You Set Me Free_ 2°Temporada
35 Some bend, others rise.
Notas iniciais

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— Tome. — Marcel, gentilmente, me ofereceu uma cartela de analgésico para dor, e um copo de água.
Aceitei sem reclamar, ou levantar do seu sofá. Engoli em um único gole a água e o remédio, tentando não captar as palavras de Rebekah ou mesmo os resmungos impacientes de Marcel.
Eu não estava exausta, mas de certa forma cansada, não estava com paciência, e mesmo assim, queria metodicamente repassar qualquer plano de ataque. Eu era uma contradição ambulante.
Passos rápidos, pesados e barulhentos me tiraram do refugio da minha mente. Vir os sapatos caros, antes de seu rosto, visivelmente preocupado. Quase abrir minha boca, para perguntar sarcasticamente para ele, se eu precisava correr perigo, para qualquer animosidade entre nos fosse colada de lado, mas suas expressão séria, me proibiu.
— Vocês estão bem? — Perguntou olhando rapidamente para a irmã, que barrou seu caminho, mas encarando-me seriamente necessitando de mais informações do que recebera no caminho até ali.
Fiquei de pé, e passei pelo sofá de Marcel, para ficar de costas para Elijah ou qualquer um.
— Eles me conheciam, Elijah! — Exclamou Rebekah, como uma garotinha buscando atenção. — Não eu, mas esse corpo, ela, seja lá quem for, e queriam matá-la, se não fosse por Bella...
— Bella. — Elijah chamou fazendo a irmã parar de tagarelar.
— Precisamos avisar para quem estiver no comando dos bruxos Tréme, que eles estão caçando a pessoa errada. — Me virei suspirando fundo, e cruzando meus braços, enquanto me encostava na parede e encarava Marcel, para ignorar Elijah completamente. — Eles também me atacaram indiretamente, isso pode ser considerado um ato de guerra, contra minha família...
— E contra os lobos que ser aliaram a ela. — Concluiu Marcel por si só, encarando meu marido, como se não tivesse certeza que Elijah entraria na afronta contra minha pessoa.
Se por acaso, se aliasse, os vampiros entrariam em questão também.
— Devemos falar com Josephine Larue. — Disse Marcel analítico como um politico que sabia mover bem seu dados e pessoal. — Ela é matriarca para os clãs fora do French Quarter. Ela deve saber quem quer matar Rebekah. Ela também saberá quem é o corpo que sua irmã possui. — Terminou Marcel encarando Elijah.
— Eu e Elijah podemos ver isso... — Planejei já caminhando para fora daquela sala imensa em frente ao rio. — Veja se pode ficar de olho em Rebekah enquanto isso. — Pedi para Marcel, que apenas assentiu com a cabeça.
Meu celular vibrou enquanto andava pelos cascalho do chão, e ia em direção a minha nova casa.
— Por favor, me diga que você não foi atacada no Tréme? — A pergunta feita por Domino, cheia de preocupação me fez suspirar.
— Não fui atacada pelos bruxos Tréme. — Menti perfeitamente bem, enquanto subia as escadas de ferro fundido na lateral do prédio. — As fofocas voam em? — Tentei brincar, empurrando a porta do loft mal iluminado.
Assentir algumas luzes, quando retirava meus sapatos e me segurava na parede.
— Você precisa de algum apoio? Dimitri esta quase cancelando a lua de mel. — Avisou o bruxo sério.
— Puta merda! — Lamuriei com certa raiva e pânico. — O impeça, eu tenho meu marido, e se precisar de apoio de bruxas, eu peço, por favor Dom... — Parei no meio da sala ampla, sem divisórias para a cozinha, e esfreguei meus olhos com fervor. — Apenas esqueça essa fofoca, e faça seu irmão se diverti, ele merece.
Domino não falou mais nada, mas ainda podia ouvir sua respiração do outro lado da linha, quando desliguei, e liguei para Charlotte, que infelizmente também sabia da fofoca de ataque, e lhe pedi para marcar uma hora com Josephine Larue.
Parei no meio do quarto, vendo aquela cama baixa, que era mais um pufe macio com lenções escuros que não soavam nada alegre, e sentir Elijah na porta. Retirei minha jaqueta a lançando na cama, e deslizei o zíper lateral do vestido alegre de casamento para baixo.
— Josephine Larue nos receberá em uma hora. — Avisei indo para o banheiro, mas parei no batente. — Conversamos quando voltamos.
Ele assentiu, mas ainda mantinha as linhas preocupadas ao redor dos seus olhos, mas parecendo entender-me perfeitamente bem, não falou nada, e eu fechei a porta do banheiro para abrir o chuveiro, e descarregar um pouco meu pânico e frieza nas minhas lagrimas.
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A casa de Josephine Larue, era uma mansão veneziana no meio do Tréme. Ladeada pelo vampiro elegantemente de terno, e sua pupila, eu toquei a campainha e não esperei muito para ser atendida. Não sabia porque Gia havia sido instruída a estar conosco, mas notei seu violino na viagem silenciosa para adentrar a casa.
Educadamente, e em silêncio, o mordomo, depois de pegar os casacos, nos levou a uma sala elegante, aonde nos apresentamos a Madame regente dos nove covens fora do Quartel Francês. Não nos tocamos, uma cordialidade que não passou despercebido a ninguém.
Gia fez, a mando de Elijah, o que tinha lhe trazido ali. Tentado amenizar a tensão momentânea enquanto se apresentava excepcionalmente bem, mostrando uma técnica firme no violino. A sonata de número 9 de Beethoven, Opus 47, pareceu acalmar o coração de velha porém feroz, e magra e forte regente. Sua pele era branca, mas saudável, e seus olhos surpreendentemente claros, para alguém com o cabelo tão preto.
Ela diferente de Gia, e eu, usava uma roupa rigorosa preta e fechada, não de total deselegância pela echarpe de seda caxemira vermelha. Meu vestido era de renda cor de vinho com o fundo creme, que combinava com meus sapatos e brincos, meu cabelo estava tão bem penteado em um coque alto e elegante, que eu me sentia prestes a ter uma entrevista de emprego. Gia também estava elegante, em um vestido social preto arroxeado e liso, que apesar de ser decotado, ficava na altura do joelho como o meu.
Mas, nem nossa elegância e sofisticação conjunta, parecia aplacar a indiferença de Josephine.
— Elegância, inteligência, charme... — Josephine crispou os lábios e se virou para encarar Elijah, e eu que estávamos sentados lado a lado em uma poltrona divã que não dava suporte as minhas costas eretas. — Vocês realmente se esforçaram.
— Não gostou da apresentação, madame? — Indagou Elijah, tão polido como um príncipe.
— É melhor não insultar quem é mais poderoso que você. — Josephine encarou-me firmemente. Seus olhos de gato, pareciam querer captar minha alma, e tortura-la com perguntas. — Essa é a razão que os deixei entrar na minha casa hoje. — Ela olhou para Elijah um pouco mais altiva agora. — Agora se me deem licença, eu tenho o que fazer. — Ela sorriu dissimuladamente.
Elijah sem perder o humor, sorriu com graça e leveza.
— Meu Deus! Eu esperava uma recepção mais cordial. — Elijah falou, sem se abater.
— E porque eu seria cordial com você? — Rebateu ela perdendo um pouco a posse.
Resolvi deixar a minha também de lado.
— Porque ele é meu marido, aliado da minha família... — Pendi a cabeça para o lado, e sorrir meigamente. — Odiaria pensar que está me insultando quando seguir a risca o protocolo de uma futura aliança com você. — Balancei a cabeça negativamente. — Madame Larue, isso seria ... — Mordi os lábios dramaticamente. Vendo a crista dela baixando gradativamente. — Ariscado da sua parte.
— Está me ameaçando? — Perguntou ela lívida, a cor do suas bochechas sumiram como um passe de mágica.
— Oh, eu não ousaria. — Coloquei a mão no meu coração, tentado parecer chocada com suas palavras. Minha boca aberta deve ter bastado, para ela franzi as sobrancelhas, como se pensasse realmente qual era meu jogo. — Apenas queria ser educada, e tentar saber, mesmo antes de perguntar... — Descruzei meus calcanhares, e fiquei um pouco mais na beirada do banco divã. — Porque hipoteticamente... — Movimentei minha mão no ar, como um floreio de descaso e continuei ainda calma. — Seus bruxos tentariam me matar.
A matriarca de nove covens, realmente pareceu chocada, quando minhas palavras fizeram sentido.
— Isso é impossível. — Josephine finalmente negou. — Eu posso não ser aliada da sua família, como os outros bruxos do Quartel Francês é, mas... — Elas olhou por um segundo suas próprias mãos mirradas, provavelmente pensando em como se safaria de uma ofensa como aquela mesmo sendo hipotética, e depois ergueu a cabeça, recuperada de seu controle. — A respeito mútuo entre nós. — Falou pausadamente, como se eu fosse uma criança que precisasse de uma lição.
— Tem razão. — Consentir balançando positivamente minha cabeça, como se estivesse concordando com ela. — Então talvez, eles tenham tentado matar alguém que estava próximo a min. — Terminei sombria.
— Alguém que está sobre minha custódia. — Garantiu Elijah também ficando na beirada do banco divã, sua coxa tocou a minha, em uma intimidade alarmante, como tivéssemos trabalhado em conjunto depois de treinos longos em cansativo.
Josephine suspirou fundo, olhou em meus olhos, depois nos dos vampiros, e cedeu.
— Estou ouvindo.
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Elijah recebeu as pastas das bruxas, antes presas, na casa de Fauline, ele folheou as paginas amarelas e gastas, enquanto eu deixava claro que só nos interessávamos por uma, e que as outras seriam caçadas, e entregues de volta a Josephine, um começo de uma nova aliança com a regente das bruxas, que estava um pouco mais inclinada a mostrar casualidade.
Ele tirou uma pasta, em cima da mesa, e deu a bruxa mais velha que fez uma careta ao reconhecer imediatamente o novo corpo de Rebekah.
— Eva Sinclair. — Sua voz arrastada e contida, ainda possuía certo asco. — Poderosa, jovem, e sádica. — Ela sorriu e me olhou, quase pedia com seus olhos claros, que eu entrasse na piada. Ou entendesse seu olhar. Infelizmente, eu entendi. — Se eu deixar alguém, tão formidável como Eva, nas suas mãos, eu quero alguém igualmente forte em troca.
— Vincent Griffith. — Soltei com orgulho, e com visível descaso.
Josephine apenas assentiu com a cabeça. Encaramos Elijah mutualmente.
— Considere feito. — Prometeu o vampiro Original.
Sabendo que não tínhamos mais o que fazer ali, eu fiquei de costas, aceitando meu casaco creme que Elijah segurava.
— A convido para um café da manhã, as oito, o que acha? — Perguntou Madame Larue, nos acompanhando até o lobby da entrada. Era claro que o convite era apenas para uma bruxa.
— Estarei aqui. — Garantir sorrindo educada, e ela em consideração a gentileza da falta de desvio, me ofereceu um beijo no rosto.
Fomos para fora, enquanto Elijah telefonava sem hesitar para Klaus.
— Gia, leve Bella para a casa, eu preciso ir. — Disse Elijah, quando paramos em frente ao seu carro blindado.
— Eu não sou babá... — Começou a dizer Gia, mas logo parou.
Quando Elijah, aliviado e ganhando a rodada, tocou seus lábios nos meus, e sumiu na sua velocidade antes de eu apreciar o gesto. Revirei os olhos, e dei a volta no carro, será que eu podia descansar?
— Não deveria tratar ele com esse descaso. — Aconselhou Gia, quase protetoramente irritada com meu revirar de olhos.
Se eu fosse sádica, porque acho que considerava-me jovem e poderosa, como Josephine me catalogou, usaria um feitiço para que a vampira jovem não pudesse nunca mais falar.
Todavia, apenas sorrir indiferente.
— E você não deveria ser apaixonada por ele. E mesmo assim está, não é? — Rebati sarcasticamente fria.
A garota não negou, e nem precisou, mas sua falta de constrangimento me irritou.
Entramos no carro, eu atrás, e ela na frente, e voltamos a Argel em completo silêncio.
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O sofá azul era extremamente confortável, mesmo que não combinasse, com a decoração do ambiente. Minha caixa de bombom já estava na metade, como minha taça de vinho. Eu havia feito um macarrão horas antes, e me sentia empanturrada.
A televisão de tela plana enorme, foi colocada ali na estante, e eu julguei que eu fosse a primeira a liga-la. E colocar um DVD para assistir.
A porta da frente se abriu, mas eu não tirei os olhos da TV. O filme estava quase no final, e eu sentia uma ansiedade familiar por saber logo o final. De novo.
— O que está assistindo? — Perguntou Elijah andando pela sala, eu quase podia imaginar ele pendurar seu terno no cabideiro de mogno perto da parede a oeste.
— *Fogo contra fogo. — Respondi tirando meus pés da parte de baixo do sofá, em um convite mudo para Elijah se sentar ali. Foi o que ele fez, e depois aceitou sem objeções meus pés em seu colo. — Você viu meus DVD’s? Uma coleção completa em dedicação a Al Pacino, desde do Godfather a Scarface? — Me lembrava perfeitamente bem de ter trazido minhas coisas para o casarão, mas não tive tempo de arrumar, então deixei em caixas em uma sala não utilizada no casarão.
Sentia pela primeira vez em meses a necessidade de ter minhas coisas por perto.
— Acho que estão ainda no casarão. — Lembrou Elijah pensativo também, enquanto massageava meus pés com incrível pericia.
Seu vinco entre as sobrancelhas, era irritado, mas contido.
— Aconteceu algo. — Deduzi me sentando. E dando pausa no filme na hora exata que De Niro se encontrava em seus últimos minutos.— Rebekah?
— Está com Marcel. — Ele começou a desafazer o nó da sua gravata, mas sua impaciência não ajudava. Fiquei apiedada, e me sentei a sua frente, na mesinha, quando eu mesmo desfiz o nó. Nossos joelhos se tocavam, fazendo eu ficar arrepiada na quietude momentânea. — Sempre acontece algo, não é? — Falou por falar, segurando meus pulsos que estavam prestes a se afastar do seu pescoço.
Sua presença era tão esmagadora, que me fez engoli em seco, e abaixar o olhar. Eu não queria ser fraca, não naquele momento, mas meu coração fraco me traiu. Minha boca ficou seca, e a batida do meu coração acelerada. Os dedos de Elijah puxaram meus dedos, fazendo seus próprios dedos entrelaçarem-se aos seus.
— Qual é o problema da vez? — Indaguei, desfazendo a nossa proximidade, quando fiquei abruptamente em pé. Minha voz tentava soar confiante, mas eu não era uma mentirosa tão boa com ele.
— Conversaremos sobre isso amanhã. — Prometeu ele sorrindo de lado, dando uma palmada em sua coxa, em um convite mudo como eu fiz a minutos antes.
Sua elegância, e extrema beleza, combinada aquela postura magnética, me fez travar meu maxilar, mas aceitar seu convite quase como uma garotinha buscando aconchego.
Me sentei na sua coxa, e segurei o máximo da minha camisola azul, quando levantei minhas pernas, para ficar mais confortável. Ele também era avassaladoramente sexy quando queria, e em seu silêncio, suas mãos não paravam. Enquanto uma rodeava minha cintura, a outra retirou uma mexa do meu cabelo, e parava no meu pescoço, fazendo minhas veias queimarem com seu toque.
— Sinto muito por minha frieza nesses dias. Peço desculpas. — Pediu ele altivo, como se tivesse ensaiado a frase mentalmente antes.
Ainda com os olhos abaixados, fechei minhas mãos no meu colo. Não queria o tocar e demonstrar como estava feliz pelo seu pedido de desculpas. Elijah era um Mikaelson, e não pedia desculpas se não considerasse absolutamente sincero em sua honradez distorcida.
— Deveria ser assim, o tempo todo, entre nós. — Lamentei o olhando, e deixando minha testa tocar a sua. Seus lábios rosados e naturais, tentaria uma santa. — Fidelidade, concessões... — Parei dramaticamente, e me remexi no seu colo, quando o abracei pelo pescoço. — Intimidade. — Toquei com meus dedos seu cabelo macio, quando absorvi o perfume único do seu pescoço.
— As vezes, eu acho que poderíamos fugir disso tudo... — Confidenciou ele com uma voz forte mais baixinha como se contasse um segredo que eu mal podia ouvir. — Eu poderia roubar você, só para meu próprio prazer. — Sua mão apertou minha coxa, e seus lábios mordiscaram meu ombro. Podia sentir um sorriso quente, pequeno e verdadeiro tocar minha pele. A atmosfera ferveu, e todo meu corpo saltou com uma percepção energizada, não importava quanto eu tentasse, eu não conseguia aspirar oxigênio suficiente para encher meus pulmões com aquela promessa sensual e desejosa. — E nunca mais a soltar...
Com agilidade, ele me levantou, e me colocou em frente ao seu corpo com minhas pernas abertas e minhas coxas tocando seus quadris. Eu me sentia uma boneca com os seios sensíveis e um calor anormal bem no meu núcleo mais íntimo. Levantei as mãos no alto da cabeça, e ele retirou minha camisola em um único movimento apresada, eu gemi, sabendo que aquela paixão não era unilateral pela forma como ele me devorou com os olhos em pura malicia, e como sua ereção apertada tocava minha intimidade na única peça de roupa que eu usava.
Senti seus lábios tocando os meus, com uma urgência masculina tão vigorosa que me espantou. Meu corpo saltou quase em agonia, com pulsações aceleradas, e pulsações nervosas trepidante. Um calor inflamou mais ainda meu âmago, quando me segurei da melhor forma possível pelo seu pescoço, e seu quadril com minhas pernas, quando ele ficou de pé, sorrindo de lado, pela forma entregue que estava a sua mercê. Eu era completamente sua, antes mesmo de chagamos ao quarto.
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Elijah tocava meu cabelo com doçura, enquanto eu tentava dormi, por quase uma hora não me movi da posição confortável e quente de está deitada no seu corpo nu. Então sua mão parou de se mover entre minha coluna, e meus cabelos, e ele adormeceu primeiro.
Apertei o lençol entre meus seios, e sentei-me cautelosamente ao lado de Elijah, o olhando de cima, eu podia ver seu peitoral bem esculpido, e sua tranquilidade o deixando mais novo a medida que ele se entregava ao seus próprios sonhos e relaxava. Coloquei cautelosamente meus pés no tapete áspero, e levantei passando por suas roupas jogadas ao chão. Encontrei meu robe no banheiro, e desci para tomar um copo de água, enquanto apertava-me no pano suave que estava gelado.
Eu não sabia porque não conseguia dormi, ou relaxar completamente, sentia que algo estava errado, e nem sabia o porque, apenas sentia. Passei pela casa, garantindo que não tinha ninguém além das cortinas fechadas que balançavam no vento gelado e salgado.
Um barulho na porta, tão fraco que achei que estivesse imaginando, fez eu perder uma batida no coração. Sem fazer barulho, passei pela sala, e me abracei quando abrir a porta com magia.
Os olhos negros da bruxa de pele escura parecia flamejar em um ódio descontrolado.
— Rebekah...
Antes de terminar de falar, a escuridão me tomou e fez minhas pernas fraquejarem, eu ofeguei e não sentir mais nada.
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— Bella, acorde, Bella... — A voz doce de Elijah, em um tom baixo e preocupado me fazia querer sair da minha pesada inconsciência. — Querida, por favor, abra os olhos. — O pedido agora era mais grave, enquanto uma mão gelada tocava meu rosto em uma impaciência nervosa. — Querida...
Encontrei meus olhos, que não pareciam exatamente pertencer ao meu corpo naquela moleza estranha e abrir as pálpebras lentamente, precisando me concentrar herculeamente para encarar os olhos preocupados de Elijah.
— O quê? — Ciciei sentindo minha língua áspera e minha garganta tão seca que achei que poderia está coberta de areia.
Depois puxei um pouco minha perna, e a levantei como uma ancora tentando puxar meu corpo para cima.
— Você desmaiou, vai com calma. — Pediu Elijah, ele mesmo me sentando enquanto encostava minhas costas no seu peito nu, e tocava a parte direita atrás da minha cabeça.
— Aiiii! — Resmunguei colocando eu mesmo a mão em cima da cabeça.
— Você bateu a cabeça quando deve ter caído. — Explicou Elijah não muito convicto, tocando meus lábios com seus dedos, mas quando vi seu dedão a mancha vermelha me fez franzi as sobrancelhas em uma pergunta muda. — Não sabendo se era grave, te dei um pouco do meu sangue, logo você está curada de qualquer concussão ou... — Ele me ajudou a me levantar enrolando seu braço esquerdo na minha cintura. — Algo mais grave.
Tentei fazer uma careta para a preocupação dele, mas quando ele falou sobre me dar seu sangue meu estomago embrulhou tão fortemente que minha pressão abaixou, felizmente Elijah me segurou mais fortemente em seus braços, me erguendo em seu colo para me segurar com mais facilidade.
— Eu estou bem. — Garanti apaticamente enrolando meus braços ao redor do seu pescoço.
— Acho que devo chamar um médico. — Disse Elijah andando lentamente em direção ao nosso quarto. Sua voz possuía uma emoção que me deixaria corada se eu não me sentisse fraca.
— Bobagem. — Resmunguei achando um pouco engraçado. — Só não lembro de ter caído. — A pergunta foi feita mais para min mesma. Então eu fechei meus olhos sentindo o perfume de Elijah enquanto a dor de cabeça ia embora.
Eu não me lembrava de ter caído, ou mesmo... As imagens embaçadas não faziam o menor sentido. Sentindo uma agonia crescer, eu afundei qualquer preocupação para analise posterior, e me deixei ser adulada um pouco pelo meu marido que ainda não parecia seguro de minhas condições.
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