Yamada - HIATUS

4 Teremos Que Partir - Infância Part 4


Notas iniciais
*abaixa para não ser atingida* Gomenasai, minna-san! Olha, como eu disse em outra história minha, foi a falta de internet Juro pelo puro Byakugan da Hinata! Agora, antes que me matém, tenho umas coisas para falar: — Só para deixar bem claro, pra ninguém me perguntar depois: NEJI NÃO VAI MORRER! Ai que alívio. — Gente, eu achei que eu colocando a Akasuki como uma alternativa vocês iam escolher essa opção. Cara... — Na opção B, os novos parceiros da Emi seriam o irmã gêmeo do Uchiha e a irmã mais nova do Neji. Só vou dizer quem seria o sensei mais para frente. Só isso, agora podem me matar. *foge*

Emi Yamada

Já se passou um mês desde a morte do Yashamaru. Quando Temari soube, esqueceu que não podia se aproximar do Gaara e veio lhe dar apoio. Como o Kazekage não aceitou seu filho em casa, agora Gaara mora na minha. O outro irmão deles, o Kankuro, também vem as vezes, ele é até legal.

Minha casa só tinha três quartos, então eu e Gaara temos que dividir o meu e, às vezes, com Temari e Kankuro. Ele fica muito animado quando os irmãos nos visitam. Mostra suas esculturas de areia, brinca com ela. Kankuro-kun faz apresentações com suas marionetes e a Tema-chan sabe um Jutsu Estilo Vento bem legal, acho que se chama Ciclone de Foice ou algo assim.

Aliás, eles estão aqui agora. Estamos jogando UNO no meu quarto.

— Ganhei! Uhuu! Sou top! – Kankuro começou a fazer uma dancinha engraçada, Yami, Gaara e eu começamos a rir. Ah, eles sabem do meu morceguinho também, só não do Shadō, ele não quer que eu conte-os. Acho que ele não gostou de eu ter contado pro Gaara sem lhe pedir.

— Que vergonha. – disse Temari.

Senti minha barriga roncar e me levantei.

— Querem biscoitos? – perguntei sorrindo.

— Queremos! – gritaram ao mesmo tempo.

Fui correndo até a cozinha, onde já senti o delicioso aroma dos biscoitos da obaa-chan. Que sejam de chocolates. Por favor.

— Obaa-chan, diz que são de chocolates. – pedi.

— São, Emi. – respondeu seca, de uns tempos pra cá, ela tem ficado meio ranzinza, não sorri mais tanto quanto antes – Quando aquelas pestes vão embora? – pestes?

— Ta falando do Kankuro-kun e da Tema-chan? – perguntei confusa.

— Deles mesmo. – ela colocou os biscoitos em um prato.

— Eles vão dormir aqui hoje.

— Seu pai sabe disso?

— Foi ele que convidou. – o otou-san ama os irmãos do Gaara, é como se tivesse mais filhos.

— Ai, Ebisu... – ela suspirou frustrada. Eu, hein!

Peguei o prato com os biscoitos e levei pro quarto, onde Kankuro continuava dançando e Temari evitava olhar pra ele. Sorri.

— Esse cheiro... – começou Gaara e olhou pro prato com os olhos brilhando. Ele adora os biscoitos da obaa-chan — Belos Montes, eu amo sua obaa-chan! – ele passou a me chamar assim, como disse que faria. [A: sem malicia, gente, eles tem sete anos]

— Cuidado, tão quentes. – avisei, principalmente ao Kankuro-kun, que tem mania de pegar logo.

— Ta, ta. – falou o próprio pegando um biscoito e logo largando — Ai! — não disse?

— Ela avisou, onii-san. – disse Gaara, enquanto Tema-chan ria da desgraça do otouto.

— Não tem graça, onee-chan. – disse Kankuro fazendo bico. Ele fica tão fofinho assim! Parece um pouco com o do Gaara.

— Que impacientes. – resmungou Yami.

— E você nem é. – disse Tema-chan ironicamente.

Coloquei o prato no chão e sentei, enquanto Temari e Yami começavam uma pequena discussão.

— Você não devia ficar tão próxima deles, lembre-se do garoto de Iwa. – ouvi a voz do Shadō me repreendendo.

A verdade é que minha família e eu somos nômades. Não paramos muito tempo em uma aldeia, otou-san sempre diz que precisamos nos mudar. Por isso eu não fazia muitos amigos, mas tinha aquelas exceções. Como em Iwa. Eu conheci um garotinho bem legal que gostava de explosões. Ele tem a idade da Tema-chan.

— Okaa-chan, Emi. – escutei a voz do otou-san da sala.

— Volto já. – avisei saindo do quarto, Yami me acompanhou.

Otou-san estava sentado no sofá, com uma cara séria. Minha obaa-chan saiu da cozinha e sentou ao seu lado.

— Emi, precisamos conversar. – falou ele sério. Minhas pernas bambearam, da última vez que otou-san falou assim, estávamos em Iwa e ele disse que viríamos pra cá.

— O-O que, otou-san?

— Vamos embora. – disse rápido.

Dei um passo pra trás. Não... De novo não... Vamos ir para outra aldeia, e eu vou ficar distante de mais três amigos.

— Ebisu-san, tem certeza? – perguntou Yami – Sabe, Emi se habituou com os irmãos Sabaku.

— Eu acho uma boa ideia. – disse obaa-chan. A encarei surpresa.

Otou-san suspirou, cansado.

— Preciso conversar com Gaara. – declarou – Chame ele aqui.

Obedeci. Fui ao quarto e chamei Gaara, que foi pra sala. Eu me sentei ao lado da Tema-chan e peguei um biscoito, abaixando a cabeça.

— O que houve? – perguntou Kankuro com a boca cheia de biscoito.

— Talvez eu vá embora da vila hoje. – respondi.

Gaara no Sabaku

Por que será que Ebisu-san quer falar comigo?

Fui pra sala. Ele estava sentado no sofá com uma expressão séria, mas ao mesmo tempo triste. O que aconteceu?

— Ebisu-san? – chamei.

— Gaara, Emi lhe contou sobre as outras vilas em que vivemos? – ele perguntou, assenti – E sobre que ela já fez um amigo e teve que deixa-lo quando viemos para cá? – assenti de novo, ele suspirou – Então, eu vou contar logo: seu pai nos expulsou da vila.

Arregalei os olhos, minhas pernas fraquejarem e meu coração acelerou. Ele... Aquele cara... Ele só fez isso porque eu to feliz. Ele quer que eu fique sozinho de novo!

— Ele fez de propósito. – eu disse.

— Isso eu não sei. Ele disse que tínhamos que partir até amanhã. Vocês têm uma ultima noite. – as lágrimas surgiram. Corri até o quarto de Emi, ela estava abraçada aos joelhos, chorando silenciosamente. Ela me viu e se levantou. Nem pensei duas vezes antes de ir abraça-la.

— O que aconteceu, Gaara? – nee-chan perguntou preocupada.

— Rasa expulsou a família da Emi. – respondi largando ela e olhando triste para minha nee-chan, que fechou o punho com raiva – Ebisu-san disse que têm até de manhã.

— Então vamos aproveitar o resto do dia e da noite. – disse meu nii-san

— Essa é uma ótima ideia. – sorriu a nee-chan.

— Tema-chan. – Emi chamou – Você é a próxima a se tornar Kazekage, certo? – a nee-chan assentiu – Quando o Rasa cair do seu trono de Kazekage, eu vou voltar! Demore o tempo que for, eu volto.

Ela falou tão séria que até Yami se surpreendeu. Eu a conheço a somente um mês e pouco e nunca a vi de outro jeito sem ser sorrindo. Quer dizer, só naquela noite...

— Que tal um show com minha nova marionete? – sugeriu nii-san.

— Vamos lá. – disse Yami.

Nos saímos e fomos pro quintal, a casa da Emi, por ser mais afastada das demais, tinha muito mais areia. Normalmente eu ficaria incomodado, mas não tinha ninguém que viesse tentar me matar aqui.

— Olha só. – falou nii-san estendendo as mãos, uma marionete sair de baixo da areia, nós demos um pulo pra trás, tamanho susto — Eu chamo de Formiga Negra.

— Essa coisa é horrível! – exclamou nee-chan com a mão no peito.

— O que?! – o nii-san estava mesmo surpreso? – Ta brincando? Ela é linda!

— Se com linda quer dizer horrorosa, é, ela é linda. – comentou Yami.

— Vocês não sabem apreciar uma obra de arte. – nii-san fez bico, o que Emi achava parecido com o meu – Gaara, faz um alvo de areia. Quero mostrar uma coisa.

Assenti. Ergui minha mão esquerda e um monte de areia se formou, com um desenho de alvo. O nii-san sorriu e fez um movimento com os dedos, a Formiga Negra disparou dez espinhos pelo que devia ser a boca daquela coisa estranha e acertou quatro.

— Uhuu! Melhor que da ultima vez! – meu nii-san comemorou – Eu vou ser um grande Mestre de Marionete e alcançar Sasori-sama no Akasuna!

— Quando chegarmos em casa vou destruir isso com meu leque. – a nee-chan sussurrou, mas eu ouvi.

— Para trás, seus perdedores, vou mostrar uma coisa que vai empressiona-los. – Yami é um doce, não é?

Ele começou a mudar de forma. Suas orelhas aumentaram um pouco, seu rosto mudou, suas asas viraram patas, seu corpo se alongou. E no final... Ele tinha se transformado em um gato.

— Agora vou conquistar o mundo! – exclamou determinado. Sua voz também havia mudado, estava mais fina. Era engraçada.

— Como, orokana-batto? – questionou Emi sarcásticamente.

— Assim. – ele fechou os olhos e os abriu de novo, brilhando. Yami deitou e cobriu a cabeça com as patas, soltando um miado fininho. Que kawai!

— Own... – disseram Emi e nee-chan, logo arregalando os olhos.

— Isso tem poder. – notou nee-chan.

Emi Yamada

— Eu falei! – orokana-batto pulou animado, logo voltando a forma de morcego – Nessas horas sinto falta do Harō.

— E que continue só sentindo! – ouvi Shadō exclamar indignado – Aquele guardião é mais animado que não sei o que!

Sério, não quero ouvir discussão agora. — me intrometi.

...

Passamos a tarde brincando. Vendo o que Gaara podia fazer com sua areia, chamando a Formiga Negra de feia, horrível, só pra irritar o Kankuro-kun, a cara de indignado dele era muito engraçada. Construímos um castelo de areia também, quer dizer, o ruivo construiu. Ficou tão grande que tinha um quarto pra cada um, até pro Yami. Foi incrível!

Ao pôr do sol, entramos em casa, logo vi uma figura ruiva sentada no sofá da sala, era o Kazekage. Rasa.

— Vejo que se divertiram. – sua voz fria me fez tremer, aquele cara me assusta mais do que a primeira vez que vi Shadō.

— T-Tou-sama?! – se surpreenderam Kankuro-kun e Tema-chan.

— Temari, Kankuro, venham. Vamos pra casa. – avisou se levantando.

— Não! Eu quero ficar com a Emi-chan e o Gaara-otouto! – exclama Tema-chan decidida.

— Você não tem querer, venha. – Rasa veio bruto e tentou segurar o pulso da Tema-chan, mas areia o impediu, era Gaara.

— Não toque na minha nee-chan, seu imundo. – o ruivinho rosnou.

— Vai, Gaara! – sussurrou Yami.

— Escute, sua aberração, eu sou o pai deles e o Yondaime Kazekage, você me deve respeito!

— Nem aqui e nem no País do Relâmpago! Nunca vou te respeitar! SE AFASTE DA ONEE-CHAN!

— Team Gaara! – Yami sussurrou de novo. [A: todos somos, Yami]

— Gaara... – Tema-chan murmurou.

— O que houve? – uma pessoa perguntou, era a obaa-chan – Ah, Kazekage-sama! – ela se curvou ao Sabaku mais velho. Temari puxou seu otouto para trás de si.

— Yo, Enma-san. – saldou Rasa, com uma leve reverência.

— Emi, não seja mal educada! – obaa-chan me repreendeu. Fiz biquinho, uma mania que eu tenho quando não gosto de certas coisas, mas me curvei pro Kazekage mesmo assim, a obaa-chan vai reclamar comigo mais tarde.

— Rasa-dono, o que faz aqui? — meu otou-san apareceu no corredor, com sua rara expressão séria.

— Como vocês vão embora hoje, decidi buscar meus filhos. — respondeu cínico.

— Não há necessidade, Kazekage-dono. – retrucou otou-san – Eu os levarei quando terminar de arrumar tudo.

— Nesse caso, mandarei alguns serviçais para ajuda-lo. – informou o outro — Te quero longe o mais rápido possível.

Ele saiu de casa pisando duro. Otou-san se jogou no sofá e bufou, cobrindo o rosto com a mão. Gaara me cutucou.

— Eu te ajudo a arrumar suas coisas.

Concordei com a cabeça. Temari e Kankuro vieram conosco. Começamos a tirar tudo meu do guarda roupa. Gaara tirava as bolsas dele.

Não pude deixar de me preocupar com o ruivinho. Yashamaru uma vez me disse que Rasa não podia machucá-lo fisicamente, mas, no psicológico, Gaara era altamente atingido.

— Tema-chan. – chamei. Ela veio até mim segurando uma blusa vermelha – Eu preciso que continue com o Gaara. – sussurrei, sua cabeça se inclinou levemente – Gaara não dorme de noite, vocês tem que ficar com ele nesse tempo. Onegai, Tema-chan, se ama seu otouto, faça isso. Ele não merece sofrer.

Pude ver seu olhar ficar assustado por um curto tempo antes dela balançar a cabeça pra cima e pra baixo. Sorri aliviada, sabendo que meu ruivinho não ficaria sozinho. Abracei Temari rápido e fui ajudar o Kankuro a se desenrolar de umas cordas, que não sei como ele tinha ficado preso.

…

Já tinha anoitecido quando terminamos de arrumar tudo. Kankuro e Yami – como um macaco – estavam disputando quem carregava a mala mais pesada, mesmo havendo poucas, nunca vou entender esses dois. Temari me ajudava a empurrar uma mala ENORME da obaa-chan. E Gaara usava a areia para ajudar a gente. Preguiçoso.

Senti uma mão no ombro, e me virei para encontrar meu otou-san. Seu rosto ainda estava sério.

— Emi, quero que venha comigo um instante.

— H-Hai, otou-san. – respondi. Yami deixou de brincar com o Sabaku do meio e viria até mim, mas o tou-san ergue uma mão e o morcego para. Fiquei sem entender quando o otou-san me levou para o quarto dele.

Ele tirou uma sacola de debaixo da cama. A sacola tinha o desenho de uma nota musical. Eu já a vi antes, mas o tou-san não deixava que eu mexesse nela. Era a maior regra que ele tinha comigo. Otou-san tirou um pergaminho grande de dentro dela, tinha o tamanho do Kankuro-kun.

— Emi, filha, esse é o contrato de invocação com os Ookami, os lobos, caso algo aconteça, quero que já tenha assinado.

— Otou-san, isso tá me assustando.

— Não precisa ter medo. Aqui. – ele abriu o pergaminho no chão, tinha uma série de nomes ali, o último era Ebisu Yamada – Precisa assinar com sangue, pequena. – da sacola, ele tirou um estojo, e dele tirou uma kunai. Ele pegou minha mão direita e cortou o dedo indicador – Escreva seu nome ao lado do meu, e nesse espaço de baixo, deixe as digitais dos cinco dedos. — me ajoelhei de frente ao pergaminho e fiz o que ele mandou – Agora preste atenção nos selos: Javali-Cão-Pássaro-Macaco-Carneiro. – ele fez conforme foi falando – Repita.

Assenti e refiz os selos. Otou-san, pela primeira vez nesse dia, sorriu.

— Essa é minha garota. – tou-san bagunçou meu cabelo.

— Emi-chan, a onee-chan tá chamando. – avisou Kankuro-kun na porta, seu rosto estava triste.

— Hai! – respondi indo com ele, mas antes de sair vi meu tou-san tirar outro pergaminho com o desenho da mesma nota musical.

— Onee-chan, eu tô com medo. – disse Gaara, encolhido perto de uma das malas da obaa-chan.

— Nós vamos estar com você. – Temari consolou sentada ao lado dele. Yami estava transformado em um gato, no outro lado de Gaara.

— O que foi? – sussurrei ao Kankuro.

— Gaara começou a falar sozinho e seus olhos ficaram vazios. Mas o pior foi quando ele falou "kaa-chan". Quando parou, ele começou a chorar. – respondeu.

— Ruivinho, você tá bem? – me aproximei do Gaara.

— Estou com medo. – confessou – Agora não tenho Yashamaru, terei que morar com o Rasa, ele vai me trancar no porão, sem beber, sem comer nada, e não vai deixar eu ver a onee-chan e o onii-san. Vou ficar sozinho.

— Não vai. – insistiu Tema-chan – Nem que seja só a noite, vamos estar com você.

— Gaara, eu nunca me arrependi tanto de ter medo de algo. – confessou Kankuro-kun – Gomenasai, otouto, por ter medo de você sem te conhecer.

Os olhos do ruivinho brilharam quando Kankuro-kun o abraçou, e logo a Tema-chan também. Era uma cena tão kawai! Infelizmente foi interrompida por Baki e outro carrasco, ops, outro subordinado do Kazekage, eles que viriam para ajudar a carregar as malas. Segundo o tou-san, só até a divisa com o País do Fogo.

— Irmãos Sabaku, vou levar vocês até o palácio Kazekage. – avisou o tou-san, chegando na sala com a sacola da nota musical, disfarçando o símbolo o máximo possível. Os três irmãos se separaram, e eu pude ver uma única lágrima escorrer do olho esquerdo de Gaara.

...

A lua estava brilhando no céu já. Normalmente, estaríamos no topo da minha casa, até o momento em que eu ficar com sono e fosse dormir.

Abracei Kankuro e Temari com lágrimas nos olhos.

Finalmente comecei a chorar de novo quando fui abraçar meu ruivinho. [A: SEM MALÍCIA!] Eu esperava que ele fosse forte e resistisse ao Kazekage, e que Temari cumprisse sua promessa.

Enxuguei meu rosto quando nos afastamos, enquanto Gaara enxugava o seu. Nossos olhares se cruzaram e eu sorri, nunca vou deixar de sorrir para ele. [Y: ti fofo! Meu shipp eterno ♥!/T: o meu também ♥/E: ah, vão chupar prego!]

— Não esqueça que eu voltarei. – avisei, secando uma lágrima que escorreu do seu olho direito – Até lá... Procure não se incomodar com aquele diabo que se chama Rasa. Ele não manda em você. Já né, ruivinho.

Beijei a testa de Gaara, que deu um mínimo sorriso triste para mim. Meu coração se apertou. É como se sentisse que seria a última vez que veria o sorrindo. [A: gente, assim vocês acabam com coração de shippers!/Y: meu OTP se separando, que triste T-T!]

— Já ne, Belos Montes.

Baguncei seus cabelos pela última vez.

— Não vamos olhar para trás. – eu falei.

Narração

Eles deram as costas um ao outro e começaram a andar em direções opostas, mas Gaara para no meio do percurso e olha para trás, vendo que Emi continuava andando. O garoto deu um sorriso triste e entrou na mansão Kazekage, ao lado dos irmãos. Rasa os esperava lá.

Gaara foi levado para o porão pelo Kazekage, como esperava, ficou sem ver Temari e Kankuro e sem comer nem beber. Mas ao chegar da noite, quanto Rasa já dormia, seus irmãos o levaram o resto do jantar e ficaram com ele até se cansarem.

Notas finais
No próximo caítulo... [...] — Até breve, ruivinho. — Ah, deixa disso! Tá me fazendo chorar! — Você é muito chorão, Yami. […] — Ah, se minha artrite não me impedisse, eu acabava com todos eles. — Kaa-chan, isso não é hora. […] — Sou Itachi e esse é o Shisui, prazer. — Seus olhos são vermelhos. — É o Sharingan, pequena. […]