Yes, My Lady.

24 Capítulo XXIV - As circunstâncias estavam tão óbvias


Notas iniciais
Err... ~foge das pedras~ OMG ~foge dos canivetes e enfia a cara em um buraco, like a avestruz~ Então... Vocês devem estar putas comigo, de novo. Quanto tempo eu não posto? Espero que não tenham esquecido de Yes, my Lady. Nem respondi ainda os seus comentários. (Viic, seu comentário é divo, ri muito com ele AHEUHAUHERUHAUHEUHA Amei ele, só não respondi ainda por falta de tempo. Sorry!) Sim, vocês tem os seus motivos de se esquecerem de mim (D':) porque né, esperar quase um mês pra ler algo não é pra qualquer um. Eu por exemplo, ficava puta com isso. Mas bem... Aquela criatividade deve estar querendo me ferrar. Além dos problemas aqui em casa. E ESSA NET DE BOSTA QUE NÃO COLABORA VIU, VAI se ferrar. É... Dessa vez eu prometo que vou tentar não demorar. E eu acho que já fiz essa promessa, mas me desculpem, sério. Nesse tempo eu também aproveitei pra reler Yes, my Lady. (Sem contar a minha crise com a minha escrita que estava uma bosta) Sim, eu fiquei muito tempo sem escrever e fudeo tudo. (Eu estava focando mais em poemas, acho que daria uma boa poetisa) SHFDKJGHKBNNFNBFKJBFK Mas bem, fiquem com o capítulo cabuloso (Sim, vão ter coisas muito coisadas. só pra ter noção, começa com um POV do Ciel HEHEHE) Obs: Espero que vocês lembrem daquela cozinheira fdp que tentou matar a Lou.

~ ~ Ciel POV ~ ~

– Se eu a vi? Não é óbvio? – perguntei para a mulher que estava em minha frente e soltei uma leve risada — Poderia me ajudar novamente, não é?

– O-o quê quer que eu faça? – a mulher perguntou, enquanto eu passava as minhas mãos pela sua cintura.

– Me ajude, tente enganá-la. Para você deve ser fácil, afinal conviveu com ela por todos esses anos, apenas se passando por uma cozinheira... Como Louise não descobriu que você é a mãe dela? Estava tão na cara.

~ ~ Ciel POV off ~ ~

Louise acordou com a claridade que invadia o cômodo. A mesma abriu os olhos com certa dificuldade e incômodo com aquela luz.

Espera... Luz?!

A dama não conseguia se lembrar do quê havia acontecido na manhã anterior, se lembrava apenas da ida de Undertaker até o quarto em que estava hospedada, acompanhado por sua antiga professora de canto. Mas bem, o quê importava? A mesma estava enxergando novamente.

Rapidamente Louise se trocou, procurando colocar um de seus maiores casados. Só de apenas olhar pela janela, pôde perceber que o dia seria frio e, talvez longo. Depois de estar pronta, caminhou até a mesa que havia no quarto e pegou um pequeno pedaço de pergaminho. No mesmo minuto tentou achar alguma pena, pegando a primeira que via pela frente.

Louise pôs-se a escrever, sem hesitar colocava tudo naquele pequeno pedaço de papel. Já que tinha como objetivo queimá-lo após terminar.

– Bom dia madame. – falou Sebastian, entrando no quarto.

– N-não pode nem ao menos bater?! – perguntou Louise, dobrando rapidamente o papel e o socando dentro de uma gaveta. Se o mordomo tivesse uma pequena ideia do quê havia naquele papel, não seria nada legal. Não para Louise.

– Perdão. – sorriu Sebastian, ao ver o nervosismo da menor. Logo fez uma reverência.

– Do quê está sorrindo?

– “E se eu estivesse me trocando?” A senhorita deve estar pensando em dizer isso. E eu responderia que, — Sebastian se aproximou – seria um prazer ajudá-la. Por falar nisso, a senhorita está ainda mais bonita hoje.

Louise o encarou, enquanto o mesmo aproximava os seus lábios dos dela. A menor virou o rosto, deixando o mordomo confuso. Logo levantou uma das mangas de seu casaco, mostrando ao mordomo o grande corte em seu pulso. Então a maldição não tinha sido totalmente anulada.

– Ah, isso... – bufou Sebastian – Posso dizer que Undertaker ajudou em boa parte, mas sobre isso, me desculpe. Realmente não tem o quê fazer a respeito. – o demônio segurou o pulso da mesma com delicadeza, dando um leve beijo no lugar do ferimento – A senhorita não pôde desfrutar das belezas de Periguéux, que tal darmos um passeio matinal?

A dama concordou com a cabeça, enquanto pegava a mão do mordomo. Sebastian olhou para a mesma, a dama por sua vez apenas virou o rosto, corada. O maior sorriu e então os dois caminharam para fora da pousada.

...

– Bem, já está na hora de você sair, não acha? – perguntou Ciel, bebendo mais uma taça de vinho.

– Sim, já estou indo. – respondeu a mulher, se retirando do cômodo.

Ótimo... Agora é só arrastar a Louise até aqui.

A mulher saiu da mansão do demônio-humano e foi em direção a Praça Central. O problema era: Onde essa pirralha deve estar? Se o Ciel acha tão fácil encontrá-la, por que não vem ele mesmo? Argh... O quê não fazemos por alguém que amamos?!

Por um segundo, a mulher pensava que já a tinha encontrado, mas logo percebeu que estava certa, já que viu de relance Sebastian dentro de um restaurante, o mesmo carregava duas xícaras de chá. Era mais do quê óbvio que aquelas duas xícaras eram para ele e para mais alguém. E quem seria essa pessoa? Louise Phantomhive.

O difícil seria encontrar uma brecha para conseguir falar com ela.

...

– Esse chá está muito bom... – comentou Louise, saboreando o chá e olhando a vista privilegiada que tinha naquela varanda.

– Bem... Mas duvido que seja tão bom quanto o meu. – falou Sebastian, olhando para a xícara em suas mãos. Deu um pequeno gole e então olhou para Louise – O quê a senhorita acha?

– Hm... Posso dizer que esse é melhor.

O mordomo parecia com raiva, curvando a cabeça e balançando a mesma negativamente.

– Não acredito... Com certeza devo melhorar as minhas habilidades culinárias. Me desc...

– Eu estava brincando, Sebastian. – Louise sorriu, ao ver a expressão do mordomo – Nada se compara ao seu chá, porém esse daqui é quase tão bom quanto.

– Ufa... – suspirou Sebastian, colocando uma das mechas de seu cabelo atrás da orelha – A senhorita deseja algo de sobremesa?

– Um pedaço de torta de morango. Não demore. – completou a dama.

– Yes, my Lady. – respondeu Sebastian fazendo uma reverência.

Louise estava tão concentrada em seu chá que nem percebeu o momento em que uma figura sentou-se em sua frente. Ao colocar a pequena xícara no pires, se assustou ao ver quem era.

– Ma-Mary?! – perguntou Louise, se engasgando com o chá.

~ ~ Louise POV ~ ~

Ma-Mary?! — perguntei,me engasgando com o chá. O quê diabos essa mulher está fazendo aqui?

Pensei em chamar meu mordomo, mas Mary me encarava profundamente. Como se dissesse para eu não fazer aquilo.

– Para quê tanta surpresa? – Mary sorriu de lado – Não sou um fantasma.

– O quê faz aqui? Sua presença não é bem-vinda.

– Eu entendo que não queira mais me ver. Porém o seu assunto não é comigo, é com o seu pai.

Gargalhei alto.

– Meu pai?! Quer mesmo que eu acredite em você? Não te vejo desde que tentou me matar. Provavelmente quer me arrastar para um local e tentar acabar o quê tinha começado.

– Seu verdadeiro pai quer vê-la. O Ciel quer vê-la.

Engoli em seco. Como aquela bastarda sabia disso?!

Espera... Como fui idiota!

Flashback ~

“– Estava a procura disso? – Louise perguntou em alto e bom som, fazendo Mary voltar para o quarto. A mesma olhou para o acessório na mão de Louise. O anel que havia ganhado de Sebastian.

– Onde conseguiu isso? – Mary perguntou, arregalando os olhos.

– Isso é importante para você? Te lembra algo? – Louise a testou.

– Quem te deu isso? Ou onde conseguiu isso?

– Chega! – Louise falou alto – Responda as minhas perguntas primeiro! Você não é ninguém para me perguntar sobre os meus pertences! – Mary se encolheu.” [Cap. 3]

O anel com uma grande pedra azul... Sebastian entregou-o para mim como presente de aniversário. Só depois de um tempo pude descobrir que esse mesmo anel pertencia ao Ciel. Então Mary deve conhecê-lo?! Já que, ficou tão espantada ao me ver com ele...

“– Madame, seu jantar já está pronto. – anunciou Mary

– Onde o Sebastian está? – perguntou Louise quando Mary a serviu.

– Ele está lá no jardim, arrumando um problema que Robert começou. Mas, pode ficar tranquila, o problema já está quase resolvido, enquanto ele não se resolve totalmente, por que a senhoria não saboreia a deliciosa sopa que eu fiz? É uma receita de família.

A dama pegou uma pequena quantidade de sopa na colher e levou-a até a boca. Ela estava estranhando um pouco o comportamento de sua cozinheira. Após a quarta colher, Louise sentiu um gosto bem amargo em sua boca e sua garganta começou a coçar.

– Mary... – Louise falou com dificuldade, colocando a mão no pescoço – O que tem nessa sopa?

– É uma sopa de alho poro e cogumelos em conserva, por quê? Não está ao seu agrado?

– Cogumelos? – Louise tentou gritar, mas não conseguia, ela finalmente percebeu que estava tendo uma reação alérgica, então ela apenas murmurou – Eu sou alérgica! – a mesma acabou caindo da cadeira e com as duas mãos no pescoço, tossindo desesperadamente.

– Ah, que pena. – falou Mary a observando de cima – Isso quer dizer que você não ficará para a sobremesa? – a cozinheira deu uma risada maligna, olhando a pequena Phantomhive se debatendo no chão.

– Se-Sebast... – ela sussurrou para si mesma, na expectativa de que ele a escutasse. Então ela parou de tentar se debater e tirou as mãos de seu pescoço, desistindo de fazer qualquer coisa. Suas forças tinham acabado; seus olhos foram se fechando lentamente. [Cap. 3]”

Bem... Ela tentou me matar e eu não deveria ter me esquecido disso tão facilmente.

“– Deixe-me explicar... – foi a vez de Arthuro falar. Senti vontade de vomitar ao olhar para o mesmo – Há muitos anos atrás, eu, Claude e Jeremy a sequestramos pelo pedido de sua mãe. Sua mãe biológica, que tanto a odeia. Ela mesma pediu que a vendêssemos e que a fizéssemos sofrer muito. Tudo o que ocorreu com você foi a pedido dela. Não acharia estranho se a mesma tentasse te matar. [Cap. 17]

Não acharia estranho se a mesma tentasse te matar.

Não acharia estranho se a mesma tentasse te matar.

Não acharia estranho se a mesma tentasse te matar.

– Não era nem para você ter nascido, para começar. (Mary, capítulo 11)

Como fui idiota! As circunstâncias estavam tão óbvias! Como é que não pude perceber?! Era tão óbvio... Mas como diabos... Ma-Mary é a minha mãe biológica?! Essa cozinheira...?

Notas finais
MAS GEMT?! A Mary... Vadea. Espero que morra também. E pera... O quê era aquilo que a Louise estava escrevendo? Como assim saquenga é mãe da Louise?! PQP Se estivéssemos comunicado a policia nada disso teria acontecido. SDUHSGJHFGKJDFGDIGHFGKJH Bem, ao postar esse capítulo vou responder todos os comentários. Belê? AAAAAh, e pra prevenir já vou começar a escrever o próximo capítulo logo logo. (E desculpem por desenterrar tantas coisas do baú)