You Are My Dream

36 Capítulo 36 - Um filho? não pode ser!


[...]
- Chegamos. Chaz me cutucou. Abri meus olhos e olhei em volta.
- af Chaz! — não queria vir pro hospital. bufei.
- precisa ver isso branquinha. — o que eu disse? — que se repitisse, viriamos pro hospital.
- af. revirei os olhos saindo do carro.
Fomos pra emergencia e não demorou muito o médico nos atendeu.
- o você tem moça? entrelaçou os dedos colocando-os sobre a mesa me olhando.
- nada. suspirei.
- ela teve uma tonturas, desmaios, e vômitos. Chaz se intrometeu, Bufei.
- isso parece muita coisa. riu olhando pra mim.
- é grave doutor? Chaz estava sério, mais do que o normal. Nunca tinha visto assim.
- Não. — provavelmente não. sorriu. — vamos fazer uns exames e ver o que ela realmente tem.
- ta vendo Chaz. — nem precisava vir.
- acho que precisava. o doutor riu. — vamos? se levantou indo até a porta abrindo a mesma, pediu para que nós o seguisse.
[...]
- Pronto Chaz! — acabei os exames. revirei os olhos.
- ah branquinha. — é necessário. fez bico. — fico preocupado com você.
- é que eu odeio médico, hospital, essas coisas... fiz careta.
- já. — já, iremos embora. sorriu passando a mão em minha cabeça, enquanto esperavamos na recepção o doutor com os resultados... Ele pediu para que fizessem o meu na hora, não sei bem porque.
" deve ser porque eu sou ex do Justin Bieber" suspirei, e deixei uma lágrima cair, a limpei rápidamente, sem que Chaz visse.
- Taylor! — venha aqui. o doutor apareceu sorrindo. Me asssustei com o sorriso dele, mas deve ser porque eu não tenho nada e estava certa o tempo inteiro. Sorri vitoriosa e fui até a sala dele abraçada ao Chaz.
- e ai doutor? Chaz o fitou apreensivo assim que sentamos a mesa.
- Já sei o que ela tem e não é grave. — pelo contrário. — acho que é muito bom. sorriu.
- fala logo doutor. sorri nervosa.
- Parabéns ao casal. bateu palmas. — Taylor está gravida.
- O QUE? Chaz e eu dissemos em coro.
- Não. — não pode ser... — isso não está acontecendo. Lágrimas começavam a nascer, prontas para transbordar de meus olhos.
- não está feliz? o sorriso do doutor se desfez. — pensei que como um casal...
- Não somo um casal doutor. o cortei.
- mas eu pensei que...
- Não. o cortei de novo. suspirei. — Como deve saber eu namorei com o Justin.
- Justin Bieber? arregalou os olhos.
- sim. suspirei. — mas nós terminamos...
- esse filho é dele?
- NÃO. gritei.
- não entendo. o doutor me olhou confuso, assim como o Chaz.
- haaam... — me desculpe. — estou nervosa. sorri de lado, me levantando. sentia minhas pernas bambas, e minhas mãos tremulas. Mas conseguia andar.
" Se ele souber que eu estou grávida do Justin, contará pra todo mundo, não quero isso" suspirei. " vão pensar que eu sou interresseira ou coisa do tipo e que só quero prender o Justin".
Sai correndo dali com o Chaz vindo atrás de mim, sai do hospital a comecei a andar, passei pelo estacionamento. Até chegar na rua, começando a andar na calçada de cabeça baixa. Comecei a sentir coisas que pareciam ser flexes...
" Não acredito" bufei, andando mais depressa pra sair do meio daquele povo.
- me deixem. resmunguei. Chaz parou com seu carro perto da onde eu estava então corri pra lá. Entrei no carro batendo a porta. Coloquei o sinto de segurança e Chaz deu a partida.
- o que pensou?
- o que? o olhei.
- quando saiu correndo de lá daquele jeito.
- nada Chaz... abaixei a cabeça.
- esse filho é do Justin não é?
- Não.
- É de quem?
- esse filho não existe Chaz. — nem vai existir.
- ah não Taylor. — não vai me dizer que está pensando em tirar esse filho?
- é necessário... — vai me trazer muitos problemas.
- Taylor é uma vida. — uma pequena vidinha.
- mas o Justin...
- PARA DE PENSAR NELE. — QUE DROGA! gritou estacionando o carro. — Pensei em você e nesse filho. apontou pra minha barriga.
- não vou conseguir Chaz. — tem minha carreira... e além do mais, não quero Justin em minha vida, não quero.
- mas ele não vai precisar saber que esse filho é dele.
- ah, legal Chaz. — e de quem mais seria? O fitei, e ele permaneceu em silencio, parecendo pensar...
- Eu vou ser o pai dessa criança.
- o que?
- claro que se você quiser. — Taylor... colocou sua mão em meu rosto o acariciando. — eu AMO você, será que nunca se tocou?- eu me importo com você, sempre me importei. — des da primeira vez que eu te vi naquela praia lá no Brasil... — eu sou apaixonado por você. — me deixa te ajudar... — me deixa cuidar dessa criança com você.
- Chaz... — e-e-eu — eu não sei. suspirei.
- Taylor. — pelo amor de Deus! -pensa nessa criança.
- mas eu ainda AMO O JUSTIN!
- é por isso que não quer aceitar que eu seja pai dessa criança?
- não. — não foi isso que quis dizer.
- tudo bem Taylor. — mas não temos que virar um casal pra sermos pais dessa crianças. sorriu. — podemos ser amigos, e cuidar desse bebê dando todo amor e carinho que ele precisa. — prometo fazer de tudo pra te ajudar... — cuidarei dele pra você, ai assim você pode continuar sua carreira.
- você é um anjo mesmo Chaz. o abracei. — obrigada. deixei uma lágrima cair. Me afastei dele limpando-a.
- Não chore. — eu estou com você. sorriu.
- obrigada. — obrigada mesmo Chaz.
- de nada. — agora temos que ver uma casa adequada. ligou o carro.
- ham?
- não quer criar essa criança naquele hotel. — ou quer? riu dando a partida.
- não. — ah, sei lá. ri.
- quer ligar pra sau mãe?
- melhor pedir pra ele vir pra cá. — não quero dar uma noticia dessas por telefone.
- concordo. sorriu.

Disquei o número da minha mãe e depois de três toques ela atendeu.
- Oi filha, que saudades!
- ham... — senti saudades também. suspirei.
- aconteceu alguma coisa Taylor?
- aconteceu. olhei pro Chaz que prestava atenção na estrada. — mas não se preocupe eu estou bem.
- o que aconteceu?
- prefiro te contar pessoalmente... — será que tem como vir pra cá?
- OLHA UMA CASA PRA VENDER! Chaz gritou apontando pra um casa realmente linda, enorme e perfeita. Parou o carro em frente a mesma, saindo do carro logo depois.
- tem como sim. — quem gritou ai? — e está procurando casas pra vender? — Taylor o que está acontecendo?
- calma mãe. — assim que vier aqui te explico tudo. — agora tenho que desligar. Desliguei o celular sem esperar a resposta dela, sai do carro e fui ao encontro de Chaz!
- ficou maluco? dei um tapa nas costas dele rindo logo depois.
- ai Taylor. resmungou. — porque fez isso?
- pelo simples fato de você ter gritado, fazendo minha mãe me encher de perguntas.
- relaxa ai branquinha. falou enquando discava alguma coisa no seu celular.
- o que está fazendo ai?
- comprando a casa. riu.
- Chaz nós nem a olhamos.
- ai, ta bom! revirou os olhos. Mexendo no celular logo depois o levando até a orelha.
- Oi! — aqui é o Chaz Somers, e fiquei interessado na sua casa. — será que tem como eu ve-la? — de preferencia agora.
- ......
- entendo. — mas como eu consigo as chaves?
- .....
- ok. — muito obrigado.
- Prontinho. guardou o celular no bolso me olhando.
- o que fez?
- não queria ver a casa? sorriu começando a andar.
- aonde vai?
- chega de perguntas Taylor. — tá ficado chato isso. riu e foi até uma casa. Apertou a campainha.
- o que vamos fazer aqui? — não é aquela casa que vamos ver?
- se não calar a boca. — eu mesmo vou calar. chegou ráídamente perto de mim, me fazendo perder o fôlego. Suspirei e me afastei dele.