Notas iniciais
Hey, monsters... I'm back! Sim, após cinco semanas sem atualizar, eu estou de volta! E, para me redimir, eu trouxe uma limonada gostosinha pra vocês, então não matem a tia... Ao invés disso, desfrutem, ok? O próximo capítulo será o último, bubu. Mas eu tenho outra fanfic desse mesmo couple em andamento e assim que sobrar um tempinho, eu postarei! *palmas* Enfim... Boa leitura e: COMENTEM.

Flashback: ON.

"Takafumi suspirou em alívio.

— Na verdade, se não fosse por ela, eu provavelmente não estaria aqui agora. Ela definitivamente puxou a teimosia da mãe.

— Eu não sei nada sobre isso, mas tenho certeza de que a teimosia dela deriva de você!

Eles se entreolharam e simultaneamente caíram na gargalhada."

Flashback: OF.

— Eu acho que esta é mais uma competição entre você e Hiyori, hn? – Kirishima riu-se ao ver a expressão incrédula de Yokozawa.

— Huh, eu!? Você é muito mais teimoso do que eu, por isso é entre você e a sua filha!

— Falou o tsundere! Se eu não tivesse aparecido aqui, nós ainda estaríamos nessa luta estúpida.

— Isso não é verdade! Eu havia decidido que iria encontrá-lo e pedir desculpas logo após o banho, mas então você apareceu e de repente estamos debatendo sobre isso...

Quando os olhos de Zen arredondaram-se em surpresa, o rosto de Takafumi brilhou em escarlate. Percebendo o que tinha acabado de dizer, ele rapidamente se levantou da cadeira e entrou ainda mais para a cozinha, de costas para Zen, evitando mais constrangimento.

— É sério? Você, "O grande urso-tsundere", que tem mais orgulho do que um leão, estava pensando em tomar providências?

— Pare de me chamar assim! Um homem de verdade deve assumir a responsabilidade quando faz algo e está errado, então eu ia fazer exatamente isso.

Sem perceber que Zen o tinha seguido até a cozinha, Takafumi saltou ao ter os braços longos e magros do homem envoltos firmemente em torno de seu peito, prendendo seus braços para as laterais de seu corpo.

— O que você está fazendo? Me solte!

Ele tentou lutar para libertar seus braços, mas foi inútil. Zen era mais alto e consequentemente mais forte do que ele, então Takafumi via-se preso naqueles braços que não pareciam estar dispostos a soltá-lo tão cedo, fazendo-o rosnar em suposto desgosto.

— Hey, você está surdo? Eu disse para você me soltar!

O mais velho apoiou o queixo sobre o ombro de seu amante, falando baixinho junto ao seu ouvido:

— Você realmente acha que eu vou deixar você ir depois de uma pequena confissão? Hah, não mesmo!

Ele lambeu toda a extensão do pescoço de Takafumi, enviando um arrepio à espinha do mesmo, fazendo com que os cabelos em sua nuca ficassem em pé.

— Waah, você realmente estava com pressa para me ver, certo? Eu posso sentir o gosto do sabonete em sua pele, o que faz-me pensar que não enxaguou o corpo corretamente...

Zen respirou fundo e o cheiro de coco que a pele recém lavada do outro emanava, infiltrou-se em suas narinas, fazendo seu coração disparar em emoção. Takafumi engasgou quando sentiu novamente a língua alheia tocar-lhe a pele indo um pouco mais longe agora, mordendo-a. Sua reação, como era de se esperar, não passou despercebida por Zen, que riu em tom baixo.

— Só estava provando... Gostaria de saber se o seu gosto era tão gostoso quanto o seu aroma.

— Você é um idiota? Não me morda, porra!

Takafumi suspirou pesadamente para logo após cravar suas unhas nos braços do outro, pondo-se a arranhá-los com força até que estes o soltassem. Zen repetiu xingamentos em tom quase inaudível enquanto tocava suavemente a área sensível; Takafumi fazia o mesmo sobre o local onde havia sido mordido. Usando o vidro da porta de seu microondas como espelho, ele virou levemente a cabeça para o lado, examinando o local inchado que já alcançava um tom arroxado.

— Você me marcou! Bastardo! Como, diabos, conseguirei cobrir isso para amanhã?

— Eu não sei. Apenas enrole um lenço ao redor do pescoço ou algo do gênero... Na verdade, eu acho que a Hiyori deve ter algum tipo de maquiagem que pode ajudar a esconder, você pode usar...

Os lábios de Zen voltaram para a área machucada do pescoço do outro, sugando a pele dolorida um pouco mais. Takafumi fechou sua mão num punho, acertando a cabeça do homem, fazendo-o soltá-lo e tropeçar, caindo sentado na cadeira.

— Hey, o que foi isso?

— Você está piorando as coisas!

— Então vou apenas dar-lhe mais alguns destes, ok?

Takafumi olhou ao redor, agarrando a coisa mais próxima de si que pode encontrar e o apontou para o homem que se aproximava cada vez mais.

— Oh, não, uma panela! Minha primeira e única fraqueza! – Zen deu uma curta gargalhada para após olhar Takafumi com uma expressão rígida. – Pare de brincar e deixe-me beijá-lo... Já!

Não foi preciso muito esforço. Zen deu um passo a frente, agarrando o braço que insistia em ameaça-lo com uma panela, puxando-o para baixo enquanto trazia Takafumi à seu encontro, fazendo-o tropeçar e cair em seus braços.

— Pare já com isso, seu bastar–

Os lábios de Zen apreenderam os de Takafumi, calando-os de imediato, beijando-os. Sua língua deslizava facilmente pelo interior da boca de Takafumi, levando-o a suspirar e dar curtos gemidos em seus intervalos, até que a panela que ele mantinha em mãos, caiu de encontro ao chão fazendo um estardalhaço. Zen sorriu ao encerrar o beijo, abraçando seu amante.

— Os meus beijos são realmente tão bons?

Os olhos de Takafumi logo recuperaram o foco, fazendo o homem cair em si e perceber que estava completamente encostado no outro, apoiando-se em seu peito já que suas pernas – por um instante – enfraqueceram. Sua face não podia estar mais corada!

— É-é claro que não! Eu apenas me senti fraco, tonto, tudo porque fiquei no banho quente durante muito tempo!

— Entendo. Mas sempre que estamos assim, tão perto, eu sinto seus joelhos tremerem. E, aqui em baixo, – Zen moveu levemente seu quadril contra o de Takafumi, fazendo com que suas ereções se roçassem, arrancando ofegos do outro – também responde muito bem.

— Ngh! P-pare, idiota!

— Seu corpo está me dizendo o contrário.

Zen puxou Takafumi para outro beijo, cambaleando para trás com ele até que saíssem da cozinha. Sem jeito, passaram pela sala de estar, não tardando a adentrar o quarto. Takafumi teve seu corpo cuidadosamente deitado sobre a cama enquanto os lábios do outro recusavam-se a quebrar aquele beijo profundo. O peso caloroso sobre ele trazia-lhe uma sensação de conforto, por mais que ele estivesse envergonhado com tudo aquilo. Devido a extensão do beijo, faltou-lhes o ar. Takafumi engasgou e todo o seu rosto corou num vermelho escuro com Zen pairando sobre ele. Uma das mãos do mais velho escorregou para as calças de Takafumi, por trás, massageando a área dos quadris, fazendo-o estremecer em antecipação.

— E-espere! E sobre Hiyori? Ela não é sozinha em casa!?

Zen sorriu de cima para baixo.

— Não. Ela pediu para ficar na casa de uma amiga. – Houve uma pequena pausa e logo Zen prosseguiu. – Me desculpe, mas você não poderá usar isso como pretexto desta vez. Você é todo meu durante as próximas duas horas, gostando ou não.

— Eu não estava usando isso como desculpa!

Zen rapidamente selou os lábios de seu amante. Seus dedos ágeis desabotoaram com facilidade a calça de Takafumi, deslizando-a por suas pernas juntamente com sua peça íntima enquanto ele descia um pouco mais sobre seu corpo. Então, o mais velho segurou o pênis do outro em suas mãos, sentindo-o pulsar enquanto mantinha seus olhos fixos nele, fazendo Takafumi se sentir desconfortável.

— O-o que você está fazendo? Pare de olhar para ele, você está me assustando!

— Tem alguém realmente entusiasmado esta manhã!

Takafumi virou a cabeça, tentando esconder o rosto corado.

— Se você não irá fazê-lo, me largue!

— Oh, desculpe! Pois bem... Itadakimasu*!

De uma só vez, Zen engoliu a glande de Takafumi, enrolando a língua ao redor da mesma, abocanhando-o um pouco mais enquanto observava a forma como o outro contorcia-se em êxtase.

— Sente-se bem?

— O que... Q-que tipo de pergunta é essa?

Tomando-o novamente em sua boca, Zen gemeu de dor quando Takafumi moveu as pernas, chutando-o. Então roçou os dentes na região sensível do pênis do outro quando o puxou para fora, arrancando um grito abafado de dor de Takafumi, que tremeu diante da sensação de ardor.

— Que porra, não me morda! – Advertiu o moreno.

— Você foi o único que decidiu me chutar nos rins!

— Isso é bem feito pra você! Quem manda ficar dizendo coisas desnecessárias nesse tipo de situação?

Zen estreitou os olhos, sussurrando para Takafumi:

— Tudo bem, você venceu! Eu pensei que talvez poderia ser gentil, mas eu acho que você está pronto para ir até o fim. – Ele puxou para baixo a sua própria calça e boxer antes de segurar as mãos de Takafumi, observando como ele se contorcia em baixo de si.

— Pare com isso, seu pervertido de merda! Saia de cima de mim!

Inclinando-se, Zen plantou outro beijo sobre os lábios de Takafumi, fazendo com que seu corpo começasse a relaxar, dando os primeiros sinais de desistência. Cada beijo parecia drenar a energia de Takafumi, fazendo-o perder sua força, tornando ainda mais difícil resistir àquelas investidas. Incapaz de se mover com o corpo do outro inclinado sobre ele, suas pernas se estenderam e Zen aproveitou a deixa para alinhar seu pênis entre as nádegas fartas do outro, empurrando-se contra ele. Os olhos de Takafumi arregalaram-se ao sentir Zen adentrando-o sem qualquer tipo de preparação e aviso, arrancando-lhe um urro de dor.

— Pare, dói! Tire-o!

— A-ah! Apenas... Aguente isso.

O interior de Takafumi apertava fortemente o pênis de Zen, tornando quase impossível para ele penetrá-lo mais fundo.

— Você é muito apertado! Relaxe... Solte-se um pouco.

— E... De quem é a culpa?

Zen alcançou o pênis do outro, começando a masturbá-lo numa tentativa de incentivar seu corpo a relaxar. Takafumi gemeu quando os movimentos daquela mão se tornaram mais intensos e rápidos. Seu corpo começou a tremer e ceder, liberando o pênis de Zen que continuou a penetrá-lo, até finalmente entrar por inteiro em seu interior.

— Veja, não foi tão ruim agora, não é?

Takafumi estava prestes a abrir a boca para respondê-lo quando Zen retirou boa parte de seu pênis, para após inseri-lo de uma vez só, chegando fundo no interior de seu amante e roubando-lhe um gemido alto. Takafumi, por sua vez, rolou para o lado ofegante, sentindo uma mescla de dor e prazer percorrer pelo seu corpo. Foi então que voltou seus olhos para Zen que tinham os seus, fechados, enquanto mordia o lábio inferior. Zen suspirou enquanto sentia o calor de Takafumi a envolvê-lo.

— Ahh, droga! Você é tão quente...

— Pa-pare de dizer merdas.

Zen sorriu em provocação, segurando uma das pernas de Takafumi para após lambê-la, mostrando suas presas ao outro.

— Diz isso mas eu sei que você ama a minha conversa suja!

— Quem disse?

Mais uma vez, Zen deslizou-se lentamente para fora do outro.

— O seu corpo... Sempre que digo coisas assim, você me aperta! Por qual outra razão você acha que eu diria essas coisas?

— Porque você é um pervertido, droga!

Os lábios de Zen curvaram-se e então ele os lambeu antes de enterrar-se novamente em Takafumi sem aviso prévio.

Touché*! – Declarou.

Takafumi urrou quando o pênis de Zen atingiu-lhe a próstata repetidamente. O coração de ambos começaram a disputar batimentos, praticamente no mesmo ritmo enquanto eles podiam sentir o acúmulo de seus ápices. Zen grunhia em cima e Takafumi gemia descompassadamente abaixo. E assim, o quarto preenchia-se de sons obscenos enquanto o juízo de ambos escapava pela tangente.

— Ah... Merda! Posso gozar dentro?

Takafumi contraiu-se fazendo Zen gemer, então pode sentir seu rosto queimar ao perceber que – como o outro havia dito –, de fato, seu corpo reagia diante daquele tipo de palavreado.

— Eu lhe disse para parar de dizer merdas como essa–Ahh!

Seus olhos se arregalaram ao ser surpreendido pelos dedos do outro a provocar-lhe a glande que já estava completamente molhada com seu pré-gozo. Sua cabeça parecia girar e ele sentia seu corpo estranho enquanto Zen continuava a estocar dentro de si, batendo contra sua próstata de novo e de novo, fazendo com que uma sensação insuportável o preenchesse. Então, sem aviso prévio, Takafumi se desfez.

— Eu... Eu também! – Avisou Zen.

— Não, não dentro!

Zen gemeu, desfazendo-se dentro de Takafumi mesmo que este sempre contestasse. Suas mãos apertaram-se ao redor do pênis e da perna de Takafumi antes de retirar-se por completo, deixando o corpo cair sobre a cama. Sua mão havia deixado uma impressão de cinco dedos bem avermelhados sobre a pele alva do outro. Takafumi ainda sentia o corpo sensível, principalmente da cintura para baixo, e não conseguia parar de ofegar enquanto tentava recuperar o fôlego. Seus olhos estavam quase cedendo em exaustão, mas ele ainda fez um último esforço para aproximar-se de Zen e olhá-lo mais de perto.

— H-hey... Você está bem? – Indagou com voz fraca, mas ainda assim, preocupada. Era raro ter um Kirishima calado numa situação em que havia brechas suficientes para irritar Yokozawa.

— Nunca estive melhor!

A resposta de Zen caiu-lhe como uma benção e logo uma onda de alegria repentina preencheu o coração do tsundere. Momentos como estes ficavam eternizados em seu coração.

{Continua...}

Notas finais
É isso, bebezos. Comentem! Acredito que não era necessário colocar a tradução de "Itadakimasu" porque é uma daquelas expressões clichês que encontramos em toda esquina - RISOS. Mas, só pra constar: É uma expressão usada antes das refeições. A tradução se aproxima de "Eu vou comer bem" ou "Obrigado pela refeição". Já "Touché", - nosso outro asterisco - vem do francês "Tocado". Na esgrima (luta com espadas), é usado como reconhecimento de um golpe. - Beijos. :3