You Set Me Free_ 2°Temporada

15 Our brothers always motivate us to act.


Notas iniciais
Olha eu aqui novamente! Fiquei embaixo das cobertas a tarde só assistindo a reprise dos episódios , espero que isso agrade aos leitores xD E espero que os leitores também me façam um agrado especial de aparecer! Sério gente cadê os leitores que sempre me motivam a escrever? Tenho que dizer que estão sumidos e isso me deixa com uma baita tristeza. Sempre é bom saber o que todos acham beleza ?! E para quem não me abandonou eu quero agradecer o carinho o apoio e todas as palavras de incentivo. Boa leitura !

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Isís

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Hayley me deixou na porta do Hotel Salt Inn luxuoso porém frio. Ou talvez fosse apenas a hora que o fazia parecer vazio demais , ela havia recebido outro telefonema e teve que partir para o Bayou. Entrei cautelosamente depois de passar pelo homem da porta que me encarou por mínimos segundos. Havia um galpão de mármore e atrás dele uma mulher batucando no teclado de um computador fino. Me aproximei preparada para dizer que estava procurando minha irmã Anabella Mikaelson , quando a mesma saiu do elevador.

– Isís aqui! – Exclamou ela como se eu não a tivesse visto em todo aquela aurela loira que brilhava na luz forte do saguão.

– Oi. – Disse tímida colocando meus dedos no bolso da saia , movendo meus pés nervosamente.

Ela ainda sorria quando se aproximou mais , e me puxou pelo ombro em direção a recepção aonde a mulher com um coque alto , grandes óculos de grau pareceu ficar atenta a nossa aproximação.

– Boa noite. – Cumprimentou Anabella e continuou antes mesmo da mulher poder responder. – Eu gostaria da chave para o quarto quinhentos e dois .

– Claro . – Disse a senhora educada. – Mas eu terei que pedir confirmação para o senhor Headley...

– Alexei Headley, é meu pai. – Informou Bella rapidamente , e a mulher pareceu ficar não só surpresa quanto encabulada quando pediu desculpas para logo disponibilizar um cartão eletrônico que devia ser a chave do tal quarto.



Entramos no elevador que logo se fechou e começou a subir , e a loira sorriu um pouco cansada , e depois me analisou dos pés a cabeça.



– Desculpe-me se estraguei sua noite. – Pediu ela realmente parecendo esta preocupada. – Mas acho que já passou da hora de temos uma conversa.

– Eu entendo completamente, e não estragou nada. – Garantir muito nervosa. Tentando buscar alguma coisa a mais para falar. – Então Headley?

– É quase um pseudônimo sabe? Vallyria não ia ficar tão bem nos documentos. – Brincou ela rindo sem graça. – Você já ouviu falar sobre as empresas Headley? – Perguntou não deixando a conversa de elevador morrer. Balancei a cabeça negativamente. – É uma empresa de construção. A maioria dos homens do coven tem cargos importantes nela. Seja arquitetos ou os mais velhos , no conselho. Papai é o coordenador geral. Seja lá o que isso signifique o faz viajar bastante.

Abrir minha boca para falar alguma coisa , mas já estávamos saindo do elevador para um corredor mais apertado , mas bem iluminado. Bella foi direto a uma porta e passou o cartão eletrônico que a abriu com um clique. As luzes se acenderam automaticamente mostrando um quarto enorme que mais parecia um apartamento pequeno por ter uma sala , e uma varanda de portas duplas.

Bella se sentou na frente de uma sofá e fez um sinal para eu também ocupar um lugar. Foi o que eu fiz , me sentando na sua frente.

– Acho que esta se perguntando como eu sei sobre … – Ela gesticulou com a mão de forma pensativa. – Nosso elo fraterno.

– Na verdade , estava me perguntando como você sabe , que eu sei . – Balbuciei encarando minhas mãos entrelaçadas no meu colo.

Bella riu sem graça antes de falar :

– Parece brincadeira , mas eu meio que vi essa conversa antes. – Se rendeu sem graça. – Magia. – Deu de ombros.

– Ah … claro. – Comecei a enrolar uma mexa do meu cabelo enquanto sentia seus olhos azuis intensos em cada gesto que eu fazia. – Ele sabe?

– Alexei? Ou melhor nossa pai? – Me emocionei com a forma que ela falou nosso pai , que até fiquei paralisada a encarando. – Sim ele sabe , na verdade Isís , ele sabe há muito tempo. – Garantiu suspirando fundo. – Mas sua mãe não permitiu que ele se aproxima-se. Espero que você não esteja com raiva dele.

– Não! – Exclamei rápido com medo dela , ou mesmo ele, pensar isso. – Eu sabia que era isso, minha mãe é muito orgulhosa para aceitar … Não ser a primeira.

– Que bom que você sabe , ele ficou preocupado. – Bella se levantou com um sorriso cansado , e se sentou na mesinha de centro a minha frente.– E ele quer te conhecer , quer te dar tudo que ele pode . Alexei é um bruxo forte e muito inteligente , mas não é muito … Sentimental a primeira vista. – Contou ela segurando minha mão. – Mas é um bom pai. Mesmo que não seja muito presente. Como agora. – Ela suspirou. – Ele precisou resolver alguns problemas e teve que viajar , mas vai voltar daqui a um ou dois dias para te conhecer . – Garantiu , mas depois franziu o rosto parecendo ter se esquecido de algo. – Claro se você quiser.

– Sim eu quero. – Sorrir feliz balançando minha cabeça positivamente.

– Que bom , porque agora você tem um pai e uma irmã , e espero que saiba …

Não deixei ela terminar , apenas a abracei forte sentindo minha garganta e olhos queimar.

– Ei garota! Não manche minha blusa. – Brincou ela quando eu funguei , mas acabei rindo em vez de chorar pela piada, quando me afastei. – E enquanto você não decide que faculdade ir Isís , seria bom que você ficasse aqui , nesse Hotel.

– Por que , eu não posso ficar com você na sua casa? – Perguntei confusa.

– Claro que pode , mas , não é muito seguro. – Contou a loira apertando minha mão. – Você já comeu? Ou quer alguma coisa? – Perguntou mudando de assunto quando se levantou.

– Não eu estou bem. – Disse vendo ela abrindo uma geladeira pequena do outro lado da sala.

– Então acho que podemos ver os quartos. – Ela se virou com uma garrafinha pequena de bebida que abriu e tomou um gole. – Porque vamos dormi aqui hoje.

Assentir com a cabeça porque realmente estava cansada.

– Já sabe que universidade você quer ir? – Perguntou Bella curiosa.

– Na verdade eu pensei em Whitmore , Carolina do Sul. – Contei sem graça enquanto ela parecia surpresa.

– Uau , medicina! – Exclamou feliz me oferecendo um pote pequeno de sorvete.



Anabella

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– E o que você queria que eu fizesse mãe? – Perguntei levando um pedaço de mamão a boca.

– Primeiramente não colocar ela aqui. – Começou ela levantando o dedo. – Segundo não forçar seu pai …

– Eu não forcei nada! Ele me pediu para colocá-la aqui , achou que não seria seguro ela ficar comigo no French Quarter. – Expliquei simplesmente sentindo o sol na brisa suave que entrava pela janela bagunçar meus cabelos.

– Ah sim , porque você pode se arriscar a morar lá. – Começou ela debochada. – Mas a filha bastarda …

Bati o meu punho fechado na mesa , chamando atenção do outros hospedes que estavam perto de nossa mesa. E fazendo ela calar a boca. Respirei fundo encarando ela duramente. E ficamos em silêncio por um tempo enquanto ela voltava a tomar seu café fingindo que ela não tinha falado nada demais.

Voltei também a salada de fruta que não pareciam tão suculentos quanto antes , e de certa forma eu deveria saber que minha mãe ia estragar meu dia que mal começou. Nem sei por que demorou tanto para eu perceber que fora uma péssima ideia tomar café da manhã com ela.

– Não existe bastardos nessa porra de família mãe. – Disse em um tom baixo e ameaçador.

– Anabella! Que palavreado é esse? – Perguntou chocada como se eu fosse ainda uma criança.

Rir de modo irônico , e revirei os olhos , afastando a cadeira para tirar o guardanapo do meu colo e jogá-lo na mesa.

– Eu já sou adulta , casada , não preciso que você me diga como falar quando eu estou irritada. – Reclamei fazendo seus olhos ficarem maiores.

– Como é que você pode ficar irritada comigo? E não com seu pai? – Questionou ligando finalmente os pontos.

– Não foi ele que quis esconder essa história de min. – Falei suspirando fundo. – Olhe mãe , me dar um tempo certo? Mas enquanto isso , trate muito bem Isís se por acaso você venha ter a decência de falar com ela.

Avisei me levantando não sabendo quando eu tinha que ser a ajuizada da família. Sim eu tinha Isís como já uma irmã , e minha mãe como a bruxa má do Oeste. Caramba qual é o problema dela em não querer me contar? Eu teria tido uma infância muito melhor se tivesse sabido que tinha uma irmã. Sair direto por uma porta dupla de vidro, deslizante, que dava num comprido pátio aberto onde havia uma enorme piscina iluminada pelos raios do sol. Havia uma fonte no meio dela, e uma formação rochosa de onde a água jorrava, e em toda volta havia plantas, árvores e arbustos de hibisco. E mesas com pessoas olhando as crianças que nadavam. Encontrei um banco alto na frente do muro e me sentei ali olhando para a paisagem alegre.

Ou o mundo era pequeno demais , ou algo estava por vim. Algo que fazia aquele sexto sentindo que eu tinha, fazer meu coração se comprimir. Infelizmente eu não tinha tanta sorte para ser algo bom.

– Com licença. – A voz suave e ao mesmo tempo forte , me fez olhar por sobre o ombro , e para cima. – O lugar ao seu lado esta ocupado?

– Não ,fique a vontade. – Disse educada arrumando meu vestido para cobrir a maior parte da minha coxa.

Eu era casada e não idiota para não sentir aquela sensação de vergonha quando um homem me olhava demasiadamente intenso. Ele era alto , muito alto , e tão músculo que fiquei na defensiva como se ele pudesse ser algum lobisomem. Mas era só um humano. Um humano de terno que tinha um sorriso branco amistoso. Estava ficando paranoica.

– Que dia lindo. – Disse ele tentando claramente puxar assunto. Sorrir sem mostrar os dentes. – Nem parece que é quase natal.

– Natal? – Perguntei claramente chocada.

– Sim , daqui a dois dias. – Respondeu rindo suavemente. – Eu também não percebo muito quando as datas comemorativas se aproximam , trabalho muito.

– Oh … Eu não percebo muito , porque sinceramente , os problemas familiares começam a me tirar o foco sabe?! – Disse colocando um cotovelo no muro enquanto massageava minha nuca. Já era quase natal? Eu não podia acreditar.

– Se sei , infelizmente não escolhemos nossa família. – Filosofou sincero também olhando para a piscina. – Mas não deixe se abater por problemas nessa época do ano , acredite não vale a pena. Principalmente para alguém tão bonita e tão jovem , se me permite dizer. – Ele sorriu mais abertamente agora sim claramente dando em cima de min.

Rir sem graça sentindo meu rosto esquentar.

– O problema não é me abater. – Disse em tom explicativo para ele saber que eu não era uma garotinha que fingia ter problemas. – O problema é , como eu posso sorrir , sair em busca de presentes , quando minha família esta contando comigo. Não seria egoísmo da minha parte …

– Ser feliz. – Concluiu ele como se também passa-se por algo semelhante. – Parece que carrega o mundo nas costas senhorita. – Concluiu ele se aproximando , quando virou o banco giratório em minha direção.

– Na verdade , é senhora. – Mãos fortes seguraram meu ombro , assim como a presença esmagadora dele me seguraram no lugar fazendo eu ficar paralisada.

Levantei a cabeça tapadamente forçando meu pescoço ,vendo Elijah sorrindo estranhamente para o desconhecido na minha frente.

– Oh. – O desconhecido agora olhou para minha mão e se levantou rapidamente. – Acho melhor eu ir indo.

– Concordo. – Disse Elijah em uma voz que demonstrava irritação sombria.

Sentir , como o homem deve ter sentindo , um arrepio frio subir pela minha espinha. Um arrepio de puro medo. Olhei para aonde o desconhecido saiu , as portas duplas para o salão de refeição e quando ele já estava longe eu é que me levantei tirando as mãos do vampiro do meu ombro.

– O que você pensa que está fazendo? – Questionei dando um passo para trás.

Elijah arrumou sua gravata que já estava perfeitamente bem alinhada. E me olhou sério.

– Poderia te perguntar o mesmo , mas acho que era claro …

– Claro o quê? Que eu preciso de alguém pra desabafar que escolhi o primeiro estranho , que devo dizer que nem sei o nome. – Levantei meu dedo em riste. – Para contar um pouco o quanto estou farta de não ter tempo para min? – Concluir rápido cruzando meus braços , para poder acreditar que ele estava enciumado e não qualquer outra coisa que fazia eu ter medo dele.

Ele me analisou por um tempo , talvez calculando minhas verdades , e depois sorriu tão charmosamente que eu deixei meus olhos semiabertos em dúvida se era ele mesmo que me dava aquele sorriso.

– Então acho que você não vai querer saber o motivo que me trouxe aqui. – Concluiu por si só. – Já que não se sentiu inclinada a voltar para a casa. – Acusou fazendo eu me sentir com vergonha.

Olhei para o chão com receio e mordi meus lábios quando voltei o olhar para ele.

– Eu sinto por isso … Espere! – Exclamei ficando com raiva do nada. – Achei que você não se importa-se , já que tecnicamente estamos dando um... – Levantei as mãos no ar e fiz aspas quando falei. – “Tempo”.

– Anabella , não seja dramática. – Pediu ele sério dando a volta no banco para se aproximar. – Se eu não me importa-se com você , porque acha que estou querendo me afastar quando estou tendo … – Ele olhou para o outro lado evitando meu olhos , quando buscava como definir seu estado. – Dificuldades com o que Esther fez comigo.

– Querido, você tem mais de mil anos e ainda não aprendeu... – Lamentei balançando negativamente minha cabeça. – Que não afastamos as pessoas que nos amam quando precisamos de apoio?!

– Eu não preciso de apoio. – Negou severamente quando pareceu que minhas palavras o tocaram. – Preciso que você fique bem , e demonstro tanto que estou disposto a me afastar se isso for o melhor pra você.

Abaixei a cabeça pensando nas suas palavras.

– Ou talvez você só tenha medo que eu descubra o que lhe aflige de verdade. – Mordi meus lábios com receio de ter tocado em um assunto realmente sensível. – Independente do que sua mãe fez , você está estável , e frio … Não parece o mesmo. – Confessei em um sussurro lamentoso me sentindo muito triste por parecer que eu não podia fazer alguma coisa para mudar sua situação. – Esta tentando me afastar me magoando? Por que obviamente isso não esta dando certo.

Seu olhar voltou a ficar vazio encarando o nada. Ou talvez se afundando em lembranças dentro da sua mente.

– Você merece alguém que se preocupa com você de todas as formas possíveis. – Confessou de modo insistente , como se quisesse que eu aceita-se logo aquilo. – E não alguém que precise ser colocado na sua lista de preocupação.

Aquelas palavras tocaram meus sentimentos conflituosos. Sim , parecia que ele estava certo, mas eu não conseguia aceitar não me preocupar com ele.

– Você tem sido por mil anos o ombro em que sua família se apoia … – Engolir em seco , olhando suas mãos fechadas ao lado do seu corpo , e muito lentamente , segurei suas mãos sentindo seus dedos entrelaçando-se quase inconscientemente aos meus. – Me deixe ser o seu. – Pedi encarando seu rosto surpreso, emocionado e atordoado. – E se eu achar que devo me afastar , eu vou , mas não pelo meu bem , mas pelo seu.

Prometi sentindo seu corpo se aproximar do meu , meu coração saltou mais rápido de puro desejo de sentir seu perfume mais perto. Uma das suas mãos subiram por meu ombro e envolveram minha nuca , me trazendo , como se eu fosse uma boneca sem vontade para tão perto dele que nossas testas ficaram grudadas. Eu não precisava ter vontade , se estava perto dele daquela forma. Pensei saboreando seu perfume.

– Por que você tem que ser desse jeito? – Perguntou calmo falando consigo mesmo , seu hálito quente tocou o meu me fazendo salivar. – Por que não pode aceitar que eu não sou bom pra você e se afastar?

Ele parecia com dor em dizer aquelas palavras , seus olhos estavam fechados duramente, e assim como eu , ele respirava mais rápido.

– Porque eu sou sua mulher. A única pessoa , a única coisa … – Respirei fundo sentindo falta de oxigênio quando seu dedão começou a fazer círculos na lateral da minha bochecha. – Que é completamente sua.

Tive tempo de passar a língua nos meus lábios antes de sentir o seus cobrirem os meus com força. Abrir minha boca sentindo sua língua macia tocar a minha , fazendo cada poro do meu corpo se arrepiar e ansiar por mais. Suas mãos , ambas de cada lado do meu rosto , me puxava para mais perto. Minhas mãos desceram até sua cintura e inconscientemente o puxaram mais para o meu corpo. Eu sentia , mesmo por sobre nossos roupas cada músculo do seu corpo se moldando ao meu.

Ele se afastou e eu respirei necessitando de mais de ar. Achei que ele fosse me beijar novamente , mas seu queixo se apoiou no meu ombro enquanto seu nariz gelado tocava minha clavícula e seus lábios sugavam a pele dali de modo sexy , como se experimentasse o gosto da minha pele , me fazendo tremer.

Tão perto do seu pescoço , tão perto da camisa branca eu pude ver uma mancha vermelha sua pele.



– Você se machucou? – Perguntei sem me conter o fazendo se afastar para saber do que eu falava.

Ele tocou seu pescoço rapidamente e tirou um dedo manchado dali.

– Finn , não se conteve em me provocar no café da manhã. – Contou simplesmente dando um passo para trás enquanto tirava um lenço branco e imaculado do bolso para limpar a mancha. – Falando nisso eu preciso ir.

– Pra onde? – Questionei sentindo o peso de suas palavras me deixarem nervosa. Ele precisava ir para longe de min?

Elijah olhou para os lados e depois me puxou pela mão para a parede a nossa direita que era coberta por um véu escuro de plantas no teto.

– Esther encontrou Rebekah , e ela esta fugindo com Hope. – A urgência de suas palavras fizeram meu coração bombar novamente mais rápido. Só que agora não era muito bom a sensação.– Eu prometi a Niklaus ir ao encontro da nossa irmã, e fazer o que for possível para garantir a segurança de Hope.

– Mas por que ele mesmo não vai? Ou Hayley? – Perguntei não deixando de notar uma falha no plano.

Elijah suspirou fundo com os olhos fechados.

– Eu poderia te explicar mas não tenho mais tempo. – Disse ele voltando aquela seriedade mórbida que me incomodava. – Vim ver se você quer , e pode ir comigo?!

– Claro que sim , apenas … – Pedi o fio de conversa quando alguns jovens passaram pelas portas e foram em direção a piscina. – Preciso pegar alguma roupa ou … – Balbuciei.

– Eu já peguei , esta no carro , vamos. – Ele enlaçou minha cintura com sua mão e seu braço envolveu meu corpo para me guiar para fora.

Ótimo , não estávamos cem por cento bem , mas estávamos melhor que o dia anterior. Agora só bastava que não enfrentássemos uma guerra contra a mãe do ano Esther , que já estava me dando nos nervos.

Notas finais
Look da Bella feito pela Escritora Nova : http://www.polyvore.com/anabella/set?id=162239528