World of Dragons
6 A lenda
Notas iniciais
E, como sempre, eu espero que gostem.
Lucy's P.O.V.
O sol batia nas nossas cabeças, enquanto caminhávamos por uma planície que parecia não ter fim. Estávamos andando havia mais ou menos uma hora e as minhas pernas já estavam queimando por causa do esforço.
Sting estava conversando com o Natsu na frente, logo depois vinham Erza, Gray e Juvia, a última tinha misteriosamente aparecido na noite anterior, andando silenciosamente, em seguida, Levy e Wendy falavam sobre a paisagem com Gajeel as observando um pouco atrás, no final da fila estavam eu e Rogue e, acima de todos, os exceeds voavam calmamente.
Eu estava distraída olhando o horizonte e não vi uma pedra no meu caminho e acabo batendo o pé nela me desequilibrando. Fecho os olhos esperando o impacto, mas ao invés disso sinto um par de braços me segurando.
Abro os olhos e me equilibro novamente. O Rogue olha pra mim pro um instante, como se para ter certeza que eu estava bem, antes de voltar a andar sem dizer nada.
Caminhamos por mais três horas, e quando estávamos desistindo por causa do cansaço, avistamos ao longe o que parecia ser uma cidade. Com a energia renovada pela visão, nós corremos até lá, mas ao nos aproximarmos vemos que eram ruínas do que um dia foi uma cidade e na entrada havia uma placa desgastada que dizia Bem-vindos à Kazan.
Vamos até o que parecia ser o centro da cidade e Erza diz:
- Nós devemos formar grupos para podermos cobrir a maior área que conseguirmos e então daqui a uma hora nos encontramos aqui. Os grupos serão de duas pessoas e um exceed que vão ser: eu Wendy e Charlie; Natsu, Sting e Lector; Levy, Gajeel e Lily; Gray, Juvia e Happy e Lucy, Rogue e Frosch.
Nos separamos e começamos a procurar a próxima charada. Eu respiro fundo tomando coragem e digo ao Rogue:
- O- Obrigada por me segurar naquela hora. Q- Quer dizer s- se não fosse você eu teria caído, então obrigada. — O tempo todo eu olho para o chão.
- De nada.
Olho para cima e meus olhos encontram os dele. O ar parece faltar aos meus pulmões quando percebo que eu nunca tinha visto olhos de cor mais bonita ou intrigante. Mesmo que os de Gajeel também fossem vermelhos, eles eram muito diferentes. Os do Rogue poderiam pertencer tanto a um anjo quanto a um demônio e passavam uma sensação mágica por todo o meu corpo, uma espécie de energia elétrica maravilhosa.
Mas, então, ele desvia o olhar para o caminho e aquela sensação acaba junto com todos os pensamentos que eu pudesse ter tido e eu tento me concentrar na busca que eu tinha nas mãos naquele momento.
Depois de procurarmos incansavelmente por um pouco mais de uma hora, nós três vamos ao ponto de encontro sem sucesso. Erza, Wendy, Charlie, Gray, Juvia e Happy já estavam esperando por nós sem a charada também. Logo depois, Sting, Natsu e Lector chegam com as mesmas noticias.
E então, Levy, Gajeel e Pantherlily, chegam com um pedaço de papel.
- Essa é a charada? — Pergunta o Natsu, sorrindo.
- Sim, eu vou ler para vocês. — A azulada responde.
Bilhete on
Vocês estão indo muito bem, filhotes, mas agora vamos à charada.
Que esta cidade seja sempre o céu
E que o céu seja sempre um lembrete da minha visita.
Boa sorte,
Acnologia.
Bilhete off
- Kiri! — Wendy exclama — Bem, é que existi uma lenda que a Grandine me contou uma vez, em que o Rei dos Dragões do Céu abençoa uma cidade e na lenda ele fala essa palavras e essa cidade existe de verdade e se chama Kiri.
- É uma lenda bem interessante... — Levy fala.
- E parece que já sabemos qual será a nossa próxima parada. — Digo.
- Esperem! Acnologia nos chamou de filhotes?! — Sting pergunta.
- Isso não importa. — Natsu diz — O que importa é que nós teremos que entrar naquela máquina de tortura de novo.
- Cala a boca, seu bastardo! — Grita o Gray tirando a roupa para a loucura de certa maga.
- Cala a boca você!
E assim se inicia uma longa e barulhenta caminhada de volta à estação.
Notas finais
Kissus,
Jya ne.
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