa apaixonado pela híbrida.

A lobisomem anciã, que devia ser uma xamã, fez o ritual de casamento, suas palavras percorriam como água corrente por todo o salão. Os votos surpreenderam minha família, pelo fato de soar quase os votos bruxos.

— Eu prometo honrar, e defender você e nossa matilha, á cima de todos. — Prometeu Jackson solenemente, encarando a noiva com devoção.

— Compartilhar os fardos e bênçãos. — Disse Hayley, e mesmo ali, nos seus olhos serenos, eu podia ver sua emoção. — Ser sua cúmplice e sua amiga.

— Ser seu conforto, seu santuário... E, enquanto nos dois vivemos....

— Ser sua família. — Completou Hayley.

— Ser sua família. — Prometeu Jackson.

Eles acenderam uma vela, com as mãos entrelaçaras a ervas, e se beijaram docemente, e quase castamente. Mas a magia que emanou daquele momento, me arrepiou. Os olhos dos recém casados brilharem em dourado, como tochas recém assentidas. Os lobisomens sentados ofegaram, e riram gostosamente. O ritual de Unificação dera certo. Muito certo.

Percebi de canto de olho, Klaus saindo de fininho, com um sorriso enorme e psicótico.

— Se divirta, eu ficarei de olho em Niklaus. — Foi tudo que Elijah disse quando desapareceu.

Notas finais
Vestido da Bella feito pela Escritora Nova: http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=180857029