You Are My Dream

37 Capítulo 37 - Casa nova


- Sim? uma senhora de idade apareceu na porta.
- queria a chave da casa. — sou Chaz Somers.
- ah. — tudo bem. entrou em casa novamente.
- aqui está. entregou a chave ao Chaz.
- daqui a pouco eu venho devolver. sorriu
- espero que não.
- ham? olhei pra ela.
- seria bom ter vocês como visinhos.
- obrigada. sorri corando.
[...]
- Chaz, é linda. olhava maravilhada em volta, a casa era grande, mas não tanto. Já estava toda mobiliada, e por incrivel que pareça tudo ali me agradava.
- eu já sabia que era.
- como sabia? levantei uma das sombrancelhas o olhando.
- sei das coisas.
- pura sorte. ri dele indo até uma porta que dava pro lado de fora da casa.
Me deparando com uma piscina, com churrasqueira e tudo mais.
- wow. — gostei daqui. riu se jogando em um puff que tinha ali.
- levanta dai garoto. — ainda não compramos a casa.
- então quer dizer que quer comprar? sorriu de orelha a orelha me olhando.
- gostei do local, dos visinhos, da mobilia, da casa.
- então é nossa. me pegou no colo.
- Chaz, mas como vamos comprar eu...
- tenho minhas economias, e Robert vai nos ajudar.
- sabe de tudo mesmo em. dei um beijo no nariz dele.
- claro que sei. me colocou o chão.
- vem vamos. puxei ele pela mão.
- não quer conhecer o quarto principal.
- Chaz! corei.
- calma braquinha. — é que ainda não vimos. riu.
- tem quantos quartos aqui?
- tres.
- um pro neném, um pra você e um pra mim. — perfeito, não? sorriu enquanto subiamos as escadas.
- mas eu pensei que...
- que o que? me olhou mordendo o lábio.
- nada.. corei, balançando a cabeça entrando em um dos quartos.
- no que pensou? puxou meu corpo fazendo chocar contra o dele.
- nada Chaz! abaixei a cabeça.
- que dormiriamos juntos? — é isso?
- é. corei o olhando.
- Taylor. — não vou fazer nada que você não queria. passou a mão entre meus fios loiros.
- ham... — vamos ver o resto dos quartos. sorri saindo de perto dele.
- vamos. suspirou.

Ficamos ali um bom tempo vendo a casa, eu estava maravilhada com aquilo. Querendo me mudar pra ali amanhã mesmo.
- Aqui a chave senhora. Chaz entregou a chave pra mesma senhora.
- e o que acharam? sorriu.
- eu amei.
- então vão comprar?
- vamos. Chaz sorriu me abraçando de lado.
- fico feliz pelo casal. — acabaram de se casar? — felicidades. sorriu.
- hamm... nos entre olhamos. — não somos um casal. fiz careta.
- não? — sinto tanta quimica entre vocês.
- pois é. Chaz disse sorrindo me olhando, desviei o olhar.
- se vão comprar. — podem vir pra cá amanhã mesmo.
- mas já? arregalei meus olhos a olhando.
- claro. sorriu. — essa casa é do meu filho. — ele está pra vender há algum tempo, mas não gostamos de ninguem que vem a ver... — mas vocês dois... — sei que vão cuidar muito bem dessa casa.
- me sinto honrada. sorri fazendo reverencia.
- então está combinado. — podem vir amanhã mesmo que depois acertamos esses negocios dos papeis e tudo mais.
- obrigada. sorri.
- nada. sorriu. Nos despedimos da pequena senhora de cabelos grizalhos, e fomos embora. Rumo ao apartamento.
- simpatica senhora. sorri enquanto Chaz dava partida com seu carro.
- também achei.
- temos que arrumar bastante coisas pra amanhã.
- verdade. — ai vamos, viver nossas vidas, tranquilos. — e sua familia pode passar um tempo aqui conosco.
- seria incrivel. sorri.
- e vai ser bom pra criança. — tem espaço, tem tudo que uma crianças precisa.
- verdade.
- você não sabe o quanto feliz estou.
- por que motivo?
- por ser pai horas. riu.
- aw seu fofo. mordi a bochecha dele.
- Branquinha, quando eu estou dirigindo não. resmungou.
- se continuar reclamando, faço coisa pior.
- coitada. — olha que eu te bato em.
- não se bate em uma mulher. — muito menos em uma mulher gestante. mostrei lingua.
- não irei bater. sorriu malicioso, sem me olhar.
Balancei a cabeça negativamente, encostando minha cabeça na janela, fitando a rua.